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Sustentabilidade

Soja/BR: Semeadura alcança 94,1% das áreas previstas para a safra – MAIS SOJA

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Em MT, as precipitações frequentes têm ajudado na recuperação das lavouras que sofreram com o deficit hídrico em novembro. No RS, o retorno das chuvas favoreceu a cultura em todas as regiões e permitiu a retomada do plantio. No PR, metade da área se encontra nos estádios reprodutivos. Algumas delas foram afetadas por altas temperaturas e baixas precipitações no final de novembro e início de dezembro, mas a volta das chuvas melhorou a umidade do solo.

Em GO e MG, a regularização das chuvas permitiu um avanço no plantio e a realização de replantios nas áreas que tiveram redução drástica de estande. Em MS, o plantio foi finalizado e as boas chuvas ocorridas favorecem à cultura. Na BA, as precipitações frequentes continuam a favorecer a cultura. No TO, as chuvas, alternadas com períodos de sol, permitiu a realização dos tratos culturais e têm ajudado na recuperação das lavouras.

No MA, o plantio se aproxima da finalização nos Gerais de Balsas e é favorecido pelas precipitações regulares. Nas demais regiões, ele acompanha a ocorrência das chuvas. No PI, o plantio avança e é favorecido pelas chuvas. No PA, o plantio acompanha a ocorrência das chuvas no polo de Paragominas. Nos polos da BR-163 e Redenção, ele foi finalizado e as lavouras apresentam desenvolvimento de regular a bom.

Previsão Agrometeorológica de 15/12/2025 a 22/12/2025

Norte-Nordeste: São previstos acumulados de chuva maiores que 60 mm em boa parte da região Norte, com destaque para AM, RO, metade Sul do PA, TO e Norte do AP, favorecendo a semeadura e o desenvolvimento dos cultivos de primeira safra. Na região Nordeste, os maiores acumulados se concentrarão na metade Sul e centro do MA, Centro-Norte do PI e Oeste da BA. No Leste do MA, estão previstas chuvas em menor volume que podem ser insuficientes para a semeadura e o desenvolvimento das lavouras.

Centro Oeste: Há previsão de chuvas intensas em toda região. No Norte e Nordeste de MT e Sul de GO, podem ocorrer volumes de chuva superiores a 150 mm em algumas áreas. No geral, a condição será favorável para o desenvolvimento dos cultivos de primeira safra.

Sudeste: Bons volumes de chuvas estão previstos em áreas de primeira safra, cana-de-açúcar e café. No RJ e Noroeste, Triângulo e metade Sul de MG, podem ocorrer volumes de chuvas maiores que 60 mm. No Norte de MG, estão previstos baixos volumes de chuva, mas suficientes para a manutenção do armazenamento hídrico.

Sul: São previstas chuvas em todos os estados, com destaque para o Norte, Oeste e Centro-Sul do PR e metade Sul do RS, onde o volume pode ser maior que 60 mm. No geral, as chuvas favorecerão a semeadura, o desenvolvimento, a floração e o enchimento de grãos, além da reposição de reservatórios no RS. Os menores volumes de chuva estão previstos em SC, que poderão favorecer os cultivos de primeira safra em função da maior luminosidade.

Confira o Monitoramento Semanal das Condições das Lavouras de 15 de dezembro de 2025 completo, clicando aqui!

Fonte: Conab



 

FONTE

Autor:Monitoramento Semanal das Condições das Lavouras

Site: CONAB

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Sustentabilidade

Canola tropical: avanços em genética e manejo consolidam cultura como opção estratégica no Cerrado – MAIS SOJA

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A tropicalização da canola no Brasil deu um salto qualitativo em 2025. Três estudos da Embrapa Agroenergia compilados em séries de publicações institucionais consolidam a cultura como uma alternativa robusta para a segunda safra no Cerrado, apresentando avanços em produtividade, genética adaptada e práticas sustentáveis. Os estudos reforçam que a integração entre o desempenho em campo, o melhoramento genético e o uso de bioinsumos pode transformar a canola em um pilar da diversificação agrícola nacional.

