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Estreia da Lei Seca em Campo Verde termina com 5 presos e 2 foragidos capturados

Balanço da 1ª edição revela 90 infrações e 39 veículos removidos; município é o 11º de MT a adotar a fiscalização integrada
Cinco condutores foram presos por embriaguez ao volante e dois foragidos da Justiça foram capturados durante o lançamento da 1ª edição da Operação Lei Seca em Campo Verde. O município é o 11º do Estado a adotar a fiscalização da Lei Seca.
O balanço da 1ª edição da operação foi divulgado, nesta segunda-feira (20.4), pelo Gabinete de Gestão Integrada da Secretaria de Estado de Segurança (Sesp). Ao todo, foram 88 veículos fiscalizados e o mesmo número de testes de alcoolemia realizados.
A fiscalização resultou em 90 Autos de Infração de Trânsito (AIT), sendo nove por conduzir veículo sob efeito de álcool, quatro por recusar o teste, 17 por não possuir habilitação e 22 por irregularidades na documentação do veículo, entre outros.
Do total de 88 veículos fiscalizados, 44 foram autuados e 39 removidos, sendo 17 carros e 22 motocicletas.
O secretário municipal de Apoio à Segurança Pública de Campo Verde, Francisco Siqueira Sampaio, afirmou que o maior gargalo do trânsito no município são os acidentes. O gestor destacou que está otimista com a Operação Lei Seca e as ações em defesa da vida.
“A marca da Lei Seca é muito importante para a mudança da cultura do campo-verdense. O alerta sobre as consequências do consumo de bebida alcoólica no trânsito e a redução de acidentes, que geram alto custo para os cofres do município com as internações”, detalhou.
Após o lançamento oficial, equipes do GGI, da Sesp, realizaram o treinamento das forças de segurança do município, que serão responsáveis pela realização das operações.
Durante a capacitação, foram realizadas duas edições da Operação Lei Seca na Avenida Brasil e na Rua dos Saberes, entre os bairros Recanto do Lago e Bordas da Chapada, na quinta-feira (16.4) e na sexta-feira (17.4).
Além de Campo Verde, também já aderiram à Lei Seca os municípios de Cuiabá, Várzea Grande, Sorriso, Sinop, Tangará da Serra, Cáceres, Nova Mutum, Alta Floresta, Barra do Garças e Rondonópolis.
Com Assessoria
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Bolsonaristas de Mato Grosso apoiam candidatura de Rogério Marinho a presidente do Senado

Chegada de senador à Mesa Diretora seria parte do plano que teve sucesso na montagem da maior bancada do PL para a próxima legislatura
Senadores eleitos e em mandato por Mato Grosso apoiam a candidatura do Rogério Marinho (PL-RN) para presidente do Senado, a partir de 2027. Wellington Fagundes, José Medeiros e o suplente eleito Odílio Balbinotti participaram ontem (4) da reunião do Partido Liberal (PL) de lançamento de candidatura de Marinho.
Eles defendem a escolha de Marinho para presidente da Mesa Diretora como parte sequencial da estratégia que iniciou com as campanhas eleitorais e sucesso na montagem da maior bancada bolsonarista no Senado.
José Medeiros afirmou em suas redes sociais que a eleição de Marinho “passa obrigatoriamente pelo resgate da democracia, por um parlamento que faça cumprir a Constituição e que não assista passivamente ela [a democracia] ser destruída”.
Ele faz referência aos pedidos de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) por atos considerados por parte dos congressistas como inconstitucionais. Medeiros mesmo é autor de alguns pedidos, principalmente do ministro Alexandre de Moraes.
Porém, o mais recente, na semana seguinte ao segundo turno da eleição presidencial, foi contra o ministro Cristiano Zanin, que autorizou a extensão do horário de votação, sem, segundo o parlamentar, justificar o motivo da ordem.
A articulação para a eleição da Mesa Diretora do Senado inicia com três candidaturas. Além de Rogério Marinho, o atual presidente Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) tenta permanecer no cargo, e a senadora Tereza Cristina (PP-MS), ex-ministra da Agricultura de Jair Bolsonaro, quer ser a primeira mulher eleita ao cargo.
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Após atingir menor preço em 11 semanas, soja sobe em Chicago

