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4 de novembro de 2026

Sustentabilidade

Análise Ceema: Cotações do trigo voltou a recuar nesta semana – MAIS SOJA

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Por Argemiro Luís Brum

A cotação do trigo, para o primeiro mês, em Chicago, voltou a recuar nesta semana. O bushel do cereal fechou a quinta-feira (31) em US$ 5,23/bushel, contra US$ 5,41 uma semana antes.

Neste contexto, nos EUA, a colheita do trigo de inverno atingia, no dia 27/07, a 80% da área semeada, contra 81% na média histórica. Já o trigo de primavera estava com 1% da área colhida, contra 3% na média histórica. As condições das lavouras deste último trigo se apresentavam com 49% entre boas a excelentes, 33% regulares e 18% entre ruins a muito ruins.

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Por outro lado, os embarques de trigo, por parte dos EUA, atingiram a 288.793 toneladas, ficando abaixo das expectativas do mercado. Com isso, no atual ano comercial, as exportações totais de trigo já atingem a 3,3 milhões de toneladas, ou seja, 6% a mais do que no mesmo período do ano passado.

Enquanto isso, na Austrália, as chuvas de julho melhoraram as condições das lavouras de trigo, permitindo esperar uma produção final de 33 a 34 milhões de toneladas, contra uma expectativa anterior de 30,6 milhões. Com isso, a pressão sobre os preços internacionais do cereal deve aumentar, em um momento que os mesmos já estão baixos. Tais preços, na tendência futura, já estão próximos de seus níveis mais baixos desde 2020. Lembrando que nos últimos cinco anos, a produção anual média de trigo, na Austrália, foi de 33,8 milhões de toneladas, contra 21,4 milhões nos cinco anos anteriores.

E aqui no Brasil os preços continuaram estáveis, com um viés de baixa no Paraná. No Rio Grande do Sul o produto permaneceu em R$ 70,00/saco nas principais praças, enquanto a média, pela primeira vez depois de muito tempo, veio a R$ 69,62/saco. E no Paraná, o preço médio em algumas regiões recuou para R$ 76,00/saco (Marechal Cândido Rondon, por exemplo), enquanto em outras o mesmo se manteve nos R$ 78,00/saco.

Enfim, enquanto o plantio se encerrou no Sul do Brasil, regiões do Centro-Oeste e de Minas Gerais já iniciaram a colheita.

Fonte: Informativo CEEMA UNIJUÍ, do prof. Dr. Argemiro Luís Brum¹

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1 – Professor Titular do PPGDR da UNIJUÍ, doutor em Economia Internacional pela EHESS de Paris-França, coordenador, pesquisador e analista de mercado da CEEMA (FIDENE/UNIJUÍ).



 

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Sustentabilidade

Mercado brasileiro de milho deve ter dia lento nos negócios – MAIS SOJA

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 O mercado brasileiro de milho pode ter uma quarta-feira de movimentação lenta nos negócios, em meio ao impasse de produtores e compradores no que tange aos preços. O dólar opera em queda frente ao real, mas a recente escalada deve fazer com que os produtores segurem as intenções de venda, apostando em preços mais elevados para o cereal. Na ponta compradora, porém, a demanda deve seguir fraca, uma vez que os consumidores estão bem ofertados do cereal. No cenário internacional, a pressão de oferta proveniente do avanço da colheita nos Estados Unidos mantém a Bolsa de Chicago em queda.

O mercado brasileiro de milho teve um retorno do feriado de negociações fracas. Segundo o analista de Safras & Mercado, Paulo Molinari, os produtores acreditam que as cotações podem subir devido ao câmbio, já os consumidores não veem espaço para altas devido à oferta e ao bom clima para a safra de verão.

No Porto de Santos, o preço ficou entre R$ 67,00/70,00 a saca (CIF). Já no Porto de Paranaguá, cotação entre R$ 66,00/69,00 a saca.

No Paraná, a cotação ficou em R$ 56,00/60,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 60,00/62,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 66,00/67,00 a saca.

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No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 68,00/70,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 61,00/63,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 57,00/60,00 a saca em Rio Verde – CIF. No Mato Grosso, preço ficou a R$ 52,00/56,00 a saca em Rondonópolis.

CHICAGO

* Os contratos com entrega em dezembro de 2026 estão cotados a US$ 4,40 1/2 por bushel, queda de 2,00 centavos em relação ao fechamento anterior.

* O mercado estende perdas, pressionados pelo avanço da colheita nos Estados Unidos e pelas preocupações com o ritmo mais lento da demanda externa pelo produto norte-americano. O desempenho negativo do petróleo em Nova York também contribui para o cenário de baixa.

* Ontem (3), os contratos de milho com entrega em dezembro/26 fecharam a US$ 4,42 1/2 por bushel, com baixa de 5,75 centavos, ou 1,28%, em relação ao fechamento anterior. A posição março/27 fechou a sessão a US$ 4,56 1/4 por bushel, recuo de 5,75 centavos, ou 1,24%, em relação ao fechamento anterior.

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CÂMBIO

* O dólar comercial registra baixa de 0,57% a R$ 5,4547. O Dollar Index registra queda de 0,48% a 101,376 pontos.

