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7 de maio de 2026

Agro Mato Grosso

Conheça habitat de criaturas pré-históricas que viviam em Chapada dos Guimarães MT

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Há milhões de anos, antes de existir cidade, Chapada dos Guimarães, a 65 km de Cuiabá, era um lugar cheio de vida diferente da que conhecemos hoje. Por lá, segundo pesquisadores, viviam dinossauros, animais com tentáculos, e insetos com ‘armaduras’.

No fundo do mar que cobria a região, moravam pequenos bichinhos com conchas, chamados braquiópodes, parecidos com conchinhas que hoje encontra-se na praia. Também existiam trilobitas, que pareciam insetos com armaduras, e animais com tentáculos.

Quando o mar foi embora e a terra apareceu, dinossauros gigantes começaram a surgir por lá. Tinha dinossauro carnívoro, como o pycnonemossauro, e os dinossauros herbívoros de quatro patas. Junto deles, viviam crocodilos e tartarugas.

Segundo o professor e coordenador científico da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Caiubi Kuhn, essas descobertas partiram de marcas encontradas no solo que mostram onde cresciam raízes de plantas e hoje ajudam a contar a história de um tempo antigo.

Caiubi Kuhn contou que com as escavações feitos na região foram encontradas muitas evidências fosseis como no caso de invertebrados marinhos, devido a tamanho deles, são encontrados inteiros e bem preservados.

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“Ossos de vertebrados são comum de ser encontradas fragmentados, igual quando vemos em um pasto, pedaços de ossos de gados e galinhas. Porém já aconteceu em Chapada de ser encontrados fosseis mais completos, o que facilita mais a identificação e retraçar a história da região”, contou.

As vezes os pesquisadores encontram um pedaço da costela em um lugar, uma vértebra em outro, um dente perdido em outro, ou seja, é muito raro encontrar fósseis de grandes dinossauros, de tartarugas e crocodilos quase completos.

Vestígios do antigo mar que cobria Chapada dos Guimarães há milhões de anos ainda podem ser encontrados em forma de fósseis marinhos em MT — Foto: Caiubi/Arquivo Pessoal

Vestígios do antigo mar que cobria Chapada dos Guimarães há milhões de anos ainda podem ser encontrados em forma de fósseis marinhos em MT — Foto: Caiubi/Arquivo Pessoal

🌡️ Os ambientes e climas diferentes

Chapada já passou por vários tipos de ambiantes e climas. As suas rochas contam muita história sobre a pré-história, já existiram muitos ambientes diferentes como cordilheiras, mares, desertos e sistemas de rios do passado. Tanto o relevo como as condições climáticas já mudaram muito neste local.

Na época no Devoniano, que é um período entre 358 e 419 milhões de anos, a região de Chapada dos Guimarães e todos os países que hoje compõem a cordilheira do andes que são um conjunto de montanhas ligadas que atravessam a América do Sul era fundo do mar. Claro que ainda não existia a cordilheira.

Da mesma forma que são encontrados fósseis de invertebrados marinhos em Chapada, também são encontrados em rochas que estão a 4 mil metros do nível do mar.

“Nesse período o mar cobria toda a borda oeste da placa, porque ela era bem mais baixa, e Chapada também não estava na altura que está hoje”, informou.

Mas foi no período de cretáceo que os dinossauros viviam, os fosseis deles encontrados em Chapada possuem idade entre 84 milhões e 66 milhões de anos.

“Os dinossauros, crocodilos e tartarugas vivam em um ambiente de clima semiárido, ou seja, em um clima seco e o relevo era composto por vales e montanhas paredões nas bordas”, contou.

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💃 Lendas ligadas a antigas criaturas

Em regiões como Morro do Cambambe existe a lenda de ossos gigantes onde moradores antigos dizem que ali viveram gigantes, onde os corpos teriam virado pedra e formado o relevo da região.

As rochas com formatos de partes do corpo humano alimentam o imaginário local, reforçando a crença de que os “gigantes do Cambambe” existiram de verdade.

Enquanto paleontólogos brasileiros, indica que os “gigantes” eram, na verdade, enormes dinossauros que habitaram a região no período Cretáceo.

Também existe a lenda do troa, entre muitas outras, essas lendas influenciam muito no impacto cultural, levando curiosidades de turistas sobre a cultura do estado onde são contadas em várias manifestações como na dança folclórica do Siriri.

Caiubi falou ainda que a nossa espécie pode ter parentesco com as antigas criaturas da época.

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“De certa forma, creio que todos nós temos um certo parentesco com o trilobita por exemplo, que provavelmente foi o ancestral de todos os vertebrados. Sobre os dinossauros, nem todos eles foram extintos, um grupo de dinossauros, os dinossauros avianos, sobreviveram. As galinhas, emas entre outros, são descentes deste grupo de dinossauros que sobreviveu a extinção”, disse.

