Sustentabilidade
Na última sexta-feira (21/11), a semeadura da soja da safra 25/26 atingiu 98,84% das áreas previstas em MT – MAIS SOJA

Na última semana, o preço da soja na CME-Group, no contrato corrente, fechou com média de US$ 11,39/bu alta de 1,57% em relação à semana anterior. Esse movimento está atrelado ao retorno da China às compras de soja dos EUA, diante da redução das taxas de importação. No entanto, o apetite da potência asiática ainda está abaixo do esperado pelo mercado, o que mantém os estoques elevados nos EUA e limita maiores ganhos em Chicago No Brasil, essa valorização ajuda a sustentar os preços internos, apesar da queda gradual dos prêmios nos portos.
Para embarques até o final do ano, os prêmios seguem positivos, porém o cenário muda para os contratos com vencimento a partir de fev/26, que já registram prêmios negativos. Por fim, é importante destacar que uma possível parceria comercial entre os EUA e a China, somada à continuidade dos prêmios negativos e ao cenário eleitoral no Brasil em 2026 (Dólar PTAX), pode intensificar a volatilidade do mercado e pressão baixista sobre as cotações.
ALTA: o preço da soja em Chicago para o contrato mar/26 exibiu um acréscimo de 0,35% no comparativo semanal, sendo cotado a US$ 11,47/bu.
AUMENTO: pautado pela menor disponibilidade de soja em grão em MT, o indicador Imea registrou valorização de 0,52% nos preços da oleaginosa.
RECUO: o prêmio exportação do porto de Santos exibiu uma redução de 3,58% frente semana passada, devido a valorização nos preços da soja na CME-Group
Na última sexta-feira (21/11), a semeadura da soja da safra 25/26 atingiu 98,84% das áreas previstas em MT, avanço de 2,48 p.p. em relação à semana anterior
No comparativo com a safra passada, o percentual está 1,01 p.p. abaixo e 0,26 p.p. menor que a média dos últimos cinco anos. Em relação às regiões, a Noroeste e a Norte finalizaram os trabalhos a campo nesta semana, enquanto as regiões Sudeste e Nordeste continuam sendo as mais atrasadas. As chuvas nesta safra têm sido irregulares e mal distribuídas em algumas regiões do estado, o que tem gerado atenção para o desenvolvimento das plantas, segundo informantes do Imea.
Nessas áreas, grande parte dos talhões já se encontram nos estádios R1 e R2, fases altamente sensíveis ao estresse hídrico, situação que pode prejudicar o potencial produtivo em algumas localidades do estado. Por fim, segundo o NOAA, para as próximas semanas o volume de chuva acumulado tende a ser maior, variando entre 35 e 45 mm na maior parte do estado.
Confira o Boletim Semanal da Soja n° 875 completo, clicando aqui!
Fonte: IMEA

Autor:Boletim Semanal da Soja
Site: IMEA
Sustentabilidade
Arroz/BR: Semeadura atinge 50,9% no país com avanço no RS e progresso nas demais regiões – MAIS SOJA

Arroz/BR: 50,9% semeado. No RS, o clima foi mais estável e permitiu bom avanço do plantio. Ao todo, cerca de 60% da área estadual está semeada, com bom desenvolvimento geral da cultura. No TO, as chuvas recentes permitiram o preparo e a sistematização das áreas de várzea, iniciando o plantio do arroz irrigado.
Em SC, mesmo com a baixa luminosidade, as temperaturas amenas e o excesso hídrico, o plantio avança e se aproxima do final. As lavouras apresentam danos pontuais por conta desse cenário climático.
No MA, a semeadura do arroz irrigado foi finalizada, restando as áreas tardias de arroz sequeiro. No PR, o clima foi mais favorável e permitiu a retomada do plantio. As condições das lavouras são consideradas boas.
Fonte: Conab
Autor:Conab
Site: Conab
Sustentabilidade
Soja despenca ao menor preço em 11 semanas em Chicago

