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Corpo de Bombeiros extingue dois incêndios florestais e combate 19 nesta quarta-feira (20)

Corporação monitora 30 focos correspondem a queimadas irregulares; outros 15 focos estão em terras indígenas
O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) extinguiu dois incêndios florestais e mantém controlado cinco focos ativos nas últimas 24 horas. As equipes continuam, nesta quarta-feira (20.8), atuando diretamente no combate a 19 incêndios florestais em diversas regiões do Estado.
Os incêndios florestais extintos estavam localizados nos municípios de Juscimeira, nas proximidades da BR-364 em São Pedro da Cipa, além de Pontal do Araguaia.
Já os focos ativos controlados, que não apresentam mais risco imediato de propagação, pois as chamas estão contidas dentro de um perímetro seguro, estão nos municípios de Chapada dos Guimarães, no assentamento 12 de Outubro em Cláudia, em Figueirópolis D’Oeste, além das cidades de Guarantã do Norte e Peixoto de Azevedo.
Além disso, os bombeiros continuam atuando no combate aos incêndios florestais em diversos municípios do estado. Em Cuiabá, as ações se concentram no Distrito do Coxipó do Ouro. Há também frentes de combate em Rosário Oeste, nas proximidades da MT-324, em Paranatinga, e nas cidades de Planalto da Serra, Cláudia, Nova Ubiratã e Canarana.
As equipes ainda enfrentam dois focos de incêndio em Chapada dos Guimarães, dois em Nova Brasilândia, outros dois em São José do Rio Claro e três em Nova Maringá. Nesta quarta-feira, os bombeiros iniciaram o combate aos focos ativos nos municípios de Ribeirão Cascalheira, Barra do Garças e Água Boa.
Em todos os locais, as ações contam com as equipes em campo, além do reforço de máquinas pesadas, caminhões-pipa e o uso de uma aeronave que auxiliam diretamente no combate às chamas. As equipes atuam de forma ininterrupta, com foco na contenção dos incêndios e na preservação de vidas, propriedades rurais e do meio ambiente.
Monitoramento
O Corpo de Bombeiros Militar também realiza o monitoramento de 60 focos de calor ativos em todo o estado, incluindo os que estão em combate e controlados. Desse total, 30 são incêndios florestais, sendo 15 em terras indígenas. Outros 30 focos restantes correspondem a queimadas irregulares.
As ocorrências em terras indígenas incluem: quatro focos na Terra Indígena Marechal Rondon em Paranatinga; quatro focos na Terra Indígena Sangradouro/Volta Grande em Poxoréu; dois focos na Terra Indígena Parque Indigena do Xingu em Gaúcha do Norte; dois focos na Terra Indígena Areões em Nova Nazaré; um foco na Terra Indígena Nambikwara em Comodoro; um foco na Terra Indígena Pimentel Barbosa em Canarana e um foco na Terra Indígena Maraiwatsede em Alto Boa Vista.
No caso de áreas indígenas, o combate deve ser feito por órgãos do Governo Federal, já que o Estado não possui autorização para atuar. Até o momento, o Corpo de Bombeiros Militar não foi acionado.
Fiscalização – Operação Infravermelho
Os outros 30 focos de calor decorrentes do uso irregular do fogo estão sendo fiscalizados no âmbito da Operação Infravermelho, cujo monitoramento é realizado a partir da Sala de Situação Central, instalada no Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), em Cuiabá.
Com apoio de imagens de satélite e outras tecnologias, a operação tem como objetivo identificar de forma antecipada áreas com risco de incêndio florestal ou onde o fogo já tenha sido iniciado de maneira ilegal, atuando tanto na prevenção quanto na responsabilização dos infratores.
Incêndios extintos
Desde o início do período proibitivo de uso do fogo em Mato Grosso, o Corpo de Bombeiros já extinguiu 137 focos ativos, entre incêndios florestais e queimadas irregulares em 105 municípios.
