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Sustentabilidade

AgRural projeta nova estimativa para a safra de soja no Brasil e eleva produção

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Foto: Pixabay

A produção brasileira de soja na safra 2025/26 foi revisada para 180,4 milhões de toneladas, segundo a consultoria AgRural, impulsionada pela melhora das condições climáticas desde o fim de novembro. O volume supera a estimativa de 178,5 milhões divulgada em novembro e o resultado da safra passada, de 171,5 milhões de toneladas, considerando uma área plantada de 49,1 milhões de hectares e produtividade média de 61,2 sacas por hectare.

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Apesar do cenário mais favorável, a consultoria alerta que a consolidação dessa projeção ainda depende da regularidade das chuvas até o início de março, período decisivo para o enchimento de grãos nas principais regiões produtoras.

Colheita de soja pontual

A colheita de soja já começou de forma pontual em áreas do Paraná e de Mato Grosso, mas ainda em ritmo lento. A expectativa é de que esses estados sigam colhendo nos próximos dias, porém um avanço mais consistente dos trabalhos de campo deve ocorrer apenas ao longo de janeiro, desde que as condições climáticas permitam a entrada das máquinas e garantam boa umidade do solo.

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Sustentabilidade

Estratégia de sustentabilidade na produção de soja e a adoção das boas práticas agrícolas – MAIS SOJA

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A importância das boas práticas agrícolas na redução das emissões de gases de efeito estufa (GEE), na produção de soja, será um dos destaques apresentados pela Embrapa durante o Show Rural Coopavel, a ser realizado de 09 a 13 de fevereiro, em Cascavel (PR). A proposta é replicar, em parte, durante o evento, o modelo adotado na Vitrine de Soja Baixo Carbono da Embrapa Soja, onde se aproveita a entressafra da soja para realizar a diversificação do sistema de produção com plantas como braquiária e crotalária.

“Dessa forma, a soja é semeada em uma área que recebeu, na entressafra, culturas que ajudam a formar palhada e melhorar a qualidade física, química e biológica do solo pelo aporte de carbono e, no caso da crotalária, também de nitrogênio. Carbono e nitrogênio são constituintes essenciais para a formação da matéria orgânica do solo”, explica o pesquisador Marco Antonio Nogueira, da Embrapa Soja.

Segundo ele, a palhada protege o solo contra impacto da chuva, diminui as perdas de água por evaporação, mantém temperaturas mais estáveis e amenas, melhora a infiltração de água, contribui para o controle de plantas daninhas e, principalmente, adiciona carbono ao sistema por meio da biomassa aérea e das raízes. “As raízes, segundo ele, exercem papel fundamental na estruturação do solo, abrindo poros que facilitam a entrada de água e ar e servindo como fonte de alimento para os microrganismos do solo, melhorando a sua qualidade biológica”, explica Nogueira.

Na Vitrine de Tecnologias da Embrapa, no Show Rural, será debatido o papel do sistema de raízes das plantas de cobertura. “Normalmente apenas observamos a parte aérea das plantas, mas a sua “metade escondida”, as raízes, geralmente são negligenciadas. É preciso também estar atento para a forma como as raízes interagem com o solo, o que reflete o efeito mútuo de um sobre o outro, e permite inferir sobre a qualidade do solo”, afirma o pesquisador.

Nesse cenário, as raízes são protagonistas no sistema produtivo. “A ideia é mostrar como a diversificação de culturas altera a ocupação do solo pelas raízes, melhora a porosidade e contribui para um ambiente mais permeável e com maior capacidade de infiltração e armazenamento de água”, explica Nogueira. “Além disso, parte do carbono incorporado pelas plantas permanece estabilizada no solo na forma de matéria orgânica, contribuindo para um balanço de carbono mais favorável ao longo do tempo”, diz Nogueira.

Embora uma parte do carbono retorne naturalmente à atmosfera, Nogueira ressalta que os sistemas bem manejados conseguem reter uma maior fração desse carbono no solo. “É isso que, no longo prazo, contribui para reduzir as emissões líquidas e tornar o sistema de produção de soja mais sustentável”, afirma Nogueira.

A adoção do manejo adequado do solo, uso de bioinsumos, o controle integrado de pragas e doenças, a diversificação de culturas e o uso racional de insumos contribuem para tornar o sistema produtivo mais eficiente e com menor pegada de carbono. Essas estratégias sustentam iniciativas como o selo Soja Baixo Carbono, que busca reconhecer sistemas produtivos que adotam boas práticas agrícolas e contribuem para a mitigação da emissão de gases de efeito estufa, um dos principais responsáveis pelas mudanças climáticas. O Programa Soja Baixo Carbono, coordenado pela Embrapa, adota um modelo de inovação setorial e conta com a parceria de sete empresas apoiadoras: Bayer, Bunge, Cargill, Coamo, Cocamar, GDM e UPL.

Fonte: Empraba



 

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Sustentabilidade

Página não encontrada – MAIS SOJA

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Sustentabilidade

Mercado de soja registra movimentações nos portos e preços sobem

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Foto: Daniel Popov/ Canal Rural

O mercado brasileiro de soja teve uma sessão mais animada nesta quinta-feira (5), com negócios reportados nos portos de Paranaguá e Santos, voltados principalmente a produtores com produto disponível para embarque imediato. Apesar de ainda não haver volumes expressivos colhidos no país, a alta na Bolsa de Chicago contribuiu para a valorização dos preços no mercado interno.

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Os prêmios recuaram, limitando parte da força externa, mas o dia foi marcado por negociações efetivas e avanço nas cotações, que já se valorizaram em média R$ 3,00 por saca ao longo da semana.

Confira os preços de soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 124,00 para R$ 125,00
  • Santa Rosa (RS): avançou de R$ 125,00 para R$ 126,00
  • Cascavel (PR): permaneceu em R$ 118,50
  • Rondonópolis (MT): subiu de R$ 108,00 para R$ 109,00
  • Dourados (MS): passou de R$ 109,00 para R$ 109,50
  • Rio Verde (GO): avançou de R$ 110,00 para R$ 111,00
  • Paranaguá (PR): manteve em R$ 128,50
  • Rio Grande (RS): estabilizou em R$ 128,00

Chicago

Na Bolsa de Chicago, os contratos futuros fecharam em forte alta, refletindo declarações do presidente americano sobre a possibilidade de aumento das compras chinesas de soja. A expectativa de incremento de demanda chinesa impacta os estoques norte-americanos e projeta movimento de prêmios nos portos brasileiros.

Os contratos futuros da soja em grão na Bolsa de Chicago encerraram a sessão em forte alta. A posição março registrou valorização de 1,83%, com cotação de US$ 11,12 1/4 por bushel, enquanto o contrato maio avançou 1,92%, sendo negociado a US$ 11,26 por bushel. Entre os subprodutos, o farelo de soja para março subiu 2,36%, a US$ 303,20 por tonelada. Já o óleo de soja apresentou leve recuo de 0,01%, com os contratos de março cotados a 55,65 centavos de dólar por libra-peso.

Câmbio

O dólar comercial encerrou em alta de 0,04%, negociado a R$ 5,2530 para venda e R$ 5,2510 para compra, com mínima de R$ 5,2353 e máxima de R$ 5,2883 ao longo do dia.

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