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8 de agosto de 2026

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Vigia Mais MT localiza veículo roubado duas horas após crime em Várzea Grande

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Crônicas Policiais

Sistema de monitoramento com leitura de placas (OCR) identificou automóvel e guiou policiais do 25º Batalhão até local de abandono

Com apoio do Vigia Mais MT, equipes policiais localizaram um veículo duas horas após ter sido roubado, na tarde deste domingo (4.5), em Várzea Grande.O roubou ocorreu por volta da 16h, quando a vítima, que prestava serviço para uma empresa, foi abordada por um suspeito armado, que levou o veículo.No momento da ocorrência, não foi possível identificar a placa, sendo repassadas apenas características do automóvel.A partir dessas informações, a equipe de videomonitoramento iniciou buscas e conseguiu identificar o veículo Renault ao passar por uma câmera com sistema de leitura automática de placas (OCR) sentido Várzea Grande.Com o alerta, as informações foram repassadas às equipes do 25º Batalhão da Polícia Militar, que realizaram diligências e localizaram o veículo abandonado no bairro Jardim Maringá, poucas horas após o crime.O automóvel foi recuperado e encaminhado à Delegacia da Polícia Judiciária Civil para as providências legais cabíveis.O Vigia Mais MTDesde sua criação, em março de 2023, o Programa Vigia Mais já ajudou a recuperar cerca de 600 veículos e devolveu R$ 23 milhões em patrimônio à sociedade com a recuperação de carros, caminhões, motos e outros automotores.As câmeras do programa estadual de videomonitoramento em segurança pública estão presentes nos 142 municípios auxiliando na prevenção, repressão e investigação de crimes.Com Assessoria

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Estrelas internacionais: capivaras de Cuiabá ganham matéria no New York Times

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As capivaras que recentemente entraram na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), em Cuiabá, ganharam repercussão internacional. O episódio foi contado pelo New York Times, que publicou uma reportagem sobre a passagem dos animais pela sede do Legislativo e aproveitou a história para apresentar curiosidades sobre a espécie.

A visita aconteceu em 30 de julho. Duas capivaras, que já costumam circular nas proximidades da Assembleia, deixaram a área externa e entraram na recepção do prédio. Os animais caminharam pelo local e chegaram a se aproximar das catracas antes de retornar para fora.

A publicação americana tratou o episódio com bom humor e fez uma referência ao universo político ao classificar a visita como uma espécie de “lobby” dos roedores. A reportagem também explicou que as capivaras são nativas da América do Sul, vivem próximas a ambientes aquáticos e são os maiores roedores do mundo.

O comportamento dos animais também chamou atenção. Segundo relatos ouvidos pelo jornal, as capivaras são presença frequente na região por causa do Parque das Águas e das áreas verdes próximas à ALMT. Outro hábito curioso mencionado na reportagem é o de atravessar a avenida pela faixa de pedestres, comportamento que já se tornou conhecido na região.

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Moro ficou mais pobre na política: patrimônio cai 34% desde 2022

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Sergio Moro (PL) declarou à Justiça Eleitoral um patrimônio de R$ 1,03 milhão ao registrar sua candidatura ao governo do Paraná. O valor é 34,78% menor que os R$ 1,58 milhão informados em 2022, quando foi eleito senador pelo estado.

A diferença entre as duas declarações chega a R$ 552,7 mil. Entre os bens informados neste ano estão imóveis, veículo, aplicações financeiras, recursos no exterior e participação societária.

Em 2026, Moro declarou R$ 185,9 mil em uma conta no exterior e R$ 239,7 mil em fundos de investimento vinculados ao Itaú. Também aparecem um apartamento em Curitiba, avaliado em R$ 238,4 mil, e um Volkswagen Tiguan declarado por R$ 155 mil.

Em 2022, o senador havia informado R$ 392,7 mil em recursos no exterior e R$ 389,7 mil em investimentos no Itaú, além de dois apartamentos em Curitiba. Naquele ano, o patrimônio total declarado somava R$ 1,58 milhão.

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Ucrânia: brasileiros se alistam pela internet

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Um rapaz que morava em Primavera do Leste foi morto na guerra da Ucrânia após pisar em uma mina terrestre, e isso me causou grande inquietude. Como assim? Como alguém pode sair do conforto de sua casa para enfrentar uma luta em outro país? Enquanto muitos fogem da guerra, outros vão ao encontro dela?

Eu fiquei sabendo da morte por meio de um rapaz que conheci e que estava prestando serviços na minha casa. Nós tínhamos combinado um trabalho, e ele o remarcou por conta da morte do cunhado, o que, por si só, já era uma fatalidade.

Quando ele foi realizar o trabalho, eu, mais do que depressa, fui prestar meus sentimentos e perguntei o motivo da morte. Quase caí dura no chão quando ele disse que o rapaz havia morrido na guerra.

Confesso que, em um primeiro momento, pensei que ele estivesse tirando onda com a minha cara, por conta da situação inusitada e para lá de irreal, já que moramos no Brasil e não estamos em guerra com ninguém.

Como jornalismo e curiosidade caminham juntos, fui tentar entender o que estava acontecendo, e ele relatou algo assustador e preocupante. Algo que beira a ficção quando olhamos pela perspectiva de uma pessoa comum.

Segundo ele, o rapaz sempre teve o sonho de ser militar e de lutar em uma guerra. Então, foi seduzido por postagens nas redes sociais e se alistou no exército pela internet, com a promessa de pagamento mensal de R$ 25 mil, livre de qualquer custo.

E essa adesão de brasileiros não é novidade, tanto que o Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty) emitiu alertas severos sobre o risco de morte, desaparecimento ou ferimentos graves nos combates. Tudo para tentar evitar que jovens brasileiros caiam nessa teia de aliciamento e assinem contratos para se juntar às trincheiras internacionais.

O nome do jovem morto, caso alguém queira procurar informações, como eu fiz depois da conversa, é Patrick Steffan Cavalcante. Segundo meu conhecido, ele tinha pouco mais de 20 anos, morava em Primavera do Leste e trabalhava com maquinários agrícolas. Eu procurei informações sobre ele na internet e encontrei também uma conta no LinkedIn, na qual ele figura como operador de máquina em Sapezal.

Agora, o que restou foram parentes brasileiros desolados, que não sabem se um dia poderão velar o corpo do parente, uma vida jovem perdida e nenhuma restituição financeira ou pagamento.

Caroline Rodrigues é jornalista há mais de 20 anos, mestre em Comunicação, escreve sobre temas diversos, fala de tudo e se especializou em muitos nadas. Veja mais artigos em: https://seguindoforadalinha.substack.com_

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