Sustentabilidade
Aprosoja MT lança Anuário 2025 e reforça transparência nas ações em defesa do produtor – MAIS SOJA

A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) lançou nesta quinta-feira (04.12), o Anuário 2025, documento que reúne ações institucionais, campanhas de sustentabilidade, atividades de defesa agrícola, avanços em logística e pautas estratégicas de políticas agrícolas realizadas e consolidadas por meio do trabalho intenso da entidade para auxiliar os produtores mato-grossense. Com versões impressa e digital, o anuário apresenta de forma detalhada as principais iniciativas realizadas ao longo do ano.
Entre os destaques estão ações de fortalecimento institucional, como Futuro em Campo, Agrosolidário, Eventos, Circuito Aprosoja MT, Academia de Liderança, Missões, além dos projetos de comunicação América Clima e Mercado, Mato Grosso Clima e Mercado e Apro360. O documento traz ainda informações sobre programas voltados à sustentabilidade e boas práticas, como Soja Legal, Campanha Contra Queimadas, Logística em Foco, e iniciativas ligadas à pesquisa e tecnologia desenvolvidas nos Centros de Pesquisa (CTECNOs). Também compõem o material os projetos Classificador Legal, Fertilizante Certo e Semente Forte, Simpósio Técnico e atualizações sobre a Moratória da Soja.
Para o presidente da Aprosoja Mato Grosso, Lucas Costa Beber, a consolidação do anuário representa a materialização dos esforços da entidade e reforça a transparência junto aos produtores.
“O anuário é uma maneira de prestar contas pela entidade mostrando um pouco dos trabalhos e ações que ela tem feito ao longo do ano em defesa do nosso setor. Nós sabemos que são grandes os desafios dos produtores, mas cada sucesso que temos nos nossos pleitos, sem dúvida nenhuma, é uma grande conquista para todo o nosso setor. Então, todo dia a Aprosoja MT já trabalha para buscar cada vez melhores condições para os produtores de todo o estado do Mato Grosso”, destacou o presidente.
O presidente da entidade também ressalta que o anuário é uma ferramenta estratégica para o planejamento das próximas ações da entidade em 2026. “O anuário é um registro daquilo que fica e das principais conquistas e trabalhos realizados não só pela diretoria e equipe, mas também com a participação de todos nossos associados. Além disso, o produtor precisa estar atento sempre ao que a Aprosoja MT tem desempenhado, os caminhos que a entidade está seguindo acompanhando as assembleias e reuniões que norteiam a vontade da maioria, ou seja, atende às necessidades do coletivo para o bem comum.”, pontuou.
O vice-presidente Norte da Aprosoja MT, Ilson Redivo, também enfatizou a importância do documento e seus efeitos no dia a dia dos produtores. Segundo ele, o anuário contribui para aproximar ainda mais a entidade dos núcleos regionais e lideranças locais.
“O anuário é uma ferramenta muito útil, porque os produtores não conseguem perceber a grandiosidade dos trabalhos que a Aprosoja MT faz. E a entrega desse documento contém todas as ações desenvolvidas pela entidade durante um ano letivo, mostrando ao produtor o trabalho que vem sendo realizado em benefício dele próprio. Então ele passa com isso a dar mais credibilidade e a valorizar mais a entidade. Além disso, a entrega do anuário fortalece a comunicação entre os núcleos e a entidade, trata a realidade para o produtor, para as entidades, para a comunidade de um modo geral e faz com que você dê mais visibilidade para nossa entidade”, salientou Redivo.
Para o vice-presidente Leste, Lauri Jantsch, os produtores da região têm acompanhado de perto o trabalho da Aprosoja MT e reconhecem o impacto dessas ações. Ele reforça que o levantamento anual ajuda a evidenciar a presença constante da entidade ao lado do produtor rural.
“O anuário traz as ações realizadas pela entidade durante o ano todo, então é uma forma de mostrar ao produtor o trabalho que vem sendo feito. Além disso, é uma forma de mostrar esse serviço no dia a dia, que a Aprosoja MT tem toda uma equipe trabalhando, levantando as demandas. E o trabalho é esse, levar as ações que a entidade fez para o produtor”, reforça Lauri.
