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5 de novembro de 2026

Sustentabilidade

Chicago/CBOT: O milho fechou em alta com demanda aquecida – MAIS SOJA

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Por T&F agroeconômica, Comentários referentes à 07/01/2026
FECHAMENTOS DO DIA 07/01

Chicago: A cotação para março fechou em alta de 0,62% ou $ 2,75 cents/bushel, a $446,75. A cotação para maio fechou em alta de 0,61% ou $ 2,75 cents/bushel, a $454,00.

NOTÍCIAS IMPORTANTES
EUA-EXPORTAÇÕES MANTÉM O PREÇO ELEVADO (altista)

Os preços do milho fecharam em leve alta em Chicago, onde o principal fator positivo continuou sendo o ritmo acelerado das exportações americanas, que vem mitigando a pressão de baixa da safra recorde.

VALORIZAÇÃO DO REAL E ESTOQUES MENORES (altistas)

Assim como no caso da soja, a valorização do real frente ao dólar está melhorando a competitividade das vendas americanas, em detrimento das exportações. brasileiras. Antes da divulgação do relatório mensal do USDA, prevista para segunda-feira, alguns operadores
esperam uma redução nos estoques finais dos EUA.

EUA-ETANOL-NEGATIVO (baixista)

O relatório semanal divulgado hoje pela Administração de Informação Energética dos EUA (EIA) não foi positivo, pois reduziu a produção diária de etanol de 1.120.000 para 1.098.000 barris, um volume inferior aos 1.102.000 barris registrados no mesmo período de 2024. O relatório também aumentou os estoques de biocombustíveis de 22.944.000 para 23.700.000 barris, o maior número desde o início de agosto, mas ainda abaixo dos 24.148.000 barris estocados há um ano.

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QUEDA DO PETRÓLEO (baixista)

Nova queda nos preços do petróleo — cerca de 2% no fechamento em Chicago — pelo segundo dia consecutivo, com os Estados Unidos adquirindo petróleo bruto venezuelano com facilidade, impactou negativamente as matérias-primas agrícolas utilizadas na produção de biocombustíveis.

B3-MERCADO FUTURO DE MILHO NO BRASIL
B3: O milho da B3 fechou em baixa no sentido oposto de Chicago e dólar

O milho negociado na B3 fechou em baixa nesta quarta-feira. As cotações seguem em baixa com negociações lentas no começo do ano. O começo, ainda que tímido, da colheita da primeira safra dá uma tranquilidade na busca por melhores negócios e a cobertura de estoques de mais organizada. Por outro lado, o produtor começa a buscar melhores preços antes de dar ritmo a colheita da soja.

OS FECHAMENTOS DO DIA 07/01

Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam com resultados baixistas no dia: o vencimento de janeiro/26 foi de R$ 69,00, com baixa de R$ -0,47 no dia e baixa de R$ -1,28 na semana; o contrato de março/26 fechou a R$ 73,07, com baixa de R$ -0,83 no dia e baixa de R$ -1,40 na semana. O vencimento de maio/26 foi de R$ 72,51, apresentando baixa de R$ -0,74 no dia e baixa de R$ -1,34 na semana.

Fonte: T&F Agroeconômica



 

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Sustentabilidade

Algodão fecha em alta em NY com queda do dólar frente a outras moedas – MAIS SOJA

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A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) para o algodão fechou com preços mais altos nesta quarta-feira.

A desvalorização do dólar contra o real e outras moedas foi aspecto altista para a pluma. Os investidores se posicionaram para o relatório das exportações semanais norte-americanas de algodão, que será divulgado nesta quinta-feira, às 10h30 (horário de Brasília), pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Os contratos com entrega em dezembro/2026 fecharam o dia a 78,11 centavos de dólar por libra-peso, alta de 1,07 centavo, ou de 1,4%. Março/2027 fechou a 81,96 centavos, ganho de 1,06 centavo, ou de 1,3%.

Fonte: Agência Safras

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FONTE

Autor:Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência Safras News

Site: Agência Safras

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Sustentabilidade

Milho tiguera exige monitoramento e controle para evitar perdas na soja e reduzir riscos para a segunda safra – MAIS SOJA

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O controle do milho tiguera é uma medida importante para proteger o potencial produtivo da soja e reduzir os riscos fitossanitários para a segunda safra de milho. Em Mato Grosso do Sul, onde o sistema de produção combina soja no verão e milho na sequência, as plantas voluntárias que emergem após a colheita podem representar um problema que exige atenção desde o início do ciclo da oleaginosa.

Conhecido também como milho guacho ou voluntário, o milho tiguera nasce de grãos e fragmentos de espigas que permanecem na área após a colheita. Quando emerge na lavoura de soja, passa a competir por recursos essenciais ao desenvolvimento da cultura, como água, nutrientes e radiação solar.

De acordo com o analista técnico da Aprosoja/MS, Lucas Santana, o manejo durante o desenvolvimento inicial da soja é fundamental para evitar essa competição e também contribuir para a quebra do ciclo da cigarrinha-do-milho.

