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5 de agosto de 2026

Sustentabilidade

Colheita do milho em MS alcança 66,8% da área acompanhada, mas ritmo segue abaixo da safra passada – MAIS SOJA

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O levantamento realizado pela equipe da Associação dos Produtores de Soja de Mato Grosso do Sul (Aprosoja/MS), por meio do Projeto SIGA-MS, mostra que, até o dia 15 de agosto, a colheita da segunda safra de milho 2024/2025 atingiu 66,8% da área no Estado. O percentual representa cerca de 1,4 milhão de hectares já colhidos.

A região sul apresenta o maior avanço, com média de 70,4% da área colhida. Na região norte, o percentual é de 60,3% e, na região centro, 58,1%. Apesar da evolução dos trabalhos no campo, o ritmo ainda é considerado abaixo do observado no ciclo anterior. Na safra 2023/2024, a colheita estava 24,2 pontos percentuais à frente do resultado atual.

De acordo com o assessor técnico da Aprosoja/MS, Flavio Aguena, o principal fator que tem limitado o avanço da colheita é a umidade elevada dos grãos. “A colheita está atrasada em algumas regiões do Estado devido à alta umidade dos grãos. Isso faz com que o produtor precise aguardar melhores condições para a entrada das máquinas nas lavouras, o que impacta no ritmo da operação”, explica.

Com relação aos dados econômicos, os preços médios levantados na semana que compreende os dias de 11 de agosto a 15 de agosto em Mato Grosso do Sul apontam a saca de soja disponível cotada a R$ 122,71 e a saca de milho a R$ 49,24.

De acordo com o analista de Economia da Aprosoja/MS, Mateus Fernandes, o segundo semestre, normalmente é o período em que a quantidade de soja brasileira já foi comercializada em boa parte, e por isso os preços acabam se valorizando, favorecendo aqueles produtores que conseguem estocar para vender nesse período. “A expectativa é que os preços melhorem um pouco mais até novembro. A cotação da soja no mercado futuro para novembro de 2025 teve como preço médio 131,90/saca e o milho 50,68/saca. Com a grande oferta de milho no mercado devido a uma boa safra nos principais produtores mundiais os preços não apresentam grande variação no mercado futuro. O preço do milho sul-mato-grossense tem sido balizado pela demanda interna visto que o seu principal destino é o processamento para produção de etanol e ração animal”.

A previsão do tempo para os próximos dias indica sol com aumento de nebulosidade, além da possibilidade de chuvas. De forma pontual, podem ocorrer tempestades acompanhadas de raios e rajadas de vento, o que também pode influenciar o andamento da colheita.

Mais informações sobre as lavouras de milho, clima e mercado de grãos podem ser obtidas aqui.

Fonte: Crislaine Oliveira/Aprosoja MS



 

FONTE

Autor:Crislaine Oliveira/Aprosoja MS

Site: Aprosoja MS

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Sustentabilidade

O que sustentou os preços da soja hoje? Confira as cotações em dia menos movimentado

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Foto: Famasul

O mercado brasileiro de soja registrou alguns negócios nesta quarta-feira (5), envolvendo portos e indústria, mas o ritmo de comercialização permaneceu lento. De acordo com o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, as cotações ficaram praticamente estáveis, com exceção de poucas praças.

Silveira destaca que a Bolsa de Chicago apresentou leves quedas, enquanto o dólar operou com volatilidade. Os prêmios, por sua vez, seguem elevados nos portos, contribuindo para a sustentação dos preços.

“O produtor continua um pouco afastado do mercado, buscando ofertas melhores. Assim, os negócios seguem restritos às necessidades da mão para a boca”, resume o analista.

