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Sustentabilidade

Chicago/CBOT: O milho fechou em alta com boa demanda externa e interna – MAIS SOJA

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Por T&F Agroeoconômica, comentários referentes à 11/12/2026
FECHAMENTOS DO DIA 11/12

Chicago: A cotação de dezembro, fechou em alta de 1,95% ou $ 8,25 cents/bushel, a $431,75. A cotação para março fechou em alta de 1,60% ou $ 7,00 cents/bushel, a $445,50.

ANÁLISE DA ALTA

O milho negociado em Chicago fechou em alta nesta quinta-feira. A demanda externa e interna foram novamente o destaque para o cereal, em linha com os bons números do relatório de oferta e demanda do USDA de dezembro. Uma venda relâmpago de 186 mil toneladas no dia foi registrada. O relatório tardio de vendas para exportação de 7 a 13 de novembro superou a expectativa do mercado e até a última data os compromissos são 30% superiores ao ano anterior. O relatório NASS sobre o uso de milho no mercado interno mostrou um aumento médio de 9,43% no uso total do cereal.

B3-MERCADO FUTURO DE MILHO NO BRASIL
B3: O milho da B3 fechou em baixa clima e dólar

Os principais contratos de milho encerram em baixa nesta quinta-feira. As cotações do milho na B3 se acomodaram depois das recentes chuvas. O mercado ainda segue atento ao
atraso no plantio da soja, o que pode afetar a janela ideal para o milho safrinha, mas aos poucos o prêmio de risco climático vai reduzindo. O dólar também está se acomodando depois do sobressalto dos dias anteriores, por motivos políticos, o que está pressionando a cotação do mercado físico no interior. No entanto, os portos ainda aproveitam o dólar acima
de R$ 5,40 para oferecer melhores preços.

OS FECHAMENTOS DO DIA 12/12

Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam com perdas no dia: o vencimento de janeiro/26 foi de R$ 72,27, com baixa de R$ -0,76 no dia e baixa de R$ -2,13 na semana; o contrato de março/26 fechou a R$ 75,15, com baixa de R$ -0,62 no dia e baixa de R$ -0,94 na semana. O vencimento de maio/26 foi de R$ 74,36, apresentando baixa de R$ -0,74 no dia e baixa de R$ -1,23 na semana.

NOTÍCIAS IMPORTANTES
EUA-RECORDE DE EXPORTAÇÕES (altista)

Os preços do milho fecharam em leve alta em Chicago, impulsionados pelo desempenho positivo das exportações americanas. Isso levou o USDA a elevar sua projeção de exportações para a safra 2025/2026 de 78,11 milhões de toneladas para 81,28 milhões de toneladas na terça-feira, um recorde histórico.

EXPORTAÇÕES SEMANAIS MAIORES (altista)

Em linha com isso, e dando continuidade aos seus esforços para atualizar os relatórios semanais de exportação dos EUA, que estavam atrasados, o USDA informou que as vendas de milho da safra 2025/2026 entre 7 e 13 de novembro totalizaram 2.380.400 toneladas. Esse número superou a estimativa do setor privado, que era de 800.000 a 2.000.000 toneladas. Com essas vendas, o total negociado subiu para 40,72 milhões de toneladas, 29,68% a mais do que as 31,40 milhões de toneladas negociadas na mesma data do ano passado.

EUA-NOVAS VENDAS (altista)

Além disso, o USDA confirmou hoje, em seus relatórios diários, novas vendas de 186 mil toneladas de milho para a safra 2025/2026, para destinos ainda não definidos.

BRASIL-SAFRA MAIOR DO QUE O USDA PROJETOU (baixista)

No Brasil, a Conab elevou ligeiramente sua estimativa para a safra de milho 2025/2026, de 138,84 para 138,88 milhões de toneladas, mantendo a estimativa para a safrinha em 110,46 milhões de toneladas e a estimativa de exportação em 46,50 milhões de toneladas. Na terça-feira, o USDA projetou a produção e as vendas de milho no Brasil em 131 e 43 milhões de toneladas, respectivamente.

