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9 de setembro de 2026

Sustentabilidade

Chicago/CBOT: O milho fechou cauteloso esperando a reunião entre XI e Trump – MAIS SOJA

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Por T&F Agroeconômica, comentários referentes à 29/10
FECHAMENTOS DO DIA 29/10

Chicago: A cotação de dezembro, fechou em alta de 0,46% ou $ 2,00 cents/bushel, a $434,00. A cotação para março fechou em alta de 0,17% ou $ 0,75 cents/bushel, a $ 446,75.

ANÁLISE DO MIX

O milho negociado em Chicago fechou de forma mista nesta quarta-feira. Após duas fortes altas, o mercado foi cauteloso neste meio de semana, a espera de resultados mais concretos sobre a cúpula entre EUA e China. Apesar de uma menor necessidade nesta temporada, a China costumava comprar volumes significativos de milho americano.

A produção de etanol nos EUA caiu e os estoques subiram no comparativo semanal, conforme indicação do EIA. Com isso, as cotações do cereal fecharam o dia praticamente estáveis.

B3-MERCADO FUTURO DE MILHO NO BRASIL
B3: O milho da B3 com ganho com melhora na comercialização

Os principais contratos de milho encerraram de forma mista nesta quarta-feira. A grande maioria dos preços fecharam em alta, com ajustes pontais em cotações mais longas. A comercialização, que começou a semana travada no interior, apresentou melhores números nesta quarta-feira. Com preços firmes no Brasil e uma melhora nas cotações de Chicago o produtor se mostrou mais disposto a negociar maiores volumes. A exportação segue acima do ano anterior para o mês de outubro. Em seu relatório semanal de estimativas, a ANEC reduziu sua previsão para as exportações brasileiras de milho em outubro de 6,57 milhões de toneladas para 6,19 milhões de toneladas. Este volume é inferior às 6,98 milhões de toneladas exportadas em setembro, mas superior às 5,67 milhões de toneladas exportadas no mesmo mês de 2024.

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OS FECHAMENTOS DO DIA 29/10

Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam de forma mista no dia: o vencimento de novembro/25 foi de R$ 68,41, apresentando alta de R$ 0,89 no dia e baixa de R$ -0,12 na semana; o vencimento de janeiro/26 foi de R$ 71,64, com alta de R$ 0,63 no dia e alta de R$ 0,11 na semana; o contrato de março/26 fechou a R$ 73,18, com alta de R$ 0,29 no dia e alta de R$ 0,13 na semana.

NOTÍCIAS IMPORTANTES
EUA-RITMO ACELERADO DE VENDAS PELOS PRODUTORES (baixista)

Especificamente em relação ao milho, um ritmo mais acelerado de vendas por parte dos produtores no mercado físico e as condições climáticas, que devem retornar à seca no Meio-Oeste americano até o fim de semana, favorecendo a fase final da colheita, estão contribuindo para a tendência de queda nos preços.

EUA-MENOR PRODUÇÃO DE ETANOL (baixista)

Por outro lado, o relatório semanal da Administração de Informação de Energia dos EUA (EIA) sobre o etanol foi negativo hoje, reduzindo a produção diária de etanol de 1.112.000 para 1.091.000 barris. Este número, contudo, permanece acima dos 1.082.000 barris registados no mesmo período de 2024. Entretanto, o relatório aumentou as reservas de biocombustíveis de 21.919.000 para 22.367.000 barris, ultrapassando os 21.771.000 barris em stock há um ano.

UCRÂNIA-EXPORTAÇÃO 64,95% MENOR (altista para CBOT)

Na Ucrânia, o Ministério da Política Agrícola e Alimentar informou hoje que, desde 1 de julho, o país exportou 1.575.000 toneladas de milho, representando um défice comercial homólogo de 64,95% em comparação com as 4.494.000 toneladas exportadas durante o mesmo período de 2024 pelo quarto maior exportador mundial de milho.

BRASIL-AUMENTA DEMANDA DE MILHO PARA ETANOL (altista)

Em sua conta no X, a Agrinvest registrou que o etanol de milho segue ganhando protagonismo no Brasil. Isso se deve pelas boas margens operacionais, que continuam estimulando a abertura de novas plantas, repercutindo no aumento da demanda interna de milho e fortalecimento dos preços.

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Estimativas da Agrinvest apontam que o uso de milho pelas usinas deve ultrapassar os 15% do suprimento total para a temporada 2025/26, totalizando mais de 23,5 milhões de toneladas. Isso corresponde a um crescimento de 17 milhões de toneladas na demanda pelo setor em apenas seis safras.