A história da Terra vêm sendo reveladas a partir de fósseis encontrados em diversas unidades geológicas espalhadas pelo Brasil. Formações como o Grupo Rio Ivaí, a Formação Furnas, a Formação Ponta Grossa e a Formação Cachoeira do Bom Jardim são algumas das principais regiões onde registros fósseis vêm sendo identificados por cientistas.

Cada uma dessas formações foi criada em períodos distintos da história do planeta e em condições ambientais únicas, o que explica a grande variedade de fósseis preservados.

Graças a essas diferenças, os pesquisadores conseguem estudar traços de vidas muito antigas, desde organismos marinhos até vestígios de ambientes continentais, revelando como era o mundo há milhões de anos.

🏖️ Segredos históricos e turismo

 

Segundo o pesquisador, chapada é um lugar fantástica, as descobertas de fósseis, rochas e relevos fazem do município um lugar incrível e de muita importância para educação, ciência e para o turismo.

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A pré-história do município aumenta o interesse dos visitantes pelo município e ajuda no desenvolvimento e vendas de produtos únicos como artesanatos, cerâmicas, camisetas e réplicas que representem os fósseis do local que também podem contribuir para o desenvolvimento de rotas turísticas, que podem além das belezas naturais, ajudar a contar a história do planeta para os visitantes.

O município também abriga o Parque Nacional da Chapada dos Guimarães, uma área de proteção ambiental inserida no bioma do Cerrado. O parque é famoso por suas formações rochosas, vales profundos e, claro, pelas cachoeiras cristalinas que atraem turistas de todo o Brasil.

🏞️ Destaques entre as cachoeiras:

  • Circuito das Cachoeiras: trilha com cerca de 6 km que passa por sete quedas d’água, incluindo a Cachoeira das Andorinhas e a Cachoeira do Pulo;
  • Cachoeira Véu de Noiva: cartão-postal da Chapada, com 86 metros de altura, cercada por paredões de arenito e vegetação nativa;
  • Cachoeira do Marimbondo: ideal para banho e contemplação, com acesso por trilha leve;
  • Cachoeira da Geladeira: famosa pela água fria e pela tranquilidade do local, ótima para quem busca sossego.

Chapada dos Guimarães (MT) reúne inumeras belezas naturais que integram a cultura da região — Foto: Reprodução

🧭 Dica para visitantes:

  • Leve água, protetor solar e repelente;
  • Use calçados adequados para trilha;
  • Respeite os limites das áreas protegidas e siga as orientações dos guias.

 

Alunos, professores e pesquisadores da UFMT encontram fósseis pré-historicos durante escavações geológicas

 

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Equipe da UFMT realiza escavações paleontológicas em Chapada dos Guimarães para estudar fósseis — Foto: Caiubi/Arquivo Pessoal
Escavações realizadas em Chapada dos Guimarães para revelar vestígios da vida pré-histórica. — Foto: Caiubi/Arquivo Pessoal
Equipe de campo da UFMT monta estrutura e lona durante escavações em Chapada dos Guimarães. — Foto: Caiubi/Arquivo Pessoal

Equipe da UFMT realiza escavações paleontológicas em Chapada dos Guimarães para estudar fósseis — Foto: Caiubi/Arquivo Pessoal

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Operação destrói 23 bunkers usados em garimpo ilegal na Terra Indígena Sararé

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Uma operação da Polícia Federal destruiu 23 bunkers usados para esconder equipamentos de garimpo ilegal no Garimpo do Cururu, na Terra Indígena Sararé, em Mato Grosso. Segundo as equipes, as estruturas eram utilizadas para armazenar máquinas e manter a atividade ilegal na região. Os maiores bunkers encontrados tinham cerca de cinco metros de comprimento, dois metros de largura e 1,80 metro de altura. Já as estruturas menores mediam aproximadamente dois metros por um metro, com a mesma altura.

Nos vídeos divulgados pela operação, é possível ver a estrutura dos bunkers e os materiais encontrados no local, como alimentos, freezers, motosserras e equipamentos usados no garimpo ilegal (veja vídeo acima). Segundo as equipes, os espaços não tinham ventilação nem sinal de comunicação, como internet.

De acordo com os agentes, as estruturas eram usadas para esconder equipamentos e permitir a permanência prolongada de garimpeiros na região, o que indica planejamento prévio da atividade ilegal.

As equipes também apreenderam um gerador de grande porte avaliado em cerca de R$ 100 mil. Segundo avaliação inicial de técnicos, o gerador tinha capacidade para abastecer cerca de 100 barracos. Em uso combinado, poderia atender aproximadamente 50 barracos, além de freezers e guinchos usados na extração de ouro.