Os preços da soja registram alta na Bolsa de Chicago (CBOT) na manhã desta quinta-feira (5), interrompendo uma sequência de oito pregões consecutivos de queda. O movimento é impulsionado pela valorização do petróleo em Nova York, que favorece uma recuperação técnica das cotações da oleaginosa.
Por volta das 8h56 (horário de Brasília), os contratos futuros com vencimento em janeiro eram negociados a US$ 12,0625 por bushel, avanço de 4 centavos de dólar, equivalente a 0,33%, em relação ao fechamento anterior.
Segundo a Safras News, a recuperação ocorre após os contratos acumularem perdas expressivas nas últimas sessões, pressionados pelo avanço da colheita norte-americana e por uma demanda chinesa abaixo das expectativas.
Soja atingiu menor preço em 11 semanas
Na quarta-feira (4), os contratos futuros da soja encerraram o pregão em baixa, atingindo os menores patamares em 11 semanas.
A posição janeiro fechou cotada a US$ 12,0225 por bushel, recuo de 11,75 centavos de dólar, ou 0,96%.
Já os contratos com vencimento em março terminaram a sessão a US$ 12,1025 por bushel, queda de 10,50 centavos de dólar, equivalente a 0,86%.
Além da desvalorização do petróleo, o cenário de oferta e demanda contribuiu para pressionar as cotações.
Safra recorde nos EUA e demanda chinesa pressionam preços
O avanço da colheita de soja nos Estados Unidos continua sendo um dos principais fatores de pressão sobre o mercado internacional.
Os produtores norte-americanos estão colocando no mercado a maior safra da história, ampliando a disponibilidade do grão e limitando uma recuperação mais consistente dos preços.
Do lado da demanda, as compras chinesas seguem abaixo das expectativas dos agentes do mercado. Apesar das vendas recentes, o ritmo de aquisição pela China ainda não foi suficiente para compensar a pressão exercida pela oferta elevada.
Nesse cenário, a valorização do petróleo favorece uma reação das cotações nesta quinta-feira, mas os fundamentos de oferta e demanda continuam pesando sobre o mercado da soja em Chicago.
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Homem monitorado por tornozeleira eletrônica é encontrado morto na Avenida Miguel Sutil, em Cuiabá

Vítima de 36 anos foi localizada na madrugada com sangramento na boca; laudo preliminar aponta causa clínica
A Polícia Civil prendeu preventivamente, nesta quarta-feira (4.11), um homem de 49 anos investigado por descumprir medidas protetivas da Lei Maria da Penha, em Barra do Garças.
A ordem judicial foi expedida em 20 de outubro deste ano pela 2ª Vara Criminal da Comarca de Barra do Garças, após comunicação de reiterados descumprimentos das medidas protetivas impostas ao investigado. A prisão foi efetuada pela equipe da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Barra do Garças (DEDM).
A vítima, ex-companheira do suspeito, havia solicitado medidas protetivas de urgência para resguardar sua integridade e evitar a aproximação e o contato do homem. Mesmo ciente das determinações judiciais, ele teria continuado a procurá-la em sua residência e a realizar ligações telefônicas.
Um dos episódios relatados ocorreu em 8 de junho deste ano, quando o investigado teria permanecido nas proximidades da residência da vítima e, ao perceber sua chegada do trabalho, passou a chamá-la próximo ao portão. Diante da ausência de resposta, ele teria se deslocado aos fundos do imóvel, na tentativa de acessar a residência pelo muro.
Temendo por sua segurança, a mulher buscou abrigo dentro de casa e informou que acionaria a Polícia Militar, momento em que o suspeito deixou o local.
Em depoimento prestado à Polícia Civil em setembro, a vítima relatou que precisou permanecer alguns dias em outra cidade, na casa de um familiar, como forma de se proteger. Mesmo distante, o investigado ainda tentava contato via ligações telefônicas, inclusive durante a madrugada. Após desligar o aparelho, ele teria passado a enviar mensagens ao filho da vítima.
Diante dos elementos apresentados e da comunicação dos descumprimentos, foi expedido o mandado de prisão preventiva, posteriormente cumprido pela equipe da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher.
Após o cumprimento da ordem judicial, o homem foi colocado à disposição da Justiça.
A Polícia Civil instaurou inquérito policial para apurar as circunstâncias dos fatos e adotar as demais providências legais cabíveis.
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