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Simulador do Desenrola traz segurança, mas bancos darão a palavra final na negociação

Calculadora estima condições de pagamento, mas aprovação depende da instituição financeira; saiba como funciona
O Ministério da Fazenda lançou nesta sexta-feira (15) uma calculadora online para simular renegociações de dívidas pelo programa Novo Desenrola Brasil – Famílias. A ferramenta permite que pessoas com renda de até cinco salários mínimos, equivalente a R$ 8.105, consultem previamente condições estimadas de pagamento antes de procurar uma instituição financeira.![]()
O simulador já está disponível no site oficial do ministério e foi desenvolvido para ampliar o acesso à informação e facilitar a organização financeira dos consumidores endividados.
Como funciona
A calculadora apresenta estimativas com base nas regras do programa, considerando critérios como:
• tempo de atraso das dívidas;
• descontos mínimos previstos;
• valor aproximado das parcelas;
• possibilidade de quitação ou renegociação.
O sistema também permite simular o uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) na renegociação.
Uso do FGTS
Pelas regras do Novo Desenrola, o trabalhador poderá utilizar:
• até 20% do saldo disponível do FGTS;
• ou até R$ 1 mil, prevalecendo o maior valor.
O Ministério da Fazenda informou que a confirmação sobre a possibilidade de uso do fundo deverá ser feita diretamente com a instituição financeira participante do programa.
Objetivo da medida
De acordo com o governo federal, a ferramenta foi criada para oferecer mais transparência e segurança ao cidadão antes da contratação da renegociação.
As condições definitivas, no entanto, dependerão da análise e aprovação dos bancos habilitados no programa.
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Vídeo com maços de dinheiro leva MP a recomendar apuração contra ex-presidente do DAE

Inquérito busca esclarecer origem dos valores e eventual relação com o exercício do cargo público
O Ministério Público de Mato Grosso recomendou que a Prefeitura de Várzea Grande abra um procedimento administrativo para apurar a conduta do ex-diretor-presidente do Departamento de Água e Esgoto (DAE), Rogério de França Martins. A medida ocorre após a divulgação de um vídeo em que o gestor aparece recebendo maços de dinheiro em espécie.
A recomendação foi feita pela 1ª Promotoria de Justiça Cível de Várzea Grande, que instaurou um inquérito civil para investigar a origem dos valores e verificar se existe alguma relação do dinheiro com o exercício do cargo público, recursos públicos ou interesses de terceiros ligados ao DAE.
Nas imagens analisadas pela Promotoria, Rogério aparece sentado diante de uma mesa e recebe um maço de dinheiro, que posteriormente teria sido colocado no bolso da calça. Outro trecho mostra a entrega de uma sacola contendo dinheiro em espécie ao gestor. O Ministério Público também considera na apuração um áudio atribuído ao presidente do DAE, no qual ele teria solicitado apoio de membros e servidores da Câmara Municipal para justificar o episódio.
A Promotoria ainda mencionou a existência de outra investigação relacionada ao DAE, que apura supostas irregularidades no pagamento de produtividade a servidores e um possível desvio de recursos públicos.
Além da abertura do procedimento administrativo, o Ministério Público recomendou que a Prefeitura avalie a necessidade de afastar Rogério Martins do cargo enquanto as apurações estiverem em andamento. Segundo a promotora Taiana Castrillon Dionello, a medida busca assegurar o esclarecimento dos fatos e o cumprimento dos princípios da administração pública.
A Prefeitura de Várzea Grande terá dez dias para informar ao Ministério Público quais providências foram adotadas e apresentar a documentação correspondente. As informações reunidas no inquérito também foram compartilhadas com a Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor), para conhecimento e eventual adoção de medidas na esfera policial.
A investigação deverá apurar a origem do dinheiro exibido nas imagens, as circunstâncias da entrega e se os valores possuem alguma ligação com o exercício da função pública no DAE.
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UFMT Sinop: 20 anos de uma conquista que continua

Por Nilson Leitão, ex-prefeito de Sinop, ex-deputado federal e novamente candidato a deputado federal
A história da UFMT em Sinop começou antes mesmo da instalação do campus. Os primeiros cursos chegaram pelo sistema de cursos fora da sede de Cuiabá, com professores se deslocando para Sinop e o custeio bancado pela Prefeitura, sob a liderança dos prefeitos Contini e Adenir Barbosa.
Em 2006, demos um passo decisivo: trouxemos, por meio do Governo Federal, as obras, a instalação do campus e o primeiro concurso para formar seu corpo docente. Era o início de uma nova história para Sinop e para toda a região Norte de Mato Grosso.
Em 2012, já como deputado federal, iniciei uma nova luta: trazer o curso de Medicina para Sinop. Uma luta que nasceu da convicção de que educação superior transforma cidades, abre oportunidades e muda vidas.
Neste ano, celebramos 20 anos da instalação do campus da UFMT em Sinop. São duas décadas formando profissionais, produzindo conhecimento e ajudando a transformar nossa região.
Mas uma conquista não pode viver apenas de lembranças. Agora, a luta é pela reforma e modernização da estrutura e pela autonomia do campus.
Porque quem ajudou a construir essa história tem também o compromisso de continuar lutando pelo seu futuro.
UFMT Sinop: 20 anos de uma conquista. E uma nova etapa pela frente.
Nilson Leitão, ex-prefeito de Sinop, ex-deputado federal e novamente candidato a deputado federal
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Vereadores de Cuiabá criam frente parlamentar católica na Câmara

Grupo foi instituído no dia 11 de agosto, sem caráter jurídico e com participação voluntária e suprapartidária dos vereadores
Os vereadores de Cuiabá criaram uma frente parlamentar católica. O grupo será composto por políticos sem viés partidário para debater propostas em temas como família, inclusão e liberdade religiosa, saúde e educação, por exemplo.
A frente foi oficializada nessa terça-feira (18) com publicação na Gazeta Municipal da resolução nº 017 de 11 de agosto. O autor da proposta, vereador tenente-coronel Dias (Cidadania), diz que a frente não tem caráter jurídico e a participação dos vereadores será voluntária.
A resolução de criação prevê que, além da parte legislativa representava pelos vereadores, ela poderá ter a participação de representantes da sociedade civil, instituições religiosas, entidades assistenciais e especialistas convidados.
Apesar da falta de caráter jurídico, o grupo terá autorização para organizar audiências públicas, debates, seminários e reuniões, e poderá apresentar projetos de lei, indicações e requerimentos, além de acompanhar e fiscalizar políticas públicas relacionadas aos seus temas.
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