A publicação da série Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento 32 “Desempenho de cultivares de canola na safrinha em sistemas de sequeiro e irrigado no Cerrado do Distrito Federal” avalia a performance de cultivares em áreas de produtores em Planaltina (DF), em parceria com a Cooperativa Agrícola do Rio Preto (Coarp).

Os resultados das colheitas nessas áreas demonstraram que a canola possui um teto produtivo elevado em ambientes tropicais, com produtividades médias alcançando 3.800 kg/ha em sistemas irrigados e 2.900 kg/ha em regime de sequeiro. Mesmo sob condições de baixa precipitação, durante o ciclo na safrinha, a cultura mostrou resiliência, destacando-se como uma opção viável para regiões de maior altitude e até como terceira safra sob irrigação.

O rendimento de óleo, fator essencial para a indústria de biocombustíveis e alimentos, também apresentou números expressivos. De acordo com Bruno Laviola, pesquisador e chefe-adjunto de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Agroenergia, quando comparamos sequeiro e irrigado, o rendimento médio de óleo foi 63% maior no sistema irrigado. Isso mostra, de forma direta, como o manejo hídrico e a janela de plantio impactam produtividade e eficiência.

Os dados deste boletim fazem parte do projeto Procanola, que teve como objetivo tropicalizar a canola e adaptar o seu sistema de cultivo à região central do Brasil. O Procanola se encerrou em 2023 e foi financiado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

Genética: a “espinha dorsal” da adaptação

Para garantir que a canola prospere no clima brasileiro, o  trabalho “Caracterização de linhagens de canola parcialmente endogâmicas F5 via análises genético-biométricas”, também da série Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento 31, foca no desenvolvimento de linhagens com características morfoagronômicas específicas. O mapeamento de 24 linhagens F5 revelou materiais promissores, como a linhagem 19, que apresentou alto teor de óleo, e a linhagem 20, que combina alta produtividade com um ciclo curto de 95 dias, característica vital para reduzir riscos climáticos e encaixar a planta nos sistemas de sucessão de culturas.

Sobre o futuro das sementes nacionais, Bruno destacou a importância dessa base científica. “A caracterização de linhagens com alto teor de óleo e ciclo mais curto nos dá elementos objetivos para orientar cruzamentos e acelerar o desenvolvimento de materiais mais adaptados ao Cerrado”, ressaltou.

Segundo o pesquisador, o objetivo é explorar o vigor híbrido para gerar sementes que unam alta produtividade à adaptabilidade plena ao solo e ao clima do Brasil.

Além da genética e do campo, a terceira publicação, o Documentos 58 “Avanços e perspectivas do uso de bioinsumos no cultivo sustentável da canola”, trata da redução da dependência de insumos químicos por meio do uso de bioinsumos,  visando a produtividade e a redução da pegada ambiental da cultura, alinhando-se a instrumentos como o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc), que orienta janelas de plantio seguras para o produtor.

Bruno alertou no estudo que a escalabilidade dessa tecnologia exige cautela. “Bioinsumos podem ser uma alavanca importante, mas o salto para a escala depende de protocolos específicos, validação por ambiente e de transferência de tecnologia para dar previsibilidade ao produtor.”

As três publicações apontam para uma mesma conclusão, de que a consolidação da canola em escala no Cerrado depende da integração desses três pilares: manejo eficiente, genética tropical e sustentabilidade. Para Bruno, ao conectar esses pontos, o Brasil pavimenta o caminho para ser um player relevante na produção de óleo vegetal de canola. “Em 2025, consolidamos evidências que conectam campo, genética e sustentabilidade. Mostramos com resultados em campo o bom desempenho da canola  no Cerrado, avançamos na base genética para adaptação tropical e reunimos recomendações técnicas sobre bioinsumos para um cultivo mais sustentável.”