Fonte: T&F Agroeconômica



 

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Sustentabilidade

Crédito rural para a agricultura empresarial soma R$ 65,7 bilhões nos dois primeiros meses da safra 2026/2027 – MAIS SOJA

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Nos dois primeiros meses da safra 2026/2027, de julho a agosto de 2026, os produtores rurais enquadrados no Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp) e os Demais Produtores Rurais contrataram R$ 65,7 bilhões em operações de crédito rural.

Os dados foram divulgados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), com base em informações do Sistema de Operações do Crédito Rural e do Proagro (Sicor), do Banco Central do Brasil.

As Cédulas de Produto Rural (CPRs), títulos que permitem ao produtor obter recursos mediante o compromisso de entrega futura de produtos agropecuários, responderam por R$ 32,4 bilhões do total contratado no bimestre, o equivalente a 49,2% das operações. O volume ficou acima do registrado nas operações de custeio convencional, que somaram R$ 23 bilhões, ou 34,9% do total.

Do total destinado ao custeio da produção, os demais produtores empresariais responderam por R$ 12 bilhões, equivalentes a 52,2% do custeio contratado. Os produtores enquadrados no Pronamp contrataram R$ 11 bilhões, correspondentes a 47,8%.

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Para a comercialização da produção agropecuária, foram contratados R$ 4 bilhões em crédito no período. Já as operações destinadas à industrialização somaram R$ 2,9 bilhões. Em ambos os casos, os recursos ficaram concentrados entre médios e grandes produtores.

As operações de investimento, destinadas à aquisição de máquinas e equipamentos, irrigação e modernização de estruturas produtivas, somaram R$ 3,5 bilhões no bimestre. Entre os programas específicos, o Pronamp Investimento registrou R$ 428 milhões em contratações, enquanto o RenovAgro somou R$ 413 milhões.

SEGMENTAÇÃO POR PORTE DO PRODUTOR

Na análise por segmento, os demais produtores rurais, fora do Pronamp, responderam por R$ 22 bilhões, equivalentes a 33,5% do total concedido no período. O Pronamp registrou R$ 11,4 bilhões em concessões, o equivalente a 17,3% do total.

Ao todo, a agricultura empresarial registrou 70.657 contratos de crédito rural no bimestre. Desse total, 23.478 foram operações de CPRs, que representaram parcela significativa das contratações realizadas nos dois primeiros meses da safra.

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Entre as regiões do país, o Sul concentrou o maior número de contratos, com 22.631 operações, e registrou R$ 11,7 bilhões em crédito. Na sequência aparecem o Sudeste, com R$ 9,6 bilhões, e o Centro-Oeste, com R$ 7,2 bilhões. O Nordeste e o Norte registraram, respectivamente, R$ 3,2 bilhões e R$ 1,7 bilhão em concessões no bimestre.

O levantamento também mostra diferenças no valor médio das operações entre as regiões. O Nordeste apresentou o maior valor médio por contrato, de R$ 1,05 milhão, seguido pelo Centro-Oeste, com R$ 1,03 milhão. O Sul, apesar de registrar o maior número de contratos e o maior volume de crédito entre as regiões, apresentou o menor valor médio, de R$ 516,5 mil.

FONTES DE RECURSOS

Entre as fontes de recursos utilizadas no financiamento do crédito rural, os Recursos Obrigatórios (parcela dos depósitos à vista que as instituições financeiras devem destinar ao crédito rural) foram a principal fonte controlada no período, com R$ 9,9 bilhões, equivalentes a 41% do total de fontes controladas.

A Letra de Crédito do Agronegócio (LCA) na modalidade controlada somou R$ 6,7 bilhões, correspondentes a 28% das fontes controladas.

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Entre as fontes não controladas, formadas por recursos captados livremente pelas instituições financeiras no mercado, a LCA Livre foi a principal, com R$ 7,6 bilhões destinados ao crédito rural.

RECURSOS EQUALIZÁVEIS

A programação orçamentária de recursos equalizáveis para a safra 2026/2027 totaliza R$ 97,6 bilhões, conforme a Portaria MF nº 2.170, de 22 de julho de 2026. Esses recursos são destinados a linhas de crédito com taxas de juros controladas pelo Governo Federal, com a equalização da diferença em relação às taxas de mercado.

Nos dois primeiros meses da safra, foram concedidos R$ 10,9 bilhões em recursos equalizáveis.

