Connect with us
19 de junho de 2026

Sustentabilidade

Aprosoja MT lança Anuário 2025 e reforça transparência nas ações em defesa do produtor – MAIS SOJA

Published

on


A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) lançou nesta quinta-feira (04.12), o Anuário 2025, documento que reúne ações institucionais, campanhas de sustentabilidade, atividades de defesa agrícola, avanços em logística e pautas estratégicas de políticas agrícolas realizadas e consolidadas por meio do trabalho intenso da entidade para auxiliar os produtores mato-grossense. Com versões impressa e digital, o anuário apresenta de forma detalhada as principais iniciativas realizadas ao longo do ano.

Entre os destaques estão ações de fortalecimento institucional, como Futuro em Campo, Agrosolidário, Eventos, Circuito Aprosoja MT, Academia de Liderança, Missões, além dos projetos de comunicação América Clima e Mercado, Mato Grosso Clima e Mercado e Apro360. O documento traz ainda informações sobre programas voltados à sustentabilidade e boas práticas, como Soja Legal, Campanha Contra Queimadas, Logística em Foco, e iniciativas ligadas à pesquisa e tecnologia desenvolvidas nos Centros de Pesquisa (CTECNOs). Também compõem o material os projetos Classificador Legal, Fertilizante Certo e Semente Forte, Simpósio Técnico e atualizações sobre a Moratória da Soja.

Para o presidente da Aprosoja Mato Grosso, Lucas Costa Beber, a consolidação do anuário representa a materialização dos esforços da entidade e reforça a transparência junto aos produtores.

“O anuário é uma maneira de prestar contas pela entidade mostrando um pouco dos trabalhos e ações que ela tem feito ao longo do ano em defesa do nosso setor. Nós sabemos que são grandes os desafios dos produtores, mas cada sucesso que temos nos nossos pleitos, sem dúvida nenhuma, é uma grande conquista para todo o nosso setor.  Então, todo dia a Aprosoja MT já trabalha para buscar cada vez melhores condições para os produtores de todo o estado do Mato Grosso”, destacou o presidente.

O presidente da entidade também ressalta que o anuário é uma ferramenta estratégica para o planejamento das próximas ações da entidade em 2026. “O anuário é um registro daquilo que fica e das principais conquistas e trabalhos realizados não só pela diretoria e equipe, mas também com a participação de todos nossos associados. Além disso, o produtor precisa estar atento sempre ao que a Aprosoja MT tem desempenhado, os caminhos que a entidade está seguindo acompanhando as assembleias e reuniões que norteiam a vontade da maioria, ou seja, atende às necessidades do coletivo para o bem comum.”, pontuou.

O vice-presidente Norte da Aprosoja MT, Ilson Redivo, também enfatizou a importância do documento e seus efeitos no dia a dia dos produtores. Segundo ele, o anuário contribui para aproximar ainda mais a entidade dos núcleos regionais e lideranças locais.

“O anuário é uma ferramenta muito útil, porque os produtores não conseguem perceber a grandiosidade dos trabalhos que a Aprosoja MT faz. E a entrega desse documento contém todas as ações desenvolvidas pela entidade durante um ano letivo, mostrando ao produtor o trabalho que vem sendo realizado em benefício dele próprio. Então ele passa com isso a dar mais credibilidade e a valorizar mais a entidade. Além disso, a entrega do anuário fortalece a comunicação entre os núcleos e a entidade, trata a realidade para o produtor, para as entidades, para a comunidade de um modo geral e faz com que você dê mais visibilidade para nossa entidade”, salientou Redivo.

Para o vice-presidente Leste, Lauri Jantsch, os produtores da região têm acompanhado de perto o trabalho da Aprosoja MT e reconhecem o impacto dessas ações. Ele reforça que o levantamento anual ajuda a evidenciar a presença constante da entidade ao lado do produtor rural.

“O anuário traz as ações realizadas pela entidade durante o ano todo, então é uma forma de mostrar ao produtor o trabalho que vem sendo feito. Além disso, é uma forma de mostrar esse serviço no dia a dia, que a Aprosoja MT tem toda uma equipe trabalhando, levantando as demandas. E o trabalho é esse, levar as ações que a entidade fez para o produtor”, reforça Lauri.

O Anuário 2025 da Aprosoja Mato Grosso tem como propósito apresentar, de maneira clara e acessível, todas as ações desenvolvidas ao longo do ano, reafirmando o compromisso da entidade em atuar de com uma comunicação assertiva, transparente e alinhada às necessidades de quem produz.

