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16 de julho de 2026

Agro Mato Grosso

Motorista morre soterrado por carga de milho durante descarregamento em MT

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Marcio Fran Rodrigues dos Santos, de 43 anos, morreu após ser soterrado por uma carga de milho enquanto realizava o descarregamento de um caminhão em uma fazenda na zona rural de Castanheira, a 788 km de Cuiabá. A vítima estava conferindo o mecanismo de travamento da tampa da caçamba quando ocorreu o acidente.

O caso aconteceu por volta das 15h de terça-feira (14), em uma propriedade localizada na Linha do Assentamento Vale do Seringal. Segundo a Polícia Civil, o trabalhador chegou ao local conduzindo um caminhão carregado com milho e iniciou o procedimento de descarga no barracão da fazenda.

Durante a operação, o motorista permaneceu na parte traseira do veículo. Em determinado momento, a carga se desprendeu de forma repentina e caiu sobre ele, causando o soterramento.

A Polícia Militar foi acionada pelo proprietário da fazenda e fez o isolamento da área até a chegada das equipes responsáveis pelos trabalhos de resgate e perícia. A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) de Juína foi chamada para analisar o local.

O Corpo de Bombeiros Militar também participou do atendimento. A equipe chegou à propriedade e encontrou o caminhão com a caçamba levantada e os grãos espalhados dentro do armazém.

Devido ao risco de movimentação da carga, os bombeiros utilizaram técnicas específicas para ocorrências envolvendo soterramento por grãos, com instalação de escoras para controlar o deslocamento do milho e retirada manual do material.

Após a remoção da carga, os militares localizaram a vítima cerca de 60 centímetros abaixo da superfície dos grãos. Apesar dos procedimentos de atendimento, o homem já estava sem sinais vitais.

Depois da conclusão da perícia, o corpo foi encaminhado pela Politec. A Polícia Civil vai investigar o caso para apurar as circunstâncias do acidente.

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Agro Mato Grosso

Aprosoja MT amplia atuação em defesa do produtor e fortalece representatividade

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Missão internacional, avanço contra a Moratória da Soja, formação de lideranças e participação em eventos marcaram os seis primeiros meses do ano

A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) intensificou, ao longo do primeiro semestre de 2026, as ações voltadas à defesa dos produtores rurais, ao fortalecimento institucional e à aproximação com a sociedade. Entre janeiro e junho, a entidade atuou em pautas estratégicas para o agronegócio, promoveu iniciativas de formação de lideranças, ampliou o diálogo com representantes nacionais e internacionais e participou de eventos que contribuíram para fortalecer a imagem da agricultura mato-grossense dentro e fora do Brasil.

O período foi marcado por importantes conquistas para o setor produtivo, como o início dos efeitos da Lei nº 12.709/2024, considerada uma das principais vitórias institucionais da entidade nos últimos anos. Além disso, a Aprosoja MT promoveu ações de comunicação internacional, participou de discussões sobre logística, mercado, sustentabilidade e crédito rural, além de reforçar a presença dos produtores rurais em debates fundamentais para o futuro da agricultura.

Uma das principais conquistas do semestre foi a entrada em vigor dos efeitos da Lei nº 12.709/2024, que estabelece critérios para a concessão de incentivos fiscais e de terrenos públicos a empresas que participem de acordos privados restritivos à produção agrícola, nos moldes da Moratória da Soja. A medida passou a valer em 1º de janeiro de 2026 e representa o resultado de anos de mobilização da Aprosoja MT em defesa dos produtores rurais mato-grossenses.

A legislação trouxe maior segurança aos agricultores e aos municípios impactados pela Moratória da Soja, reforçando a defesa da livre iniciativa e do cumprimento da legislação ambiental brasileira como parâmetro para a produção agrícola.

A atuação institucional da entidade também se destacou em agendas nacionais voltadas ao fortalecimento do agronegócio. Em Brasília, a Aprosoja MT participou do 4º Congresso da Associação Brasileira dos Produtores de Milho e Sorgo (Abramilho), que reuniu lideranças e especialistas para discutir temas como logística, competitividade, segurança alimentar e sustentabilidade.

A entidade também esteve presente em reuniões e debates relacionados ao endividamento rural, políticas públicas e mercado agrícola, reforçando sua atuação na defesa dos interesses dos produtores mato-grossenses.

O primeiro semestre também foi marcado pelo fortalecimento da presença internacional da Aprosoja MT. Em fevereiro, a entidade promoveu a Missão Internacional de Jornalistas, recebendo profissionais da Alemanha, Bélgica, Estados Unidos e Reino Unido para uma imersão na realidade da agricultura de Mato Grosso.

Durante seis dias, os jornalistas percorreram aproximadamente 1.200 quilômetros pelo estado, visitando propriedades rurais, centros de pesquisa, agroindústrias e comunidades indígenas. A iniciativa permitiu apresentar, na prática, os sistemas produtivos, as tecnologias utilizadas no campo e as ações de sustentabilidade desenvolvidas pelos produtores rurais.

