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4 de maio de 2026

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Aprosoja MT detalha balanço de ações e define rumos

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A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) lançou nesta quinta-feira (4) o Anuário 2025, um documento completo que consolida e detalha todas as ações desenvolvidas pela entidade neste ano. O objetivo central é reforçar a transparência e prestar contas aos produtores mato-grossenses sobre as iniciativas estratégicas que impactam o dia a dia no campo. A publicação, disponível em versões impressa e digital, abrange temas como defesa agrícola, avanços em logística, sustentabilidade e políticas do setor.

A consolidação do Anuário 2025, segundo o presidente da Aprosoja Mato Grosso, Lucas Costa Beber, representa a materialização dos esforços da entidade.

“O anuário é uma maneira de prestar contas pela entidade mostrando um pouco dos trabalhos e ações que ela tem feito ao longo do ano em defesa do nosso setor”, destacou o presidente.

O documento lista as principais iniciativas realizadas, incluindo o Futuro em Campo, Agrosolidário, Circuito Aprosoja MT, e projetos de comunicação como o América Clima e Mercado. Na área de sustentabilidade, são detalhados programas como o Soja Legal e a Campanha Contra Queimadas, além das pesquisas e tecnologias dos Centros de Pesquisa (CTECNOs).

Conquistas e planejamento

Lucas Costa Beber ressaltou que, além de ser um registro das principais conquistas, o anuário é uma ferramenta estratégica para o planejamento das próximas ações da entidade em 2026.

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O presidente da Aprosoja MT afirmou que os desafios no campo são grandes, mas cada pleito bem-sucedido é uma vitória importante para o setor. “Sabemos que são grandes os desafios dos produtores, mas cada sucesso que temos nos nossos pleitos, sem dúvida nenhuma, é uma grande conquista para todo o nosso setor”, disse.

Ele reforçou que o produtor precisa estar atento ao caminho que a entidade está seguindo. “O produtor precisa estar atento sempre ao que a Aprosoja MT tem desempenhado, os caminhos que a entidade está seguindo acompanhando as assembleias e reuniões que norteiam a vontade da maioria, ou seja, atende às necessidades do coletivo para o bem comum”.

Credibilidade e aproximação

Para as lideranças regionais, a publicação detalhada das atividades é fundamental para aproximar a entidade dos núcleos regionais. O vice-presidente Norte da Aprosoja MT, Ilson Redivo, afirmou que o anuário contribui para que os produtores consigam perceber a grandiosidade dos trabalhos da associação.

“A entrega desse documento contém todas as ações desenvolvidas pela entidade durante um ano letivo, mostrando ao produtor o trabalho que vem sendo realizado em benefício dele próprio”, explicou Redivo. Ele complementou que o material reforça a credibilidade da instituição e fortalece a comunicação entre os núcleos.

O vice-presidente Leste, Lauri Jantsch, endossou a visão e reforçou que o levantamento anual ajuda a evidenciar a presença constante da entidade ao lado do produtor rural. “É uma forma de mostrar esse serviço no dia a dia, que a Aprosoja MT tem toda uma equipe trabalhando, levantando as demandas. O anuário traz as ações realizadas pela entidade durante o ano todo, então é uma forma de mostrar ao produtor o trabalho que vem sendo feito”, reforçou Jantsch.

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Após forte alta, preço da ureia começa a cair, mostra levantamento

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Imagem gerada por IA para o Canal Rural

Após dois meses de forte valorização, os preços da ureia começaram a recuar no mercado internacional, movimento que já se reflete no Brasil. Segundo relatório da StoneX, as cotações acumulam a segunda semana consecutiva de queda, com negócios fechados ligeiramente abaixo de US$ 770 por tonelada.

A retração ocorre após os preços atingirem patamares considerados elevados para a demanda, que passou a exercer maior influência na formação das cotações.

Demanda mais fraca muda dinâmica do mercado

De acordo com a StoneX, o mercado global entra em uma fase de ajuste, com o enfraquecimento do consumo ganhando protagonismo, mesmo diante de limitações na oferta.