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Preços de soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 138,00 para R$ 139,00
  • Santa Rosa (RS): subiu de R$ 139,00 para R$ 140,00
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 132,00 para R$ 134,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 127,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 128,00 para R$ 129,00
  • Rio Verde (GO): manteve em R$ 127,00
  • Paranaguá (PR): subiu de R$ 144,00 para R$ 145,00
  • Rio Grande (RS): subiu de R$ 144,00 para R$ 145,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em baixa hoje, na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). A previsão climática segue indicando chuvas para o Meio Oeste dos Estados Unidos nos próximos dias, favorecendo as lavouras. A queda do petróleo completou o cenário de pressão sobre as cotações.

Neste mês de agosto, vital para a consolidação do potencial produtivo da safra americana, o clima não tem sido motivo de preocupação, encaminhando uma produção cheia no segundo maior produtor de soja do mundo.

Após tentar recuperação na parte da manhã, o petróleo registrava perdas pela terceira sessão seguida, adicionando pressão às commodities. A possibilidade de Irã e Estados Unidos chegarem a um acordo sobre o conflito no Oriente Médio está determinando as perdas do petróleo.

Na sessão de hoje, a retração foi contida pelos sinais de demanda pela soja americana, principalmente através de compras por parte dos chineses. O recuo do dólar frente a outras moedas torna a soja dos Estados Unidos mais competitiva.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 3,00 centavos de dólar, ou 0,25%, a US$ 11,74 3/4 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 11,89 3/4 por bushel, com retração de 3,50 centavos de dólar ou 0,29%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 2,80 ou 0,87% a US$ 315,60 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 67,17 centavos de dólar, com perda de 0,35 centavo ou 0,51%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 0,07%, sendo negociado a R$ 5,1299 para venda e a R$ 5,1279 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,0989 e a máxima de R$ 5,1344.

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Sustentabilidade

Algodão avança em NY com dólar fraco e alta dos mercados vizinhos – MAIS SOJA

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A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) para o algodão fechou com preços mais altos nesta quarta-feira.

As cotações da pluma avançaram no dia sustentadas pelo dólar fraco contra outras moedas. A subida de mercados vizinhos, como o café e o açúcar em NY contribuíram para o suporte, além de fatores técnicos. A piora nas condições das lavouras americanas seguiu como fator positivo para os preços.

Os investidores também se posicionam para o relatório das exportações semanais norte-americanas de algodão, que será divulgado nesta quinta-feira, dia 6, às 9h30 (horário de Brasília), pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Os contratos com entrega em dezembro/2026 fecharam a 83,02 centavos de dólar por libra-peso, alta de 0,56 centavo, ou de 0,7%. Março/2027 fechou a 84,71 centavos, ganho de 0,66 centavo, ou de 0,8%.

Fonte: Agência Safras



 

FONTE

Autor:Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência Safras News

Site: Agência Safras

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Sustentabilidade

ARROZ/CEPEA: Oferta restrita eleva média ao maior patamar em 11 meses – MAIS SOJA

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Em julho, a média mensal do arroz em casca no Rio Grande do Sul atingiu o maior patamar dos últimos 11 meses, refletindo a combinação entre oferta restrita e demanda aquecida.

Segundo o Cepea, a necessidade de aquisição de matéria-prima levou parte das indústrias a reajustar sucessivamente as ofertas de compra, mas a comercialização permaneceu limitada pela baixa disponibilidade do cereal.

De acordo com pesquisadores do Cepea, os produtores permaneceram retraídos, avaliando que os preços ainda não remuneram adequadamente os custos de produção e apostando em novas valorizações durante a entressafra. A procura de indústrias de outros estados também intensificou a concorrência pela matéria-prima e favoreceu a recuperação dos preços.

O Centro de Pesquisas ressalta que o anúncio de futuras aquisições públicas de arroz e milho reforçou a expectativa de valorização entre os produtores, que passaram a postergar ainda mais as vendas. Até o fim de julho, contudo, o edital e as regras para operacionalização das compras ainda não haviam sido divulgados, mantendo o mercado na expectativa.

Fonte: Cepea



FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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