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5 de maio de 2026

Sustentabilidade

Chicago/CBOT: Milho fechou em alta com compras de oportunidade – MAIS SOJA

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Por T&F Agroeconômica, comentários referentes à 02/10/2025.
FECHAMENTOS DO DIA 02/10

Chicago: A cotação de dezembro, fechou em alta de 1,26% ou $ 5,50 cents/bushel, a $421,75. A cotação para março fechou em alta de 1,21% ou $ 5,25 cents/bushel, a $ 438,00.

ANÁLISE DA ALTA 

O milho negociado em Chicago fechou em alta nesta quinta-feira. A demanda tem evitado que as cotações do milho caíam na mesma proporção que os armazéns americanos são preenchidos. Sem esses dados oficiais de vendas para o exterior, visto a paralização do governo americano, o mercado encontrou folego no anúncio do auxílio do governo americano aos agricultores. Isso abriu espaço para as compras de oportunidade dos Fundos de Investimentos, que precisavam recompor suas posições vendidas.

B3-MERCADO FUTURO DE MILHO NO BRASIL
B3: O milho ganhou tração com o dólar e a alta em Chicago

Os principais contratos de milho encerraram de forma mista nesta quinta-feira. A alta do dólar e de Chicago deram um leve incentivo para a maioria das cotações, mas a revisão negativa da ANEC evitou maiores ganhos. A ANEC reduziu sua estimativa para as exportações de milho para setembro de 7,61 para 7,27 milhões de toneladas, número abaixo dos 7,34 milhões de toneladas registrados em agosto, mas acima dos 6,56 milhões de toneladas para o mesmo mês em 2024.

OS FECHAMENTOS DO DIA 02/10

Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam de forma mista no dia: o vencimento de novembro/25 foi de R$ 65,71, apresentando alta de R$ 0,20 no dia e baixa de R$ -0,81 na semana; o vencimento de janeiro/26 foi de R$ 68,28, com alta de R$ 0,04 no dia e baixa de R$ -0,99 na semana; o contrato de março/26 fechou a R$ 71,00, com baixa de R$ -0,08 no dia e baixa de R$ -0,70 na semana.

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NOTÍCIAS IMPORTANTES
EUA-AGRICULTORES NÃO ACEITAM OS PREÇOS ATUAIS (altista)

O milho está sendo negociado em leve alta em Chicago devido às tomadas de lucro dos Fundos após as recentes quedas e a uma certa relutância dos agricultores em entregar novos grãos aos preços atuais de mercado. No entanto, o limite para a alta é definido pelo rápido progresso da colheita nos EUA, em meio a uma janela de tempo seco no Centro-Oeste, que deve permanecer aberta até o início da próxima semana.

NÃO HAVERÁ RELATÓRIOS DE EXPORTAÇÃO (altista)

Como resultado da paralisação do governo dos EUA, o mercado hoje não está recebendo o relatório semanal de exportação que o USDA publica todas as quintas-feiras. Este tem sido um relatório positivo para os preços da ração nas últimas semanas, dado o bom desempenho das vendas externas. O USDA divulgou um documento de planejamento indicar que continuará processando essas informações. Apesar disso, analistas estimam que as exportações de milho variaram entre 1,12MT e 2,00 MT na semana encerrada em 25 de setembro.

EUA-CONSULTORIA ELEVA PRODUÇÃO DE MILHO (baixista)

Em suas estimativas mensais revisadas, a StoneX estimou o volume de produção de milho dos EUA para 2025/2026 em 425,14 milhões de toneladas, acima dos 421,07 milhões de toneladas em setembro, mas abaixo dos 427,11 milhões de toneladas previstos pelo USDA. O aumento da área prevista para colheita pelo USDA compensou a redução na produtividade média prevista pela consultoria, de 117,31 para 116,68 quintais, em comparação com os 117,18 quintais previstos pela agência no relatório de setembro.

