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Nissan Kicks cai em córrego e surpreende motoristas em Cuiabá

Acidente ocorreu em uma área de grande circulação de veículos e pedestres.
Um Nissan Kicks caiu dentro do Córrego 8 de Abril, em Cuiabá, na última quinta-feira (19), causando surpresa entre motoristas e pedestres que transitavam pelo local. Apesar dos danos ao veículo, ninguém se feriu.
Vídeos registrados pelo cinegrafista Marcelo Souza, da TV Centro América, mostram o automóvel parado dentro do canal de concreto localizado na região central da capital. As imagens também circularam nas redes sociais por meio do perfil @perrenguematogrosso.
Até agora, não há informações oficiais sobre o que provocou a saída do veículo da pista nem detalhes sobre como ocorreu o acidente.
A ocorrência foi registrada em um dos trechos mais movimentados da cidade. Apesar do susto, os prejuízos foram apenas materiais. As circunstâncias do caso deverão ser investigadas pelos órgãos responsáveis.
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Colônia Lunar! NASA Confirma Construção de Base Lunar Definitiva até 2036

Com apoio pesado da iniciativa privada, projeto de três fases no Polo Sul da Lua será o maior salto da expansão humana e o laboratório perfeito para a conquista de Marte.
O futuro que víamos na ficção científica já virou o nosso presente. A NASA confirmou o cronograma oficial para o estabelecimento de uma base humana permanente na Lua até o ano de 2036. Mais do que uma simples missão exploratória, trata-se de um audacioso projeto de três fases que visa consolidar uma infraestrutura completa e duradoura no Polo Sul lunar, expandindo definitivamente as fronteiras da atuação humana para além da Terra.
Por que o Polo Sul Lunar?
A escolha da região não é por acaso. O Polo Sul lunar abriga condições extremas, porém estratégicas para sustentar a presença humana a longo prazo. Três motivos principais tornam o local o grande alvo das agências espaciais e corporações privadas:
- Presença de Gelo de Água: Este é o fator mais crítico. O Polo Sul possui crateras profundas que permanecem perpetuamente na sombra, intocadas pela luz solar. Esse ambiente gélido preservou vastas quantidades de gelo, um recurso vital que pode ser processado para produzir água potável, oxigênio para suporte de vida e até mesmo combustível para foguetes.
- Iluminação Solar Contínua: Em contraste com as crateras escuras, os picos mais altos da região recebem luz solar de forma quase ininterrupta. Essa característica natural garante uma fonte de energia limpa e constante, essencial para o funcionamento da base sem apagões.
- O Grande Campo de Provas para Marte: A Lua servirá como o mais rigoroso laboratório de testes da humanidade. Aprender a extrair recursos locais, manter equipamentos operantes em condições hostis e garantir a sobrevivência fora da Terra são etapas inegociáveis antes de darmos o próximo grande passo: a viagem tripulada a Marte.
O Passo a Passo da Conquista Lunar
A construção da base seguirá uma estratégia prática e modular, fortemente impulsionada por contratos milionários de fomento ao livre mercado, delegando grande parte do desenvolvimento tecnológico para a iniciativa privada.
Cronograma detalhando as fases de expansão, quantidade de lançamentos e volume de carga para garantir a presença lunar duradoura.
Fase 1: O Alicerce e a Inovação (2026 – 2029)
Totalmente focada em experimentação e aprendizado prático, a primeira fase prevê um tráfego lunar intenso: serão cerca de 25 lançamentos e 21 alunizagens, entregando 4 toneladas de carga na superfície. O objetivo imediato é aprender a pousar com total confiança, avaliar o desgaste real dos equipamentos e entender como o regolito (a poeira lunar) se comporta sob o peso das estruturas. Além disso, as tecnologias serão testadas ao limite para sobreviver à severa noite lunar, que dura o equivalente a duas semanas terrestres.
Para abrir os caminhos na superfície, as três primeiras missões do cronograma serão fundamentais:
- Moon Base 1 (Prevista para o outono de 2026): Operada pelo módulo de pouso Blue Moon Mark 1, desenvolvido pela Blue Origin. A NASA firmou contrato para duas missões de entrega de veículos de exploração com a empresa, avaliadas em US$ 234 milhões cada. A escolha é puramente estratégica e visa reduzir os riscos, já que o modelo Mark 1 tem alta sinergia com o futuro Mark 2 — que será a versão de pouso tripulada. O destino é a Shackleton Connection Ridge, para onde a nave levará refletores a laser e câmeras configuradas para medir a interação dos motores com o solo.
- Moon Base 2 (Prevista para o final de 2026): Utilizando o módulo Griffin, da Astrobotic, esta missão servirá como o grande “ensaio geral” para as operações autônomas e logística de superfície, pavimentando o terreno para futuras missões tripuladas.