Os municípios são: Acorizal, Água Boa, Alta Floresta, Alto Araguaia, Alto Boa Vista, Alto Paraguai, Alto Taquari, Apiacás, Araguaiana, Aripuanã, Barra do Bugres, Barra do Garças, Barão de Melgaço, Bom Jesus do Araguaia, Cáceres, Campinápolis, Campo Verde, Canabrava do Norte, Canarana, Chapada dos Guimarães, Cláudia, Cocalinho, Colíder, Colniza, Comodoro, Confresa, Conquista D’Oeste, Cotriguaçu, Cuiabá, Denise, Diamantino, Feliz Natal, Figueirópolis do Oeste, Gaúcha do Norte, General Carneiro, Guarantã do Norte, Guiratinga, Ipiranga do Norte, Itanhangá, Itaúba, Jaciara, Jauru, Juara, Juscimeira, Juína, Lucas do Rio Verde, Luciara, Marcelândia, Matupá, Nossa Senhora do Livramento, Nova Bandeirantes, Nova Brasilândia, Nova Canaã do Norte, Nova Guarita, Nova Lacerda, Nova Marilândia, Nova Maringá, Nova Monte Verde, Nova Mutum, Nova Nazaré, Nova Santa Helena, Nova Ubiratã, Nova Xavantina, Novo Mundo, Novo Santo Antônio, Novo São Joaquim, Paranatinga, Paranaíta, Peixoto de Azevedo, Poconé, Pontal do Araguaia, Pontes e Lacerda, Porto Alegre do Norte, Porto Esperidião, Poxoréu, Primavera do Leste, Querência, Ribeirão Cascalheira, Rondolândia, Rondonópolis, Rosário Oeste, Santa Carmem, Santa Cruz do Xingu, Santa Rita do Trivelato, Santa Terezinha, Santo Afonso, Santo Antônio de Leverger, Santo Antônio do Leste, São Félix do Araguaia, São José do Povo, São José do Rio Claro, São José do Xingu, Sapezal, Serra Nova Dourada, Sinop, Sorriso, Tabaporã, Tapurah, Terra Nova do Norte, Tesouro, Torixoréu, União do Sul, Várzea Grande, Vila Bela da Santíssima Trindade e Vila Rica.
Focos de calor
Em Mato Grosso, foram registrados 86 focos de calor nas últimas 24 horas, conforme última checagem às 17h, no Programa BDQueimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Desses, 64 estão na Amazônia e 22 no Cerrado. Os dados são do Satélite de Referência (Aqua Tarde).
É importante destacar que um foco de calor isolado não caracteriza, por si só, um incêndio florestal. No entanto, um incêndio florestal geralmente envolve o acúmulo de diversos focos de calor em uma mesma área.
Proibição do uso do fogo
O CBMMT reforça o alerta à população sobre a proibição do uso de fogo para limpeza e manejo de áreas rurais em Mato Grosso. De 1º de junho até 31 de dezembro está proibido o uso do fogo no Pantanal. Nas regiões da Amazônia e do Cerrado, o período proibitivo teve início em 1º de julho e vai até 30 de novembro.
Já nas áreas urbanas, o uso do fogo é proibido durante todo o ano. Em caso de qualquer indício de incêndio florestal no bioma, a orientação é que a denúncia seja feita imediatamente pelos números 193 ou 190.
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Do corte no seguro ao café premiado: os destaques do novo Radar Rural; ASSISTA

O agronegócio não para, e o novo episódio do Radar Rural traz uma análise profunda sobre os temas que estão movimentando os bastidores do setor — da política fiscal que tira o sono do produtor às histórias de superação que conquistam o paladar internacional.
Apresentado por Beatriz Gunther e Victor Faverin, o programa vai ao ar primeiro no YouTube, às sextas-feiras, às 15h, e na tela do Canal Rural aos sábados (9h15) e segundas-feiras (11h30).
Assista ao episódio completo:
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O “cobertor curto” do seguro rural: corte de R$ 461 milhões preocupa o setor
O fantasma da instabilidade climática ganha um ingrediente extra de preocupação para os produtores brasileiros. O governo federal oficializou o contingenciamento de R$ 461,7 milhões do Programa de Subvenção ao Seguro Rural (PSR). Na prática, a verba encolheu quase pela metade: caiu de R$ 1,1 bilhão previsto para apenas R$ 638 milhões.
O corte ocorre no pior momento possível, às vésperas do anúncio do Plano Safra e com a consolidação do fenômeno El Niño. Em entrevista ao Canal Rural, o coordenador do Observatório de Crédito Rural e Seguro Rural da FGV Agro, Pedro Loyola, alertou que a medida dá “sinais trocados” ao mercado.
“Duas semanas antes, o governo afirma que o seguro seria prioridade no Plano Safra. Logo depois, vem um corte dessa magnitude. Isso reduz a previsibilidade para produtores e seguradoras, desenhando um dos piores cenários dos últimos anos”, avalia Loyola.
O reflexo do desinvestimento histórico é claro: a área segurada no país despencou de quase 14 milhões de hectares em 2021 para míseros 3,2 milhões de hectares atualmente. O número representa menos de 5% da nossa área produtiva, enquanto potências como os Estados Unidos protegem até 90% de sua produção por meio de políticas públicas eficientes.
