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21 de setembro de 2026

Sustentabilidade

Arroz/RS: Produtividade é estimada em 8.752 kg/ha, segundo a Emater/RS-Ascar – MAIS SOJA

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Arroz: Os produtores estão realizando o manejo da irrigação para uniformizar a lâmina de água dos quadros. Seguem os tratos culturais, como monitoramento e controle de plantas invasoras, de pragas e de doenças e adubação em cobertura. As lavouras demonstram bom
estado fitossanitário, e os níveis de água estão adequados. A maioria das lavouras está em desenvolvimento vegetativo; algumas áreas começam a floração. As mais precoces atingem o estágio de enchimento de grãos.

Muitos produtores esperam uma reversão na tendência de queda dos preços do arroz, pois as margens atuais da cultura estão muito reduzidas devido aos altos custos de produção. A área a ser cultivada está estimada em 920.081 hectares (IRGA). A produtividade está prevista, em 8.752 kg/ha, segundo a Emater/RS-Ascar. Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, o período foi de boas condições climáticas para o desenvolvimento da cultura, que demonstram potencial produtivo satisfatório. Nas lavouras tardias, semeadas em dezembro, está sendo estabelecida a irrigação.

Nas áreas implantadas em novembro, que atualmente iniciam a diferenciação da panícula, aplica-se a segunda dose de ureia, a depender do nível de investimento adotado pelo produtor.

Em Quaraí e Maçambará, há cultivos com infestação significativa de plantas daninhas, resultado dos vários dias chuvosos, que impediram as pulverizações adequadas para o período inicial de desenvolvimento da cultura, fase de aplicação mais efetiva. Em Dom Pedrito, as lavouras apresentam boa sanidade e recebem aplicações preventivas de fungicida.

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Na de Pelotas, já foram plantados 180.185 hectares, o que representa aumento de 7,5% em relação aos 167.642 hectares estimados inicialmente. A fase de desenvolvimento vegetativo chega a 84% das áreas. Na de Porto Alegre, em Eldorado do Sul, 56% das lavouras se encontram em desenvolvimento vegetativo, 35% em floração e 9% em enchimento de grãos. Apesar dos dois episódios de chuva no período, os dias com temperaturas elevadas e bons níveis de radiação solar favoreceram o desenvolvimento da cultura. As estimativas do município são de 11.000 hectares semeados.

Na de Santa Maria, a maior parte dos cultivos está em desenvolvimento vegetativo, e uma parcela pequena inicia a fase reprodutiva. Na de Santa Rosa, as condições climáticas permanecem favoráveis para o desenvolvimento da cultura. As lavouras estão iniciando o emborrachamento. As condições hídricas estão adequadas, e boa parte da água tem sido captada das barragens sem necessidade de bombeamento, reduzindo os custos do produtor Na de Soledade, a semeadura está concluída. Estão 78% das áreas em desenvolvimento vegetativo, 20% em florescimento e 2% em enchimento de grãos.

Comercialização (saca de 50 quilos)

O valor médio, de acordo com o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar no Estado, aumentou 2,15%, quando comparado à semana anterior, passando de R$ 52,56 para R$ 53,69.

Fonte: Emater/RS



 

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Sustentabilidade

Plantio de soja terá menor avanço de área em 20 anos, aponta Pátria Agronegócios

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Imagem gerada por IA

O plantio de soja da safra 2026/27 começou no Brasil e já alcança 0,73% da área total, segundo levantamento da Pátria Agronegócios divulgado em 18 de setembro. O ritmo está acima do registrado no mesmo período de 2025, quando 0,64% da área havia sido semeada, e também supera os 0,70% observados em 2024.

Apesar do avanço, o plantio ainda está em estágio inicial. Na comparação com a média dos últimos cinco anos, de 0,36% para este mesmo período, o percentual atual representa um ritmo mais acelerado.

Segundo a Pátria, os trabalhos de campo começaram principalmente no Paraná e em Mato Grosso, dois dos principais estados produtores de soja do país.

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Crescimento de área

A Pátria Agronegócios destaca que a nova safra começa com a expectativa de um dos menores crescimentos de área dos últimos 20 anos.

O levantamento inicial da consultoria aponta incremento de apenas 370 mil hectares na área cultivada com soja nesta temporada. A estimativa reforça a perspectiva de uma expansão mais limitada da área plantada no ciclo 2026/27.

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Sustentabilidade

Alta de até 30% no frete e falta de espaço na colheita do milho aceleram a busca por armazenagem – MAIS SOJA

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O avanço da colheita da segunda safra de milho no Brasil segue expondo um gargalo recorrente para o agronegócio nacional: o descompasso entre a capacidade produtiva das lavouras e a infraestrutura de pós-colheita. Com a produção total de milho estimada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 141,8 milhões de toneladas para esta temporada, a concentração da colheita em poucas semanas pressiona os canais de escoamento e reduz drasticamente a margem de manobra do agricultor.

