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8 de agosto de 2026

Business

Acricorte 2026 reúne referências nacionais para debater o futuro da arroba

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Foto: Assessoria Acrimat

A pecuária mato-grossense busca novas estratégias de rentabilidade e sustentabilidade em um cenário de transformações econômicas. Entre os dias 14 e 15 de maio, o Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá, sedia o Acricorte 2026. Organizado pela Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), o encontro deve reunir produtores e técnicos em torno de uma vitrine tecnológica que conta com 78 estandes.

O cronograma técnico começa na manhã do dia 14 com análises conjunturais. O comentarista Caio Coppolla abre o ciclo de palestras discutindo as perspectivas políticas e econômicas para o Brasil em 2026. Logo após, os analistas da Scot Consultoria, Alcides Torres e Pedro Gonçalves, apresentam os dados mais recentes sobre o mercado do boi gordo, com foco em exportações e nas flutuações da arroba.

Na parte técnica e de consumo, o evento traz abordagens sobre digitalização e marketing. Camilo Carromeu detalha o uso de tecnologias digitais no campo, enquanto a chef Juliana Lima encerra o primeiro dia discutindo como o marketing de influência pode estimular o consumo de proteína vermelha. O objetivo é estreitar a comunicação entre quem produz dentro da porteira e o consumidor final.

Eficiência na cria

A segunda etapa do evento, no dia 15, é dedicada à gestão operacional e à sustentabilidade. Antônio Chaker inicia as atividades focando na pecuária de cria, diferenciando o ato de produzir da gestão estratégica de um negócio rural. Na sequência, Gustavo Siqueira aborda o manejo “da concepção ao desmame”, apresentando ferramentas para aumentar a rentabilidade nesta fase do ciclo produtivo.

A tarde será marcada por debates sobre o posicionamento ambiental do setor. Fábio Padovani apresenta as oportunidades da agropecuária regenerativa, seguido pelo filósofo Clóvis de Barros Filho. O encerramento fica a cargo do ex-ministro Ricardo Salles, que defende a tese da pecuária brasileira como a mais sustentável do mundo, analisando os desafios da imagem do setor no mercado global.

A organização destaca que a programação foi estruturada para atender diferentes perfis, desde a produção até a conexão com o mercado. “O Acricorte 2026 reafirma sua importância como ponto de encontro do setor e vitrine da evolução da pecuária mato-grossense”.


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Soja: veja como ficaram as cotações no fechamento de hoje

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Foto: Pixabay/montagem

O mercado brasileiro de soja encerrou a semana com pouco reporte de negócios, mantendo o ritmo observado nos últimos dias. De acordo com o analista da Safras & Mercado Rafael Silveira, as cotações oscilaram entre estáveis e mais altas no mercado físico, sustentadas pela demanda local em algumas regiões.

Silveira destaca que o basis favoreceu a alta das cotações em algumas praças, como Minas Gerais, movimento também observado em outras regiões.

Em Chicago, a sessão foi marcada por oscilações contidas, enquanto o dólar recuou e os prêmios permaneceram firmes, praticamente nos mesmos níveis registrados ao longo da semana.

“Sem muitas novidades, com o relatório da próxima semana pela frente, ninguém quis fazer grandes movimentos”, resume o analista.

Preço da saca de soja hoje

  • Passo Fundo (RS): caiu de R$ 139 para R$ 138
  • Santa Rosa (RS): passou de R$ 140 para R$ 139
  • Cascavel (PR): permaneceu em R$ 134,00
  • Rondonópolis (MT): subiu de R$ 127 para R$ 129
  • Dourados (MS): caiu de R$ 129 para R$ 128
  • Rio Verde (GO): subiu de R$ 127 para R$ 129
  • Porto de Paranaguá (PR): permaneceu em R$ 145
  • Porto de Rio Grande (RS): seguiu em R$ 145

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em baixa nesta sexta-feira, na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), ampliando as perdas semanais – a posição novembro teve queda semanal de 0,95%. Em dia volátil, a previsão de clima favorável para o cinturão produtor dos Estados Unidos acabou preponderando e pressionou as cotações.

As perdas foram limitadas pela recuperação do petróleo e pela boa demanda chinesa pela soja americana, o que colocou os contratos boa parte do dia no território positivo.

Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) a venda de 238.000 toneladas de soja à China, que serão entregues na temporada 2026/27.

As importações de soja em grão pela China no mês de julho somaram 11,48 milhões de toneladas, 1,6% inferior ao mesmo mês de 2025. No acumulado de 2026, as importações chinesas somaram 60,51 milhões de toneladas, ante 61,05 milhões em igual momento de 2025, o que representa um aumento de 0,7%.

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 1,50 centavo de dólar, ou 0,12%, a US$ 11,76 1/4 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 11,91 1/4 por bushel, com retração de 1,50 centavo de dólar ou 0,12%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 3,20 ou 1,01% a US$ 313,40 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 67,88 centavos de dólar, com ganho de 0,51 centavo ou 0,75%.

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Chuvas dificultam manejo, mas trigo avança bem no Rio Grande do Sul

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As lavouras de trigo no Rio Grande do Sul apresentam bom desenvolvimento, segundo a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater). Na semana, as chuvas mantiveram o solo úmido e dificultaram o tráfego de máquinas, as adubações nitrogenadas em cobertura e as aplicações fitossanitárias nas áreas cultivadas.

De acordo com a Emater, nas lavouras mais desenvolvidas, o aumento da radiação solar no fim do período favoreceu a retomada do crescimento e o avanço para as fases reprodutivas iniciais, que já representam 3% da área. As áreas implantadas mais tardiamente, que somam 97%, seguem em desenvolvimento vegetativo e perfilhamento.

O quadro indica evolução da cultura em diferentes estágios no Estado, com predominância de lavouras ainda em fase vegetativa. Nas áreas em estágio mais avançado, a melhora das condições de radiação contribuiu para o desenvolvimento das plantas após o período de maior umidade no solo.

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Na região de Santa Rosa, 6% das lavouras de trigo ingressaram na fase de floração. Em Santo Antônio das Missões, um episódio de granizo provocou o acamamento das plantas. Ainda assim, a Emater registra expectativa de recuperação da maior parte do potencial produtivo.

O cenário da semana no Rio Grande do Sul combina bom desenvolvimento das lavouras de trigo com limitações operacionais provocadas pelas chuvas, enquanto parte das áreas mais avançadas já inicia fases reprodutivas e de floração.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Agro Mato Grosso

Recorde na safra de milho e cana reduz valor do biocombustível no varejo de MT

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Safra recorde reduz preço do etanol em Mato Grosso para R$ 3,74 nos postos. Confira os dados de produção e o impacto da nova mistura E32.

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