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Governo de MT assina concessões de mais de 900 km de rodovias com investimento privado de R$ 3,6 bilhões

Com os novos contratos, o estado passa a ter 2.381 km de rodovias concedidas.
O Governo de Mato Grosso assinou três novos contratos de concessões de 964,5 quilômetros de rodovias estaduais, nesta segunda-feira (1º), com investimentos previstos de R$ 3,6 bilhões ao longo dos próximos 30 anos por parte da iniciativa privada. Com esses novos contratos, o estado passa a ter 2.381 km de rodovias concedidas.
Os contratos assinados trazem uma série de ações, como o pagamento de pedágio e pesagem de veículos de carga sem a necessidade de parada. Conforme a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra), ainda há uma cláusula que prevê as adaptações climáticas das rodovias.
Foram assinados os contratos para os seguintes trechos:
- Lote 1 – Rota do Arinos, que corresponde a 237,5 km das MTs 160/220/242/338 nos municípios de Novo Horizonte do Norte, Porto dos Gaúchos, Itanhangá, Juara e Tapurah.
- Lote 2 – Rota da Produção, que corresponde a 418,5 km das MTs 160/235/249/480 nos municípios de Diamantino, São José do Rio Claro, Campo Novo do Parecis, Nova Maringá, Nova Mutum, Nova Marilândia, Santo Afonso e Tangará da Serra.
- Lote 5 – Rodovia da Integração, que corresponde a 308,3 km das MTs 020/326 nos municípios de Paranatinga, Campinápolis, Água Boa e Canarana.
Os contratos também garantem a manutenção dos trechos concedidos e a continuidade de que o estado terá recursos para investir em novas rodovias. Além disso, preveem que os primeiros 12 meses sejam dedicados à execução de obras iniciais e, apenas após cumpridos esses requisitos, é que a cobrança das tarifas de pedágio podem ser autorizadas.
Segundo o secretário-chefe da Casa Civil, Fábio Garcia, o que está sendo feito é uma parceria com o setor privado para acelerar o crescimento de Mato Grosso, seguindo um modelo semelhante ao usado na Europa.
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Carta aos brasileiros que acreditam num país melhor

Há uma pergunta que precisamos responder com honestidade: o que queremos construir?
Por anos, muita energia do campo progressista foi gasta em resistir. Resistir ao desmonte de direitos, à destruição ambiental, ao ódio nas redes. Resistir foi necessário. Mas nenhum povo se mobiliza por muito tempo apenas para evitar o pior. Um país se levanta quando há algo concreto pelo que lutar — um projeto claro, uma esperança no horizonte.
É hora de dizer, sem rodeios, qual Brasil queremos construir.
O Brasil não é pobre por causa do brasileiro. O Brasil concentra riqueza, poder e oportunidade nas mãos de poucos — e isso não é natural. É resultado de escolhas. Escolhas que podem ser outras.
Nosso desafio hoje não é só denunciar o que está errado. É mostrar, de forma simples e honesta, como o país pode funcionar melhor para a maioria. E hoje vivemos mais perto dessa realidade.
O governo atual projeta quase R$ 300 bilhões em programas sociais para 2026. Não são esmolas. São investimento em gente: comida na mesa, acesso à saúde, à educação, renda para quem mais precisa.
A Nova Indústria Brasil mobiliza outros R$ 300 bilhões para reconstruir a capacidade produtiva do país — criar empregos de qualidade aqui dentro, em vez de exportar matéria-bruta e importar tecnologia.
Esses são avanços reais. Mas números, sozinhos, não formam projeto de país. Não criam o sentimento de que há um rumo.
E o que ainda falta dizer?
A trabalhadora que pega dois ônibus para chegar em casa não está ouvindo isso de forma que faça sentido para ela. O jovem que sobrevive de bico e aplicativo não enxerga, na nossa atuação, uma proposta concreta para sua vida. O pequeno comerciante, o agricultor familiar, o morador da periferia — muitos ainda não sentem que fazem parte de um projeto maior.
Isso é responsabilidade nossa. Não deles.
A extrema direita aprendeu a transformar raiva e frustração em voto. Cabe a nós aprender a transformar esperança e proposta em projeto compartilhado.
O Brasil que propomos: direto ao ponto e com ações possíveis
1. Emprego de qualidade no centro da economia
Queremos um país que não se conforma em ser exportador de commodities. Queremos cadeias produtivas que gerem emprego qualificado aqui dentro. Que o filho do trabalhador possa encontrar um bom emprego no Brasil — não que precise aceitar qualquer bico ou emigrar para ter futuro.
2. Proteção social como investimento, não gasto
Quando o Estado protege alguém da fome, da doença, da miséria, ele está criando condições para que essa pessoa produza, estude, empreenda e cuide da família. Isso precisa ser dito em voz alta — e repetido.
3. Desigualdade como problema central, não efeito colateral
Não é possível construir um país justo quando poucos concentram quase tudo — terra, renda, poder, meios de comunicação. Enfrentar isso exige política tributária justa, serviços públicos fortes e a coragem de dizer: isso não é natural, é escolha.
4. Dignidade para todas as vidas
Mulheres, negros, indígenas, pobres não podem continuar sendo tratados como descartáveis. Proteger essas vidas não é pauta de minoria — é o fundamento de qualquer sociedade que se diz civilizada.
5. O povo como protagonista, não espectador
Democracia não acontece só nas eleições. Acontece quando as pessoas entendem o que está em disputa no orçamento, nos juros, nas políticas públicas. Nossa tarefa é democratizar esse debate — falar com o povo, não apenas em nome dele.
Precisamos parar de falar só para quem já concorda com a gente.
Precisamos parar de responder ao adversário como se ele fosse o centro do debate. Quando fazemos isso, ele continua pautando a política — mesmo derrotado nas urnas.
E precisamos parar de achar que ter razão é suficiente. Ter razão sem conseguir comunicar é perder o debate antes de começar.
Este texto é um chamado a que o campo progressista responda, junto, a perguntas simples:
- Que Brasil estamos construindo para os próximos 20 anos?
- O seu trabalho vai valer mais nesse Brasil?
- Seu filho vai ter mais chance de prosperar?
- A sua voz vai ser mais ouvida nas decisões que importam?
Se a extrema direita capturou o ressentimento e o medo, nossa tarefa é organizar a esperança — não uma esperança ingênua, mas concreta, ligada a políticas reais que já estão em disputa.
Não somos apenas contra um passado de destruição.
Somos a favor de um futuro em que o povo brasileiro deixe de sobreviver apesar do Brasil — e passe a viver à altura da riqueza, do talento e da dignidade que este país já tem.
Esse é o chamado. O resto é trabalho — paciente, cotidiano, coletivo.
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Prepare o casaco: Massa de ar polar chega a Cuiabá e traz queda brusca na temperatura

