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16 de outubro de 2026

Sustentabilidade

Modelo de negócio norte-americano pode inspirar agronegócio brasileiro – MAIS SOJA

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*Álvaro Gottlieb

Durante décadas, o Brasil foi reconhecido como um grande importador de tecnologia, especialmente dos Estados Unidos, adotando modelos, equipamentos e práticas desenvolvidas fora do país. No entanto, esse cenário se transformou de forma significativa nos últimos anos. Hoje, em diversos setores, com destaque para o agronegócio, os brasileiros deixaram de ser apenas um receptor de inovação para se tornarem verdadeiros protagonistas no campo.

O país passou a desenvolver soluções próprias, adaptadas às suas condições climáticas e produtivas, exportando conhecimento, tecnologia e modelos de produção sustentável que têm servido de referência para o mundo. E isso ninguém me falou, pude comprovar pessoalmente durante a minha primeira visita a Farm Progress Show, a maior exposição agrícola ao ar livre dos Estados Unidos, um retrato fiel da cultura daquele País de negócios no campo: objetividade, confiança e eficiência.

Por trás das máquinas monumentais e dos estandes impecáveis, há um ritmo pragmático que impressiona. Três dias de feira, decisões rápidas e público que sabe exatamente o que procura. Deslumbrado com toda a estrutura o que mais me chamou atenção foi ver que tecnologia brasileira cabe, funciona e convence no coração do agro norte-americano. Além disso, notei como funcionam as negociações na feira em relação ao que estamos acostumados nos eventos nacionais.

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Enquanto no Brasil o relacionamento comercial tende a ser construído ao longo de conversas, visitas e adaptações, nos Estados Unidos o lema é outro: transparência e previsibilidade não são diferenciais, são requisitos. Preço claro, proposta direta e pós-venda sólido formam a base da confiança. É uma lição valiosa e perfeitamente aplicável para quem quer elevar o padrão de profissionalismo no setor brasileiro.

Na feira, o que se vê não é tecnologia como espetáculo, mas como componente funcional. Nas colheitadeiras e semeadoras, sensores e sistemas inteligentes trabalham silenciosamente, integrados. Um exemplo que chamou atenção foi o strip-tillage, técnica de preparo de solo adotada no outono americano, que combina adubação sólida antes da neve e aproveita o degelo como devolutivo de nutrientes.

É uma prática inviável no trópico, mas que desperta reflexão: cada agricultura tem seu calendário, mas ambas têm um mesmo propósito, eficiência sustentável. Enquanto o frio americano reduz o uso de defensivos ao criar uma “janela sem pragas”, o Brasil joga com vantagens próprias: duas ou até três safras por ano, diversidade climática e ausência de geadas severas.

No Corn Belt, região de excelência no milho americano, os rendimentos entre 250 e 300 sacas por hectare são padrão. No Brasil, as produtividades também impressionam, impulsionadas por ciclos intensos e alta capacidade de expansão. A comparação, porém, não é uma disputa: é um diálogo. E foi justamente esse espírito que marcou a presença da FertiSystem na feira, empresa sul rio grandense desenvolvedora de tecnologias agrícolas.

O interesse estrangeiro pelo Brasil é crescente. Produtores americanos se surpreendem ao saber que há regiões aqui com três safras anuais, e essa percepção reforça a imagem do país como terra de luz, solo fértil e oportunidade. Ao mesmo tempo, empresas nacionais buscam fincar bandeira no mercado americano, consolidado, mas aberto à inovação. A FertiSystem representa esse movimento de mão dupla, em que o aprendizado é recíproco.

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Conectividade

Um dos aprendizados mais marcantes vem da conectividade no campo. Nos EUA, a internet rural deixou de ser sonho e tornou-se infraestrutura. Telemetria, dados em tempo real, integração entre insumos e resultados fazem parte do dia a dia das fazendas.

A prática da taxa variável, aplicar insumos apenas onde e na quantidade que o solo precisa, já é rotina. É um conceito que une sustentabilidade econômica e ambiental e que o Brasil ainda tem espaço para expandir: mais conectividade, mais precisão, menos desperdício.

Curiosamente, o que mais surpreende não é a distância tecnológica, mas a proximidade. Máquinas, semeadoras pneumáticas, plataformas e sistemas de manejo são muito parecidos entre os dois países, com pequenas adaptações climáticas e de solo. A diferença está na mentalidade: o produtor americano dimensiona o parque de máquinas exatamente para a área que opera, evitando redundâncias. Durabilidade e adequação valem mais do que potência exibida. Um recado direto aos fabricantes: vender performance ao longo do tempo é mais importante do que vender força no dia da compra.