O Anuário 2025 da Aprosoja Mato Grosso tem como propósito apresentar, de maneira clara e acessível, todas as ações desenvolvidas ao longo do ano, reafirmando o compromisso da entidade em atuar de com uma comunicação assertiva, transparente e alinhada às necessidades de quem produz.
Acesse ao Anuário 2025: https://siteapi.aprosoja.com.br/storage/uploads/d82a82d3-95e2-4005-ae15-c858812fd393.pdf
Sustentabilidade
Mercado brasileiro de milho deve ter uma terça-feira de preços firmes – MAIS SOJA

O mercado brasileiro de milho deve ter uma terça-feira de firmeza nos preços, tendo em vista uma maior procura por parte dos consumidores. Ainda há cautela por parte dos produtores, mas as negociações passam a ensaiar uma evolução. No cenário internacional, a Bolsa de Chicago cai, enquanto o dólar opera em queda frente ao real.
O mercado brasileiro de milho registrou preços firmes no começo da semana. Segundo o analista de Safras & Mercado, Paulo Molinari, as chuvas no Paraná seguram a colheita da safrinha e oferecem suporte aos preços. Ele destaca que os preços no porto não ajudam, mas há boa procura interna. “Não há força de alta, mas por enquanto o mercado se sustenta”, observa.
No Porto de Santos, o preço ficou entre R$ 65,50/70,00 a saca (CIF). Já no Porto de Paranaguá, cotação entre R$ 65,00/68,00 a saca.
No Paraná, a cotação ficou em R$ 59,00/61,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 60,00/62,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 67,00/68,00 a saca.
No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 68,00/69,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 57,00/60,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 56,00/58,00 a saca em Rio Verde – CIF. No Mato Grosso, preço ficou a R$ 54,00/56,00 a saca em Rondonópolis.
CHICAGO
* Os contratos com entrega em dezembro operam com recuo de 2,25 centavos de dólar, ou 0,47%, cotados a US$ 4,70 1/4 por bushels.
* O mercado opera em baixa, pressionado pela realização de lucros após a forte valorização registrada na sessão anterior, quando o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) apontou uma piora nas condições das lavouras acima do esperado pelo mercado. A queda do petróleo em Nova York também contribui para o recuo dos preços.
* Em seu relatório semanal, o USDA reduziu pela terceira semana consecutiva a classificação das lavouras norte-americanas, refletindo os impactos do clima quente e seco no Meio-Oeste dos Estados Unidos.
* Até 2 de agosto, 61% das lavouras foram classificadas entre boas e excelentes, abaixo dos 63% registrados na semana anterior. Outros 25% estavam em condição regular e 14% entre ruins e muito ruins, ante 12% na semana anterior. Apesar da queda nas cotações, a deterioração das lavouras limita um movimento mais intenso de baixa.
* Ontem (3), os contratos de milho com entrega em setembro fecharam a US$ 4,49 1/4, com avanço de 8,50 centavos, ou 1,92% em relação ao fechamento anterior. A posição dezembro fechou a sessão a US$ 4,72 1/2 por bushel, com alta de 8,50 centavos, ou 1,83% em relação ao fechamento anterior.
CÂMBIO
* O dólar comercial registra queda de 0,09, a R$ 5,0827. O Dollar Index registra avanço de 0,04%, a 99.942 pontos.
INDICADORES FINANCEIROS
* As principais bolsas na Europa operam com índices firmes. Paris, + 0,41%. Frankfurt, + 0,71%. Londres, + 0,49%.
* As principais bolsas da Ásia operaram em alta. Xangai, +0,33%. Japão, +0,32%.
* O petróleo opera com baixa. Setembro do WTI em NY: US$ 77,75 o barril (-3,22%).
AGENDA
09:30 – EUA: Balança Comercial de Bens e Serviços (junho).
11:30 – Dados sobre as lavouras do Paraná – Deral.
– Resultado financeiro da Gerdau e da Prio.
—–Quarta-feira (05/08)
06:00 – Zona do Euro: Índice de Preços ao Produtor (PPI, junho).
11:30 – EUA: Relatório Semanal de Petróleo da EIA.
18:30 – Definição da taxa Selic pelo Copom/BC.
– Resultado financeiro da Brava Energia.
—–Quinta-feira (06/08)
09:30 – Dados de exportação semanal de grãos dos EUA/USDA.