Acesse ao Anuário 2025: https://siteapi.aprosoja.com.br/storage/uploads/d82a82d3-95e2-4005-ae15-c858812fd393.pdf

Continue Reading

Sustentabilidade

Trigo fecha em baixa em Chicago com dólar forte e perspectiva de ampla oferta global – MAIS SOJA

Published

on


A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou a sessão desta quinta-feira (18) em baixa, pressionada pela valorização do dólar e pelas perspectivas de ampla oferta global. Ainda assim, o contrato julho acumulou ganho de 3,24% na semana.

O mercado foi pressionado pela valorização do dólar frente às principais moedas e pelas perspectivas de ampla oferta global de trigo. O índice do dólar atingiu o maior nível em um ano após a reunião de política monetária do Federal Reserve reforçar as expectativas de elevação dos juros nos Estados Unidos.

A valorização da moeda norte-americana reduziu a competitividade do trigo dos Estados Unidos no mercado internacional, tornando o cereal mais caro para os compradores externos. Também pesou sobre as cotações a expectativa de uma grande safra na Rússia, principal exportadora mundial de trigo.

Operadores também ajustaram posições antes do feriado de Juneteenth nos Estados Unidos, que manterá os mercados de Chicago fechados nesta sexta-feira (19). Além disso, a queda do petróleo contribuiu para o movimento negativo observado ao longo da sessão.

O cenário de ampla disponibilidade global continuou limitando o impacto positivo da demanda observada recentemente em licitações internacionais. A agência estatal de grãos da Argélia (OAIC) comprou mais de 800 mil toneladas de trigo de moagem em uma licitação internacional encerrada nesta quarta-feira (18), segundo traders europeus.

As vendas líquidas norte-americanas de trigo para a temporada comercial 2026/27, iniciada em 1º de junho, somaram 400.800 toneladas na semana encerrada em 11 de junho, conforme dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O principal destino foi o Japão, com 167.400 toneladas. Para a temporada 2027/28, foram registradas vendas adicionais de 26.900 toneladas. O volume ficou dentro da faixa esperada pelo mercado, de 300 mil a 650 mil toneladas considerando as duas temporadas.

Os contratos com entrega em julho fecharam cotados a US$ 6,05 3/4 por bushel, com baixa de 7,00 centavos de dólar, ou 1,14%, em relação ao fechamento anterior. Já os contratos com vencimento em setembro encerraram a US$ 6,14 por bushel, com queda de 7,25 centavos de dólar, ou 1,16%.

Fonte: Agência Safras



 

FONTE

Autor:Luciana Abdur – luciana.abdur@safras.com.br (Safras News)

Site: Agência Safras

Continue Reading

Sustentabilidade

Sem Chicago, mercado de soja encerra semana travado; saiba como ficaram os preços

Published

on


Imagem de Александр Пономарев por Pixabay

O mercado brasileiro de soja encerrou a semana sem movimentações relevantes. De acordo com o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, a ausência de negociações na Bolsa de Chicago impediu uma formação mais efetiva dos preços ao longo desta sexta-feira. Segundo ele, as cotações observadas foram basicamente nominais, servindo apenas como referência para os agentes do mercado.

Silveira destaca que não houve registro de negociações expressivas ou de grandes lotes ao longo do dia. “A semana fechou sem volumes importantes rodando”, resume.

Cotações de soja

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 127,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 128,00
  • Cascavel (PR): manteve em R$ 121,50
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 113,00
  • Dourados (MS): manteve em R$ 115,00
  • Rio Verde (GO): manteve em R$ 116,00
  • Paranaguá (PR): manteve em R$ 132,50
  • Rio Grande (RS): manteve em R$ 134,00

Câmbio

No câmbio, o dólar comercial encerrou a sessão com queda de 0,19%, cotado a R$ 5,1640 para venda e a R$ 5,1620 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana variou entre R$ 5,1325 e R$ 5,1685. Apesar da baixa desta sexta-feira, a divisa acumulou valorização de 2,08% na semana.2,08% na semana.

O post Sem Chicago, mercado de soja encerra semana travado; saiba como ficaram os preços apareceu primeiro em Canal Rural.

Continue Reading

Sustentabilidade

Ceema/Unijuí: Mercado da soja opera entre a volatilidade externa e o avanço da safra americana – MAIS SOJA

Published

on


Em Chicago, as cotações da soja, após despencarem a partir do dia 02/06, quando o bushel chegou a US$ 11,13 nos dias 09 e 12 (a mais baixa cotação desde o dia 09/02/26), ensaiaram uma recuperação nesta semana, com o bushel alcançando US$ 11,32 no dia 17/06, para o primeiro mês cotado. Já o fechamento desta quinta-feira (18) ficou em US$ 11,22/bushel, contra US$ 11,15 uma semana antes.

