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4 de agosto de 2026

Sustentabilidade

Mercado de biodefensivos cresce 18%, para R$ 4,35 bilhões na safra 2024-25, aponta levantamento da Kynetec Brasil – MAIS SOJA

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Principal empresa do mercado de pesquisas para o agronegócio, a Kynetec acaba de divulgar o levantamento FarmTrak Bioinsumos da safra 2024-25. Conforme o estudo exclusivo, anual, defensivos agrícolas de matriz biológica totalizaram R$ 4,35 bilhões em vendas no país na atual temporada, um crescimento de 18% ante 2023-24 (R$ 3,692 bilhões). “Produtores buscam meios inovadores para complementar o manejo e também registramos uma ‘enxurrada’ de novas marcas e produtos biológicos na safra”, resume Felipe Abelha, especialista em pesquisas da Kynetec.

De acordo com o FarmTrak da Kynetec, seis culturas concentram atualmente as vendas de bioinsumos no país: soja, 48% do total (R$ 2,088 bilhões), milho verão e segunda safra, 31% (R$ 1,35 bilhão), cana-de-açúcar, 12% (R$ 522 milhões), algodão, 4% (R$ 174 milhões), café, 3% (R$ 130 milhões) e hortaliças-frutíferas, 2% (R$ 87 milhões).

Felipe Abelha lembra que os bioinsumos correspondem hoje a quase 5% do total movimentado pelo setor de proteção de cultivos no país, em torno de R$ 100 bilhões anuais. Segundo o executivo, o mercado brasileiro de bioinsumos quase quadruplicou desde 2020, quando era da ordem de R$ 1 bilhão.

“Na soja, em cinco anos as vendas de bioinsumos subiram de R$ 560 milhões para R$ 2 bilhões. Outra cultura que chama a atenção pelo desempenho dos produtos, no mesmo período, é a do milho na segunda safra, na qual as transações saíram de R$ 100 milhões para R$ 1,1 bilhão”, enfatiza Abelha.

Conforme Abelha, os principais impulsionadores do crescimento sustentado dos bioinsumos são o desenvolvimento de resistência de pragas e doenças a produtos químicos e a variação de preços dos insumos convencionais. Pesam ainda a favor dos defensivos biológicos a facilidade para a regulamentação de produtos e exigências específicas interpostas por órgãos internacionais, relacionadas a parâmetros de segurança na produção agrícola de exportação.

Números e destaques entre bioinsumos

Bionematicidas aparecem na primeira posição do ranking da Kynetec de bioinsumos mais comercializados no país em 2024-25. Equivaleram a 44% do mercado ou R$ 1,926 bilhão, contra R$ 1,573 bilhão do ciclo 2023-24. Bioinseticidas vêm a seguir no levantamento: 39% ou R$ 1,687 bilhão, face a R$ 1,628 bilhão da temporada anterior. Terceira categoria mais demandada, a dos biofungicidas preencheu 17% do total na última safra, R$ 735 milhões, frente a R$ 491 milhões do período passado.

“Bionematicidas permaneceram na dianteira do mercado, em linha com a série histórica. Sua utilização na temporada 2024-25 se deu principalmente sobre o grupo de organismos ‘Bacillus spp’”, comenta Abelha. “Neste caso, necessário ressaltar ainda o crescimento de vendas de R$ 711 milhões da categoria medido nos últimos cinco anos. Nematicidas biológicos se consolidaram como principal solução no controle de nematoides, à frente, inclusive, dos químicos.”

Ainda de acordo com Abelha, o FarmTrak também mostrou crescimento significativo dos biofungicidas. Os produtos responderam por 21% ou aproximadamente 17 milhões de hectares de toda a área potencial tratada (PAT) com biológicos no Brasil, da ordem de 83 milhões de hectares. “Em valor, a categoria teve alta de 41% (R$ 735 milhões)”, reforça o executivo.

“Doenças provocadas por fungos ajudaram bastante a impulsionar o mercado de bioinsumos em 2024-25”, diz Abelha. “Esse avanço tem relação com a incorporação de manejos de doenças tais como manchas e ferrugens, principalmente ferrugem da soja”

Já entre os bioinseticidas, assinala o executivo, ganhou tração em 2024-25 o subsegmento para controle de lagartas, marcadamente o de produtos à base de ‘baculovírus’. “A pesquisa observou ‘escape’ de pragas nas grandes culturas, incluindo maior pressão de lagartas, decorrente da redução na efetividade das chamadas biotecnologias de última geração utilizadas no país.”