“Na safra de soja 2026/2027, a incidência de milho tiguera nas lavouras de Mato Grosso do Sul varia de baixa a média em todo o Estado. Apesar desse cenário, o monitoramento e o controle das plantas voluntárias são fundamentais para evitar a competição com a soja e reduzir a permanência da cigarrinha-do-milho entre as safras.As populações da cigarrinha utilizam as plantas de milho tiguera como abrigo, fonte de alimento e local de oviposição. Se houver um inseto infectado se movimentando entre as plantas voluntárias de um mesmo grupo, os patógenos podem ser transmitidos a todas elas. As cigarrinhas sadias que se alimentam e fazem postura nessas plantas adquirem os patógenos, assim como as ninfas, o que gera, posteriormente, uma população adulta infectante”.

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Em plantas de milho infectadas, as perdas de produção podem ultrapassar 70%, especialmente quando a infecção acontece nos estádios iniciais de desenvolvimento.

Como essa praga completa seu ciclo exclusivamente em plantas de milho, a eliminação das plantas voluntárias presentes nas lavouras de soja torna-se uma medida crucial para reduzir a população da cigarrinha-do-milho, diminuindo o potencial de perdas e a necessidade de aplicações de inseticida para o manejo da praga.

Manejo da segunda safra começa agora

O controle do milho tiguera deve ser pensado de maneira integrada, desde a colheita do milho até o estabelecimento da soja. A regulagem e a manutenção das colhedoras são importantes para reduzir a perda de grãos e espigas que podem originar novas plantas voluntárias.

Na sequência, o monitoramento frequente permite identificar os diferentes fluxos de emergência e realizar o controle enquanto as plantas ainda estão pequenas.

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No manejo químico, é necessário considerar a tecnologia utilizada no híbrido de milho cultivado anteriormente, já que algumas biotecnologias conferem tolerância a herbicidas como glifosato e glufosinato de amônio.

 “A orientação técnica é que o produtor não espere a implantação da segunda safra para começar a se preocupar com o problema. As decisões tomadas agora, durante o desenvolvimento inicial da soja, ajudam a reduzir a competição na lavoura atual e a pressão da cigarrinha para o próximo cultivo de milho”, finaliza Lucas.

Acesse o boletim completo clicando aqui.

Fonte: Aprosoja/MS



FONTE
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Autor:Crislaine Oliveira (Assessoria de Comunicação da Aprosoja/MS)

Site: Aprosoja MS

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Sustentabilidade

Farsul alerta para o risco de caducidade da MP 1376 – MAIS SOJA

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A Farsul intensificou a mobilização política em Brasília e junto ao Congresso Nacional para alertar sobre a urgência na votação e na ampliação da abrangência da Medida Provisória nº 1.376/2026, cujo prazo final de deliberação encerra-se no próximo dia 11 de novembro. Em pronunciamento divulgado nas redes sociais e ofícios encaminhados às principais lideranças legislativas, incluindo o relator da matéria, deputado federal Paulo Pimenta, o presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado Pedro Lupion, além dos senadores Renan Calheiros e Tereza Cristina, a entidade reforçou que o tempo urge para evitar a perda de vigência da norma.

De acordo com dados do Banco Central destacados pela federação, a dimensão do endividamento no campo é alarmante. Entre agosto de 2025 e agosto de 2026, o saldo problemático do crédito rural no Brasil, que engloba operações em atraso, inadimplentes, prorrogadas e renegociadas, disparou 47,7%, saltando de R$ 139,08 bilhões para R$ 205,46 bilhões. No Rio Grande do Sul, o volume cresceu 26,4% no mesmo período, passando de R$ 34,94 bilhões para R$ 44,18 bilhões, o que representa impressionantes 39,2% de toda a carteira de crédito rural do Estado.

Em contrapartida, os registros oficiais do Sistema de Operações de Crédito Rural e do Proagro (SICOR) apontam que, até 30 de setembro de 2026, as operações de composição de dívidas vinculadas à MP alcançaram renegociações de R$ 5,55 bilhões a nível nacional e R$ 4,58 bilhões no território gaúcho. Para a Farsul, embora os recortes estatísticos possuam especificidades e não contemplem, por exemplo, as renegociações de Cédulas de Produto Rural (CPRs), os montantes evidenciam um abismo entre a escala do endividamento problemático real e o volume efetivamente absorvido pelo mecanismo atual.

Diante do relatório apresentado pelo deputado Paulo Pimenta e da perspectiva de apresentação de voto em separado pela FPA, a direção da Farsul defende a construção de um entendimento consensual. O objetivo é assegurar um texto alternativo ou ajustes no relatório que removam entraves burocráticos de acesso, ampliem o alcance do enquadramento e garantam prazo hábil para requerimento, análise e contratação por parte dos produtores.

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A federação alerta que, caso a MP caduque sem as devidas alterações estruturais, cerca de 80% dos produtores rurais poderão ficar alijados da possibilidade de alongamento de suas obrigações financeiras, gerando reflexos severos na liquidez do setor e na estabilidade das próximas safras de culturas altamente mecanizadas.

Fonte: Farsul



 

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