15:00 – Relatório de condições das lavouras da Argentina – Ministério da Agricultura.
15:00 – Dados de desenvolvimento das lavouras argentinas – Bolsa de Cereais de Buenos Aires.
15:00 – Balança comercial consolidada de julho/MDIC.
16:00 – Dados de desenvolvimento das lavouras no RS – Emater, na parte da tarde.
– Resultado financeiro da Petrorecôncavo e da Petrobras.
—–Sexta-feira (07/08)
09:30 – EUA: Relatório de Emprego/payroll (julho).
03:00 – Alemanha: Produção Industrial (junho).
08:00 – IGP-DI e os componentes: IPA-DI, IPC-DI e INCC-DI de julho/FGV.
16:00 – Dados de evolução das lavouras do Mato Grosso – IMEA.
– China: Balança Comercial (julho).
Autor/Fonte: Pedro Diniz Carneiro – pedro.carneiro@safras.com.br (Agência Safras)
Sustentabilidade
Soja mais cara em Mato Grosso reduz margem da indústria de esmagamento, aponta Imea

A valorização da soja em Mato Grosso voltou a pressionar a rentabilidade da indústria de processamento. Segundo boletim divulgado pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), a margem bruta de esmagamento recuou 20,52% em julho na comparação com junho, refletindo principalmente o aumento do custo de aquisição da matéria-prima.
Depois de vários meses de preços mais baixos, a soja registrou em julho a maior cotação média do ano no estado. A saca foi negociada, em média, a R$ 116,74, avanço de R$ 10,12 por saca (9,49%) em relação a junho e de R$ 4,39 (3,91%) na comparação com julho de 2025.
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Mesmo com a valorização dos coprodutos, o resultado não foi suficiente para compensar o aumento do preço do grão. No período, o farelo de soja acumulou alta de 4,46% e o óleo avançou 0,22%, enquanto a margem bruta de esmagamento fechou julho em média de R$ 435,43 por tonelada.
De acordo com o Imea, a entressafra e a menor disponibilidade de soja em Mato Grosso tendem a manter as cotações da oleaginosa em níveis elevados. Caso os preços do farelo e do óleo não acompanhem esse movimento, a margem das indústrias deverá seguir pressionada nos próximos meses.
Mercado acompanha safra dos Estados Unidos
No cenário internacional, o clima segue no radar dos agentes. Conforme o relatório, as lavouras norte-americanas classificadas como boas ou excelentes recuaram de 70,25% para 64,25% em relação ao mesmo período de 2025, em razão das altas temperaturas registradas no Corn Belt, que anteciparam a floração da soja.
Apesar da piora nas condições das lavouras, a estimativa do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, na sigla em inglês) ainda aponta produção recorde de 131,6 milhões de toneladas na safra norte-americana. O Imea ressalta, porém, que agosto é um mês decisivo para o desenvolvimento das lavouras, o que mantém o clima no centro das atenções do mercado.
Na última semana, o indicador do Imea mostrou a soja em Mato Grosso cotada, em média, a R$ 122,88 por saca, alta de 0,99% em relação à semana anterior, sustentada pela menor oferta do grão no estado. No mesmo período, os contratos da soja negociados em Chicago recuaram 3,51%, influenciados pela queda nas cotações do petróleo Brent.
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Sustentabilidade
TRIGO/CEPEA: Preço médio atinge maior patamar desde agosto de 2025 no PR – MAIS SOJA

As cotações do trigo no Paraná voltaram aos patamares observados em agosto de 2025, em termos reais, refletindo a restrição da oferta disponível no mercado spot.
De acordo com pesquisadores do Cepea, diante da necessidade de recompor estoques, compradores elevaram gradualmente suas ofertas em busca de lotes de melhor qualidade. No entanto, vendedores seguem com disponibilidade limitada de trigo da safra 2025, mantendo as negociações pontuais.
Segundo o Cepea, além da restrição de oferta, a última semana de julho foi marcada pelos primeiros reflexos do fenômeno El Niño, com elevado volume de chuvas e ventos intensos, deixando triticultores em alerta no Sul do Brasil. Esse cenário contribuiu para a elevação dos preços, principalmente no mercado de balcão paranaense, ressalta o Centro de Pesquisas.
Fonte: Cepea
Autor:Cepea
Site: Cepea
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