ARGENTINA-86% EM CONDIÇÕES ÓTIMAS OU BOAS (baixista)

Em seu relatório semanal, a Bolsa de Cereais de Buenos Aires (BCBA) indicou que o plantio de milho na Argentina está retomando o ritmo com a abertura do período de plantio para as safras tardias, principalmente na região centro-sul da província de Buenos Aires. “Até o momento, 59,2% dos 7,8 milhões de hectares projetados foram semeados. Da área plantada, 86% está em boas/excelentes condições, sustentadas por níveis adequados de umidade do solo registrados nas últimas semanas.

Em nível nacional, 94% da área está sob condições hídricas adequadas/ótimas, com níveis mínimos de estresse hídrico. Embora algumas áreas isoladas ainda apresentem excesso de umidade, isso não altera a perspectiva geral. A reposição adequada da umidade do solo garante boa emergência e desenvolvimento inicial das lavouras semeadas tardiamente, além de beneficiar o milho mais desenvolvido das semeaduras precoces que estão começando a espigar”, explicou a organização.

Fonte: T&F Agroeconômica



 

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Sustentabilidade

Dólar e Chicago em lados opostos devem travar ritmo do mercado brasileiro de soja – MAIS SOJA

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 O mercado brasileiro de soja tende a ter um dia mais lento, com os principais formadores de preços em direções opostas. Enquanto a Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) esboça reação, sustentada por compras de barganha, o recuo do dólar, superior a 0,30%, reduz a atratividade das negociações no físico. Além disso, a queda de mais de 5% no petróleo em Nova York, diante da possibilidade de um cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã, reforça o ambiente de cautela e baixa movimentação.

Na terça-feira (24), o mercado brasileiro de soja apresentou alguns movimentos ao longo do dia, com melhores oportunidades para maio e registros pontuais de negócios no porto também para 2027. De acordo com o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, o comportamento geral foi de preços mistos, em meio a oscilações opostas entre Chicago e o dólar, ainda que com variações limitadas.

Silveira destaca que os prêmios vêm ganhando fôlego, o que tem favorecido oportunidades no curto prazo. “As oscilações de bolsa e câmbio foram praticamente antagônicas, mas pequenas. Já os prêmios ajudaram a abrir algumas oportunidades”, afirma.

Além disso, produtores com maior necessidade de escoamento e de geração de caixa têm participado mais ativamente do mercado, contribuindo para reduzir os spreads entre compradores e vendedores e viabilizar negócios pontuais.

No mercado físico, em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos subiu de R$ 124,50 para R$ 125,00, enquanto em Santa Rosa (RS) avançou de R$ 125,50 para R$ 126,00. Em Cascavel (PR), houve alta de R$ 119,00 para R$ 120,00. Já em Rondonópolis (MT), as cotações permaneceram em R$ 109,00, enquanto em Dourados (MS) recuaram de R$ 112,00 para R$ 111,00. Em Rio Verde (GO), a saca caiu de R$ 112,00 para R$ 110,00.

Nos portos, Paranaguá (PR) registrou avanço de R$ 130,00 para R$ 131,00 por saca. Em Rio Grande (RS), as indicações também subiram de R$ 130,50 para R$ 131,00.

CHICAGO

* A Bolsa de Mercadorias de Chicago operava em alta no contrato maio/26 do grão, cotado a 11,59 1/2 centavos de dólar por bushel.

* O mercado busca um movimento de correção após as perdas acumuladas no pregão anterior, com investidores realizando compras de barganha. A desvalorização do dólar frente a outras moedas também contribui para o avanço das cotações, ao tornar a oleaginosa dos Estados Unidos mais competitiva no cenário exportador.

CÂMBIO

* O dólar comercial registra baixa de 0,34%, a R$ 5,2362. O Dollar Index opera com recuo de 0,10%, a 99,330 pontos.

INDICADORES FINANCEIROS

* As principais bolsas da Ásia encerram em alta. Tóquio, +2,87%. Xangai, +1,30%.

