Sustentabilidade
Preços da soja avançam, apesar de baixa em Chicago: confira as cotações de hoje

O mercado brasileiro de soja apresentou preços de estáveis a mais altos nesta segunda-feira (14), com o dólar e os prêmios firmes oferecendo suporte.
Segundo o consultor de Safras & Mercado Rafael Silveira, o mercado teve bons negócios reportados, principalmente no interior, com o produtor aproveitando a alta da moeda norte-americana no dia.
Preço médio da saca de soja
- Passo Fundo (RS): subiu de R$ 130 para R$ 132
- Santa Rosa (RS): avançou de R$ 131 para R$ 132
- Porto de Rio Grande: passou de R$ 136,50 para R$ 138
- Cascavel (PR): aumentou de R$ 130 para R$ 131
- Porto de Paranaguá (PR): avançou de R$ 135 para R$ 136,50
- Rondonópolis (MT): foi de R$ 118 para R$ 119
- Dourados (MS): se manteve em R$ 120
- Rio Verde (GO): subiu de R$ 120 para R$ 121
Bolsa de Chicago
Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a segunda-feira com preços mistos, em dia de muita volatilidade.
Após o mercado ter atingido o menor nível em três meses, os agentes tentaram uma recuperação técnica, através de compras de barganha. No entanto, qualquer reação mais consistente segue limitada pelo clima favorável ao desenvolvimento das lavouras norte-americanas.
Safra dos EUA
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) indica que 70% das plantações estão entre boas e excelentes condições, 25% em situação regular e 5% em condições entre ruins e muito ruins.
As incertezas sobre a política tarifária do presidente de Donald Trump também seguem pressionando os contratos. O temor é que os países afetados retaliem através de diminuição nas compras de produtos agrícolas.
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O presidente Donald Trump anunciou que os Estados Unidos vão impor uma tarifa de 30% sobre produtos importados da União Europeia e do México a partir de 1 de agosto.
A Associação Norte-Americana dos Processadores de Óleos Vegetais (Nopa) divulga nesta terça-feira (15) o resultado do esmagamento dos Estados Unidos no mês de junho. O mercado aposta em número de 185,195 milhões de bushels. Em maio, os esmagamentos somaram 192,829 milhões de bushels. Em junho do ano passado, ficaram em 175,599 milhões de bushels.
Contratos futuros da soja
Os contratos da soja em grão com entrega em agosto fecharam com baixa de 3,25 centavos de dólar ou 0,32% a US$ 10,01 por bushel. A posição novembro teve cotação de US$ 10,07 por bushel, perda de 0,25 centavo ou 0,02%.
Nos subprodutos, a posição agosto do farelo fechou com baixa de US$ 2,60, ou 0,96%, a US$ 267,70 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em agosto fecharam a 54,17 centavos de dólar, com ganho de 0,42 centavo ou 0,78%.
Câmbio
O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,71%, sendo negociado a R$ 5,5857 para venda e a R$ 5,5837 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,5443 e a máxima de R$ 5,5933.O post Preços da soja avançam, apesar de baixa em Chicago: confira as cotações de hoje apareceu primeiro em Canal Rural.
Sustentabilidade
O que sustentou os preços da soja hoje? Confira as cotações em dia menos movimentado

