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4 de agosto de 2026

Sustentabilidade

Chega ao mercado brasileiro solução integrada para o controle biológico de fungos e nematoides – MAIS SOJA

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A crescente pressão de patógenos de solo, especialmente os nematoides e fungos fitopatogênicos, tem colocado em xeque a estabilidade produtiva das principais culturas agrícolas brasileiras. Esses organismos, além de prejudicarem o desenvolvimento radicular e a absorção de nutrientes, criam “portas de entrada” para doenças secundárias, como o mofo-branco, responsável por perdas expressivas em lavouras de soja e feijão.

Frente a esse desafio, a Superbac, empresa especialista em biotecnologias para o campo, aposta em uma abordagem inovadora, lançando no mercado nacional o Tilsis. A novidade é um produto biológico com ação nematicida e fungicida em uma mesma formulação e que oferece dupla proteção e maior consistência agronômica.

Desenvolvido com base na associação de dois isolados de Bacillus — Bacillus subtilis e Bacillus amyloliquefaciens, cepas exclusivas da Superbac, o Tilsis combina mecanismos complementares que garantem ampla proteção à planta, desde as raízes até as folhas. “A ação ocorre por meio da produção de compostos bioativos, como lipopeptídeos e enzimas hidrolíticas, que rompem as membranas celulares dos fitonematoides e fungos fitopatogênicos, levando à morte celular.”

“Além disso, são bactérias extremamente eficientes em formar biofilmes”, explica Fernando Ferraz Barros, engenheiro agrônomo e superintendente de Novos Negócios, responsável pelo Brasil. “O produto estimula a resistência sistêmica da planta e o crescimento radicular, o que favorece a absorção de nutrientes e confere maior resiliência frente a estresses ambientais.”

Com essa formulação de dupla ação, o lançamento tem se mostrado eficaz contra três dos principais inimigos das lavouras: o nematoide-das-lesões (Pratylenchus brachyurus), o fungo do mofo-branco (Sclerotinia sclerotiorum) e o nematoide-de-cisto (Heterodera glycines). Ensaios de campo realizados em diferentes regiões e culturas demonstraram incrementos significativos na produtividade.

Em áreas de soja, observou-se aumento médio de 10,8% na produção em relação ao controle e 4,7% acima do padrão biológico comercial. Já na cultura do feijão, o ganho chegou a 15,3% no controle de nematoides e 16,9% no manejo de mofo-branco, com desempenho superior às referências tradicionais. Em milho, os resultados apontaram um incremento médio de 29% na produtividade em relação a áreas sem tratamento e 9,8% acima dos biológicos líderes de mercado, isso para áreas com incidência de nematoides.

“O Tilsis entrega uma dupla ação biológica consistente: atua contra patógenos radiculares e foliares e, ao mesmo tempo, estimula o vigor da planta. É um avanço importante para o manejo integrado de doenças, porque traz previsibilidade e estabilidade ao produtor”, afirma Barros. Para ele, “a integração de diferentes cepas de Bacillus e a formação de biofilmes radiculares são diferenciais que garantem maior durabilidade da ação e redução de perdas por estresse ambiental”, complementa.

Outros benefícios

O profissional da Superbac também destaca o novo biofungicida/bionematicida pela versatilidade de aplicação, que pode ser utilizado no tratamento de sementes, no sulco de plantio ou via foliar, e pela estabilidade prolongada, com 24 meses de validade sem necessidade de refrigeração. Ele é ainda compatível com os principais defensivos químicos utilizados no manejo integrado, ou seja, permite ao agricultor integrar práticas biológicas ao sistema convencional sem comprometer o desempenho dos demais insumos.

A empresa ressalta o caráter sustentável do produto, alinhado à tendência global de redução do uso de químicos sintéticos e valorização do equilíbrio biológico do solo. “A biotecnologia agrícola vem abrindo espaço para soluções multifuncionais, capazes de controlar patógenos e, ao mesmo tempo, fortalecer o sistema produtivo de forma mais sustentável”, afirma Barros.

Fonte: Assessoria de Imprensa Superbac



 

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Sustentabilidade

Trigo fecha em forte baixa em Chicago com avanço da colheita e melhora das lavouras nos EUA – MAIS SOJA

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A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou a sessão desta terça-feira (4) em forte baixa. O mercado foi pressionado pelo avanço da colheita de trigo nos Estados Unidos, pela melhora das condições das lavouras de primavera e pela perspectiva de clima favorável nas principais regiões produtoras do país.

Segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a colheita do trigo de inverno alcançou 86% da área até 2 de agosto, ante 81% na semana anterior, em linha com o mesmo período do ano passado e com a média dos últimos cinco anos. Já o trigo de primavera apresentou melhora nas condições das lavouras, com 55% das áreas classificadas entre boas e excelentes, ante 53% na semana anterior. A colheita da cultura também avançou para 5% da área.

A queda do petróleo também contribuiu para pressionar o mercado agrícola. A perspectiva de um acordo entre Estados Unidos e Irã derrubou as cotações da commodity, estimulando um movimento de vendas nas commodities agrícolas, incluindo o trigo.

Os contratos com entrega em setembro fecharam cotados a US$ 6,38 1/4 por bushel, com baixa de 12,75 centavos de dólar, ou 1,95%, em relação ao fechamento anterior. Já os contratos com vencimento em dezembro encerraram a US$ 6,57 por bushel, com recuo de 12,25 centavos de dólar, ou 1,83%.

