Sustentabilidade
Plantio de arroz no Rio Grande do Sul ultrapassa 95% – Irga – MAIS SOJA

Com mais de 876.259,72 hectares semeados, o Estado do Rio Grande do Sul está em fase de finalização dos trabalhos de semeadura de arroz. Registrando 95,24% da intenção total, as seis regiões arrozeiras estão realizando os levantamentos finais de semeadura nos 135 municípios.
Segundo levantamento da Divisão de Assistência Técnica e Extensão Rural do Instituto Rio Grandense do Arroz, a Região Planície Costeira Externa foi, até o momento, a única a atingir 100% da intenção total, com 94.887 hectares semeados. Os dados registram:
Região Zona Sul: apresenta 98,02%, com 153.438,72 hectares semeados.
Região Planície Costeira Interna: são 136.334 hectares, o que representa 97,06% de intenção.
Fronteira Oeste: região com maior produção de arroz, são 94,37%, 256.534 hectares semeados.
Região Campanha: os índices registram 129.166 hectares semeados, ou seja, 95,23% da área de intenção.
Região Central: é a regional com a menor porcentagem semeada, uma vez que tradicionalmente, a finalização dos trabalhos no campo acabam se estendendo até o final do ano, conforme relatório, os índices registram 100.643 hectares, o que representa 83,37% da intenção.
A expectativa é que quando finalizada a semeadura, os dados também cheguem na casa dos 90%.
O Gerente da DATER, Luiz Fernando Siqueira, explica a importância da época de finalização da semeadura “é um período importante, com todas as regiões se aproximando do encerramento da semeadura, o foco das nossas equipes agora é revisar e finalizar os relatórios, para que na abertura da colheita possamos ter os dados mais assertivos possíveis para o cenário e projeções sobre setor orizícola”, frisa o Engenheiro Agrônomo.
A prospecção é que os dados finais da safra sejam divulgados pelo IRGA durante a programação da 36ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz, prevista para acontecer de 24 a 26 de fevereiro em Capão do Leão, com o tema “Cenário Atual e Perspectivas Conectando Campo e Mercado”.
As informações são do Irga.
Fonte: Rodrigo Ramos / Agência Safras News
Sustentabilidade
Estratégia de sustentabilidade na produção de soja e a adoção das boas práticas agrícolas – MAIS SOJA