* As bolsas da Europa operam em alta. Frankfurt, +1,48%. Londres, +1,21%.

* O petróleo tem preços mais altos. Maio de 2026 do WTI em NY: US$ 88,80 o barril (-3,84%).

AGENDA

—–Quarta-feira (25/03)

– EUA: A posição dos estoques de petróleo até sexta-feira da semana passada será publicada às 11h30 pela administração de informações de energia do governo dos Estados Unidos.

– Resultado financeiro da JBS, após o fechamento do mercado.

—–Quinta-feira (26/03)

– O Banco Central divulga, às 8h, o Relatório de Política Monetária referente ao primeiro trimestre.

– O IBGE divulga, às 9h, o IPCA-15 referente a março.

– Exportações semanais de grãos dos EUA (USDA), 9h30.

– Relatório de condições das lavouras da Argentina – Ministério da Agricultura, na parte da tarde.

– Dados de desenvolvimento das lavouras argentinas – Bolsa de Cereais de Buenos Aires, 15hs.

– Dados de desenvolvimento das lavouras no RS – Emater, na parte da tarde.

– O Conselho Monetário Nacional (CMN) se reúne.

—–Sexta-feira (27/03)

– O IBGE divulga, às 9h, a Pnad Contínua referente a fevereiro.

– Dados de evolução das lavouras do Mato Grosso – IMEA, 16h.

Autor/fonte: Ritiele Rodrigues – ritiele.rodrigues@safras.com.br (Safras News)

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Sustentabilidade

ALGODÃO/CEPEA: Alta na paridade de exportação sustenta preços internos – MAIS SOJA

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O aumento da paridade de exportação e a valorização do Índice Cotlook A, que referencia a pluma posta no Extremo Oriente, seguem dando suporte aos preços do algodão no Brasil, conforme indicam pesquisadores do Cepea. Com a demanda internacional aquecida, vendedores seguem firmes nos valores pedidos, enquanto a maior atratividade do mercado externo tem levado tradings a pagar preços mais altos pela pluma.

De acordo com o Cepea, parte das indústrias também atua no mercado spot, mas enfrenta dificuldades na aprovação de lotes e na conciliação de preços com os vendedores. Outras ainda trabalham com matéria-prima já contratada ou em estoque, focando na venda de produtos manufaturados. Além disso, agentes consultados pelo Cepea acompanham o comportamento dos fretes, que influenciam a viabilidade de novos negócios e a logística de cumprimento dos contratos a termo.

Fonte: Cepea



 

FONTE

Autor:CEPEA

Site: CEPEA

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Sustentabilidade

ARROZ/CEPEA: Preço reage, mas custo alto e margem negativa limitam liquidez no RS – MAIS SOJA

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Mesmo com a recente alta nos preços, o mercado de arroz no Rio Grande do Sul segue com baixa liquidez. Segundo o Cepea, custos elevados, margens negativas e incertezas sobre medidas de apoio ao setor são os fatores que vêm travando as negociações. De acordo com o Centro de Pesquisas, parte dos compradores prioriza a aquisição de arroz já disponível nas unidades de beneficiamento, diante de dificuldades logísticas agravadas pela alta do diesel e pelo encarecimento dos fretes. Pelo lado da oferta, a postura segue retraída, com produtores aguardando melhores condições de venda, afirmam pesquisadores do Cepea.

Mesmo com a valorização recente, os preços atuais ainda não garantem rentabilidade, fator que ajuda a explicar a baixa liquidez que persiste no mercado. Diante desse cenário, entidades representativas, como Federarroz e Farsul, intensificam a articulação por medidas de apoio ao setor. Entre os pontos centrais está o cronograma de pagamento do custeio da safra 2025/26, atualmente estruturado em até quatro parcelas. Como a primeira parcela coincide com o período de maior oferta, a proposta das entidades é ampliar o parcelamento para oito meses, reduzindo a pressão sobre a comercialização.

Fonte: Cepea



 

FONTE

Autor:CEPEA

Site: CEPEA

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