Ao avaliar a importância da Missão Internacional de Jornalistas, o diretor administrativo da Aprosoja MT, Diego Bertuol, destacou que a iniciativa permitiu apresentar a realidade da produção agrícola mato-grossense diretamente aos profissionais responsáveis por comunicar o agro para diferentes países.

“Mostramos para eles in loco como é a produção no estado do Mato Grosso. É uma produção sustentável, que preserva o meio ambiente. Aqui na nossa capital, nos escritórios da Aprosoja MT, nós conseguimos mostrar para eles como funciona a nossa associação e no interior também mostramos as fazendas, onde são produzidos os grãos. Eles conseguiram ter uma visão geral de como é a produção hoje no estado, mostrando principalmente a sustentabilidade”, destacou.

Ainda no cenário internacional, a Aprosoja MT participou de uma conferência realizada em Xangai, na China, onde acompanhou o lançamento do Guia para a Cadeia de Suprimento Sustentável de Soja Brasil-China. Após contribuições técnicas apresentadas pela entidade durante a elaboração do documento, o texto final passou a reconhecer a legislação brasileira como principal referência para avaliação da sustentabilidade da produção agrícola nacional, além de incluir o Programa Soja Legal como exemplo de boas práticas.

As ações internacionais reforçaram o compromisso da entidade em ampliar o diálogo com mercados estratégicos e levar informações técnicas sobre a agricultura brasileira aos principais centros de discussão global.

Outro destaque do semestre foi a realização da Academia de Liderança, programa desenvolvido pela Aprosoja MT para formar novas lideranças e ampliar a participação dos produtores rurais nos debates que impactam o setor.

Ao longo dos módulos, os participantes aprofundaram conhecimentos sobre comunicação institucional, relacionamento com a imprensa, oratória, relações governamentais e logística. A programação incluiu visitas a veículos de comunicação, agendas em Brasília com representantes dos Poderes Legislativo e Executivo e encontros com instituições ligadas à pesquisa e à representação do setor agropecuário.

Para Bertuol, a Academia de Liderança é uma das iniciativas que mais contribuem para aproximar os produtores da entidade e fortalecer a representatividade do setor.

“Quando o produtor percebe que a entidade gera conhecimento, representa seus interesses e entrega resultados concretos, ele tende a participar de forma mais ativa. Posso citar minha experiência pessoal. Há cinco anos, tive o prazer de participar da Academia e entender melhor o papel da entidade junto ao produtor, o que me aproximou ainda mais da instituição. Assim, consegui exercer melhor meu papel de delegado na minha região e, posteriormente, assumir a diretoria administrativa da entidade. Esse engajamento fortalece a base associativa e faz com que os eventos tenham participação crescente e cada vez mais qualificada”, disse.

O ciclo foi concluído em São Paulo, onde os participantes conheceram estruturas estratégicas para o escoamento da produção agrícola, incluindo o Porto de Santos e terminais logísticos ligados ao comércio exterior.

A conexão entre o campo e a população também esteve entre as prioridades da entidade durante o semestre. Uma das principais iniciativas foi a participação da Casa do Agro Brasileiro nas maiores feiras agropecuárias de Mato Grosso.

O projeto esteve presente na Farm Show, em Primavera do Leste; na Show Safra, em Lucas do Rio Verde; na Parecis SuperAgro, em Campo Novo do Parecis; e na Norte Show, em Sinop. Ao longo do circuito, mais de 17 mil visitantes passaram pelo espaço, que apresentou de forma interativa a importância da soja e do milho para a alimentação, a indústria e o cotidiano da população.

Segundo Diego Bertuol, a participação da Aprosoja MT em feiras e eventos é uma oportunidade para aproximar a população urbana da realidade da produção agrícola e demonstrar a presença da soja e do milho no cotidiano dos brasileiros.

“Mato Grosso é o maior produtor de soja e milho do Brasil e nós vemos que muitas pessoas se perguntam onde consomem a soja e o milho no dia a dia. Então, a Aprosoja MT participou das principais feiras do estado, com o intuito de mostrar no nosso estande que as pessoas estão consumindo os grãos no próprio chocolate, na alimentação e até em cosméticos”, enfatizou.

A Aprosoja MT também participou da 12ª edição do Dia de Negócios e Tecnologias (Dinetec), em Canarana. Durante o evento, produtores rurais e visitantes puderam conhecer as ações desenvolvidas pela entidade e os projetos conduzidos pelas diferentes comissões temáticas.

Além das ações próprias, a entidade marcou presença em importantes eventos do setor agropecuário. Entre eles, a Abertura Nacional da Colheita da Segunda Safra, realizada em Querência, que reuniu produtores rurais, autoridades e lideranças para discutir os desafios e as oportunidades da produção de milho no Brasil.