O mercado, em resposta aos desafios do setor, vem moldando projetos de engenharia para silos metálicos e unidades armazenadoras, dimensionando-os considerando as particularidades climáticas de cada região, o volume colhido e a velocidade de recepção da propriedade. Sem espaço de retenção na origem, o produtor é forçado a escoar o grão imediatamente, enfrentando uma elevação no custo do frete rodoviário que ultrapassa 20% a 30% no pico de demanda em polos como o Centro-Oeste e o MATOPIBA, conforme apontam dados da nstech, maior empresa de software para supply chain da América Latina e quarta maior empresa SaaS brasileira.

Para Mathias Abreu, Gerente Geral de Engenharia da AGI Brasil, uma das principais fornecedoras de soluções em armazenamento e movimentação de grãos no país, o investimento em estruturas próprias passou a ser uma corrida contra o tempo.

“Quando o produtor não tem capacidade de guardar o milho dentro da propriedade, fica refém da volatilidade do mercado no momento em que a oferta está no ponto máximo. Recorde após recorde, o país mostra que pode mais, porém, para isso, precisamos que esse movimento deixe de ser uma corrida para se tornar um planejamento de longo prazo’’, afirma Abreu. Conforme apresentado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) no Fórum Mais Milho, 25% dos agricultores não conhecem as linhas de crédito disponíveis para armazenagem. Ao mesmo tempo, 72% afirmam que investiriam na construção de armazéns caso as taxas de juros fossem menores.

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Engenharia de precisão e preservação da qualidade

Em meio à crise ambiental, o rigor técnico para armazenar aumenta cada vez mais, assegurando que a qualidade do grão seja mantida por longos períodos sem depreciação. Diferente de outras culturas, o milho exige atenção redobrada no processo de aeração, secagem e controle de umidade para evitar a proliferação de fungos, infestação de pragas e a redução de massa por secagem inadequada.

“Não basta apenas erguer uma estrutura metálica; é preciso integrar engenharia de precisão aos processos de recepção, limpeza, secagem e aeração. O milho é um ativo financeiro que precisa ser preservado. Projetos bem dimensionados e dotados de automação garantem a estabilidade da massa de grãos, reduzindo custos com energia elétrica e evitando a perda de peso por umidade, que corrói diretamente a rentabilidade do agricultor”, explica Abreu.

A expansão do parque de armazenagem dentro das fazendas tem sido impulsionada por soluções modulares, que permitem ao produtor iniciar a infraestrutura com capacidade proporcional à sua escala atual e expandi-la conforme o crescimento de suas safras. “A armazenagem dentro da porteira consolida-se como um pilar de sustentabilidade econômica do agronegócio. Ao proteger a margem no momento de maior pressão do mercado, o produtor garante a previsibilidade e a segurança necessárias para continuar investindo na eficiência de suas operações”, conclui o executivo.

Sobre a AGI Brasil

A AGI Brasil é uma das principais fornecedoras de soluções em armazenamento e movimentação de grãos no país. Com sede em Cândido Mota (SP), a companhia faz parte da AGI — Ag Growth International, referência global em equipamentos agrícolas e de infraestrutura, com presença em mais de 100 países. Seu portfólio inclui silos metálicos, sistemas de secagem, aeração e transporte de grãos, além de estruturas e soluções completas para pós-colheita. A AGI Brasil alia experiência local à expertise internacional, oferecendo tecnologia, confiabilidade e eficiência para apoiar a competitividade do agronegócio.

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Fonte: Assessoria de imprensa


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Sustentabilidade

MILHO/CEPEA: Cotações recuam em SP, mas sobem em outras regiões – MAIS SOJA

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Os valores do milho registram movimentos distintos dentre as regiões acompanhadas pelo Cepea. Em São Paulo, as negociações estão limitadas, e os preços recuaram, enquanto em algumas regiões produtoras as cotações subiram nos últimos dias.

De acordo com pesquisadores do Cepea, em São Paulo, compradores priorizaram o consumo dos estoques nos últimos dias, em detrimento de realizarem novas aquisições no mercado spot.

O Centro de Pesquisas destaca que, apesar da demanda enfraquecida, produtores também têm limitado parte dos lotes para negociação, visto que parte deles está focada nos trabalhos de campo, atenta às previsões climáticas e à possibilidade de efeitos negativos na produtividade das lavouras.

Fonte: Cepea

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FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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