O movimento de queda não é isolado. Recuos também foram registrados em mercados relevantes como Estados Unidos, China, Oriente Médio e Egito, indicando uma tendência mais ampla de perda de força nos preços.

Segundo o analista de Inteligência de Mercado da StoneX, Tomás Pernías, o cenário atual marca uma mudança no vetor de formação das cotações.

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“Mesmo com um ambiente ainda tensionado do lado da oferta, a demanda mais fraca passou a ter um peso maior, pressionando os preços após um período de alta intensa”, afirma.

Apesar do recuo recente, a expectativa é de que novas quedas ocorram de forma limitada no curto prazo.

Isso porque persistem gargalos logísticos no Oriente Médio, região responsável por parcela significativa das exportações globais de ureia e amônia, o que restringe a oferta internacional.

Mercado mais cauteloso

Nesse ambiente, os preços tendem a se manter relativamente sustentados, mesmo com a demanda enfraquecida.

A avaliação da StoneX aponta que fatores como o período de menor consumo em países-chave, relações de troca menos atrativas ao produtor e a postura mais cautelosa dos compradores têm reduzido o ritmo de novas negociações.

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Com isso, o mercado entra em uma fase de ajuste, com menor liquidez e maior seletividade nas compras.

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Pulgão-da-raiz deixa produtores de morango em alerta; saiba mais sobre a praga

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Foto: Divulgação.

O pulgão-da-raiz (Rhopalosiphum rufiabdominale) tem deixado os produtores de morango no Brasil em alerta. A praga atua no solo, o que dificulta a identificação nas lavouras, aponta o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (Sindiveg).

O inseto suga a seiva das raízes, comprometendo o desenvolvimento das plantas. Entre os efeitos estão amarelamento, redução do crescimento e perda de plantas.

A infestação tende a aumentar em períodos de seca, quando o campo já se encontra sob estresse hídrico. A população é formada, em sua maioria, por fêmeas, e tanto as formas jovens quanto adultas se alimentam de forma contínua, liberando toxinas que afetam o sistema radicular.

O pulgão-da-raiz também pode atuar como vetor do vírus mosqueado-do-morangueiro, o que amplia os impactos na produção.

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“O enfrentamento da praga exige uma estratégia integrada, que combine o uso de inimigos naturais com a nutrição equilibrada do solo, evitando o excesso de nitrogênio, que favorece a infestação”, diz Fábio Kagi, gerente de Assuntos Regulatórios do Sindicato Nacional da Sindiveg.

“O controle químico deve ser criterioso e baseado no monitoramento, com uso de inseticidas durante a frutificação e a colheita, enquanto outros defensivos podem ser aplicados em diferentes momentos do ciclo, desde que respeitadas as recomendações técnicas e o período adequado”, acrescenta.

Ainda de acordo com Kagi, o crescimento da produtividade precisa vir acompanhado de um controle fitossanitário eficiente. “O monitoramento constante e o uso integrado de ferramentas de defesa vegetal são fundamentais para evitar perdas e garantir a qualidade da produção”.

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Michelin lança pneus agrícolas em meio a debate acalorado sobre dumping no Brasil

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Foto: Divulgação

A Michelin apresentou dois novos pneus na 31ª Agrishow, o Michelin X Works Z2 e o Works D2, desenvolvidos para aplicações de uso misto e condições severas, mas também se posicionou sobre um tema que tem gerado debates acalorados no setor: o aumento da importação de produtos indianos.

O assunto ganhou mais um capítulo no último dia 15, quando a Circular nº 30, da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), não adotou o pedido de medida antidumping provisória movido pela Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos (Anip), estendendo o prazo de investigação para até 18 meses.

A indústria nacional quer limitar a importação de pneus agrícolas da Índia, impondo uma tarifa antidumping, assim como já ocorre com o produto chinês que desembarca no Brasil, que, dependendo do modelo, sofre encargo de até US$ 3.028,62 por tonelada (veja mais detalhes na tabela abaixo).

pneus chineses
Foto: Reprodução

O pedido de antidumping da Anip considera o período de julho de 2019 a junho de 2024, intervalo em que o Brasil importou da Índia 43.105 toneladas de pneus agrícolas, o equivalente a 215,5 mil unidades, considerando que são produtos voltados, majoritariamente, para tratores pequenos e médios.

