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J&F finaliza a compra da Kovr em negociação com Daniel Vorcaro, CEO do Banco Master

A J&F Investimentos oficializou a aquisição da Kovr Seguradora, anteriormente ligada ao Banco Master. A operação amplia a atuação da no setor financeiro e insere a Kovr em um novo contexto de expansão, ao mesmo tempo em que permite ao Master prosseguir com seu plano de reorganização patrimonial.
A seguradora continuará sob a mesma estrutura administrativa, agora apoiada pelo capital e pela rede de empresas da J&F, que já controla nomes como Banco Original e PicPay. A integração cria possibilidades de sinergia entre serviços financeiros e seguros, com potencial para ampliar a base de clientes e diversificar canais de distribuição.
Para o Banco Master, a venda da Kovr representa mais uma etapa em seu processo de foco em áreas prioritárias. A instituição, sob a condução de Daniel Vorcaro, vem reconfigurando sua carteira de ativos, reforçando o crédito e expandindo produtos de investimento que a consolidaram entre os bancos de crescimento mais rápido no país.
Do lado da J&F, a entrada na Kovr é vista como um passo alinhado à diversificação do grupo em segmentos financeiros. Com a aquisição, a holding adiciona uma seguradora estruturada ao seu portfólio e fortalece sua posição em um mercado que cresce mesmo em cenários de incerteza econômica.
Para o Banco Master, a negociação se insere em uma linha de reorganização patrimonial que vem sendo conduzida pelo seu CEO, Daniel Vorcaro. Desde que assumiu a liderança da instituição, em 2019, Vorcaro adotou uma estratégia de fortalecimento de capital e de foco em áreas prioritárias, como crédito, investimentos e soluções digitais. Esse processo incluiu operações relevantes, entre elas a venda de ativos para o BTG Pactual, que ajudaram a elevar o patrimônio de referência do banco para mais de R$ 4,7 bilhões.
Analistas avaliam que o arranjo preserva estabilidade para a Kovr, ao manter sua condução atual, mas ao mesmo tempo abre novas perspectivas de expansão apoiadas no poder de capital da J&F. Para o Master, reforça a narrativa de um banco que escolhe focar onde pode competir de forma mais eficaz, sem perder liquidez nem capacidade de crescimento.
O resultado é uma operação que sinaliza equilíbrio: de um lado, a seguradora ganha musculatura para crescer; do outro, o banco libera recursos e fortalece sua estratégia. Para a J&F, representa mais um movimento de consolidação no setor financeiro, onde o grupo já é presença marcante.
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Adolescente é apreendido com revólver e 40 munições em São José dos Quatro Marcos — O Livre

Polícia Militar chegou à residência após receber denúncia de disparo de arma de fogo; tio do menor confirmou que a arma pertencia ao sobrinho
A Polícia Militar de Mato Grosso apreendeu um adolescente, de 16 anos, por porte ilegal de arma de fogo, na noite desta quinta-feira (5.11), em São José dos Quatro Marcos. Com o menor, a PM apreendeu um revólver e 40 munições de calibre 22.
Conforme o boletim de ocorrência, a equipe do Grupo de Apoio (GAP) recebeu denúncias sobre um disparo de arma de fogo em uma residência, nas proximidades do hospital da cidade. Os policiais foram para o endereço e encontraram duas pessoas, que informaram ser tio e sobrinho.
Os dois homens foram questionados sobre a denúncia na residência e o tio do suspeito confirmou os fatos e disse que a arma de fogo disparada seria de propriedade do seu sobrinho.
Os policiais entraram na casa e localizaram a arma, sendo um revólver de calibre 22, ao lado do objeto estavam 40 munições e todo o material foi apreendido.
O adolescente não informou a procedência da arma e recebeu voz de prisão. Ele foi conduzido para a delegacia da cidade para registro da ocorrência e demais providências cabíveis.
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Polícia prende apontado como um dos principais alvos da Operação Efatá em Cuiabá — O Livre

Suspeito de 35 anos teve mandado expedido por regressão de pena; investigação identificou movimentações de mais de R$ 295 milhões em esquema de lavagem de dinheiro
Um integrante de facção criminosa, apontado como um dos principais alvos da Operação Efatá, teve o mandado de prisão cumprido pela Polícia Civil, no final da tarde desta sexta-feira (7.11), em ação realizada pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc).
O suspeito, de 35 anos, havia saído recentemente da prisão, porém teve o mandado de prisão por regressão de pena expedido pela Justiça da Sorriso, por envolvimento em crimes de tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e organização criminosa.
Após tomar conhecimento do mandado de prisão em aberto, os policiais da Denarc iniciaram as diligências para localização do alvo, conseguindo realizar a sua prisão no momento em que ele saia de uma loja na região do CPA, em Cuiabá.
Após ter a ordem judicial cumprida, o suspeito foi condzido à delegacia para as providências cabíveis e posteriormente colocad à disposição da Justiça.
Operação Efatá
A primeira fase da operação Efatá foi deflagrada em dezembro de 2025 para cumprimento de 148 ordens judiciais com foco na desarticulação de esquema criminoso milionário voltado à lavagem de dinheiro oriundo dos crimes de tráfico de drogas e integrar organização criminosa.
A investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos identificou movimentações bancárias superiores a R$ 295 milhões, realizadas por meio de empresas de fachada, em nome de laranjas e de pessoas jurídicas ligadas diretamente ao núcleo criminoso.
Em agosto deste ano, foi deflagrada a segunda fase da operação para cumprimento de mais 20 ordens judiciais contra o mesmo grupo criminoso, dentre elas, o bloqueio de mais de R$ 41,2 milhões em ativos financeiros.
A segunda fase tinha como objetivo aprofundar a investigação sobre a estrutura de comando do grupo e atingir seu patrimônio e mecanismos financeiros. As medidas buscaram preservar elementos de prova, identificar a estrutura patrimonial e financeira investigada e impedir a movimentação ou dissipação de bens e valores relacionados aos fatos apurados.
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Fachin homologa delação premiada de ex-presidente da Reag Investimentos — O Livre

João Carlos Mansur firmou acordo com a Procuradoria-Geral da República; colaboração está sob segredo de Justiça e envolve investigação sobre fraudes no Banco Master
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, decidiu nesta sexta-feira (6) homologar a delação premiada do fundador e ex-presidente da Reag Investimentos, João Carlos Mansur.
Em janeiro deste ano, Mansur foi alvo de buscas e apreensões durante a segunda fase da Operação Compliance Zero, que investiga fraudes financeiras no Banco Master e a tentativa de compra da instituição pelo Banco Regional de Brasília (BRB), banco público ligado ao Governo do Distrito Federal (GDF).
O acordo de delação foi fechado com a Procuradoria-Geral da República (PGR) e está em segredo de Justiça.
A Reag foi liquidada pelo Banco Central por “graves violações” às normas que devem ser seguidas pelas instituições que integram o Sistema Financeiro Nacional.
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