Se há algo que o Brasil tem de sobra, é potencial físico para crescer. Enquanto grande parte do território agrícola americano já está consolidada, aqui ainda dispomos de áreas que podem ser desenvolvidas com técnica e responsabilidade ambiental. O país segue como potência exportadora, consolidando o rótulo de “supermercado do mundo” com soja, milho, café e frutas cítricas.

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Mais do que tecnologia, a Farm Progress Show oferece uma lição de postura empresarial. Ensina a ser conciso sem ser raso, a precificar com clareza, a colocar o pós-venda no centro e a medir sustentabilidade com dados, não com slogans. Para a empresa, a estreia internacional representa um novo patamar de exigência. No curto prazo, valida as soluções que desenvolve. No longo, eleva o compromisso com planejamento, serviço e verdade técnica, fundamentos que definem quem quer competir entre os melhores.

A neve americana ensina o solo a esperar o tempo certo. A experiência, por sua vez, ensina que o tempo certo para o Brasil consolidar seu protagonismo global é agora.

*Engenheiro Mecânico, Gerente de Marketing do Produto e Inteligência de Mercado da FertiSystem

Fonte: Assessoria de Imprensa FertiSystem



 

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Sustentabilidade

Excesso de chuva e doenças prejudicam o avanço da colheita de trigo no RS – MAIS SOJA

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A colheita de trigo avançou para 9% da área plantada, de forma irregular e com interrupções em função das chuvas. A dessecação para a uniformização da maturação foi utilizada para antecipar a colheita das lavouras e para a manutenção da qualidade dos grãos, embora estes tenham sido colhidos com maior umidade eleve os custos operacionais nas unidades de beneficiamento e secagem.

As estimativas regionais de produtividade apresentam variações, mas há indicativo de redução em diversas áreas. Já as lavouras com melhor manejo ou não afetadas por eventos climáticos, ainda mantêm potencial produtivo satisfatório.

Nas áreas em fase reprodutiva (50%), o excesso de chuva, a manutenção da umidade do ar e a baixa disponibilidade de radiação solar têm prejudicado o enchimento de grãos, com reflexos negativos sobre o rendimento e a qualidade do produto. Em lavouras próximas à colheita (40%), são observados descoloração da palha e enrugamento dos grãos, o que aumenta os riscos de redução do peso hectolitro (PH) e de outros parâmetros comerciais.

Para áreas mais tardias, ocorre restrição das operações de controle fitossanitário e aumento de sintomas de doenças, como giberela, brusone e bacterioses. Os temporais com granizo e ventos fortes provocaram acamamento, quebra de espigas e debulha principalmente no Noroeste. Os triticultores afetados vêm acionando o Proagro e outros seguros agrícolas, e as vistorias estão em andamento para dimensionar os prejuízos.

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A área projetada pela Emater/RS-Ascar para a Safra 2026 é de 814.220 hectares, e a produtividade média de 2.701 kg/ha Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, na Fronteira Oeste, a colheita avança em pequenas porções, com resultados bastante variáveis. Em Itaqui, as produtividades variam entre 1.200 e 1.500 kg/ha, abaixo das estimativas iniciais em decorrência da baixa radiação solar ao longo do ciclo e do excesso de umidade, que também favoreceu a incidência de brusone. Em São Borja, foram colhidos 5% dos 16.000 hectares cultivados.

As primeiras avaliações indicam produtividade dentro da expectativa e PH satisfatório, embora persista o risco de perdas produtivas e qualitativas nas áreas ainda expostas às precipitações. Na de Caxias do Sul, nos Campos de Cima da Serra, as lavouras estão ingressando na fase reprodutiva sob condições ambientais favoráveis à ocorrência de giberela. O tempo chuvoso restringe o acesso das máquinas e dificulta as aplicações preventivas de fungicidas.

A perspectiva de rendimento continua dentro da normalidade, condicionada às condições meteorológicas do restante de outubro e do início de novembro. Na de Frederico Westphalen, 40% dos cultivos estão em enchimento de grãos, 50% em maturação e 10% colhidos. O excesso de chuva e a incidência de giberela e de brusone comprometem a produtividade e a qualidade. A estimativa de rendimento é de 2.500 kg/ha.

Na de Ijuí, o período prolongado de alta umidade e de baixa luminosidade prejudicou o enchimento de grãos e a maturação, limitando a formação de reservas e reduzindo o peso final dos grãos. A produtividade estimada está ligeiramente superior a 2.400 kg/ha, mas persiste o risco de novas perdas de peso e qualidade. Também aumentaram os registros de
plantas com sintomas de bacteriose e morte prematura antes da conclusão da fase de enchimento.