BRASIL-EXPORTAÇÕES MAIORES EM SETEMBRO (altista para o Brasil, baixista para CBOT)

No Brasil, após a revisão semanal das estimativas, a Associação Nacional de Exportadores de Cereais-ANEC reduziu sua estimativa para as exportações de milho para setembro de 7,61 para 7,27 milhões de toneladas, número abaixo dos 7,34 milhões de toneladas registrados em agosto, mas acima dos 6,56 milhões de toneladas para o mesmo mês em 2024.

ARGENTINA- PLANTIO ATINGE 20%

Em seu relatório semanal, a Bolsa de Cereais de Buenos Aires (BCBA) informou que o plantio de milho argentino avançou 19,8% dos 7,8 milhões de hectares estimados, após um aumento semanal de 7,4 pontos percentuais. “A boa umidade do solo está nos permitindo atingir os planos de plantio antecipado, que refletem um avanço de 7 pontos percentuais em relação ao ano anterior.” afirmou a agência.

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Fonte: T&F Agroeconômica



 

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Sustentabilidade

Oferta de Soja em MT deve recuar 4,47% na Safra 26/27, aponta Imea – MAIS SOJA

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Em mai/26, a oferta de soja para a safra 26/27 em Mato Grosso foi estimada em 49,53 mi de t, queda de 4,47% em relação à temporada anterior. Essa redução está atrelada à projeção de menor produção de soja no estado, sustentada por um cenário de incertezas, principalmente, quanto ao nível de investimentos.

Apesar, do recuo, a produção projetada para a safra é a terceira maior de toda a série histórica do instituto. No que se refere à demanda pela oleaginosa, a previsão é que sejam consumidas 49,39 mi de t na safra 26/27, retração de 3,54% em relação ao ciclo anterior. Desse total, 13,65 mi de t deverão ser destinadas ao consumo no estado e 5,23 mi de t para outros estados.

Em relação à destinação, as exportações foram estimadas em 30,51 mi de t, queda de 4,98% no comparativo entre safras. Esse movimento é reflexo da menor disponibilidade do grão mato-grossense. Por fim, o estoque final da safra 26/27 foi estimado em 0,14 mi de t, retração de 78,46% em relação à safra anterior.

Confira os principais destaques do boletim:
  • ALTA: diante da cautela quanto à oferta global, após a União Europeia rejeitar cargas oriundas da Argentina, o farelo de soja em Chicago registrou elevação de 1,85% em relação à semana passada.
  • ACRÉSCIMO: o preço da oleaginosa em Mato Grosso encerrou o período na média de R$103,68/sc, incremento de 1,39% no comparativo semanal.
  • AUMENTO: com a demanda aquecida pela soja em grão e a valorização nas cotações dos coprodutos da oleaginosa, o indicador Cepea apresentou alta de 1,20% frente à semana passada.
Imea divulga primeira projeção da safra 26/27 de soja com redução na produtividade em Mato Grosso.

A área de soja no estado foi projetada em 13,04 milhões de ha, alta de 0,25% em relação à safra 25/26. O avanço mais moderado reflete preços mais baixos da oleaginosa e custos de produção ainda elevados, o que pressiona as margens do produtor. Além disso, as condições de financiamento mais restritas, aliadas às altas taxas de juros, limitam a expansão sobre novas áreas.

Com relação ao rendimento, neste início, as projeções ainda incorporam incertezas associadas às condições climáticas e ao manejo fitossanitário das lavouras. Segundo a NOAA, no 1º trim de desenvolvimento da oleaginosa, a probabilidade de ocorrência do fenômeno El Niño é próxima de 80%, podendo intensificar a irregularidade das chuvas em MT.

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Diante desse cenário, a produtividade da temporada foi estimada em 62,44 sc/ha, queda de 5,43% em relação à safra anterior. Por fim, com o recuo no rendimento, a produção de soja para a safra 26/27 foi projetada em 48,88 milhões de t, redução de 5,19% frente à safra 25/26.