A operação reúne agentes da Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Força Nacional de Segurança Pública, Exército, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), com coordenação da Casa Civil. Ao longo de um mês, também foram retirados mais de 90 mil litros de diesel de circulação e apreendidos ou destruídos 190 geradores, 441 motores de garimpo e 971 quilos de explosivos.

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A ação faz parte de uma força-tarefa do governo federal que atua no território para combater o garimpo ilegal. Segundo o governo, as ações continuam sem prazo para terminar e devem seguir até garantir a segurança e o uso do território pelo povo Nambikwaraformado por cerca de 201 indígenas.

Histórico de exploração

 

Facção entra em garimpo ilegal, que não para de avançar sobre terra indígena em Mato Grosso

Facção entra em garimpo ilegal, que não para de avançar sobre terra indígena em Mato Grosso

Terra Indígena Sararé se tornou o território com o maior número de alertas de garimpo ilegal no Brasil, com 1.814 registros, segundo monitoramento do Ibama. O levantamento aponta ainda que 93% das terras indígenas mato-grossenses estão sob pressão da mineração. Os dados foram divulgados pela Operação Amazônia Nativa (Opan), nesta quarta-feira (22).

Segundo a Opan, das 74 áreas registradas na base geográfica da Funai, 69 possuem processos minerários em seu entorno imediato, considerando um raio de até 10 quilômetros.

De acordo com o levantamento, o número de processos minerários em Mato Grosso saltou de 5.926, em 2018, para 13.627, em 2025um crescimento de quase 130%. Ao todo, esses processos abrangem cerca de 22.539.135,89 hectares. Considerando que o estado possui aproximadamente 90.320.699 hectares (903.207 km²), a área já sob incidência minerária corresponde a 24,9% do território, uma extensão comparável à área do Reino Unido.

A maior concentração ocorre na fase de Autorização de Pesquisa, que representa 29% do total, com 3.918 processos distribuídos em aproximadamente 9.308.819,47 hectares.

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Além dos danos ambientais, o levantamento registra o aumento da violência na região, com a presença de facções criminosas e relatos de tiros, ameaças de morte e ataques a aldeias. Segundo o boletim, o cenário expõe a comunidade a risco de danos irreparáveis, caracterizando uma violência estrutural e sistemática.

Pressão no entorno de Terras indígenas

Terra Indígena Sararé, o território ocupa a quarta posição entre as TIs com maior número de requerimentos minerários próximos, somando 72 processos ativos. O principal minério de interesse nessas solicitações é o ouro, presente em 58 processos, que, juntos, abrangem cerca de 143.383,9 hectares.

Em primeiro lugar está a Terra Indígena Vale do Guaporé, que concentra a maior área sob influência de processos minerários em seu entorno, com aproximadamente 237.061,77 hectares. Na sequência aparece a Terra Indígena Escondido, com 195.355,32 hectares, seguida pela Terra Indígena Piripkura, de povos indígenas isolados, com 157.620,48 hectares.

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Soja sustentável rende R$ 6 milhões em bônus em MT

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Certificação internacional da soja evidencia o cumprimento rigoroso de 108 critérios ambientais, sociais e trabalhistas

Produtores rurais ligados à Associação Clube Amigos da Terra (CAT Sorriso) vão receber aproximadamente R$6 milhões em bônus pela comercialização de créditos de soja sustentável, referentes à safra 2024/2025. Mais do que a bonificação financeira, a certificação internacional da Round Table on Responsible Soy (RTRS) atesta que a produção segue critérios ambientais, sociais e econômicos rigorosos.

Para obter o selo, os produtores precisam cumprir 108 exigências, que incluem respeito à legislação ambiental, preservação de áreas sensíveis, condições adequadas de trabalho, relacionamento com a comunidade, uso responsável de insumos e rastreabilidade total da produção.

Cada tonelada de soja certificada gera um crédito, comercializado globalmente por meio da plataforma da RTRS e adquirido por empresas interessadas em cadeias sustentáveis. Na safra 2024/2025, os associados ao CAT Sorriso produziram 686 mil toneladas de soja responsável, com créditos vendidos para empresas da Holanda e da Argentina.

De acordo com a coordenadora do CAT Sorriso, Cristina Delicato, o diferencial está no acesso a mercados mais exigentes. “Essa bonificação vem diretamente do mercado. O produtor certificado acessa compradores que valorizam a soja responsável e pagam um prêmio adicional pela produção certificada”, explica.

Bônus vira investimento em qualidade de vida no campo

Parte significativa dos recursos obtidos com a certificação é revertida em melhorias nas propriedades rurais, especialmente voltadas ao bem-estar dos trabalhadores. É o caso das Fazendas São José, em Sorriso, e Buriti, em Peixoto de Azevedo.