Na de Santa Maria, 50% das lavouras estão em enchimento de grãos e 40% em maturação fisiológica. As chuvas intensas acompanhadas de vento e granizo, registradas no final de setembro e início de outubro, deverão reduzir o rendimento. A estimativa atual é de aproximadamente 2.500 kg/ha.

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Na de Santa Rosa, está 1% em floração, 33% em enchimento de grãos, 53% maduras e 13% colhidos. Os temporais com granizo e ventos fortes provocaram acamamento, quebra de espigas e debulha, sobretudo em lavouras maduras ou próximas da colheita. Os produtores seguem muito preocupados com a redução do PH e com os custos de secagem.

Nas áreas atingidas, eles acionaram o Proagro e os seguros privados, e seguem as vistorias para a avaliação dos danos. Na de Soledade, a maior parte dos cultivos está na fase de enchimento de grãos (65%), e 35% iniciam a maturação fisiológica. O manejo fitossanitário está em finalização nas áreas mais tardias. O potencial produtivo está variável: nas lavouras conduzidas com maior nível tecnológico, há boas perspectivas, e nas áreas com manejo menos intensivo, os patamares produtivos estão inferiores.

Comercialização (saca de 60 quilos)

O valor médio, de acordo com o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar no Estado, reduziu 0,43%, passando de R$ 74,47 para R$ 74,15 com PH padrão 78. Na Bolsa de Cereais de Cruz Alta, é de R$ 85,00 para produto disponível.

Fonte: Emater/RS



 

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Sustentabilidade

Cascudinho-da-soja exige atenção no início da safra de soja 2026/2027 – MAIS SOJA

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“Isso incomoda muito todo mundo, há alguns anos. Se não cuidar, destrói tudo, e é muito difícil seu controle”.  O relato é do diretor da Aprosoja/MS e produtor rural da região Norte do Estado, Eduardo Introvini, sobre a presença do cascudinho-da-soja (Myochrous armatus).

A praga tem gerado preocupação nas últimas safras e pode provocar danos ainda nos estádios iniciais de desenvolvimento da cultura.

De acordo com o Informativo Técnico 05/2026 da Aprosoja/MS, a ocorrência do cascudinho-da-soja é relatada principalmente na região Centro-Norte do estado, com registros também na região sul. Detectada em Mato Grosso do Sul na safra 2017/2018, a praga pode atacar as primeiras folhas e o caule da soja, danificando as plantas ainda jovens.

Segundo o analista técnico da Aprosoja/MS, Lucas Santana, a atenção deve começar logo após a emergência das plantas, quando a cultura está mais vulnerável aos danos provocados pelo inseto.

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“Os primeiros dias de desenvolvimento da soja são fundamentais para a formação de um estande adequado. Por isso, o produtor precisa monitorar a lavoura desde a emergência, identificando possíveis sinais de ataque e buscando orientação técnica para definir as medidas de manejo”, destaca.

Os danos causados pelo cascudinho-da-soja são provocados pelos insetos adultos, que se alimentam de partes da planta. Os ataques mais intensos ocorrem entre a emergência e aproximadamente 25 dias após esse estágio, período que compreende as fases iniciais do desenvolvimento vegetativo.

Em situações de ataque severo, a planta pode tombar e morrer, tornando necessário o replantio de áreas afetadas.

Outro desafio é a localização do inseto na lavoura. Os adultos podem permanecer nas folhas e na palhada, o que dificulta sua identificação e o manejo.

A Aprosoja/MS recomenda o monitoramento constante das áreas cultivadas, seguindo os princípios do Manejo Integrado de Pragas (MIP). Após a emergência, o uso do pano de batida pode auxiliar na identificação precoce do inseto.

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O manejo também pode envolver o tratamento de sementes com inseticidas registrados para a praga e, conforme a necessidade identificada no monitoramento, aplicações foliares. O manejo das plantas hospedeiras também merece atenção. Entre as espécies relatadas estão o amendoim-bravo, a braquiária e o milho tiguera. Por isso, a dessecação pré-semeadura realizada de forma eficiente pode contribuir para reduzir as populações iniciais do inseto.

Fonte: Aprosoja/MS



FONTE

Autor:Crislaine Oliveira (Assessoria de Comunicação da Aprosoja/MS)

Site: Aprosoja MS

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Sustentabilidade

Quando e por que fracionar a adubação nitrogenada no milho? – MAIS SOJA

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A adubação nitrogenada é uma das principais práticas de manejo da cultura do milho, pois visa suprir a demanda de nitrogênio (N) das plantas e contribuir para o alcance de elevadas produtividades. Entretanto, a dose de fertilizante nitrogenado a ser utilizada deve ser ajustada de acordo com fatores como o sistema de produção, a cultura antecessora, a expectativa de produtividade e a capacidade de resposta do híbrido cultivado.