A importância das boas práticas agrícolas na redução das emissões de gases de efeito estufa (GEE), na produção de soja, será um dos destaques apresentados pela Embrapa durante o Show Rural Coopavel, a ser realizado de 09 a 13 de fevereiro, em Cascavel (PR). A proposta é replicar, em parte, durante o evento, o modelo adotado na Vitrine de Soja Baixo Carbono da Embrapa Soja, onde se aproveita a entressafra da soja para realizar a diversificação do sistema de produção com plantas como braquiária e crotalária.
“Dessa forma, a soja é semeada em uma área que recebeu, na entressafra, culturas que ajudam a formar palhada e melhorar a qualidade física, química e biológica do solo pelo aporte de carbono e, no caso da crotalária, também de nitrogênio. Carbono e nitrogênio são constituintes essenciais para a formação da matéria orgânica do solo”, explica o pesquisador Marco Antonio Nogueira, da Embrapa Soja.
Segundo ele, a palhada protege o solo contra impacto da chuva, diminui as perdas de água por evaporação, mantém temperaturas mais estáveis e amenas, melhora a infiltração de água, contribui para o controle de plantas daninhas e, principalmente, adiciona carbono ao sistema por meio da biomassa aérea e das raízes. “As raízes, segundo ele, exercem papel fundamental na estruturação do solo, abrindo poros que facilitam a entrada de água e ar e servindo como fonte de alimento para os microrganismos do solo, melhorando a sua qualidade biológica”, explica Nogueira.
Na Vitrine de Tecnologias da Embrapa, no Show Rural, será debatido o papel do sistema de raízes das plantas de cobertura. “Normalmente apenas observamos a parte aérea das plantas, mas a sua “metade escondida”, as raízes, geralmente são negligenciadas. É preciso também estar atento para a forma como as raízes interagem com o solo, o que reflete o efeito mútuo de um sobre o outro, e permite inferir sobre a qualidade do solo”, afirma o pesquisador.
Nesse cenário, as raízes são protagonistas no sistema produtivo. “A ideia é mostrar como a diversificação de culturas altera a ocupação do solo pelas raízes, melhora a porosidade e contribui para um ambiente mais permeável e com maior capacidade de infiltração e armazenamento de água”, explica Nogueira. “Além disso, parte do carbono incorporado pelas plantas permanece estabilizada no solo na forma de matéria orgânica, contribuindo para um balanço de carbono mais favorável ao longo do tempo”, diz Nogueira.
Embora uma parte do carbono retorne naturalmente à atmosfera, Nogueira ressalta que os sistemas bem manejados conseguem reter uma maior fração desse carbono no solo. “É isso que, no longo prazo, contribui para reduzir as emissões líquidas e tornar o sistema de produção de soja mais sustentável”, afirma Nogueira.
A adoção do manejo adequado do solo, uso de bioinsumos, o controle integrado de pragas e doenças, a diversificação de culturas e o uso racional de insumos contribuem para tornar o sistema produtivo mais eficiente e com menor pegada de carbono. Essas estratégias sustentam iniciativas como o selo Soja Baixo Carbono, que busca reconhecer sistemas produtivos que adotam boas práticas agrícolas e contribuem para a mitigação da emissão de gases de efeito estufa, um dos principais responsáveis pelas mudanças climáticas. O Programa Soja Baixo Carbono, coordenado pela Embrapa, adota um modelo de inovação setorial e conta com a parceria de sete empresas apoiadoras: Bayer, Bunge, Cargill, Coamo, Cocamar, GDM e UPL.
Fonte: Empraba
Sustentabilidade
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Sustentabilidade
Mercado de soja registra movimentações nos portos e preços sobem

O mercado brasileiro de soja teve uma sessão mais animada nesta quinta-feira (5), com negócios reportados nos portos de Paranaguá e Santos, voltados principalmente a produtores com produto disponível para embarque imediato. Apesar de ainda não haver volumes expressivos colhidos no país, a alta na Bolsa de Chicago contribuiu para a valorização dos preços no mercado interno.
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Os prêmios recuaram, limitando parte da força externa, mas o dia foi marcado por negociações efetivas e avanço nas cotações, que já se valorizaram em média R$ 3,00 por saca ao longo da semana.
Confira os preços de soja no Brasil
- Passo Fundo (RS): subiu de R$ 124,00 para R$ 125,00
- Santa Rosa (RS): avançou de R$ 125,00 para R$ 126,00
- Cascavel (PR): permaneceu em R$ 118,50
- Rondonópolis (MT): subiu de R$ 108,00 para R$ 109,00
- Dourados (MS): passou de R$ 109,00 para R$ 109,50
- Rio Verde (GO): avançou de R$ 110,00 para R$ 111,00
- Paranaguá (PR): manteve em R$ 128,50
- Rio Grande (RS): estabilizou em R$ 128,00
Chicago
Na Bolsa de Chicago, os contratos futuros fecharam em forte alta, refletindo declarações do presidente americano sobre a possibilidade de aumento das compras chinesas de soja. A expectativa de incremento de demanda chinesa impacta os estoques norte-americanos e projeta movimento de prêmios nos portos brasileiros.
Os contratos futuros da soja em grão na Bolsa de Chicago encerraram a sessão em forte alta. A posição março registrou valorização de 1,83%, com cotação de US$ 11,12 1/4 por bushel, enquanto o contrato maio avançou 1,92%, sendo negociado a US$ 11,26 por bushel. Entre os subprodutos, o farelo de soja para março subiu 2,36%, a US$ 303,20 por tonelada. Já o óleo de soja apresentou leve recuo de 0,01%, com os contratos de março cotados a 55,65 centavos de dólar por libra-peso.
Câmbio
O dólar comercial encerrou em alta de 0,04%, negociado a R$ 5,2530 para venda e R$ 5,2510 para compra, com mínima de R$ 5,2353 e máxima de R$ 5,2883 ao longo do dia.
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