Connect with us
3 de agosto de 2026

Featured

Black Friday deve movimentar mais de R$ 269 milhões em Cuiabá, projeta CDL

Published

on


Pesquisa da Câmara de Dirigentes Lojistas de Cuiabá (CDL Cuiabá) mostra que 38% dos cuiabanos pretendem realizar compras na Black Friday, o que representa um movimento de 176.174 pessoas no comércio e a injeção de mais de R$ 269 milhões na economia local. Os números confirmam a data como um importante momento de aquecimento de vendas para o varejo de Cuiabá.

Apesar de 79,95% dos entrevistados não terem consumido nada na última Black Friday, uma parcela significativa de 61,54% afirmou esperar as promoções da data para comprar. A pesquisa, realizada pelo Núcleo de Inteligência de Mercado da CDL Cuiabá de 15 de outubro a 10 de novembro, mostra que o ticket médio das compras será de R$ 1.529,24, sendo que 89,04% dos consumidores comprarão para si mesmos.

“A importância da Black Friday tem aumentado junto ao consumidor cuiabano, o que é sempre bom para as vendas. No entanto, 59,72% das pessoas não vão antecipar a compra de Natal, o que mostra que o varejo precisa estar pronto para as duas datas”, analisa o presidente da entidade, Júnior Macagnam.

Criada nos Estados Unidos, a Black Friday é uma data comercial que ganhou força globalmente e se tornou uma grande oportunidade de vendas impulsionada pela internet. Neste ano, a previsão é de que 35,62% dos cuiabanos que vão aderir à data farão compras pela Internet, enquanto 73,97% ainda optam pelas lojas físicas. Entre os produtos mais citados na intenção de compra estão roupas e calçados (39,73%), seguidos por eletrodomésticos (28,08%) e celulares/smartphones/eletrônicos (26,71%).

Entre as formas de pagamento preferidas, 43,84% citaram cartão de crédito, 20,55% o Pix e 17,12% o cartão de débito.

Continue Reading

Featured

CCZ de Várzea Grande disponibiliza pets para adoção e reforça combate ao abandono

Published

on


Unidade está com 11 animais disponíveis, realiza acompanhamento dos adotantes e alerta que abandono de cães e gatos é crime

O Centro de Controle de Zoonoses de Várzea Grande está com pets para adoção. Mesmo não sendo um órgão que receba animais para abrigo e doações, algumas pessoas insistem na prática do crime de abandono, obrigando a unidade municipal a recolher, cuidar, vacinar e colocar para adoção. Neste momento, oito pets estão disponíveis para um lar cheio de amor, cuidado e proteção. São seis gatas adultas e dóceis, dois cães adultos – um macho e uma fêmea – e três filhotes de cerca de dois meses de idade, de porte médio.

 

Como explica a gerente do CCZ VG, a médica veterinária Patrícia Viviani, todos os pets estão saudáveis, com teste negativo para leishmaniose, vermifugados e vacinados contra a raiva, imunizante disponibilizado pelo órgão e que pode ser procurado pela população por meio da livre demanda, sempre em horário comercial de segunda a sexta-feira.

 

As gatas disponíveis deixaram a situação de abandono e estão muito adaptadas ao convívio com humanos. Já os filhotes, dois machos e uma fêmea, estão com menos de três meses, vermifugados, também estão ativos e super saudáveis. Assim que completarem três meses poderão receber o cronograma de vacinação, principalmente, a primeira dose da antirrábica.

 

Há ainda um cão adulto, que pelo perfil sugere ser criado em um espaço grande, como sítios, chácaras e fazenda. Já a fêmea tem perfil mais dócil.

 

“Mas é importante que os futuros tutores já levem os filhotes para receber toda a primeira proteção vacinal que incluiu, além da antirrábica – que temos aqui – a polivalente (V8 ou V10) que protege contra cinomose, parvovirose, hepatite, leptospirose e outras doenças graves. O filhote precisa de 3 a 4 doses, com intervalo de 21 a 30 dias entre elas. Essas doses não são ofertadas pelo CCZ”, pontua a veterinária.

 

Outra etapa importante nesse processo é o acompanhamento. A médica veterinária explica que depois da adoção há um período de contato para avaliar a adaptação do pet a nova rotina e as condições de tratamento ofertadas.

 

Para se candidatar à adoção, o CCZ VG faz uma entrevista, a pessoa preenche uma ficha. “Daí avaliamos se a pessoa tem condições de levar o cãozinho para adoção, de cuidar adequadamente deles. E alguns dias depois nós também vamos até a casa da pessoa verificar se está tudo bem, se ocorreu algum imprevisto, se está mesmo em condições de continuar com o animalzinho e fazemos esse monitoramento após a adoção”, explica Patrícia.

 

COMO ADOTAR? – É um atendimento 100% presencial. Os candidatos à adoção devem apresentar documentação pessoal com foto e um comprovante de residência.

 

Esse atendimento ocorre em horário comercial, de segunda à sexta-feira, das 7h às 11h e das 13h às 17 h.

 

Fora isso, qualquer outro tipo de dúvida pode ser esclarecida por meio do WhatsApp do CCZ VG: 65 9 8476-5719.

 

VACINAÇÃO ANTIRRÁBICA – A gerente do CCZ VG reforça que independentemente de campanhas de vacinação, o CCZ está aberto o ano todo para vacinar cães e gatos contra a raiva. A oferta desse imunizante faz parte da rotina da unidade municipal.

 

Essa imunização pode ser feita também em domicílio para tutores com muitos pets e que não tenham condições de se descolar até o CCZ. Esse atendimento é feito por meio de uma lista de espera e agendado com antecedência pela equipe responsável. Contato que também pode ser feito pelo WhatsApp.