previsão indica que o frio avança pelo continente e atinge a capital mato-grossense na próxima segunda-feira (11.05)
Uma frente fria associada a áreas de instabilidade deve influenciar as condições do tempo em grande parte do Brasil a partir desta quinta-feira (7), segundo previsão divulgada pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
O sistema deve avançar pela Região Sul ao longo dos próximos dias, trazendo chuvas intensas, rajadas de vento, queda acentuada nas temperaturas e possibilidade da primeira friagem amazônica de 2026.
De acordo com o Inmet, a frente fria começa a atuar pelo sul do Rio Grande do Sul na manhã de quinta-feira, provocando acumulados de chuva de até 50 milímetros, especialmente na região de Uruguaiana.
Há previsão de queda de granizo no centro-sul gaúcho e rajadas de vento que podem alcançar 90 quilômetros por hora na região metropolitana de Porto Alegre durante a noite e as temperaturas máximas devem ficar em torno de 15°C em áreas do sul e oeste do estado.
Na sexta-feira, a frente fria avança por Santa Catarina, Paraná e sudoeste de Mato Grosso do Sul, mantendo as pancadas de chuva e trovoadas. Já no litoral gaúcho podem ser registrados ventos de até 70 km/h. As máximas não devem ultrapassar os 21°C em grande parte da Região Sul e no sudoeste sul-mato-grossense.
No sábado (9), o sistema alcança São Paulo e Mato Grosso do Sul, com previsão de chuvas e queda nas temperaturas. Os estados com os maiores acumulados devem ser Santa Catarina, sul do Paraná e sul de Mato Grosso do Sul, com volumes em torno de 40 milímetros. No centro-sul do Paraná, a máxima prevista é apenas 15°C.
Segundo o Inmet, no domingo (10), a massa de ar frio avança pelo continente e chega ao centro-sul de Rondônia, no sudoeste rondoniense, a temperatura máxima prevista é 20°C.
O frio mais intenso deve atingir a Região Sul, onde as máximas não devem passar dos 16°C. Na Serra Catarinense, os termômetros podem marcar apenas 12°C e também há previsão de geada entre o sudoeste do Paraná e o centro-oeste de Santa Catarina.
Na segunda-feira (11), a massa de ar frio deve alcançar áreas entre o Sul Fluminense e o Acre, passando por Rondônia, Cuiabá, sul de Goiás, Triângulo Mineiro e sul de Minas Gerais. Em Rio Branco (AC), a mínima prevista é 18°C, enquanto em Bauru (SP) os termômetros podem chegar a 11°C.
Ainda segundo o instituto, há previsão de geada em todos os estados da Região Sul e no sudoeste de Mato Grosso do Sul. Já no Rio de Janeiro e Espírito Santo, a previsão é pancadas isoladas de chuva ao longo do dia.
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CCJ aprova projeto de Zé Medeiros que dobra penas para membros de facções

Proposta endurece punições contra o tráfico de armas e pessoas; texto segue agora para votação definitiva no plenário da Câmara
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou, um projeto de lei do deputado federal Zé Medeiros (PL) que aumenta a pena para integrantes de organizações criminosas. A proposta agora aguarda apreciação no plenário.
O projeto endurece as punições, prevê aumento de penas, podendo dobrar em casos com morte e amplia o rigor no combate ao tráfico de drogas, de armas, de pessoas e ao crime de ameaça.
“Precisamos combater as facções criminosas. Esses grupos terroristas têm colocado regiões inteiras em situação de terror e isso precisa mudar. Faccionados precisam sofrer punições mais duras. É inadmissível que cidadãos de bem, fiquem reféns do medo e da insegurança”, afirmou.
Nos crimes de tráfico internacional de armas e de pessoas, a pena pode ser aumentada de metade até o dobro; no crime de ameaça, o aumento também varia de metade até o dobro; nos casos de posse e porte irregular de arma de fogo, o acréscimo vai de metade a dois terços; e, na posse ou porte ilegal de arma de uso restrito, a pena pode ser aplicada em dobro.
“Cada dia que passa aumentam os casos de assaltos e mortes. Esses crimes se repetem porque quem deveria estar preso está solto. Esses bandidos só podem sair da cadeia quando provarem que não oferecem mais risco. Enquanto estiverem soltos, quem paga a conta é o cidadão honesto e trabalhador. Essa lei contribui para mudar esse cenário”, concluiu Medeiros.
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