Fonte: IMEA



 

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Sustentabilidade

Milho em MT: Exportações da Safra 24/25 Crescem 5%, mas Ritmo de Embarques Sofre Ajuste – MAIS SOJA

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A exportação de milho da safra 24/25 foi projetada em 25,00 mi t, avanço de 5,04% em relação à safra 23/24. No entanto, na messma revisão de mai/26, o instituto reduziu a estimativa em 3,85% frente ao relatório anterior, refletindo a menor expectativa para o ritmo de embarques entre abril e junho.

Até o momento, o estado exportou 23,86 mi t, restando cerca de 1,14 mi t para o cumprimento da projeção. Isso é influenciado por fatores como a queda do dólar, menores preços do milho e questões externas, como o conflito no Irã, que impactam o volume escoado por MT. Para a safra 25/26, a Imea estima exportações de 25,90 mi t, volume 3,60% superior ao projetado para a temporada anterior. No mercado interno, o consumo da safra 24/25 está estimado em 18,91 mi t, alta de 15,93% em relação à safra anterior, motivado pela expansão da produção de etanol de milho e pela maior demanda da indústria de ração. Para a safra 25/26 o consumo deve somar 20,72 mi t, avanço de 9,54% frente à safra 23/24.

Confira os principais destaques do boletim:
  • POSITIVO: na última semana, o preço do milho na CME – Group apresentou variação positiva de 2,25%, e fechou o período na média de US$ 4,64/bu, motivada pela alta demanda do milho americano.
  • AUMENTO: o preço da paridade de exportação para o contrato de julho fechou a semana na média de R$ 36,05/sc. A alta de 2,46% é explicada pela volta da valorização do dólar na semana.
  • INCREMENTO: na semana do dia 27/04, o valor do dólar compra Ptax fechou com alta em seu comparativo semanal de 0,21%, e finalizou o período a R$ 4,98/US$.
Em mai/26 o Imea manteve a área de milho da safra 25/26 em MT, projetada em 7,39 mi de ha.

Assim, a estimativa de área de milho da atual temporada está 1,83% maior que a da safra passada. Para a produtividade, a projeção cresceu 1,81% em relação ao mês anterior, atingindo 118,71 sc/ha. O melhor desempenho projetado está ligado às boas condições das lavouras, favorecidas pelas chuvas dos últimos três meses, que vêm beneficiando principalmente as áreas das regiões Médio-Norte, Noroeste e Oeste do estado. Na região Sudeste, ainda são necessários maiores volumes de chuva, especialmente nas áreas semeadas mais tardiamente, mantendo o cenário regional indefinido.

Nesse contexto, de acordo com dados da NOAA, a perspectiva indica baixos índices hídricos nas próximas semanas nessas áreas, que se encontram em estágios iniciais de desenvolvimento. Por fim, diante da manutenção da área e do avanço na expectativa do rendimento obtido, a produção da safra 25/26 cresceu em MT, e ficou estimada em 52,65 mi de t.

Fonte: IMEA

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Sustentabilidade

Em tempos de nutrientes caros, usar calcário é uma das soluções mitigadoras, diz diretor do IAC – MAIS SOJA

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Os efeitos da guerra no Irã sobre o agronegócio brasileiro podem ser reduzidos. Uma das ações mitigadoras é a calagem, que, a partir do uso do calcário, amplia os efeitos dos fertilizantes, um dos principais meios de obtenção de nutrientes pelo solo.

A avaliação é do diretor da Divisão de Solos do Instituto Agronômico de Campinas (IAC), Heitor Cantarella. Recentemente, o pesquisador utilizou o perfil do IAC no Youtube para apresentar alternativas para os agricultores brasileiros diante do encarecimento dos preços dos produtos que contêm nutrientes.

O Brasil tem jazidas abundantes de calcário na maioria dos estados. Cantarella lembrou ainda que o calcário não tem cotação em dólar e nem passa pelo Estreito de Ormuz, via marítima estratégica para o comércio global e que foi afetada pela guerra.

O diretor do IAC destaca ainda a análise de solo como ferramenta fundamental nesse período.

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Confira a apresentação de Heitor Cantarella.

Fonte: Abracal

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