Os preços da soja na Bolsa de Chicago (CBOT) recuam nesta quarta-feira (4), acumulando a oitava sessão consecutiva de perdas e atingindo o menor patamar em 11 semanas. O movimento é influenciado pelo avanço da colheita nos Estados Unidos, pela maior oferta global e pela competitividade da soja brasileira no mercado internacional.
Os contratos futuros com vencimento em janeiro eram negociados a US$ 12,02 por bushel na sessão eletrônica desta manhã, com desvalorização de 0,94%, equivalente a 11,50 centavos de dólar em relação ao fechamento anterior.
A proximidade do encerramento da colheita norte-americana mantém a pressão sobre as cotações, diante da ampla disponibilidade do grão. Ao mesmo tempo, o mercado acompanha a possibilidade de aumento da concorrência brasileira nas exportações, especialmente nos destinos internacionais fora da China.
Outro fator que pesa sobre os preços é o desempenho das compras chinesas, que seguem abaixo das expectativas dos operadores, mesmo após o anúncio de uma nova venda por exportadores privados.
Soja já havia fechado em queda na terça-feira
Na sessão de terça-feira (3), os contratos futuros da soja encerraram o dia em baixa, acompanhando a desvalorização do petróleo e os fundamentos de oferta e demanda.
O contrato com vencimento em janeiro fechou cotado a US$ 12,14 por bushel, com recuo de 0,22%, equivalente a 2,75 centavos de dólar.
Já a posição março terminou o pregão a US$ 12,20 por bushel, registrando queda de 0,46%, ou 5,75 centavos de dólar.
O comportamento do mercado reflete a combinação entre o aumento da disponibilidade de soja nos Estados Unidos, a concorrência brasileira e as incertezas sobre o ritmo da demanda internacional.
Sustentabilidade
Trigo fecha em baixa em Chicago com negociações de paz e avanço das safras no Hemisfério Sul – MAIS SOJA

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou a sessão desta terça-feira (3) em baixa. O mercado foi pressionado pelas expectativas em torno das negociações de paz entre Rússia e Ucrânia, que podem facilitar os embarques de grãos pelo Mar Negro, e pelo avanço das safras de trigo no Hemisfério Sul, ampliando as perspectivas de oferta global.
O Kremlin confirmou nesta terça-feira que a Rússia participará de negociações trilaterais com Ucrânia e Estados Unidos em Abu Dhabi, nos dias 10 e 11 de novembro. O encontro havia sido anunciado na segunda-feira pelo enviado norte-americano Steve Witkoff. Os esforços diplomáticos para encerrar o conflito, aliados ao aumento das exportações russas pelo Mar Báltico, reduziram as preocupações com as interrupções nos embarques pelo Mar Negro.
No cenário de oferta, a consultoria russa IKAR reduziu nesta terça-feira sua projeção para o potencial de exportação de trigo da Rússia na temporada comercial 2026/27, de 42 milhões para 39,5 milhões de toneladas. Na Ucrânia, a colheita de grãos alcançou 44,6 milhões de toneladas em 8,7 milhões de hectares até 3 de novembro, o equivalente a aproximadamente 75% da área semeada, segundo o Ministério da Agricultura do país.
Segundo a Dow Jones, a diferença entre as incertezas geopolíticas e a queda dos preços do trigo evidencia a necessidade de distinguir os riscos potenciais de oferta das condições imediatas de abastecimento. Os especialistas destacam que a Bolsa de Rosário elevou recentemente sua estimativa para a safra argentina de trigo, enquanto a colheita australiana ganha ritmo.
Ainda de acordo com os comentários, o avanço da colheita no Hemisfério Sul e os desdobramentos no Mar Negro serão determinantes para o comportamento das cotações. A demanda pelo trigo norte-americano também dependerá, em parte, da competitividade dos preços do produto dos Estados Unidos, considerando os custos de entrega em relação aos de outras origens.
Os contratos com entrega em dezembro fecharam cotados a US$ 5,99 3/4 por bushel, com baixa de 6,75 centavos de dólar, ou 1,11%, em relação ao fechamento anterior. Já os contratos com vencimento em março encerraram a US$ 6,10 3/4 por bushel, com recuo de 8,75 centavos de dólar, ou 1,41%.
Fonte: Agência Safras
Autor:Luciana Abdur – luciana.abdur@safras.com.br (Safras News)
Site: Agência Safras
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