Entre os programas de investimento com recursos equalizáveis, o RenovAgro registrou o maior volume de contratações no período, com R$ 412,9 milhões, seguido pelo Pronamp, com R$ 380,3 milhões, e pelo Moderfrota, com R$ 250,2 milhões.

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Nas operações equalizáveis de investimento, Banco do Brasil e BNDES concentraram, juntos, cerca de 77% das concessões do período, com participações de 39,8% e 36,8%, respectivamente.

Nas linhas equalizáveis de custeio e comercialização, o Banco do Brasil respondeu por 45,6% das concessões, seguido pelo Sicredi, com 16,7%, e pela Cresol, com 12,9%.

Fonte: MAPA



 

FONTE
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Autor:MAPA

Site: MAPA

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Sustentabilidade

Clima nos EUA e ajuste de posições pressionam milho em Chicago, que fecha em baixa – MAIS SOJA

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A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com preços baixos. O cereal foi pressionado por um movimento de ajuste de posições antes do relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), previsto para sexta-feira, enquanto o clima favorável à colheita no país também pesou sobre as cotações.

O mercado esperou, em relação ao relatório de sexta-feira, uma redução na produção e nos estoques dos Estados Unidos na safra 2026/27, além de queda nos estoques globais da mesma temporada. O avanço do petróleo em Nova York e os sinais de demanda pelo produto dos EUA seguiram limitando as perdas durante todo o pregão.

O clima no Meio-Oeste dos Estados Unidos deve permanecer predominantemente mais quente e seco nas próximas semanas, reduzindo os riscos de atrasos na colheita e de geadas. Segundo o USDA, 5% da área de milho havia sido colhida até 6 de setembro, ante 4% no mesmo período do ano passado e média de 3% nos últimos cinco anos. Entre as lavouras, 56% estavam em condições boas ou excelentes, 27% em situação regular e 17% entre ruins e muito ruins. Na semana anterior, os índices eram de 57%, 26% e 17%, respectivamente.

Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao USDA a venda de 182.880 toneladas de milho ao México, a serem entregues na safra 2026/27. Toda operação envolvendo a venda de volume igual ou superior a 100.000 toneladas do grão, feita para o mesmo destino e no mesmo dia, tem que ser reportada ao USDA.

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Os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam a US$ 5,27 3/4, baixa de 5,75 centavos, ou 1,07% relação ao fechamento anterior. A posição março fechou a sessão a US$ 5,43 1/4, recuo de 5,75 centavos, ou 1,04% por bushel em relação ao fechamento anterior.

 

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Sustentabilidade

Clima nos EUA e ajuste de posições pressionam milho em Chicago, que fecha em baixa – MAIS SOJA

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A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com preços baixos. O cereal foi pressionado por um movimento de ajuste de posições antes do relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), previsto para sexta-feira, enquanto o clima favorável à colheita no país também pesou sobre as cotações.

O mercado esperou, em relação ao relatório de sexta-feira, uma redução na produção e nos estoques dos Estados Unidos na safra 2026/27, além de queda nos estoques globais da mesma temporada. O avanço do petróleo em Nova York e os sinais de demanda pelo produto dos EUA seguiram limitando as perdas durante todo o pregão.

O clima no Meio-Oeste dos Estados Unidos deve permanecer predominantemente mais quente e seco nas próximas semanas, reduzindo os riscos de atrasos na colheita e de geadas. Segundo o USDA, 5% da área de milho havia sido colhida até 6 de setembro, ante 4% no mesmo período do ano passado e média de 3% nos últimos cinco anos. Entre as lavouras, 56% estavam em condições boas ou excelentes, 27% em situação regular e 17% entre ruins e muito ruins. Na semana anterior, os índices eram de 57%, 26% e 17%, respectivamente.

Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao USDA a venda de 182.880 toneladas de milho ao México, a serem entregues na safra 2026/27. Toda operação envolvendo a venda de volume igual ou superior a 100.000 toneladas do grão, feita para o mesmo destino e no mesmo dia, tem que ser reportada ao USDA.

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Os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam a US$ 5,27 3/4, baixa de 5,75 centavos, ou 1,07% relação ao fechamento anterior. A posição março fechou a sessão a US$ 5,43 1/4, recuo de 5,75 centavos, ou 1,04% por bushel em relação ao fechamento anterior.

Fonte: Agência Safras



 

FONTE

Autor:Pedro Carneiro (pedro.carneiro@safras.com.br) / Safras News

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Site: Agência Safras

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