INDICADORES FINANCEIROS

* As principais bolsas da Ásia fecharam mistas. China, +2,11%. Japão, -1,42%.

* As principais bolsas na Europa operam firmes. Paris, +1,42%. Frankfurt, +1,52%. Londres, +1,19%.

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* O petróleo opera em baixa. Dezembro do WTI em NY: US$ 95,12 o barril (-1,00%).

AGENDA

10:30 – EUA: Balança comercial de bens e serviços de setembro.

12:30 – EUA: Relatório semanal da Administração de Informações de Energia (EIA) sobre estoques de petróleo referente à semana de 30 de outubro.

18:30 – Definição da taxa Selic pelo Copom/BC.

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– Resultados financeiros da Minerva, da Vibra e da Prio.

20:50 – Japão: Ata da reunião de política monetária do Banco do Japão (BoJ).

—–Quinta-feira (05/11)

07:00 – Zona do euro: Índice de Preços ao Produtor (PPI) de setembro.

09:00 – Reino Unido: Ata da reunião do Comitê de Política Monetária do Banco da Inglaterra.

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09:00 – Reino Unido: Decisão sobre as taxas de juros do Banco da Inglaterra.

09:00 – Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física do Brasil/IBGE.

10:30 – EUA: Dados de exportação semanal de grãos/USDA.

15:00 – Relatório de condições das lavouras da Argentina – Ministério da Agricultura.

15:00 – Dados de desenvolvimento das lavouras argentinas – Bolsa de Cereais de Buenos Aires.

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16:00 – Dados de desenvolvimento das lavouras no RS – Emater, na parte da tarde.

– Resultados financeiros da PetroRecôncavo e do Brasil Agro.

20:30 – Japão: Pesquisa preliminar do trabalho – salários, emprego e horas trabalhadas de setembro.

—–Sexta-feira (06/11)

10:30 – EUA: Relatório de emprego dos Estados Unidos de outubro.

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15:00 – Balança comercial consolidada de outubro/MDIC.

16:00 – Dados de evolução das lavouras do Mato Grosso – IMEA.

– Resultado financeiro da Fertilizantes Heringer.

Autor/Fonte: Arno Baasch – arno@safras.com.br) / (Agência Safras)

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Sustentabilidade

Arroz/BR: Semeadura atinge 50,9% no país com avanço no RS e progresso nas demais regiões – MAIS SOJA

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Arroz/BR: 50,9% semeado. No RS, o clima foi mais estável e permitiu bom avanço do plantio. Ao todo, cerca de 60% da área estadual está semeada, com bom desenvolvimento geral da cultura. No TO, as chuvas recentes permitiram o preparo e a sistematização das áreas de várzea, iniciando o plantio do arroz irrigado.

Em SC, mesmo com a baixa luminosidade, as temperaturas amenas e o excesso hídrico, o plantio avança e se aproxima do final. As lavouras apresentam danos pontuais por conta desse cenário climático.

No MA, a semeadura do arroz irrigado foi finalizada, restando as áreas tardias de arroz sequeiro. No PR, o clima foi mais favorável e permitiu a retomada do plantio. As condições das lavouras são consideradas boas.

Fonte: Conab

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FONTE

Autor:Conab

Site: Conab

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Sustentabilidade

Soja despenca ao menor preço em 11 semanas em Chicago

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Os preços da soja na Bolsa de Chicago (CBOT) recuam nesta quarta-feira (4), acumulando a oitava sessão consecutiva de perdas e atingindo o menor patamar em 11 semanas. O movimento é influenciado pelo avanço da colheita nos Estados Unidos, pela maior oferta global e pela competitividade da soja brasileira no mercado internacional.

Os contratos futuros com vencimento em janeiro eram negociados a US$ 12,02 por bushel na sessão eletrônica desta manhã, com desvalorização de 0,94%, equivalente a 11,50 centavos de dólar em relação ao fechamento anterior.

A proximidade do encerramento da colheita norte-americana mantém a pressão sobre as cotações, diante da ampla disponibilidade do grão. Ao mesmo tempo, o mercado acompanha a possibilidade de aumento da concorrência brasileira nas exportações, especialmente nos destinos internacionais fora da China.

Outro fator que pesa sobre os preços é o desempenho das compras chinesas, que seguem abaixo das expectativas dos operadores, mesmo após o anúncio de uma nova venda por exportadores privados.

Soja já havia fechado em queda na terça-feira

Na sessão de terça-feira (3), os contratos futuros da soja encerraram o dia em baixa, acompanhando a desvalorização do petróleo e os fundamentos de oferta e demanda.

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O contrato com vencimento em janeiro fechou cotado a US$ 12,14 por bushel, com recuo de 0,22%, equivalente a 2,75 centavos de dólar.

Já a posição março terminou o pregão a US$ 12,20 por bushel, registrando queda de 0,46%, ou 5,75 centavos de dólar.

O comportamento do mercado reflete a combinação entre o aumento da disponibilidade de soja nos Estados Unidos, a concorrência brasileira e as incertezas sobre o ritmo da demanda internacional.

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