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Agro Mato Grosso

Governador atende setor e prorroga Proalmat até 2032 I MT

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Medida vai beneficiar mais de 2.100 produtores e dezenas de milhares de trabalhadores

O governador Mauro Mendes decidiu, nesta quarta-feira (20.8), prorrogar o Programa de Incentivo à Cultura do Algodão de Mato Grosso (Proalmat) até 2032.

A decisão foi tomada durante reunião com a diretoria da Associação Mato-grossense de Produtores de Algodão (AMPA), e outras entidades do setor.

De acordo com o governador Mauro Mendes, o Proalmat tem beneficiado mais de 2.100 produtores cadastrados, que empregam dezenas de milhares de trabalhadores e fazem desse Mato Grosso o maior produtor de algodão do país.

“Em consideração a essa bela história e contribuição que o setor têm construído ao longo desses mais de 20 anos, o Governo de Mato Grosso vai fazer essa prorrogação do Proalmat até 2032”, anunciou Mauro

O diretor-presidente da Ampa, Orcival Gouveia, destacou a importância dos produtores de algodão em Mato Grosso, cuja safra 2024/2025 está prevista para alcançar 2,85 milhões de toneladas da pluma.

“Esse projeto beneficia principalmente o pequeno e médio produtor, e a indústria nacional. Estamos muito felizes com mais essa parceria”, relatou.

Também participaram da reunião: o vice-governador Otaviano Pivetta; o diretor- executivo da Ampa Décio Tocantins; o deputado estadual Carlos Avallone; os secretários de Estado Fabio Garcia (Casa Civil) e Rogério Gallo (Fazenda); além de integrantes da diretoria da Ampa e de outras entidades do setor.

Retorno ao Estado

De acordo com o dados da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec), as políticas de incentivo fiscal como o Proalmat garantiram um retorno de mais de 230% ao Estado.

A cada R$ 1 renunciado em impostos, o Estado recebeu R$ 3,28 em investimento.

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Agro Mato Grosso

Sararé é a Terra Indígena mais desmatada da Amazônia Legal em 2024, aponta relatório

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A Terra Indígena (TI) Sararé, localizada em Pontes e Lacerda, a 483 km de Cuiabá, liderou o ranking das terras indígenas mais desmatadas do país na Amazônia Legal em 2024. Entre 2021 e 2024, o desmatamento associado na TI Sararé cresceu 729%. Os dados fazem parte do relatório Cartografias da Violência na Amazônia 2025, divulgado em novembro, que analisou nove estados que compõem a região.

Segundo o levantamento, o principal fator associado à devastação é a expansão do garimpo ilegal na região. O relatório identificou a presença de garimpos ativos dentro da TI Sararé, com uso de escavadeiras hidráulicas, balsas e bombas de sucção.

Operação da PF destrói túneis, minas e maquinários na Terra Indígena Sararé (MT)

Operação da PF destrói túneis, minas e maquinários na Terra Indígena Sararé (MT)

Na última semana, uma operação da Polícia Federal (PF) destruiu túneis, minas, maquinários e dezenas de acampamentos utilizados pelos garimpeiros. Durante a ação, também foram localizados 14 bunkers, com estoques de alimentos e grande quantidade de equipamentos e insumos usados nas atividades ilegais.

De acordo com o levantamento, o garimpo na TI Sararé cresceu 825% entre 2022 e 2024. A atividade passou a ser financiada e protegida por grupos armados envolvidos também com o tráfico de drogas e de armas na faixa de fronteira. “A TI Sararé dá indícios de ser o novo polo do garimpo amazônico após operações de desintrusão em outros estados”, aponta o relatório.

A pesquisa também identificou registros de cooperação entre garimpeiros e intermediários ligados ao Comando Vermelho (CV), além da atuação de células menores do Comando Classe A (CCA) e de facções bolivianas envolvidas no comércio ilegal de ouro.

Segundo o documento, essas redes criminosas utilizam os garimpos tanto para lavagem de dinheiro quanto para a aquisição de insumos químicos empregados no refino de cocaína, ampliando a interconexão entre as economias do ouro e do tráfico de drogas.

“O impacto é duplo: ambiental, com poluição e desmatamento intensos, e criminal, com aumento da violência armada e ameaças a lideranças indígenas Nambikwára”, diz o relatório.

O documento também ressalta que queimadas criminosas destruíram roçados e áreas consideradas sagradas pelos indígenas, além de apontar que a contaminação por mercúrio e óleo vem degradando rios e igarapés, afetando diretamente a saúde do povo Nambikwara.

Outros dados

Com a destruição e apreensão de maquinários durante as operações, a estimativa é de um prejuízo de R$ 237,5 milhões aos grupos criminosos. Entre os itens estão 10 caminhões, um caminhão-tanque, 16 caminhonetes, 40 veículos, 12 tratores, uma balsa de apoio com motor estacionário, 12 máquinas leves e 269 escavadeiras hidráulicas.

O levantamento identificou ainda a formalização fraudulenta da posse de terras dentro da reserva por meio da falsificação do Cadastro Ambiental Rural (CAR). A análise da sobreposição de imóveis inscritos no sistema revelou 30 registros irregulares dentro da TI Sararé.

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Doenças da soja exigem atenção redobrada no início da safra em MT

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A safra 2025/26 começou a desenhar um cenário que exige maior vigilância dos produtores em relação às doenças que acometem a cultura da soja. Embora a ferrugem asiática tenha registrado diversos casos no Sul do Brasil nas últimas semanas, não há, até o momento, nenhum registro confirmado da doença em Mato Grosso. A informação é da pesquisadora e coordenadora do Laboratório de Fitopatologia da Fundação Rio Verde, Luana Beluffi, que reforça a importância do monitoramento constante neste período de transição climática.

Segundo ela, as condições observadas no Estado apresentam nuances em comparação ao ciclo anterior. O volume de chuvas ficou abaixo do registrado no ano passado e, além disso, a distribuição foi irregular, com algumas regiões acumulando bons índices e outras enfrentando precipitações inferiores ao ideal. Esse comportamento atípico resultou em picos de estresse hídrico, que marcaram o desenvolvimento inicial da safra.

Ainda assim, dezembro trouxe uma mudança importante no padrão climático. Dias consecutivos de nebulosidade, umidade elevada e chuvas mais frequentes começaram a predominar — um ambiente reconhecidamente favorável ao avanço de doenças foliares.

Embora a ferrugem asiática seja sempre tratada como uma ameaça de alto risco pelo potencial de danos, o calendário de semeadura da região norte de Mato Grosso tem contribuído para reduzir a probabilidade de infecções antecipadas. “A região sul do Estado pode sentir mais impacto por conta do escalonamento de plantio, influenciado pelas condições climáticas do início da safra”, explica a pesquisadora.

A Fundação Rio Verde mantém acompanhamento contínuo das lavouras e integra o Consórcio Antiferrugem, que compila e divulga oficialmente os registros de ocorrência da doença em todo o País. “Seguimos monitorando e informando qualquer alteração no cenário fitossanitário. O produtor deve manter visitas regulares às áreas, observar sintomas iniciais e ajustar estratégias de manejo conforme a evolução do clima”, reforça Beluffi.

Com a chegada das chuvas mais frequentes, a combinação de atenção, manejo adequado e monitoramento técnico torna-se decisiva para preservar o potencial produtivo da safra nas regiões de plantio.

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Caminhoneiro é preso com 600 kg de maconha escondidos em embalagens agrícolas em MT

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