Conforme conclui o novo FarmTrak Bioinsumos da Kynetec, há uma tendência crescente no país de adesão de agricultores a insumos de matriz biológica.

“Nos últimos cinco anos, a área potencial tratada com esses produtos (PAT) passou de 21,9% para 46,7% nos principais cultivos, uma alta representativa. Em Goiás e no Mato Grosso, por exemplo, grandes estados produtores, os níveis de adoção já superam 50% da área cultivada”, finaliza Felipe Abelha.

Segundo a Kynetec, o levantamento FarmTrak Bioinsumos 2024-25 resultou de 13 mil entrevistas, realizadas pessoalmente com produtores de toda a fronteira agrícola brasileira.

Sobre a Kynetec

A Kynetec é líder global em análises e insights de dados agrícolas, especializada em saúde animal, nutrição animal, proteção de cultivos, máquinas agrícolas, sementes-biotecnologia e fertilizantes. Possui equipes localizadas em 30 países e fornece dados provenientes de 80 países. No Brasil, a Kynetec Brasil adquiriu o controle das consultorias Spark Inteligência Estratégica e MQ Solutions. https://www.linkedin.com/showcase/kynetec-brasil/

Fonte: Assessoria de Imprensa Kynetec



 

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Sustentabilidade

Milho 2ª Safra: 69,1% colhido no país entre desafios climáticos e boas produtividades – MAIS SOJA

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Milho 2ª Safra- 69,1% colhido. Em MT, a colheita se aproxima dos últimos talhões e as boas produtividades têm sido mantidas. No PR, a colheita avança gradualmente, favorecida pelas janelas de tempo seco.

Em MS, a colheita foi interrompida no Sudoeste devido às chuvas, mas avançou nas demais regiões. Em GO, a redução da umidade dos grãos devido ao tempo seco favoreceu ao avanço da colheita. Em SP, a colheita continua atrasada no estado devido ao prolongamento do ciclo do cereal e a alta umidade dos grãos.

Em MG, a colheita avança nas áreas de sequeiro e a baixa produtividade do cereal vai se confirmando. No TO, a colheita se aproxima dos últimos talhões e as produtividades são consideradas satisfatórias. Na BA, a colheita se aproxima do fim.

No MA, a colheita foi finalizada nos Gerais de Balsas e avança nas demais regiões. As produtividades das lavouras tardias apresentam redução. No PI, a colheita avança normalmente e se aproxima da finalização. Devido à parada precoce das chuvas, as produtividades estão inferiores às do último ciclo.

No PA, a colheita foi finalizada nos polos de Redenção e da BR-163. Nos polos de Santarém e Paragominas, a colheita avança com boas produtividades sendo obtidas, refletindo as condições climáticas favoráveis durante o ciclo.

Fonte: Conab



 

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Autor:Conab

Site: Conab

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Sustentabilidade

Com 28,4% concluídos, colheita do algodão avança pelos principais estados produtores – MAIS SOJA

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Algodão -28,4% colhido. Em MT, a colheita da primeira safra avança enquanto a retirada da fibra da segunda safra ainda está em estádio inicial. No manejo fitossanitário, o bicudo-doalgodoeiro permanece mantido sob controle.

Na BA, a colheita se aproxima da metade nas áreas de sequeiro. No MA, nos Gerais de Balsas, a colheita alcança cerca de 67% da área estimada, com a primeira safra dentro do
planejamento e a segunda, iniciada no fim de julho, está avançada.

Em MS, a colheita segue em ritmo acelerado na região Norte, com intensificação dos maturadores. Na região central, as chuvas atrasaram as operações. Em MG, a colheita atinge cerca de 37% e segue avançando, com produtividade superando as estimativas iniciais no sequeiro e, sobretudo, nas áreas irrigadas.

Em GO, a colheita atinge metade da área nas duas principais regiões produtoras, Leste e Sul. A maior parte das lavouras está em maturação e o fornecimento de água foi suspenso. Os rendimentos estão dentro das expectativas iniciais.

No PI, a colheita alcança cerca de 62% da área semeada. Em SP, a colheita está concluída.

