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queda no preço do dólar limita alta nos preços

As negociações envolvendo soja e derivados estão mais aquecidas no Brasil neste começo de agosto. É isso o que apontam os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Segundo pesquisadores, esse cenário se deve ao interesse internacional, sobretudo por parte da China, e à maior necessidade de indústrias esmagadoras nacionais.
Em julho, as exportações brasileiras atingiram recorde para o mês, somando 12,25 milhões de toneladas da oleaginosa, de acordo com dados da Secex analisados pelo Cepea.
Nos primeiros seis meses deste ano, os embarques também estão nas máximas históricas, totalizando 77,2 milhões de toneladas do grão.
Apesar da aquecida demanda, a significativa desvalorização do dólar frente ao Real impediu fortes avanços nos preços domésticos, ainda de acordo com o Cepea.
*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo
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Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea) eleva projeção da safra 2025/26 e estima exportação recorde em 2026

A Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea) revisou para cima a estimativa da safra brasileira de algodão 2025/26, que passou de 3,955 milhões para 4,006 milhões de toneladas, segundo balanço divulgado em São Paulo, no dia 22. A entidade também elevou a projeção de exportações de 2026 para 3,359 milhões de toneladas, acima das 3,21 milhões previstas em abril. Se confirmados, os embarques representarão novo recorde para o setor.
Segundo a Anea, o ajuste na produção foi sustentado pelas condições climáticas favoráveis nos últimos meses, especialmente em Mato Grosso e Bahia. De acordo com a entidade, esse cenário explica o incremento de aproximadamente 51 mil toneladas na projeção da safra 2025/26. Se o volume se confirmar, será a segunda maior safra da série mencionada no balanço, atrás apenas das 4,260 milhões de toneladas registradas em 2024/2025.
No comércio exterior, a entidade revisou a estimativa de exportações do primeiro semestre de 2026 de 1,600 milhão para 1,827 milhão de toneladas. Em nota, o presidente da Anea, Dawid Wajs, afirmou: “Nunca tivemos um semestre tão forte na história, como este agora, e junho ainda não acabou”.
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Para o segundo semestre de 2026, a projeção foi ajustada de 1,61 milhão para aproximadamente 1,557 milhão de toneladas. Mesmo com a redução nessa etapa do ano, o total projetado para 2026 foi elevado para 3,359 milhões de toneladas.
O balanço também aponta estoques de passagem menores. A estimativa para o fim de junho de 2026 caiu de 934 mil para 708 mil toneladas. Para dezembro de 2026, o estoque final foi revisado de 2,910 milhões para 2,794 milhões de toneladas. Segundo Wajs, a redução mostra competitividade do algodão brasileiro nos destinos de exportação e forte demanda pelo produto.
Para a safra 2026/27, a Anea elevou a projeção de produção de 3,870 milhões para 3,960 milhões de toneladas. Segundo o presidente da entidade, os números são sustentados por preços “mais interessantes” e por uma aparente estabilidade nos custos dos fertilizantes. A Anea estima exportações de 1,667 milhão de toneladas no primeiro semestre de 2027 e de 1,563 milhão no segundo.
Os dados divulgados pela Anea indicam revisão positiva para produção e embarques de algodão, além de estoques menores ao longo de 2026. O material fornecido não detalha preços internos, áreas plantadas ou estimativas regionais além da referência a Mato Grosso e Bahia.
Fonte: Estadão Conteúdo
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Companhia Nacional de Abastecimento investe R$ 3,1 milhões em aquisição de alimentos no Pará

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) realizou, nesta quinta-feira (18), em Belém (PA), uma série de ações voltadas ao abastecimento e à agricultura familiar no Pará. A programação incluiu investimento de R$ 3,1 milhões no Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), entrega de oito mini colheitadeiras, quatro kits de maquinários agrícolas e a conclusão de obras na Unidade Armazenadora (UA) Ananindeua. Segundo a estatal, a modernização recuperou 17,5 mil toneladas de capacidade de armazenagem.
De acordo com a Conab, os recursos do PAA serão usados na destinação de 147,2 toneladas de alimentos, além de 23,5 mil mudas frutíferas e 18,8 toneladas de sementes crioulas para comunidades quilombolas e assentados da reforma agrária. A estatal informou que, desde 2023, aprovou 328 projetos no Pará, com mais de R$ 96,3 milhões em investimentos, atendimento a mais de 8,3 mil famílias produtoras e estimativa de aquisição de cerca de 12,2 mil toneladas de alimentos em 94 municípios.
Entre os atos formalizados, a Associação Estadual de Agricultores e Guardiões da Agrobiodiversidade na Amazônia (Aefaga), de Igarapé-Açu, assinou termo de pactuação de aproximadamente R$ 615 mil para fornecer 18,7 toneladas de sementes crioulas e 23,5 mil mudas. A ação, segundo a fonte, atenderá 385 famílias agricultoras em Ananindeua, Santa Luzia do Pará e Viseu.
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Na mecanização, a Conab entregou oito mini colheitadeiras do Programa Arroz da Gente e quatro kits do Programa Mecaniza+ para organizações de agricultores familiares, assentados, ribeirinhos e agroextrativistas em municípios como Belém, Cametá, Altamira e Marabá. Segundo o material divulgado, os equipamentos do Mecaniza+ têm potencial para elevar em até 30% a produtividade no campo.
Na armazenagem, a estatal informou investimento de R$ 4,6 milhões, desde 2023, na UA Ananindeua. A fonte afirma que a capacidade passou de 2,5 mil toneladas para 21 toneladas após as intervenções, mas também registra recuperação de 17,5 mil toneladas, sem detalhar esse dado de forma consistente. A Conab também anunciou pregão eletrônico para obras de pavimentação no local.
O material ainda informa que, entre 2023 e 2026, o Programa de Venda em Balcão comercializou cerca de 3,6 toneladas de milho no Pará, com aproximadamente 1,3 mil atendimentos a cerca de 190 clientes.
Segundo a Conab, os investimentos também preveem quase R$ 500 mil para pavimentação e instalação de 127 placas fotovoltaicas na unidade de Ananindeua. O material divulgado não detalha prazos de conclusão dessas etapas nem esclarece a divergência numérica sobre a capacidade final de armazenagem.
Fonte: gov.br
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Ferrovia avança em Mato Grosso com entrega dos primeiros 162 quilômetros entre Rondonópolis e Dom Aquino