Embargo da União Europeia: setor de proteína animal se mobiliza por comprovação e rastreabilidade
Outro tema quente no radar é a pressão da União Europeia sobre os produtos de origem animal do Brasil, motivada pelas restrições ao uso de antimicrobianos. Para conter os danos à credibilidade do país, a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) uniram forças em um documento enviado ao Ministério da Agricultura e pecuária (Mapa).
As entidades pleiteiam a proibição de mais três substâncias antibióticas (enramicina, avilamicina e flavomicina), somando-se às restrições já existentes do ácido fosfônico. O setor argumenta que a cadeia exportadora já não utiliza esses produtos e que o grande desafio atual não é a falta de regras, mas sim a comunicação e a comprovação da fiscalização perante o bloco europeu.
Como a União Europeia dita tendências globais de normatização, o alinhamento rápido é vital para evitar um efeito cascata em outros mercados, como o Reino Unido.
Nova fronteira agrícola: o fenômeno do Chaco paraguaio
O Radar Rural cruza as fronteiras para analisar a ascensão do Chaco, região que desponta como a nova promessa da produção de grãos na América do Sul. Um estudo recente da StoneX estima a safra de soja do Paraguai em 12,3 milhões de toneladas, impulsionada pelos altos índices de produtividade da região.
Algumas fazendas no Chaco já atingem a marca de 4 toneladas de soja por hectare, um patamar comparável ao da Bahia — estado brasileiro referência em alta tecnologia e irrigação. O bioma, que também se estende por Argentina e Bolívia, promete redesenhar o mapa da competitividade do Mercosul nos próximos anos.
Da rejeição ao topo: a virada histórica do café de Caparaó
Para fechar o episódio com “coisa boa”, o programa traz uma reportagem especial direto de Gramado (RS), onde as principais Indicações Geográficas (IG) do Brasil se reuniram. O grande destaque foi a história de superação dos produtores de café da região de Caparaó, na divisa entre o Espírito Santo e Minas Gerais.
Antigamente rotulado injustamente por compradores como “um dos piores cafés do Brasil” devido à maturação irregular em altas altitudes, o território deu a volta por cima. Com o apoio do Sebrae e redesenhando as próprias regras de secagem fora das cartilhas tradicionais, os produtores conquistaram a Denominação de Origem.
O resultado prático? No último prêmio Coffee of the Year, o Caparaó arrebatou 8 das 10 medalhas possíveis.
Além do café, o episódio revela os segredos da banana mais doce do Brasil (que matura por até um ano e meio na Serra Catarinense) e as estratégias dos vitivinicultores brasileiros para enfrentar o acordo Mercosul-União Europeia focando no mercado do Leste Europeu.
Fique Ligado!
Quer entender como esses fatores impactam o seu bolso e o futuro do campo? Não perca os episódios semanais do Radar Rural:
- No YouTube: Sexta-feira, a partir das 15h (Aproveite para se inscrever e ativar as notificações!).
- Na TV (Canal Rural): Sábados, às 9h15, e segundas-feiras, às 11h30.
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Agro Mato Grosso
Governo de MT e Rumo inauguram 1º trecho da Ferrovia Estadual: “MT é um exemplo do que o Brasil pode fazer”

Primeiro trecho da Ferrovia Estadual foi entregue em Dom Aquino e avança na integração logística da produção de Mato Grosso ao país
O Governo de Mato Grosso e a Rumo inauguraram, neste sábado (20), o primeiro trecho da 1ª Ferrovia Estadual de Mato Grosso. São 162 quilômetros de extensão, ligando Rondonópolis ao novo terminal ferroviário instalado na BR-070, em Dom Aquino, com investimento de R$ 5 bilhões nesta primeira etapa.
Considerada a maior ferrovia em execução no Brasil, o projeto terá 740 quilômetros de extensão quando concluído, conectando Rondonópolis a Lucas do Rio Verde, passando por 16 municípios mato-grossenses e com ramal previsto para Cuiabá.
Durante a entrega, o governador Otaviano Pivetta destacou o papel do Governo de Mato Grosso na criação das condições para o desenvolvimento econômico do Estado.
“Mato Grosso é um exemplo do que o Brasil pode fazer. Enquanto a Rumo construiu 162 quilômetros de ferrovia, nós vamos concluir mais de 7 mil quilômetros de asfalto novo nas rodovias estaduais até o final do ano. Investimos R$ 28 bilhões em infraestrutura para melhorar a vida do nosso povo”, afirmou.
Ele também ressaltou os avanços fiscais e institucionais do Estado nos últimos anos. “Recebemos um Estado considerado insolvente e hoje Mato Grosso tem nota triplo A há três anos. Saímos das últimas posições na educação e hoje estamos entre os melhores do país. Quando o governo faz o dever de casa, o desenvolvimento acontece”, completou.
