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“Ganhamos mais uma batalha nessa guerra”, diz Galvan após suspensão da Moratória da Soja

A decisão do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) de suspender imediatamente a Moratória da Soja foi recebida como uma conquista histórica pelos produtores de Mato Grosso. Em entrevista ao LIVRE, o ex-presidente da Aprosoja Brasil, Antonio Galvan, afirmou que o resultado representa mais uma vitória em uma batalha que começou há 19 anos.
“Ganhamos mais uma batalha nessa guerra que foi iniciada em Sinop, no Sindicato Rural, e depois tomou corpo. É uma luta que envolve todo produtor, envolveu todas as Aprosojas que são 16 por todo o Brasil”, declarou Galvan.
De acordo com Galvan, o enfrentamento contra a Moratória sempre contou com o engajamento de diferentes frentes do setor produtivo. “Foi uma luta para a gente acabar com a Moratória da Soja. Tivemos o apoio dos prefeitos, pois os municípios foram afetados, tivemos o apoio da Assembleia Legislativa, principalmente do deputado Cattani, assim como do governo de Mato Grosso e de todas as entidades envolvidas na cadeia da soja”, acrescentou.
Galvan também destacou que a expectativa agora é de que a decisão cautelar seja confirmada pelo colegiado do Cade. “Esperamos que essa vitória não seja apenas temporária com a liminar, mas que o processo leve ao fim definitivo dessa política que sempre prejudicou o produtor e os municípios”, disse.
A medida concedida pelo Cade atende a um pedido da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que apontou prejuízos concretos ao setor e apresentou parecer econômico defendendo a suspensão. A decisão prevê multa diária de R$ 250 mil em caso de descumprimento.
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Carnaval 2026 deve ter movimentação mais discreta no comércio de Mato Grosso

Para compreender melhor o comportamento de compra dos mato-grossenses durante o período de carnaval, o Instituto de Pesquisa e Análise da Fecomércio Mato Grosso (IPF-MT) divulgou o estudo de intenção de consumo para a data em 2026. O levantamento foi realizado entre os dias 19 e 23 de janeiro, ouvindo 508 pessoas em 32 municípios do estado. A margem de erro estimada é de 4%, para mais ou para menos.
Entre os participantes, a maioria (70,87%) afirmou que não possui planos para o carnaval, enquanto 3,94% disseram ainda não ter certeza se irão realizar alguma atividade. Já 25,20% informaram que pretendem comemorar a data. Deste grupo, a maior parcela (11,81%) afirmou que deve passar o feriado em casa. Outros 3,54% disseram que pretendem ir a bares e restaurantes na cidade, enquanto 2,76% afirmaram que devem participar de eventos locais.
O presidente da Fecomércio-MT, Wenceslau Júnior, destacou que a baixa intenção de participação no carnaval reflete um comportamento mais cauteloso do consumidor neste início de ano. “A baixa intenção de participação dos mato-grossenses no carnaval está diretamente relacionada aos gastos do fim de ano e às contas típicas do início do ano”, explicou. Ele acrescentou ainda que “aspectos culturais e religiosos também contribuem para que parte da população não saia para comemorar a data”.
Turismo local surge como alternativa
Entre aqueles que pretendem aproveitar o feriado carnavalesco, 4,13% afirmaram que devem viajar para outros municípios dentro do próprio estado.
Segundo o presidente da Fecomércio-MT, o cenário é positivo para o turismo regional. “O turismo mato-grossense pode ser um dos grandes beneficiados nesse período, já que representa uma alternativa de lazer para quem decide aproveitar o feriado. Essa movimentação fortalece a economia local e estimula os moradores a conhecerem as belezas do próprio estado”, avaliou.
Formas de pagamento e nível de gastos
Em relação aos métodos de pagamento, 49,22% dos consumidores que pretendem gastar no carnaval informaram que devem utilizar o cartão de crédito, seguidos por 43,75% que pretendem usar o PIX.
Na comparação com o carnaval do ano passado, 33,59% dos entrevistados disseram que pretendem manter o nível de gastos. Outros 22,66% afirmaram não ter tido despesas no período anterior, enquanto 21,09% indicaram a intenção de gastar menos neste ano.