O mercado brasileiro de soja registrou alguns negócios nesta quarta-feira (5), envolvendo portos e indústria, mas o ritmo de comercialização permaneceu lento. De acordo com o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, as cotações ficaram praticamente estáveis, com exceção de poucas praças.
Silveira destaca que a Bolsa de Chicago apresentou leves quedas, enquanto o dólar operou com volatilidade. Os prêmios, por sua vez, seguem elevados nos portos, contribuindo para a sustentação dos preços.
“O produtor continua um pouco afastado do mercado, buscando ofertas melhores. Assim, os negócios seguem restritos às necessidades da mão para a boca”, resume o analista.
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Preços de soja no Brasil
- Passo Fundo (RS): subiu de R$ 138,00 para R$ 139,00
- Santa Rosa (RS): subiu de R$ 139,00 para R$ 140,00
- Cascavel (PR): subiu de R$ 132,00 para R$ 134,00
- Rondonópolis (MT): manteve em R$ 127,00
- Dourados (MS): subiu de R$ 128,00 para R$ 129,00
- Rio Verde (GO): manteve em R$ 127,00
- Paranaguá (PR): subiu de R$ 144,00 para R$ 145,00
- Rio Grande (RS): subiu de R$ 144,00 para R$ 145,00
Soja em Chicago
Os contratos futuros da soja fecharam em baixa hoje, na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). A previsão climática segue indicando chuvas para o Meio Oeste dos Estados Unidos nos próximos dias, favorecendo as lavouras. A queda do petróleo completou o cenário de pressão sobre as cotações.
Neste mês de agosto, vital para a consolidação do potencial produtivo da safra americana, o clima não tem sido motivo de preocupação, encaminhando uma produção cheia no segundo maior produtor de soja do mundo.
Após tentar recuperação na parte da manhã, o petróleo registrava perdas pela terceira sessão seguida, adicionando pressão às commodities. A possibilidade de Irã e Estados Unidos chegarem a um acordo sobre o conflito no Oriente Médio está determinando as perdas do petróleo.
Na sessão de hoje, a retração foi contida pelos sinais de demanda pela soja americana, principalmente através de compras por parte dos chineses. O recuo do dólar frente a outras moedas torna a soja dos Estados Unidos mais competitiva.
Contratos futuros de soja
Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 3,00 centavos de dólar, ou 0,25%, a US$ 11,74 3/4 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 11,89 3/4 por bushel, com retração de 3,50 centavos de dólar ou 0,29%.
Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 2,80 ou 0,87% a US$ 315,60 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 67,17 centavos de dólar, com perda de 0,35 centavo ou 0,51%.
Câmbio
O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 0,07%, sendo negociado a R$ 5,1299 para venda e a R$ 5,1279 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,0989 e a máxima de R$ 5,1344.
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Sustentabilidade
Algodão avança em NY com dólar fraco e alta dos mercados vizinhos – MAIS SOJA

A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) para o algodão fechou com preços mais altos nesta quarta-feira.
As cotações da pluma avançaram no dia sustentadas pelo dólar fraco contra outras moedas. A subida de mercados vizinhos, como o café e o açúcar em NY contribuíram para o suporte, além de fatores técnicos. A piora nas condições das lavouras americanas seguiu como fator positivo para os preços.
Os investidores também se posicionam para o relatório das exportações semanais norte-americanas de algodão, que será divulgado nesta quinta-feira, dia 6, às 9h30 (horário de Brasília), pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).
Os contratos com entrega em dezembro/2026 fecharam a 83,02 centavos de dólar por libra-peso, alta de 0,56 centavo, ou de 0,7%. Março/2027 fechou a 84,71 centavos, ganho de 0,66 centavo, ou de 0,8%.
Fonte: Agência Safras
Autor:Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência Safras News
Site: Agência Safras
Sustentabilidade
ARROZ/CEPEA: Oferta restrita eleva média ao maior patamar em 11 meses – MAIS SOJA

Em julho, a média mensal do arroz em casca no Rio Grande do Sul atingiu o maior patamar dos últimos 11 meses, refletindo a combinação entre oferta restrita e demanda aquecida.
Segundo o Cepea, a necessidade de aquisição de matéria-prima levou parte das indústrias a reajustar sucessivamente as ofertas de compra, mas a comercialização permaneceu limitada pela baixa disponibilidade do cereal.
De acordo com pesquisadores do Cepea, os produtores permaneceram retraídos, avaliando que os preços ainda não remuneram adequadamente os custos de produção e apostando em novas valorizações durante a entressafra. A procura de indústrias de outros estados também intensificou a concorrência pela matéria-prima e favoreceu a recuperação dos preços.
O Centro de Pesquisas ressalta que o anúncio de futuras aquisições públicas de arroz e milho reforçou a expectativa de valorização entre os produtores, que passaram a postergar ainda mais as vendas. Até o fim de julho, contudo, o edital e as regras para operacionalização das compras ainda não haviam sido divulgados, mantendo o mercado na expectativa.
Fonte: Cepea
Autor:Cepea
Site: Cepea
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