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Grupo que transportava drogas e armas escondidas em caminhões boiadeiros em MT é alvo da Polícia Federal

As investigações começaram em abril deste ano, após a prisão de um caminhoneiro que transportava mais de 300 kg de drogas.
Um grupo criminoso que usava caminhões boiadeiros com fundos falsos para transportar drogas e armas de fogo em Mato Grosso foi alvo de uma operação da Polícia Federal, nesta terça-feira (9), em Cáceres, a 220 km de Cuiabá. Um investigado foi preso e três mandados de busca e apreensão foram cumpridos na ação.
As investigações começaram em abril deste ano, após a prisão de um caminhoneiro no município. Na ocasião, o suspeito foi flagrado transportando cerca de 375 kg de drogas, entre tabletes de pasta base de cocaína, cloridrato de cocaína e maconha, além de um fuzil e diversas munições de uso restrito.
Com o avanço da apuração, a Polícia Federal identificou a participação de outras duas pessoas no esquema. Segundo os investigadores, o grupo utilizava compartimentos escondidos nos veículos para esconder as drogas e o armamento.
A investigação segue em andamento para identificar outros possíveis envolvidos e esclarecer a atuação do grupo.
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A operação foi deflagrada nesta terça-feira (9) — Foto: Polícia Federal
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Ao lado de Tarcísio, Pivetta volta a atacar Wellington e mira influência no DNIT

Governador foi a São Paulo visitar o colega de partido e aproveitou a ocasião para cutucar o adversário na campanha eleitoral ao governo de Mato Grosso
O governador de Mato Grosso e candidato à reeleição, Otaviano Pivetta (Republicanos), voltou a criticar o senador Wellington Fagundes (PL), seu adversário na disputa pelo Governo do Estado, ao abordar a influência atribuída ao parlamentar no Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT).
Pivetta aproveitou uma visita ao governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), para retomar o tema. Em vídeo publicado nas redes sociais, afirmou que Tarcísio foi responsável por retirar a influência de Wellington do órgão federal.
“Troca boa de experiências com o cara que teve coragem de expulsar o Wellington Fagundes do Dnit! São Paulo é 10. Mato Grosso também é 10! E nós vamos expulsar a velha política de Mato Grosso também”, afirmou Pivetta.
A declaração reforça uma estratégia que o governador vem utilizando durante a campanha: associar Wellington às administrações de Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma Rousseff e Michel Temer e, ao mesmo tempo, aproximar sua própria imagem de Tarcísio e do campo político ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
Tarcísio foi ministro da Infraestrutura durante o governo Bolsonaro, entre 2019 e 2022. Durante sua gestão, o ministério tinha sob sua estrutura o DNIT, e o órgão passou por mudanças em sua direção. Em janeiro de 2019, por exemplo, foram nomeados novos integrantes da diretoria do departamento.
A referência à suposta influência de Wellington no DNIT já havia sido utilizada por Pivetta em outros momentos da campanha. Segundo relatos publicados pela imprensa local, o governador voltou a fazer a associação em debates realizados em agosto e setembro. A afirmação, contudo, é uma narrativa política dos adversários de Wellington, que não é investigado por esses fatos.
O encontro com Tarcísio também teve um caráter institucional. No vídeo, os dois governadores afirmaram ter conversado sobre experiências de gestão, incluindo saúde e atenção básica, além da tabela SUS Paulista, programa que, segundo Tarcísio, também está sendo implantado em Mato Grosso.
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Operação da Polícia Civil mira suspeitos de roubos e furtos em Várzea Grande

Ação busca localizar foragidos da Justiça e intensificar o combate aos crimes patrimoniais no município
A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta terça-feira (22.9), a Operação Alvo Certo para cumprir mandados de prisão preventiva contra investigados pela prática de roubos e furtos em Várzea Grande.
A ação é realizada pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Várzea Grande, com apoio do Núcleo de Inteligência, e tem como objetivo intensificar o combate aos crimes patrimoniais no município, com foco na localização e prisão de foragidos da Justiça.
Ao todo, são cumpridos quatro mandados de prisão preventiva, expedidos pela 2ª Vara Criminal de Várzea Grande e pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo das Garantias. Os alvos foram identificados como suspeitos de autoria de roubos e furtos cometidos em diferentes bairros do município.
As ordens judiciais são cumpridas nos bairros Água Limpa, Santa Isabel e na região central de Várzea Grande, além da região do bairro Coxipó, em Cuiabá.
Entre os alvos, está um investigado apontado como autor de uma tentativa de latrocínio (roubo seguido de morte), ocorrida em um estabelecimento comercial no bairro Nova Várzea Grande. Conforme as investigações, o suspeito chegou ao local em uma motocicleta e, utilizando uma arma de fogo, anunciou o assalto.
Durante a fuga, o suspeito efetuou um disparo, atingindo uma das vítimas de raspão no braço.
Os outros três alvos dos mandados também possuem antecedentes relacionados a crimes patrimoniais, envolvendo roubos e furtos praticados em Várzea Grande. Um deles possui ainda passagem pelo crime de tráfico de drogas.
Alvo Certo
O nome da operação faz referência ao trabalho de investigação desenvolvido pela equipe da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Várzea Grande, que identificou a localização dos investigados que estavam foragidos da Justiça.
A ação busca dar efetividade às ordens judiciais expedidas contra os investigados e contribuir para evitar a reiteração de crimes patrimoniais no município.
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Nilson Leitão defende tecnologia de ponta para fechar as fronteiras de Mato Grosso ao crime

Candidato afirma que segurança pública deve ser prioridade na distribuição de recursos e propõe ampliar o uso da tecnologia.
Candidato a deputado federal por Mato Grosso, Nilson Leitão (PP) defende a tecnologia como principal arma no combate à criminalidade. Em entrevista, o ex-deputado federal afirmou que a segurança pública é a prioridade número um do mato-grossense e que a distribuição de recursos públicos também precisa colocá-la em primeiro lugar.
Para mostrar a dimensão da insegurança, Nilson contou o diálogo que teve com um jovem de cerca de 23 anos no bairro Alto da Glória, em Sinop. Ao pedir o voto, ouviu do rapaz que ele estava desanimado pela falta de segurança no bairro e que se sentia refém.
A proposta é usar a mesma tecnologia do monitoramento ambiental para fazer a vigilância das fronteiras. Ele lembra que, se alguém desmata um sítio a 30 quilômetros, em três horas a polícia já é notificada graças ao satélite.
“Em três horas, o satélite detecta o desmatamento, mas não detecta o contrabando? Não detecta a bandidagem?”, questionou.
Segundo Leitão, a tecnologia resolve a segurança pública com muito mais rapidez do que a estrutura tradicional. Ele aproveitou para lembrar o programa de câmeras de monitoramento que deixou pronto em 2008, ao encerrar o mandato no Executivo de Sinop. Aquele projeto nunca saiu do papel e o que hoje está em operação (Vigia Mais) depende de parceria entre a CDL e o governo do estado de Mato Grosso.
Nilson também defendeu a união da bancada federal para destinar recursos à segurança.
“As emendas de bancada podem resolver todos os problemas. Pode vir aqui cem, duzentos, trezentos milhões de reais, só precisa ter coordenação, liderança”, afirmou.
Sobre as fronteiras, o candidato criticou o noticiário de apreensões recorrentes de drogas e defendeu que a notícia deveria ser outra, a de que a droga não entrou mais.
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