Previsão Agrometeorológica (03/08/2026 a 10/08/2026)

N-NE: Os maiores acumulados de chuva devem ocorrer no Oeste do AM, podendo, pontualmente, ultrapassar 80 mm. No litoral do PA, no AP, em RR e no AC, os acumulados podem ficar em torno de 7 mm. Nas demais áreas da região Norte, os acumulados podem ser de até 5 mm.  Na Região Nordeste, as chuvas devem se concentrar ao longo da faixa litorânea, com destaque para o litoral Sul da BA e entre Natal e Maceió, onde, pontualmente, os acumulados podem atingir cerca de 20 mm. Nas demais áreas da faixa litorânea, os acumulados devem ser inferiores a 10 mm, mantendo a restrição hídrica para o feijão e o milho terceira safra no Sealba. No interior da Região Nordeste, não há previsão de chuva, favorecendo a qualidade da fibra do algodão.

CO: O tempo firme deve predominar ao longo da semana na maior parte da Região, abrangendo, principalmente, o DF e o GO. Há previsão de chuva apenas nas áreas do Noroeste de MT e do sul de MS, onde os acumulados devem ficar em torno de 10 mm. As condições permanecerão favoráveis para a maturação e a colheita do algodão e do milho segunda safra, além do trigo sequeiro. Em MS, a umidade no solo deve ser suficiente para as lavouras de trigo.

SE: O tempo deve permanecer estável ao longo da semana. Ainda assim, há previsão de chuva em áreas do Sul e Leste de SP, especialmente, na sexta-feira. No Norte do ES, há previsão de chuva fraca, onde os acumulados não devem ultrapassar 5 mm. Nas demais áreas da Região, o predomínio será de tempo firme, com baixa probabilidade de ocorrência de chuva. No geral, as condições se manterão favoráveis para a maturação e a colheita dos cultivos de grãos, da cana-de-açúcar e do café.

S: A semana inicia com predomínio de tempo instável. No RS, há previsão de tempestades e chuva localmente intensa, com possibilidade de queda de granizo e danos pontuais às lavouras. Os maiores volumes podem ocorrer na terça-feira, com acumulado de 50 mm, e na quarta, com acumulados de 40 mm. Ainda na quartafeira, pode ter chuva em SC com acumulados de até 30 mm. No restante da semana, a chuva se desloca para o PR, porém, diminui a intensidade e não deve ultrapassar 20 mm. A partir de sexta-feira, a previsão é de redução das temperaturas, com possível ocorrência de geadas no RS, mas sem danos significativos às lavouras.

Fonte: Conab


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Trigo: Com 99,9% semeado, lavouras de Trigo evoluem no Sul enquanto colheita ganha corpo em MG e GO – MAIS SOJA

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Trigo – 99,9% semeado. No RS, chuvas bem distribuídas favoreceram o avanço da semeadura, praticamente encerrada, enquanto as temperaturas mais amenas beneficiaram o desenvolvimento inicial das lavouras. No Oeste, áreas semeadas precocemente iniciaram a floração.

As condições são satisfatórias na fisiologia e na sanidade, sem relatos de pragas. Houve ventos fortes e temporais localizados, sem prejuízos associados. No PR, as condições das lavouras permaneceram favoráveis, com 97% das áreas classificadas como boas e 3% como regulares.

Em SC, a cultura segue em fase inicial, com predominância de desenvolvimento vegetativo e parte das áreas ainda em emergência. Em SP, boa parte das lavouras encontra-se em enchimento de grãos. Em MG, a colheita do sequeiro está praticamente encerrada no Noroeste e em andamento nas demais regiões, com produtividades abaixo do esperado e qualidade variável conforme a região. As lavouras irrigadas encontram-se em enchimento de grãos, com as mais adiantadas passando à maturação fisiológica.

Em GO, a colheita alcança cerca de 55% da área, com o sequeiro encerrado e o trigo irrigado iniciando as primeiras áreas em maturação e pré-colheita. Em MS, registraram-se chuvas esparsas na região produtora. Observam-se intervenções preventivas. O monitoramento fitossanitário permanece constante, com brusone e giberela como as principais doenças em foco.

Na BA, as lavouras seguem com bom desenvolvimento.

Fonte: Conab



 

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Autor:conab

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