Mesmo com uma participação mais restrita da população, a expectativa é de impacto relevante na economia estadual. “A estimativa de movimentação de R$ 259 milhões demonstra que o carnaval ainda gera um impacto econômico significativo em Mato Grosso, especialmente nos setores de alimentação, transporte e lazer local”, destacou Wenceslau Júnior.
A pesquisa aponta ainda que a média de gastos daqueles que pretendem passar o período de carnaval no estado será de R$ 604,26, o que representa um aumento real de 22,90% em relação à média de 2025. No ano anterior, o valor médio registrado foi de R$ 471,58.
Bares e restaurantes devem sentir os efeitos
Entre os entrevistados que afirmaram que pretendem frequentar bares, restaurantes ou eventos locais durante o feriado, 50% disseram que costumam decidir o que fazer mais próximo da data. Outros 37,50% afirmaram que baseiam suas escolhas principalmente nas redes sociais.
Por fim, entre os participantes que informaram que não pretendem aproveitar o carnaval, 68,68% disseram não ter o hábito de comemorar a data. Já 8,42% apontaram a falta de condições financeiras como principal motivo, enquanto 6,58% afirmaram não ter disponibilidade de tempo.
O Sistema Comércio, composto pela Fecomércio, Sesc, Senac e IPF-MT, é presidido pelo empresário Wenceslau Júnior. A entidade é filiada à Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), presidida por José Roberto Tadros.
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Sine disponibiliza mais de 2,1 mil vagas de emprego nesta semana em vários municípios

O Sistema Nacional de Emprego (Sine-MT), vinculado à Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), divulgou 2.119 vagas de trabalho disponíveis para esta semana em Mato Grosso.
Entre as vagas disponíveis, há camareira de hotel, auxiliar técnico na mecânica de máquinas, auxiliar de limpeza, farmacêutico, recepcionista, servente de obras, soldador, agente de segurança, entre outras funções.
Para pessoas com deficiência (PCD), os municípios de Cuiabá e Várzea Grande concentram 10 vagas, sendo três vagas para frentista, uma vaga para auxiliar de estoque, uma vaga para lavanderia, uma vaga para auxiliar de linha de produção, uma vaga para operador de telemarketing, uma vaga para recepcionista atendente, uma vaga para técnico de controle de qualidade e uma vaga para técnico em segurança do trabalho.
Ainda em Cuiabá e Várzea Grande, estão sendo ofertadas 284 vagas para o público em geral. Dentre elas, destacam-se 44 vagas para linha de produção, 21 vagas para ajudante de obras, 20 vagas para operador de vendas (lojas), 15 vagas para eletricista, 10 vagas para empacotador à mão, 12 vagas para auxiliar de estoque, seis vagas para soldador, seis vagas para ajudante de carga e descarga de mercadoria, três vagas para serralheiro, uma vaga para caseiro e uma vaga para mecânico de refrigeração e climatização.
Em Sinop, são 317 oportunidades disponíveis na semana, como 25 vagas para atendente de lanchonete, 21 vagas para atendente do setor de hortifrutigranjeiros, 10 vagas para técnico em instalação de sistemas ópticos, oito vagas para técnico agrícola, seis vagas para intérpretes de Libras, três vagas para agente de segurança, duas vagas para mecânico eletricista de automóveis e uma vaga para camareira de hotel.
Já em Juína, o município conta com 184 vagas de emprego abertas, sendo 21 vagas para pedreiro, 21 vagas para servente de obras, 16 vagas para repositor de mercadorias, 13 vagas para auxiliar de linha de produção, 10 vagas para soldador, sete vagas para trabalhador agropecuário em geral, cinco vagas para encanador, três vagas para montador de estruturas metálicas, uma vaga para auxiliar técnico na mecânica de máquinas, uma vaga para vendedor interno, uma vaga para farmacêutico, uma vaga para desenhista industrial gráfico (designer gráfico) e uma vaga para auxiliar de dentista.
