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6 de agosto de 2026

Sustentabilidade

Chicago/CBOT: Milho encerrou a semana em queda com receio de uma menor demanda – MAIS SOJA

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Por T&F Agroeconômica, comentários referentes à 25/07/2025
FECHAMENTOS DO DIA 25/07

Chicago: A cotação de setembro, referência para a nossa safrinha, fechou em alta de 0,82% ou $ 3,25 cents/bushel a $ 401,75. A cotação para dezembro, referência alternativa, fechou em alta de 0,84% ou $ 3,25 cents/bushel a $ 420,75.

ANÁLISE DA BAIXA

O milho negociado em Chicago fechou o dia e a semana em baixa. Com uma grande safra a caminho, clima favorável e tensões comerciais as cotações do cereal fecharam o acumulado da semana em baixa. A cotação de setembro ficou operou pelo menos 3 dias da semana abaixo dos US$ 4 bushel. Há uma frustração dos traders com os termos de um novo acordo comercial com o Japão, que ficou abaixo das expectativas em relação ao setor agrícola.

Além disso, não houve avanços significativos com outros potenciais compradores da safra americana. A tensão comercial também se estende ao Canadá. O ex-presidente Donald Trump afirmou que os Estados Unidos podem aplicar tarifas unilaterais ao país, sem buscar negociação. Isso preocupa o setor, já que o Canadá é o principal comprador de etanol dos EUA, além de outros produtos agrícolas.

Com isso tudo somado, o mercado nesta sexta-feira, assim como em outros dias da semana, ignorou grandes compras avulsas de milho. No momento, a única coisa que impede uma queda mais abrupta do cereal é a demanda. Com isso o milho fechou o acumulado da semana em baixa de -2,20% ou $ -9,00 cents/bushel.

B3-MERCADO FUTURO DE MILHO NO BRASIL
B3: Milho B3 fechou em baixa, mas preços seguem oscilando em uma estreita faixa

Os principais contratos de milho encerraram em baixa nesta sexta-feira. Para o acumulado da semana, as cotações mais curtas ainda seguraram ganhos, enquanto as mais longas, para a safra 26/27 fecharam em baixa. As cotações da B3 cederam no último dia da semana, como as variações na semana foram pequenas, qualquer valor acima ou abaixo comprometeu os ganhos acumulados. Os preços seguem lateralizados na bolsa e no físico. Para os preços da média Cepea, o dia de foi perdas (-0,58%), mas na semana a alta foi de
0,55%.

O atraso na colheita está mantendo uma linha de suporte para os preços no Brasil, apesar da queda semanal de dois importantes formadores de preços, como o dólar (-0,47%) e Chicago (-2,20%).

OS FECHAMENTOS DO DIA 25/07

Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam em baixa no dia: o vencimento de setembro/25 foi de R$ 65,64, apresentando baixa de R$ 0,14 no dia e alta de R$ 0,16 na semana; o vencimento de novembro/25 foi de R$ 68,58, apresentando baixa de R$ 0,20 no dia e alta de R$ 0,33 na semana; o vencimento de janeiro/26 foi de R$ 72,12, apresentando baixa de R$ 0,23 no dia e alta de R$ 0,15 na semana.

Fonte: T&F Agroeconômica



 

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Sustentabilidade

O que sustentou os preços da soja hoje? Confira as cotações em dia menos movimentado

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Foto: Famasul

O mercado brasileiro de soja registrou alguns negócios nesta quarta-feira (5), envolvendo portos e indústria, mas o ritmo de comercialização permaneceu lento. De acordo com o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, as cotações ficaram praticamente estáveis, com exceção de poucas praças.

Silveira destaca que a Bolsa de Chicago apresentou leves quedas, enquanto o dólar operou com volatilidade. Os prêmios, por sua vez, seguem elevados nos portos, contribuindo para a sustentação dos preços.

“O produtor continua um pouco afastado do mercado, buscando ofertas melhores. Assim, os negócios seguem restritos às necessidades da mão para a boca”, resume o analista.