- Moon Base 3 (Prevista para o final de 2026): Dedicada à ciência de ponta, entregará a primeira carga do programa PRISM. O destaque é o instrumento Lunar Vertex, que pousará no interior dos “redemoinhos lunares” (Lunar Swirls) para medir o campo magnético residual.
A Frota Lunar: Contratos Milionários de Mobilidade (LTVs)
Para garantir o trânsito da futura tripulação, a NASA descentralizou o desenvolvimento dos Veículos Terrestres Lunares (LTVs) ao investir US$ 220 milhões em cada uma de suas duas principais parceiras de mobilidade:
- Astrolab: Fundada por ex-engenheiros da SpaceX, a empresa está desenvolvendo o Crew Lunar Vehicle One, uma versão leve e compacta do seu poderoso protótipo Flex.
- Lunar Outpost: Sediada no Colorado, a fabricante foi selecionada para produzir o Pegasus (uma versão adaptada do veículo Eagle). O modelo comporta confortavelmente dois astronautas, atinge a velocidade de 10 km/h e possui a dupla capacidade de operar de forma autônoma ou teleoperada.
Apesar de desenvolvidos por empresas concorrentes, ambos os modelos compartilham especificações técnicas obrigatórias: entregam 200 km de autonomia de deslocamento a partir do ponto de pouso e foram desenhados para enfrentar inclinações de até 20º — um requisito essencial para operar no terreno altamente acidentado do Polo Sul.
A Revolução dos Drones Moonfall (2028)
No final da primeira fase, o cronograma reserva um marco tecnológico: o projeto Moonfall. Desenvolvido em parceria com o JPL (Jet Propulsion Laboratory), o programa introduzirá os primeiros drones lunares da história. Diferente dos rovers terrestres, esses drones são pequenas naves de alta mobilidade. Eles decolam, voam curtas distâncias na ausência de atmosfera e pousam em múltiplos locais. O transporte da frota será feito pelo veículo Elitra Dark, da Firefly Aerospace.
Os objetivos em voo incluem o mapeamento da superfície com resolução centimétrica, prospecção de gelo no subsolo a até um metro de profundidade e análise da radiação local. Porém, a genialidade da engenharia se revela no longo prazo: quando os drones esgotarem sua capacidade de voo, serão ancorados no “perímetro” da base e transformados em infraestrutura fixa, servindo como antenas de retransmissão de dados, refletores de pouso ou até mesmo a primeira torre de comunicação celular da Lua.
Fase 2: Estruturação Pesada e Sobrevivência (2029 – 2032)
Com as tecnologias e os transportes validados, a Fase 2 inaugura a implantação da infraestrutura inicial. Serão transportadas cerca de 60 toneladas de carga. É neste estágio que os astronautas ganharão os grandes rovers pressurizados — verdadeiros laboratórios móveis onde poderão comer, dormir e trabalhar em segurança. Para sustentar essa expansão, redes elétricas complexas e pequenos reatores nucleares de fissão começarão a ser testados e instalados.
Fase 3: A Nova “Cidade” Humana (2032 em diante)
O estágio definitivo. Com o envio estimado de 150 toneladas de carga para a superfície, a base alcançará a presença de tripulação semipermanente. A área operacional se estenderá por centenas de quilômetros, funcionando quase como uma “cidade” descentralizada. A estrutura aproveitará de forma inteligente a geografia local: painéis de captação nos picos iluminados garantirão a energia, enquanto a extração pesada ocorrerá nas crateras ricas em gelo.
A Lua Como Campo de Prova: Nosso Futuro Interplanetário
A conquista lunar não é um fim em si mesma. Como destaca o empresário e astronauta comercial Jared Isaacman, a humanidade precisa aprender a viver de forma autossustentável fora da Terra antes de tentar uma travessia muito mais longa e arriscada rumo ao Planeta Vermelho.
A diferença logística é brutal. Enquanto a Lua está a apenas quatro dias de viagem — permitindo a mitigação ágil de falhas e até resgates emergenciais —, uma jornada até Marte leva em média oito meses. O ambiente lunar será o laboratório onde dominaremos operações vitais de longo prazo, como extrair e refinar gelo para sobrevivência, realizar manutenções severas sem peças de reposição imediatas vindas da Terra e operar reatores nucleares fora do controle direto do nosso planeta.
Acima de tudo, o projeto da Base Lunar representa a criação de uma verdadeira economia espacial orbital e de superfície. Ao gerar uma demanda sólida por cargas, logística e serviços, a NASA repassa ao setor privado o desafio de encontrar soluções que reduzam drasticamente o custo operacional no espaço. É essa força do livre mercado que mudará as regras do jogo para o futuro da exploração. A Lua é o nosso campo de treinamento; Marte é apenas a próxima fronteira da nossa liberdade.