Fonte: Agencia Safras



 

FONTE

Autor:Luciana Abdur – luciana.abdur@safras.com.br (Safras News)

Site: Agência Safras

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Sustentabilidade

Milho 2ª Safra: 69,1% colhido no país entre desafios climáticos e boas produtividades – MAIS SOJA

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Milho 2ª Safra- 69,1% colhido. Em MT, a colheita se aproxima dos últimos talhões e as boas produtividades têm sido mantidas. No PR, a colheita avança gradualmente, favorecida pelas janelas de tempo seco.

Em MS, a colheita foi interrompida no Sudoeste devido às chuvas, mas avançou nas demais regiões. Em GO, a redução da umidade dos grãos devido ao tempo seco favoreceu ao avanço da colheita. Em SP, a colheita continua atrasada no estado devido ao prolongamento do ciclo do cereal e a alta umidade dos grãos.

Em MG, a colheita avança nas áreas de sequeiro e a baixa produtividade do cereal vai se confirmando. No TO, a colheita se aproxima dos últimos talhões e as produtividades são consideradas satisfatórias. Na BA, a colheita se aproxima do fim.

No MA, a colheita foi finalizada nos Gerais de Balsas e avança nas demais regiões. As produtividades das lavouras tardias apresentam redução. No PI, a colheita avança normalmente e se aproxima da finalização. Devido à parada precoce das chuvas, as produtividades estão inferiores às do último ciclo.

No PA, a colheita foi finalizada nos polos de Redenção e da BR-163. Nos polos de Santarém e Paragominas, a colheita avança com boas produtividades sendo obtidas, refletindo as condições climáticas favoráveis durante o ciclo.

Fonte: Conab



 

FONTE

Autor:Conab

Site: Conab

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Sustentabilidade

Com 28,4% concluídos, colheita do algodão avança pelos principais estados produtores – MAIS SOJA

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Algodão -28,4% colhido. Em MT, a colheita da primeira safra avança enquanto a retirada da fibra da segunda safra ainda está em estádio inicial. No manejo fitossanitário, o bicudo-doalgodoeiro permanece mantido sob controle.

Na BA, a colheita se aproxima da metade nas áreas de sequeiro. No MA, nos Gerais de Balsas, a colheita alcança cerca de 67% da área estimada, com a primeira safra dentro do
planejamento e a segunda, iniciada no fim de julho, está avançada.

Em MS, a colheita segue em ritmo acelerado na região Norte, com intensificação dos maturadores. Na região central, as chuvas atrasaram as operações. Em MG, a colheita atinge cerca de 37% e segue avançando, com produtividade superando as estimativas iniciais no sequeiro e, sobretudo, nas áreas irrigadas.

Em GO, a colheita atinge metade da área nas duas principais regiões produtoras, Leste e Sul. A maior parte das lavouras está em maturação e o fornecimento de água foi suspenso. Os rendimentos estão dentro das expectativas iniciais.

No PI, a colheita alcança cerca de 62% da área semeada. Em SP, a colheita está concluída.

Previsão Agrometeorológica (03/08/2026 a 10/08/2026)

N-NE: Os maiores acumulados de chuva devem ocorrer no Oeste do AM, podendo, pontualmente, ultrapassar 80 mm. No litoral do PA, no AP, em RR e no AC, os acumulados podem ficar em torno de 7 mm. Nas demais áreas da região Norte, os acumulados podem ser de até 5 mm.  Na Região Nordeste, as chuvas devem se concentrar ao longo da faixa litorânea, com destaque para o litoral Sul da BA e entre Natal e Maceió, onde, pontualmente, os acumulados podem atingir cerca de 20 mm. Nas demais áreas da faixa litorânea, os acumulados devem ser inferiores a 10 mm, mantendo a restrição hídrica para o feijão e o milho terceira safra no Sealba. No interior da Região Nordeste, não há previsão de chuva, favorecendo a qualidade da fibra do algodão.

CO: O tempo firme deve predominar ao longo da semana na maior parte da Região, abrangendo, principalmente, o DF e o GO. Há previsão de chuva apenas nas áreas do Noroeste de MT e do sul de MS, onde os acumulados devem ficar em torno de 10 mm. As condições permanecerão favoráveis para a maturação e a colheita do algodão e do milho segunda safra, além do trigo sequeiro. Em MS, a umidade no solo deve ser suficiente para as lavouras de trigo.

SE: O tempo deve permanecer estável ao longo da semana. Ainda assim, há previsão de chuva em áreas do Sul e Leste de SP, especialmente, na sexta-feira. No Norte do ES, há previsão de chuva fraca, onde os acumulados não devem ultrapassar 5 mm. Nas demais áreas da Região, o predomínio será de tempo firme, com baixa probabilidade de ocorrência de chuva. No geral, as condições se manterão favoráveis para a maturação e a colheita dos cultivos de grãos, da cana-de-açúcar e do café.

S: A semana inicia com predomínio de tempo instável. No RS, há previsão de tempestades e chuva localmente intensa, com possibilidade de queda de granizo e danos pontuais às lavouras. Os maiores volumes podem ocorrer na terça-feira, com acumulado de 50 mm, e na quarta, com acumulados de 40 mm. Ainda na quartafeira, pode ter chuva em SC com acumulados de até 30 mm. No restante da semana, a chuva se desloca para o PR, porém, diminui a intensidade e não deve ultrapassar 20 mm. A partir de sexta-feira, a previsão é de redução das temperaturas, com possível ocorrência de geadas no RS, mas sem danos significativos às lavouras.

Fonte: Conab


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FONTE

Autor:Conab

Site: Conab

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