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A produtora rural Geisa Carvalho Riedi (na foto) afirma que o bônus da última safra já tem destino definido. “Vamos investir em melhorias no alojamento, na cantina, uniformes novos e em aquisições que beneficiem os colaboradores”, disse.

Com certificação desde 2022, a produtora rural avalia positivamente o processo. “A certificação gera confiança, do colaborador ao comprador. Para os funcionários, representa a certeza de um ambiente de trabalho seguro e alinhado à legislação”, destaca. Ela também ressalta ganhos na gestão. “As certificações elevam nosso nível de responsabilidade e refletem em uma organização mais eficiente”, afirma.

Número de fazendas certificadas cresce quase seis vezes em 10 anos

Em uma década, o número de propriedades certificadas pelo selo RTRS vinculadas ao CAT Sorriso saltou de 9 para 53. O crescimento é resultado de um trabalho contínuo de suporte técnico e gestão.

A gestora de Certificação do CAT, Júlia Ferreira, explica que a atuação inclui consultoria, organização documental, apoio na comercialização dos créditos e gestão na plataforma internacional. “Auxiliamos os produtores a comprovarem todas as boas práticas adotadas nas fazendas, além de atender aos demais critérios exigidos”, afirma.

O acompanhamento é permanente. Durante a safra, as equipes mantêm registros detalhados de todas as atividades. “A rotina da fazenda é dinâmica e exige anotação de tudo que é feito, desde o monitoramento de pragas, doenças, ervas daninhas, aplicações, a ficha é bem extensa”, completa.

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Agricultura regenerativa avança entre os associados

As 53 fazendas certificadas adotam práticas de agricultura regenerativa, voltadas à melhoria da saúde do solo, maior retenção de água, redução da erosão e uso eficiente de insumos.

A presidente do CAT Sorriso, Márcia Becker Paiva, destaca o compromisso do grupo. “Nossos associados mostram que é possível produzir em diferentes escalas, desde pequenas, médias ou grandes, com respeito ao meio ambiente e às normas brasileiras”, afirma.

Além disso, os produtores avançam na agricultura de baixo carbono, com a adoção de  práticas como o plantio direto e de sistemas agroflorestais. “Essas práticas contribuem diretamente para a mitigação das mudanças climáticas, pois solos bem manejados sequestram mais carbono e tornam os sistemas produtivos mais resilientes”, ressalta Cristina Delicato.

A expectativa da associação é ampliar o número de produtores engajados. “Queremos crescer cada vez mais, reunindo produtores que compartilham desse mesmo compromisso com a sustentabilidade”, conclui.

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Bicudo-preto-da-soja preocupa produtores de MT

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O bicudo-preto-da-soja (Rhyssomatus subtilis) avançou para o centro da Argentina nas últimas safras. A praga permaneceu concentrada por duas décadas no noroeste argentino. Agora, registros do Instituto Nacional de Tecnología Agropecuaria (INTA) e do Serviço Nacional de Sanidade e Qualidade Agroalimentar da Argentina (Senasa) indicam presença em áreas sojeiras de Córdoba e Santa Fe. Especialistas relacionam a expansão ao movimento de máquinas e veículos entre regiões produtivas.

A presença do inseto teve primeiro registro na Argentina na safra 2005/2006, em Santiago del Estero. Depois, o avanço ocorreu de forma lenta no noroeste argentino (NOA), com registros em Tucumán, Catamarca e Salta. Entre 2022 e 2025, houve expansão para novas áreas produtivas do nordeste de Santiago del Estero. Em janeiro de 2026, a praga apareceu no sudeste da província. No Chaco, o registro ocorreu no departamento Almirante Brown.

Alerta maior

O alerta maior veio no fim da safra 2024/2025, com detecção no centro-norte de Córdoba. Na safra 2025/2026, técnicos do INTA confirmaram presença nos departamentos Río Primero, Santa María e Río Segundo. Também houve confirmação em Ceres, na província de Santa Fe.

Segundo María Guillermina Socías, do INTA Salta, o salto geográfico não segue padrão natural de dispersão. A hipótese técnica aponta associação com o deslocamento de maquinários e veículos.

O inseto tem um ciclo anual e acompanha a soja durante o desenvolvimento da cultura. Os adultos atacam brotos novos e podem reduzir o crescimento das plantas. As larvas causam o principal dano, pois se alimentam dos grãos dentro das vagens. As perfurações também favorecem a entrada de água e patógenos.

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O manejo exige prevenção. Os especialistas recomendam rotação com gramíneas e outras espécies não hospedeiras. A prática deve abranger áreas afetadas e lavouras vizinhas. Também recomendam limpeza rigorosa de máquinas e veículos antes do deslocamento entre zonas produtivas. O monitoramento deve começar cedo, com inspeção de vagens, picadas, perfurações, larvas e danos nos grãos.

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