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Preços de soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 138,00 para R$ 139,00
  • Santa Rosa (RS): subiu de R$ 139,00 para R$ 140,00
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 132,00 para R$ 134,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 127,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 128,00 para R$ 129,00
  • Rio Verde (GO): manteve em R$ 127,00
  • Paranaguá (PR): subiu de R$ 144,00 para R$ 145,00
  • Rio Grande (RS): subiu de R$ 144,00 para R$ 145,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em baixa hoje, na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). A previsão climática segue indicando chuvas para o Meio Oeste dos Estados Unidos nos próximos dias, favorecendo as lavouras. A queda do petróleo completou o cenário de pressão sobre as cotações.

Neste mês de agosto, vital para a consolidação do potencial produtivo da safra americana, o clima não tem sido motivo de preocupação, encaminhando uma produção cheia no segundo maior produtor de soja do mundo.

Após tentar recuperação na parte da manhã, o petróleo registrava perdas pela terceira sessão seguida, adicionando pressão às commodities. A possibilidade de Irã e Estados Unidos chegarem a um acordo sobre o conflito no Oriente Médio está determinando as perdas do petróleo.

Na sessão de hoje, a retração foi contida pelos sinais de demanda pela soja americana, principalmente através de compras por parte dos chineses. O recuo do dólar frente a outras moedas torna a soja dos Estados Unidos mais competitiva.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 3,00 centavos de dólar, ou 0,25%, a US$ 11,74 3/4 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 11,89 3/4 por bushel, com retração de 3,50 centavos de dólar ou 0,29%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 2,80 ou 0,87% a US$ 315,60 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 67,17 centavos de dólar, com perda de 0,35 centavo ou 0,51%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 0,07%, sendo negociado a R$ 5,1299 para venda e a R$ 5,1279 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,0989 e a máxima de R$ 5,1344.

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Sustentabilidade

Algodão avança em NY com dólar fraco e alta dos mercados vizinhos – MAIS SOJA

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A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) para o algodão fechou com preços mais altos nesta quarta-feira.

As cotações da pluma avançaram no dia sustentadas pelo dólar fraco contra outras moedas. A subida de mercados vizinhos, como o café e o açúcar em NY contribuíram para o suporte, além de fatores técnicos. A piora nas condições das lavouras americanas seguiu como fator positivo para os preços.

Os investidores também se posicionam para o relatório das exportações semanais norte-americanas de algodão, que será divulgado nesta quinta-feira, dia 6, às 9h30 (horário de Brasília), pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Os contratos com entrega em dezembro/2026 fecharam a 83,02 centavos de dólar por libra-peso, alta de 0,56 centavo, ou de 0,7%. Março/2027 fechou a 84,71 centavos, ganho de 0,66 centavo, ou de 0,8%.

Fonte: Agência Safras



 

FONTE

Autor:Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência Safras News

Site: Agência Safras

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Sustentabilidade

ARROZ/CEPEA: Oferta restrita eleva média ao maior patamar em 11 meses – MAIS SOJA

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Em julho, a média mensal do arroz em casca no Rio Grande do Sul atingiu o maior patamar dos últimos 11 meses, refletindo a combinação entre oferta restrita e demanda aquecida.

Segundo o Cepea, a necessidade de aquisição de matéria-prima levou parte das indústrias a reajustar sucessivamente as ofertas de compra, mas a comercialização permaneceu limitada pela baixa disponibilidade do cereal.

De acordo com pesquisadores do Cepea, os produtores permaneceram retraídos, avaliando que os preços ainda não remuneram adequadamente os custos de produção e apostando em novas valorizações durante a entressafra. A procura de indústrias de outros estados também intensificou a concorrência pela matéria-prima e favoreceu a recuperação dos preços.

O Centro de Pesquisas ressalta que o anúncio de futuras aquisições públicas de arroz e milho reforçou a expectativa de valorização entre os produtores, que passaram a postergar ainda mais as vendas. Até o fim de julho, contudo, o edital e as regras para operacionalização das compras ainda não haviam sido divulgados, mantendo o mercado na expectativa.

Fonte: Cepea



FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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