O presidente da Rumo, Pedro Palma, destacou a construção conjunta do projeto. “A visão de futuro é importante, mas ela não basta. É preciso conhecimento, parceria e coragem para transformar projetos em realidade. O modelo criado por Mato Grosso foi fundamental para que esse investimento saísse do papel e chegasse até aqui”, destacou.
O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, destacou a importância da ferrovia para a competitividade da produção brasileira. “Essa ferrovia liga Mato Grosso ao Porto de Santos, reduzindo custos logísticos e aumentando a competitividade da produção brasileira. A ferrovia melhora o transporte, ajuda o meio ambiente, reduz custos e impulsiona o desenvolvimento econômico do país”, disse.
O presidente do conselho de administração da Cosan, Rubens Ometto, ressaltou o impacto da integração logística. “É uma parceria que mostra o que o Brasil é capaz de fazer quando iniciativa privada e poder público trabalham juntos. Esse projeto conecta a produção de Mato Grosso ao Porto de Santos e ao mundo. É a verdadeira ferrovia do grão, que também traz fertilizantes, exporta algodão e movimenta a indústria do etanol. Essa entrega representa muito mais do que novos trilhos, gera empregos e cria condições para que as pessoas construam aqui as suas vidas”, pontuou.
O ministro dos Transportes, George Santoro, parabenizou os envolvidos. “Essa obra representa um avanço importante para a logística do país e para o setor produtivo”, disse.
Terminal Ferroviário
As obras tiveram início em novembro de 2022 e mobilizaram mais de 65 empresas contratadas e cerca de 5 mil trabalhadores. Somente na construção do terminal, foram gerados mais de 800 empregos diretos e indiretos.
Para o prefeito de Dom Aquino, Carlim Amarelo, a chegada da ferrovia representa uma transformação regional. “Estamos diante de uma obra que fortalece Mato Grosso e muda a história da nossa região. Dom Aquino passa a integrar uma importante rota logística nacional, ampliando oportunidades para produtores, empresas e para toda a população”, afirmou.
A cerimônia contou com a presença de autoridades federais, estaduais e municipais, entre elas senadores, deputados federais, deputados estaduais, prefeitos da região, empresários, representantes do setor produtivo e outras lideranças.
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Soja reage e comercialização ganha ritmo no Brasil; confira o cenário da commodity

Os preços da soja registraram alta no mercado brasileiro ao longo da semana, impulsionados pela recuperação das cotações na Bolsa de Chicago, pela valorização do dólar frente ao real e pela manutenção de prêmios firmes nos portos. O cenário favoreceu a comercialização da oleaginosa, embora os negócios tenham ocorrido de forma pontual.
Nas regiões produtoras do país, as cotações apresentaram avanço. Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos passou de R$ 125,50 para R$ 127,00. Em Cascavel (PR), o preço subiu de R$ 121,00 para R$ 121,50. Já em Rondonópolis (MT), a valorização foi de R$ 111,00 para R$ 113,00 por saca. No Porto de Paranaguá (PR), a cotação permaneceu estável em R$ 132,50.
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Soja em Chicago
No mercado internacional, os contratos futuros da soja com vencimento em julho na Bolsa de Chicago (CBOT) encerraram a semana com valorização de 0,76%, interrompendo uma sequência de quedas. No fechamento da quinta-feira (18), o bushel foi cotado a US$ 11,22.
De acordo com o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, o movimento de alta foi sustentado principalmente pelas expectativas de aumento da demanda chinesa pela soja norte-americana e pela possibilidade de novos acordos comerciais entre Estados Unidos e União Europeia.
“Mercado volta a operar em alta diante das expectativas envolvendo a demanda chinesa e também de novos acordos comerciais entre EUA e União Europeia, fatores que acabam trazendo uma percepção de demanda mais forte para a soja”, avaliou.
Apesar da recuperação dos preços, os ganhos seguem limitados pelo cenário de ampla oferta global e pelo bom desenvolvimento das lavouras norte-americanas, fatores que continuam pressionando o mercado.
Cenário no Brasil
Segundo Silveira, o Brasil mantém um ritmo forte de exportações e preços competitivos nos portos, condição que deve se estender pelo menos até meados de julho. No entanto, ele alerta para mudanças no comportamento dos prêmios nos próximos meses.
“Contudo, a curva de prêmios começa a mudar de maneira mais significativa a partir de agosto, com diferenças mais substanciais entre os prêmios brasileiros e americanos”, destacou.
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