Isonomia concorrencial

O diretor comercial para pneus de carga, urbanos e longa distância da Michelin, Ruy Ferreira, ressalta que aproximadamente 50% dos pneus importados que chegam ao país desembarcam com preço FOB abaixo do custo da matéria-prima no Brasil. “Apenas este fator claramente já configura um dumping. O que queremos do governo é isonomia concorrencial.”

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Ferreira pontua que se não for possível aumentar o imposto para a entrada do pneu importado, deve-se, ao menos, ser adotada isenção tributária na compra da matéria-prima para a indústria nacional.

“No primeiro trimestre deste ano, falando apenas de pneus de caminhões, o mercado se compôs de 70% de pneus importados e apenas 30% de nacionais, levando em consideração que a indústria de pneus é estratégica para o Brasil. Por trás dela há uma indústria de produção de seringueiras em que alguns produtores já pensam seriamente se mantém os seringais em pé ou transformam em outra cultura. Em dez anos, se as condições mudam, estaremos em uma situação de déficit [de matéria-prima]”, diz.

Em nota enviada à reportagem, a Anip destaca que as importações vêm se intensificando de forma significativa nos últimos anos, alcançando atualmente seus maiores níveis, com preços progressivamente menores, cenário que evidencia o agravamento de práticas de dumping.

Outro lado

A Associação Brasileira dos Importadores e Distribuidores de Pneus (Abidip) contesta a ação que visa impor tarifas antidumping aos pneus vindos da Índia. Procurado pela reportagem, o presidente da entidade, Ricardo Alípio da Costa, ressaltou que do ponto de vista técnico e jurídico, dizer que pneus que chegam ao Brasil com preço FOB abaixo do custo da matéria-prima nacional não é argumento adequado para caracterizar dumping.

“O comércio internacional funciona justamente com base em diferenças de custo entre países. Existem mercados com acesso a matérias-primas mais baratas, energia mais competitiva, maior escala de produção e, muitas vezes, cadeias produtivas integradas. Então é perfeitamente possível e legítimo que um produto importado chegue ao Brasil com preço inferior ao custo de produção local, sem que isso represente qualquer prática desleal”, destaca.

Para Costa, o ponto central da discussão é outro. “Dumping só existe quando há venda para exportação abaixo do valor praticado no próprio país de origem, e isso exige uma investigação técnica aprofundada. Não pode ser presumido a partir de uma comparação com o custo da indústria brasileira”, considera.

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Segundo o presidente da Abidip, o pedido de investigação antidumping da Anip em relação ao produto indiano se limita a definir pneus agrícolas por tamanho ou código tarifário, desconsiderando a sua engenharia, aplicação, pressão de uso, velocidade e tipo de terreno.

“Quando esses parâmetros são ignorados, o antidumping deixa de cumprir sua função legítima de defesa comercial e passa a atuar como uma reserva artificial de mercado”, finaliza.

Novos pneus da Michelin

Os pneus Michelin X Works Z2 e Michelin X Works D2 foram desenvolvidos para operações relacionadas ao transporte de cana-de-açúcar, madeira, construção e ambientes abrasivos.

De acordo com a companhia, o modelo Work D2 proporciona até 25% mais quilometragem (em comparação ao modelo anterior), em terrenos agressivos. “Já no modelo Michelin X Works Z2 é possível chegar a 10% mais de quilometragem. O acréscimo de até 800 kg de carga por eixo geminado, em ambas as ofertas, também é uma evolução”, destaca a Michelin.

Outro diferencial é o design em V dos sulcos, no modelo Works D2, e a tecnologia
Redan, no Works Z2, atributos que geram menor retenção de pedras e perfurações, preservando a carcaça.

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Durante a 31ª Agrishow, a empresa também mostrou que o Michelin AXIOBIB 2, pneu
agrícola premium específico para tratores de alta potência, passa agora a ser fabricado no Brasil.

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