Além da possibilidade de um acordo de cessar-fogo na guerra do Oriente Médio, o mercado esteve pressionado pelo clima positivo nos EUA, para a nova safra, e de olho nos juros daquele país. A manutenção do juro básico em 3,5% a 3,75% aa por lá leva muitos investidores, que esperavam um aumento nos mesmos, a buscarem comprar contratos de commodities, dentre eles o de soja, o que faz o bushel subir de valor.

Além disso, houve rumores de que a China estaria para comprar soja dos EUA, novamente. Lembrando, ainda, que no dia 30/06 teremos o relatório de área final semeada nos EUA, o que poderá definir a tendência das cotações para julho. Por outro lado, o plantio da soja nos EUA, até o dia 14/06, atingia a 95% da área prevista, contra 93% na média. Do total semeado, 88% das lavouras estavam germinadas. Soma-se a isso o fato de que a qualidade das lavouras melhorou na semana, com 66% das mesmas estando entre boas a excelentes, após recuarem para 65% na semana anterior. Outros 28% das lavouras estavam regulares e 6% ruins ou muito ruins.

Dito isso, na semana encerrada em 11 de junho, os EUA embarcaram 522.687 toneladas de soja, ficando dentro das expectativas do mercado. Em todo o atual ano comercial o volume embarcado totaliza 36,6 milhões de toneladas, ainda 20% a menos do que no mesmo período do ano anterior.

Já a Associação Nacional dos Processadores de Oleaginosas dos EUA informou que o esmagamento de soja no país, em maio, atingiu a 5,68 milhões de toneladas da oleaginosa, enquanto a projeção do mercado era de 5,77 milhões. Apesar de ficar abaixo do esperado, o volume é 8% maior do que no mesmo mês de 2025. Enquanto isso, os estoques de óleo de soja nos Estados Unidos estavam em 1,74 bilhão de libras, sendo 26% maiores do que um ano atrás.

Por sua vez, o acordo entre os EUA e o Irã para o término da guerra, que parece finalmente se consolidar, é positivo para os mercados e a economia mundial. Se ele for mantido, o mercado terá mais estabilidade a partir de agora, embora possa haver recuo nos valores da soja devido ao recuo nos preços do óleo de soja em Chicago, puxados pelo recuo nas cotações mundiais do petróleo. Tanto é verdade que o fechamento do óleo de soja, em Chicago, no dia 18/06, ficou em 69,69 centavos de dólar por librapeso, rompendo o piso dos 70,00 centavos pela primeira vez desde o dia 20 de abril passado. Todavia, por enquanto, a volatilidade do mercado não foi totalmente eliminada, pois há dúvidas quanto a eficácia do acordo.

Soma-se a isso as especulações climáticas sobre a safra dos EUA, pois as tendências indicariam, para julho, um clima um pouco mais seco nas regiões produtoras de soja daquele país. Enfim, no Brasil o mercado se mantém estável, com o câmbio girando entre R$ 5,05 e R$ 5,15 por dólar durante a semana. Assim, os preços, nas principais praças gaúchas, ficaram em R$ 114,00/saco, enquanto nas demais praças nacionais os mesmos giraram entre R$ 102,00 e R$ 114,00/saco.

Dito isso, a Conab, em seu boletim mensal de junho, trouxe a safra brasileira de 2025/26 para 180,2 milhões de toneladas, contra 171,5 milhões um ano antes. Isso representa um aumento de 5,1%. O Rio Grande do Sul, às voltas com nova estiagem, acabou colhendo 18,6 milhões de toneladas, contra 16,6 milhões no ano anterior, destacando que outras entidades gaúchas (Emater e iniciativa privada) avançam pouco mais de 13 milhões de toneladas colhidas no ano anterior. Segundo, ainda, a Conab, a produtividade média brasileira ficou em 61,9 sacos/hectare em 2025/26, enquanto a gaúcha atingiu a apenas 46,2 sacos.

Enfim, a exportação brasileira total de soja, em junho, está estimada em 15,3 milhões de toneladas segundo a Anec. Se confirmados, tais embarques cresceriam 1,5 milhão de toneladas em relação a junho do ano anterior.

Fonte: Informativo CEEMA UNIJUÍ, do prof. Dr. Argemiro Luís Brum¹

1 – Professor Titular do PPGDR da UNIJUÍ, doutor em Economia Internacional pela EHESS de Paris-França, coordenador, pesquisador e analista de mercado da CEEMA (FIDENE/UNIJUÍ).


undefined


 

Continue Reading
Advertisement
Advertisement
Advertisement

Agro MT