As ações desenvolvidas ao longo dos primeiros seis meses de 2026 reforçam o compromisso da Aprosoja MT com a defesa dos produtores rurais, a valorização da agricultura mato-grossense e a construção de um ambiente cada vez mais favorável ao desenvolvimento do setor. Por meio da atuação institucional, da formação de lideranças, da participação em debates estratégicos e da aproximação com a sociedade, a entidade segue fortalecendo a representatividade dos produtores e ampliando a presença da agricultura de Mato Grosso nos cenários nacional e internacional.

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Agro Mato Grosso

TCE-MT inicia coleta de dados do maior diagnóstico digital dos municípios de MT

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Questionário eletrônico foi enviado às 142 prefeituras, que têm até 29 de agosto para responder

O Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), por meio da Comissão Permanente de Transformação Digital e Disrupção (CPT2D), presidida pelo conselheiro Alisson Alencar, deu início à etapa de coleta de informações do Diagnóstico de Maturidade Digital dos Municípios de Mato Grosso. O link de acesso ao questionário eletrônico foi encaminhado às 142 prefeituras do Estado nesta quarta-feira (15).

O diagnóstico integra a estratégia de orientação e modernização da gestão pública desenvolvida pelo presidente do TCE-MT, conselheiro Sérgio Ricardo, e é o maior levantamento já realizado sobre o nível de transformação digital dos municípios.

De acordo com Alisson, a coleta de informações é a fase mais importante do trabalho. “As informações revelarão como os municípios estão utilizando a tecnologia para melhorar os serviços oferecidos ao cidadão. Nosso objetivo não é estabelecer rankings, mas conhecer essa realidade para apoiar os gestores na construção de administrações mais modernas, eficientes e conectadas às necessidades da população”, destaca.

Cada prefeitura deverá indicar um servidor responsável pelo preenchimento do questionário, que estará disponível até o dia 29 de agosto. O preenchimento leva de 20 a 25 minutos, quando as informações já estão reunidas.

O que será avaliado

A iniciativa vai reunir informações sobre governança digital, infraestrutura tecnológica, serviços públicos digitais, transparência, proteção de dados, participação social e uso estratégico da tecnologia na gestão pública. A partir disso, o TCE-MT poderá subsidiar ações baseadas nos desafios, potencialidades e oportunidades de evolução identificados.

Alisson reforça que o Diagnóstico de Maturidade Digital possui caráter institucional, colaborativo e orientativo, sem finalidade punitiva. Os resultados servirão como base para futuras ações de orientação, capacitação e disseminação de boas práticas, fortalecendo a inovação e a transformação digital nos municípios mato-grossenses.

O trabalho reforça a atuação da CPT2D, criada para estimular a inovação no setor público e apoiar os municípios na adoção de soluções tecnológicas que contribuam para uma gestão mais eficiente, transparente e centrada no cidadão.

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MT responde por 31,3% da produção nacional de grãos, diz IBGE

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A estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para a safra de cereais, leguminosas e oleaginosas deste ano é de 347,4 milhões de toneladas. O volume é 0,4% maior do que o da colheita do ano passado, o que representa mais de 1,3 milhão de toneladas a mais do que a de 2025, que foi de 346,1 milhões de toneladas. Os dados foram divulgados hoje.

Entre as grandes regiões, o volume da produção de cereais, leguminosas e oleaginosas apresentou a seguinte distribuição, de acordo com o estudo: Centro-Oeste, 172,4 milhões de toneladas (49,6%); Sul, 92,4 milhões de toneladas (26,5%); Sudeste, 30,8 milhões de toneladas (8,9%), Nordeste, 29,8 milhões de toneladas (8,6%) e Norte, 22,2 milhões de toneladas (6,4%).

Na produção pelas unidades da federação, Mato Grosso lidera como o maior produtor nacional de grãos, com participação de 31,3%, seguido pelo Paraná (13,7%), Rio Grande do Sul (10,7%), Goiás (9,7%), Mato Grosso do Sul (8,4%) e Minas Gerais (5,5%), que, somados, representaram 79,3% do total.

Segundo o IBGE, a área a ser colhida é de 83,2 milhões de hectares, com aumento de 1,6 milhão de hectares frente a 2025, um crescimento de 1,9%. Em relação ao mês anterior, a área a ser colhida apresentou declínio de 60.985 hectares (-0,1%). O arroz, o milho e a soja são os três principais produtos deste grupo, que, somados, representaram 92,8% da estimativa da produção e respondem por 87,4% da área a ser colhida.

Para a soja, a estimativa de produção foi de 174,8 milhões de toneladas. Quanto ao milho, a estimativa foi de 136,5 milhões de toneladas (29,7 milhões de toneladas de milho na 1ª safra e 106,8 milhões de toneladas de milho na 2ª safra). A produção do arroz (em casca) foi estimada em 11,2 milhões de toneladas; a do trigo, em 6,6 milhões de toneladas; a do algodão herbáceo (em caroço), em 9,1 milhões de toneladas; e a do sorgo, em 5,6 milhões de toneladas.

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