A lista completa e detalhada das vagas ofertadas pela Rede Sine pode ser acessada diariamente pelo Portal Emprega Brasil. As oportunidades são atualizadas de forma contínua, com novos cadastros realizados ao longo do dia.
Atendimento
Além da intermediação de mão de obra, o Sine-MT realiza a habilitação do seguro-desemprego e oferece orientação sobre o uso da Carteira de Trabalho Digital. Os interessados devem comparecer às unidades portando documentos pessoais e verificar a disponibilidade das vagas, que são ofertadas diariamente.
Na região metropolitana, o atendimento nas unidades do Ganha Tempo Ipiranga e do CPA I ocorre das 8h às 17h, de segunda a sexta-feira. Já o Sine instalado no Centro Estadual de Cidadania de Várzea Grande Shopping funciona das 10h às 17h30.
As oportunidades disponíveis nos municípios de Mato Grosso também podem ser consultadas no documento em anexo.
PAINEL DE VAGAS 02.02.2026 Todas as Unidades SINE MT.pdf
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Primeira segunda-feira de fevereiro: preços de soja subiram ou caíram? Confira os números

O mercado brasileiro de soja teve um início de semana lento para a comercialização, com negócios registrados pontualmente nos portos de Paranaguá e Santos, mas sem reporte de ofertas firmes. De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado, Rafael Silveira, o mercado, nesta segunda-feira (2), operou dentro da paridade.
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Segundo ele, a Bolsa iniciou a semana em queda, enquanto o dólar subiu levemente e os prêmios registraram apenas pequenas alterações. “Nesse ambiente, o produtor permanece afastado do mercado, focado na colheita e sem motivação para vender nos níveis atuais, diante de margens bastante apertadas”, avalia Silveira.
Preços de soja no Brasil
- Passo Fundo (RS): de R$ 124,00 para R$ 122,00
- Santa Rosa (RS): de R$ 125,00 para R$ 123,00
- Cascavel (PR): de R$ 116,00 para R$ 114,00
- Rondonópolis (MT): seguiu em R$ 106,00
- Dourados (MS): de R$ 111,00 para R$ 108,00
- Rio Verde (GO): permaneceu R$ 109,00
- Paranaguá (PR): de R$ 127,00 para R$ 125,00
- Rio Grande (RS): de R$ 127,00 para R$ 126,00
Contratos futuros de soja
Os contratos futuros da soja encerraram esta segunda-feira (2) em baixa na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), em linha com o movimento negativo das commodities. O aumento da aversão ao risco fortaleceu o dólar, reduziu a competitividade das exportações dos EUA e pressionou o mercado, em um dia marcado pela forte queda do petróleo, que liderou as perdas.
Boletim Rural Clima
Para completar, as lavouras se desenvolvem bem no Brasil, encaminhando uma produção recorde. Segundo boletim da Rural Clima, o volume de chuvas deve ser satisfatório em fevereiro para a soja nos principais estados produtores do país.
Petróleo
Os preços dos contratos futuros do petróleo devem fechar o pregão desta segunda-feira em queda acentuada. A desescalada das tensões entre os EUA e Irã determinaram a forte queda da commodity, que registrou perdas de quase 5% na maior parte do dia.
Dados do USDA
As inspeções de exportação norte-americana de soja chegaram a 1.310.559 t na semana encerrada em 29 de janeiro, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Na semana anterior, as inspeções de exportação de soja haviam atingido 1.336.311 toneladas.
Contratos futuros de soja
Os contratos da soja em grão com entrega em março fecharam com baixa de 4,00 centavos de dólar, ou 0,37%, a US$ 10,60 1/4 por bushel. A posição maio teve cotação de US$ 10,72 1/2 por bushel, com retração de 4,50 centavos de dólar ou 0,41%.
Já nos subprodutos, a posição março do farelo fechou com alta de US$ 0,90 ou 0,30% a US$ 294,50 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em março fecharam a 53,20 centavos de dólar, com perda de 0,31 centavo ou 0,57%.
Câmbio
Por fim, o dólar comercial encerrou a sessão com alta de 0,21%, sendo negociado a R$ 5,2573 para venda no valor de R$ 5,2553 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,2367 e a máxima de R$ 5,2807.
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