A ferrovia que promete aproximar a produção mato-grossense dos portos brasileiros avançou mais uma etapa neste sábado (20). Com a entrega dos primeiros 162 quilômetros entre Rondonópolis e Dom Aquino, o projeto da Ferrovia Estadual de Mato Grosso inicia sua operação e amplia a capacidade logística de um dos principais corredores do agronegócio nacional.
O trecho inaugurado integra a expansão da Malha Norte e conecta Rondonópolis ao novo terminal ferroviário instalado às margens da BR-070, em Dom Aquino. Nesta primeira fase, o investimento soma R$ 5 bilhões.
Considerada a primeira ferrovia estadual em construção no país e a maior em execução, a obra deverá alcançar mais de 740 quilômetros de extensão quando concluída, ligando Rondonópolis a Lucas do Rio Verde e passando por 16 municípios mato-grossenses. O projeto também prevê um ramal para Cuiabá.
As obras começaram em novembro de 2022 e mobilizaram cerca de 5 mil trabalhadores. Somente na construção do terminal ferroviário foram gerados mais de 800 empregos diretos e indiretos.
Ligação com os portos
A nova estrutura aproxima os trilhos das principais regiões produtoras de grãos do estado e reforça a ligação de Mato Grosso com o Porto de Santos, principal porta de saída das exportações brasileiras.
O terminal de Dom Aquino foi projetado para movimentar até 10 milhões de toneladas de grãos por ano, principalmente soja e milho. As operações entram agora em fase de testes e preparação para o início das atividades em escala comercial.
Durante a inauguração, o governador Otaviano Pivetta relacionou a entrega da ferrovia aos investimentos em infraestrutura realizados no estado.
“Mato Grosso é um exemplo do que o Brasil pode fazer. Enquanto a Rumo construiu 162 quilômetros de ferrovia, nós vamos concluir mais de 7 mil quilômetros de asfalto novo nas rodovias estaduais até o final do ano. Investimos R$ 28 bilhões em infraestrutura para melhorar a vida do nosso povo”.

O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, destacou a necessidade de ampliar a participação das ferrovias no transporte nacional. “Vamos precisar de muita ferrovia para transportar o desenvolvimento do Brasil”.
Segundo ele, o crescimento da produção agrícola exige investimentos em infraestrutura para garantir competitividade.
“O Brasil, que era importador de alimentos há 70 anos, hoje está entre os três maiores produtores e exportadores de alimentos do mundo. Nós precisamos chegar aos portos. E, para chegar aos portos, precisamos de ferrovia”, disse o vice-presidente.
Próximas etapas
O trecho entregue representa apenas a primeira fase do projeto ferroviário. Quando concluída, a Ferrovia Estadual deverá formar um novo corredor logístico para o escoamento da produção agrícola do médio-norte mato-grossense.
O presidente da Rumo, Pedro Palma, afirmou que a obra é resultado de um planejamento de longo prazo e de um modelo que permitiu viabilizar os investimentos necessários. “A visão de futuro é importante, mas ela não basta. É preciso conhecimento, parceria e coragem para transformar projetos em realidade”.
Para o presidente do conselho de administração da Cosan, Rubens Ometto, a ferrovia amplia a conexão da produção mato-grossense com os mercados nacional e internacional. “Esse projeto conecta a produção de Mato Grosso ao Porto de Santos e ao mundo. É a verdadeira ferrovia do grão, que também traz fertilizantes, exporta algodão e movimenta a indústria do etanol”.
Em Dom Aquino, a expectativa é que a nova estrutura impulsione a atividade econômica local. Conforme o prefeito Carlim Amarelo, a chegada da ferrovia insere o município em uma importante rota logística. “Dom Aquino passa a integrar uma importante rota logística nacional, ampliando oportunidades para produtores, empresas e para toda a população”.
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