Fontes:
https://www.youtube.com/@SpaceToday
https://www.nasa.gov/moonbase/
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Gisela Simona alerta para avanço das apostas durante a Copa e cobra proteção ao consumidor

Dirigente do União Brasil afirma que crescimento das bets exige debate sobre endividamento e impactos sociais
A vitória da Seleção Brasileira sobre o Haiti, nesta última sexta-feira (19), renovou a esperança do tão sonhado hexacampeonato e levou milhões de torcedores a comemorarem mais um importante resultado da equipe na Copa do Mundo de 2026. A exemplo de milhões de brasileiros, a presidente do União Brasil em Cuiabá, Gisela Simona, também celebrou os três gols que garantiram o triunfo da equipe nacional. Mas, em meio à alegria pela campanha da Seleção, a dirigente aproveitou para lançar luz sobre outro fenômeno que vem ganhando cada vez mais espaço dentro do universo do futebol: a expansão das apostas esportivas online.
Em publicação nas redes sociais logo após a partida, e em podcast neste final de semana na Umanos Editora, Gisela observou que a presença das chamadas bets já se tornou praticamente inseparável das grandes transmissões esportivas, ocupando espaços na televisão, nos portais de notícias, nas redes sociais e nas mais diversas plataformas digitais.
“Somos todos brasileiros e estamos felizes com a vitória da nossa seleção na busca pelo hexa. O que me chama atenção é a quantidade de anúncios de apostas aos quais somos expostos durante esses eventos, muitas vezes sem refletirmos sobre os impactos que isso pode gerar na vida de milhares de famílias”, afirmou.
Conhecida em Mato Grosso pela atuação na defesa do consumidor, área na qual construiu sua trajetória antes de chegar à Câmara Federal, Gisela avalia que a discussão sobre as apostas deixou de se restringir ao entretenimento e passou a envolver questões econômicas, sociais e de saúde pública.
Segundo ela, relatos de famílias afetadas pelo endividamento associado às plataformas de apostas têm se tornado cada vez mais frequentes. “Tenho acompanhado histórias de pessoas que perderam economias construídas ao longo de anos, assumiram dívidas e enfrentaram conflitos familiares decorrentes do comportamento compulsivo relacionado ao jogo”, observou.
Durante estes 33 meses de mandato na Câmara, o tema se tornou uma de suas principais pautas na área de proteção ao consumidor. Entre as propostas apresentadas está o Projeto de Lei nº 1561/2026, que busca ampliar mecanismos de proteção aos usuários e responsabilizar empresas que adotem práticas consideradas abusivas no ambiente digital.
Gisela também sustenta que as plataformas possuem acesso a dados suficientes para identificar padrões de comportamento que indiquem situações de vulnerabilidade financeira.
“Ninguém aposta de forma anônima no ambiente digital. As operações passam por CPF, Pix, cartão ou conta bancária. As empresas sabem quem joga, com que frequência joga e quando esse comportamento começa a ultrapassar limites razoáveis”, argumenta.
Para Gisela, o debate não deve ser encarado, contudo, como uma crítica ao futebol ou às comemorações em torno da Copa do Mundo, mas como uma reflexão necessária diante de um mercado que cresce rapidamente e alcança milhões de brasileiros todos os dias. “O futebol continua sendo uma das maiores paixões nacionais. O que precisamos discutir é como garantir que essa paixão não seja acompanhada por mecanismos que estimulem o endividamento, a compulsão e o sofrimento de tantas famílias”, defende.
Em um cenário no qual clubes, campeonatos, atletas e influenciadores passaram a conviver cada vez mais próximos das plataformas de apostas, Gisela acredita que o avanço da regulamentação e da proteção ao consumidor deve caminhar na mesma velocidade da expansão do setor. “O desafio não é impedir que as pessoas façam suas escolhas. É garantir que elas sejam protegidas de práticas que podem transformar diversão em prejuízo financeiro e emocional”, conclui.
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Max Russi fica sem fala em inauguração da ferrovia com Alckmin

Cerimonial da Presidência cortou discursos de deputados estaduais, federais e do senador Jayme Campos.
O cerimonial da Presidência da República deixou parlamentares estaduais e federais sem direito a discurso durante a inauguração do primeiro trecho da Ferrovia Estadual de Mato Grosso, neste sábado (20), em Dom Aquino. Entre os vetados estavam o presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi (PSB), outros deputados estaduais e o senador Jayme Campos (União).
Apesar de alguns nomes constarem na lista inicial de autoridades, apenas o senador Carlos Fávaro (PSD) falou em nome dos parlamentares. A decisão gerou mal-estar entre lideranças políticas presentes ao evento, que contou com a participação do vice-presidente Geraldo Alckmin e do governador em exercício Otaviano Pivetta.
O episódio chamou atenção justamente em um momento de intensas articulações para as eleições de 2026.
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