Confira as publicações de 2025

Desempenho de cultivares de canola na safrinha em sistemas de sequeiro e irrigado no Cerrado do Distrito Federal (Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento 32)

Caracterização de linhagens de canola parcialmente endogâmicas F5 via análises genético-biométricas (Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento 31)

Avanços e perspectivas do uso de bioinsumos no cultivo sustentável da canola (Documentos 58)

Fonte: Embrapa



 

FONTE

Autor:Márcia Cristina de Faria – Embrapa Agroenergia

Site: Embrapa

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Colheita da soja e plantio do milho avançam em ritmo mais lento em MS – MAIS SOJA

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A colheita da soja da safra 2025/2026 e o plantio do milho segunda safra avançam em ritmo mais lento em Mato Grosso do Sul. De acordo com dados do Projeto SIGA-MS, divulgados pela Aprosoja/MS, até 30 de janeiro, cerca de 115 mil hectares de soja foram colhidos, o que corresponde a 2,4% da área cultivada, enquanto o plantio do milho segunda safra atingiu aproximadamente 44 mil hectares, equivalente a 2% da área estimada. Em comparação com o ciclo anterior, as duas operações apresentam atraso de 9,3 e 5,6 pontos percentuais, respectivamente.

A região Sul concentra os maiores índices até o momento, com 3,4% da área de soja colhida e 2,5% do milho plantado. No Centro, os percentuais são mais moderados, com 1,5% de colheita da soja e 1,1% de plantio do milho. Já na região Norte, as operações seguem em estágio inicial, com apenas 0,02% da soja colhida e 0,04% do milho plantado.

Quanto às condições das áreas de soja, atualmente, 67,8% as lavouras apresentam condições consideradas boas, 20,9% estão em condições regulares e 11,2% em condições ruins. O cenário positivo se concentra, principalmente, nas regionais Oeste e Norte, com áreas boas variando entre 78,7% e 86,9%.

O assessor técnico da Aprosoja/MS, Flávio Aguena, destaca que “este momento de operações simultâneas exige um planejamento muito eficiente, especialmente diante da maturação das lavouras de soja e da janela ideal de plantio do milho. Além disso, é fundamental acompanhar as condições climáticas, já que variações podem interferir diretamente no andamento das operações”.

Nesta safra, a área cultivada com milho deve ocupar aproximadamente 46% da área destinada à soja, uma redução significativa em relação aos ciclos anteriores, quando a cultura chegou a ocupar cerca de 75% da área de soja. A diminuição no cultivo da gramínea é justificada pelo elevado risco climático do período, fazendo com que os produtores optem por culturas alternativas, como sorgo, milheto e pastagens.

Estimativas
Soja
  • Área: 4,7 milhões de hectares
  • Produção: 15,1 milhões de toneladas
  • Produtividade: 52,8 sacas/hectare
Milho
  • Área: 2,2 milhões de hectares
  • Produção: 11,1 milhões de toneladas
  • Produtividade: 84,2 sacas/hectare

Para saber mais, acesse o boletim completo aqui.

Fonte: Aprosoja/MS



FONTE

Autor:Joélen Cavinatto (Assessoria de Comunicação Aprosoja/MS)

Site: Aprosoja MS

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Prévia do PIB aponta crescimento de 4,9% em Santa Catarina até novembro de 2025 – MAIS SOJA

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O Índice de Atividade Econômica Regional (IBCR-SC) cresceu 4,9% de janeiro a novembro do ano passado, acima da média nacional que ficou em 2,4%. O agronegócio, em especial produtos de exportação como o milho, soja e fumo, tem ajudado a melhorar a atividade econômica do estado. O ritmo da economia catarinense continua acima da média brasileira.   

De acordo com análise do Observatório Fiesc, da Federação das Indústrias de Santa Catarina, nesse período, o melhor desempenho foi alcançado pelo setor de serviços, seguido pela indústria e pelo comércio. Mas a atividade agropecuária, com fortes exportações, tem sustentado o resultado agregado do estado.  

“O ritmo de crescimento da economia de Santa Catarina já mostra sinais de desaceleração, como era previsto. O aumento da taxa de juros, para frear o consumo e reduzir a demanda, surtiu o efeito esperado e a análise aponta a perda de dinamismo na indústria do Estado”, analisou o presidente da Fiesc, Gilberto Seleme.   

O Observatório da federação apurou que o agronegócio tem influenciado a atividade econômica e compensado resultados mais fracos da indústria e dos serviços. Produtos de exportação como soja, milho e tabaco tiveram crescimento expressivo em 2025 e contribuíram para os resultados gerais melhores. 

Fonte: Fiesc, disponível em Fecoagro/SC



FONTE

Autor:Fiesc, disponível em Fecoagro/SC

Site: Fecoagro/SC

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