 

ALERTA – Como reforça a gerente da Unidade e o médio veterinário que é o Responsável Técnico do CCZ, Luciano Miranda, o CCZ não é abrigo. O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) é um órgão de saúde pública cuja função principal é prevenir e controlar doenças que podem ser transmitidas entre animais e seres humanos (zoonoses), como raiva, leishmaniose e leptospirose. “CCZ não é um abrigo nem um canil municipal para receber animais abandonados. Abandono é crime e os responsáveis devem responder por abandono e maus-tratos”, reforça Patrícia.

 

O RT destaca que entre as principais funções do CCZ está: Monitorar e investigar riscos de doenças coletivas transmitidas por animais ou vetores. Organizar campanhas de vacinação de cães e gatos contra a raiva. Atuar no controle de animais sinantrópicos (como ratos, morcegos e pombos) em áreas públicas. Recolher temporariamente animais que representam perigo iminente à saúde pública (por exemplo, suspeita de raiva ou agressividade extrema em vias públicas).

Continue Reading

Featured

A cidade começa na calçada

Published

on


Quando pensamos em desenvolvimento urbano, quase sempre imaginamos grandes avenidas, viadutos, pontes ou obras de infraestrutura. Tudo isso é importante, mas existe um elemento muito mais presente na vida das pessoas e que, muitas vezes, passa despercebido: a calçada. É nela que a cidade realmente começa, porque é por ela que todos nós caminhamos antes de entrar em um carro, em um ônibus, em um comércio ou em uma praça.

A qualidade de uma cidade pode ser medida pela forma como ela trata o pedestre. É pela calçada que uma criança vai à escola, um idoso chega à farmácia, uma mãe empurra o carrinho do filho e um trabalhador segue até o ponto de ônibus. Quando esse espaço está esburacado, desnivelado, ocupado irregularmente ou simplesmente não existe, a cidade transmite uma mensagem clara: as pessoas deixaram de ser prioridade.

Não é preciso olhar para a Europa para encontrar bons exemplos. Curitiba transformou o cuidado com as calçadas em uma política permanente de urbanismo e acessibilidade. Maringá tornou-se referência nacional pela arborização, pela conservação dos espaços públicos e pela qualidade de seus passeios. Joinville e Blumenau também demonstram como calçadas bem cuidadas, praças limpas, iluminadas e bem conservadas tornam a cidade mais acolhedora para moradores, turistas e comerciantes.

Essas cidades compreenderam que desenvolvimento urbano não se resume a grandes obras. A qualidade de vida nasce dos espaços que as pessoas utilizam diariamente. Calçadas acessíveis, arborização, praças bem cuidadas, iluminação eficiente e limpeza permanente estimulam a convivência, fortalecem o comércio de rua, aumentam a sensação de segurança e fazem com que os moradores sintam orgulho da cidade onde vivem.

Em Cuiabá, infelizmente, ainda convivemos com uma realidade distante desse padrão. Além das calçadas interrompidas, desniveladas ou sem acessibilidade, muitas praças apresentam sinais evidentes de abandono.

A Praça Ipiranga, um dos espaços mais tradicionais da capital, frequentemente convive com acúmulo de lixo e mau cheiro, enquanto a Praça Popular, um dos principais pontos de encontro da cidade, além de estar coberta de lixo, sofre com a iluminação deficiente e manutenção insuficiente. Em vez de convidarem as famílias ao convívio, ao esporte e ao lazer, esses espaços acabam transmitindo uma sensação de descuido incompatível com a importância que têm para a vida urbana.

Como contador e empresário, aprendi que cidades agradáveis também são cidades economicamente mais fortes. O comércio prospera quando as pessoas caminham pelas ruas com conforto e segurança, frequentam as praças, permanecem mais tempo nos espaços públicos e ocupam naturalmente os centros comerciais. Investir nesses ambientes não é apenas uma política de urbanismo; é também uma política de desenvolvimento econômico.

É evidente que Cuiabá precisa continuar investindo em mobilidade, infraestrutura e transporte coletivo. Mas nenhuma dessas políticas produzirá resultados completos se esquecermos que toda viagem começa e termina a pé.

Antes de sermos motoristas, passageiros ou ciclistas, todos nós somos pedestres, e uma cidade que não acolhe quem caminha dificilmente será acolhedora para qualquer outro meio de transporte.

Talvez esteja na hora de ampliarmos o conceito de desenvolvimento urbano. Em vez de avaliar uma administração apenas pelo número de quilômetros de asfalto entregues ou pelas grandes obras inauguradas, deveríamos observar também a qualidade das calçadas, das praças e dos espaços públicos onde a vida realmente acontece.

Cuidar desses pequenos detalhes não é uma questão estética, mas uma demonstração de respeito ao cidadão e de compromisso com a qualidade de vida. Afinal, uma cidade verdadeiramente humana não se mede apenas pelo tamanho de suas avenidas, mas pelo cuidado com os lugares onde seus moradores caminham, convivem e constroem diariamente a sua história.

_____________
*RODRIGO ARRUDA E SÁ é contador, bacharel em Direito, empresário e ex-vereador de Cuiabá.*

Continue Reading

Agro Mato Grosso

Possibilidade de “Super El Niño” acende alerta e exige planejamento para safra 2026/27

Published

on

Informação, monitoramento e antecipação são ferramentas para o produtor enfrentar desafios climáticos com segurança, eficiência e previsibilidade

Continue Reading
Advertisement
Advertisement
Advertisement

Agro MT