Sendo assim, definir o período de aplicação do fertilizante bem como a necessidade de fracionar ou não a adubação é crucial para assegurar a manutenção do potencial produtivo do milho e potencializar a formação dos componentes de produtividade. No sistema plantio direto, recomenda-se aplicar entre 20 e 40 kg/ha de N na semeadura, quando esta for feita sobre resíduos de gramíneas, e entre 10 e 20 kg/ha de N, quando a semeadura for sobre resíduos de leguminosas (Eicholz et al., 2024). Quando a adubação em cobertura for realizada em dose única na pós-emergência do milho, recomenda-se que a aplicação dos fertilizantes nitrogenados ocorra entre os estádios de três a cinco folhas (V3 a V6).

Quando fracionar a adubação nitrogenada no milho?

O fracionamento da adubação nitrogenada é recomendado quando a dose do nutriente a aplicar é elevada, podendo-se aplicar 50% da dose quando as plantas estiverem nos estádios fenológicos V4 a V6 e os 50% restantes, nos estádios V8 a V9 (Eicholz et al., 2024). O fracionamento da adubação nitrogenada no milho deve ser realizado quando a dose a ser aplicada de nitrogênio na cultura for maior que 120 kg/ha, e/ou em solos de textura arenosa ou áreas sujeitas a chuva de alta intensidade (Cruz et al., 2011).

Por que fracionar a adubação nitrogenada de cobertura?

Embora exija uma operação agrícola adicional, o parcelamento da adubação nitrogenada no milho busca reduzir as perdas de nitrogênio por lixiviação e aumentar o aproveitamento do nutriente pelas plantas, disponibilizando-o em períodos estratégicos para a formação dos componentes de produtividade da cultura.

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Durante os estádios vegetativos iniciais, o milho passa por etapas decisivas para a definição do potencial produtivo. Em V3, ocorre a formação das estruturas que darão origem às folhas e espigas, influenciando o número potencial de grãos (Magalhães & Durães, 2006). Em V4, o desenvolvimento foliar torna a fase estratégica para o manejo da adubação nitrogenada, enquanto em V6 começa a definição do número de fileiras por espiga. Entre V8 e V10, ocorre a diferenciação dos óvulos e, após V10, intensificam-se o crescimento, o acúmulo de nutrientes e a formação de massa seca, preparando a planta para a fase reprodutiva (Ribeiro et al., 2020).

Figura 1. À esquerda, planta de milho em estádio de seis folhas completamente desenvolvidas. À direita, planta no estádio V6, mostrando o ponto de crescimento acima da superfície do solo. Imagem com qualidade otimizada pelo uso de IA.
Fonte: Magalhães & Durães (2006)

Sendo assim, o fracionamento da adubação nitrogenada, nas fases supracitadas, especialmente se tratando de altas doses de N, contribui não só para reduzir as perdas do nutriente no sistema de produção, como também para otimizar a formação de componentes de produtividade do milho, e aumentar o rendimento da cultura.



Referências:

CRUZ, J. C. et al. BOAS PRÁTICAS AGRÍCOLAS: MILHO. Embrapa Milho e Sorgo, Documentos, n. 119, 2011. Disponível em: < https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/bitstream/doc/908225/1/doc119.pdf >, acesso em: 16/10/2026.

EICHOLZ, E. D. et al. INFORMAÇÕES TÉCNICAS PARA O CULTIVO DE MILHO E SORGO NA REGIÃO SUBTROPICAL DO BRASIL: SAFRAS 2023/24 E 2024/25. Associação Brasileira de Milho e Sorgo: MISOSUL, Reunião Técnica Sul-Brasileira de Pesquisa de Milho e Sorgo, 2024. Disponível em: < https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/bitstream/doc/1168111/1/Reuniao-tecnica-sul-brasileira-de-pesquisa-de-milho-e-sorgo-Eberson-Diedrich-Eicholz.pdf >, acesso em: 16/10/226.

MAGALHÃES, P. C.; DURÃES, F. O. M. FISIOLOGIA DA PRODUÇÃO DE MILHO. Embrapa, Circular Técnica, n. 76, 2006. Disponível em: < https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/CNPMS/19620/1/Circ_76.pdf >, acesso em: 16/10/2026.

RIBEIRO, B. S. M. R. et al. ECOFISIOLOGIA DO MILHO: VISANDO ALTAS PRODUTIVIDADES. Santa Maria, ed. 1, 2020.

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