Politica
“Patrimônio público e peça-chave para transformar o Estado”, diz vice-governador

O vice-governador Otaviano Pivetta reforçou, durante o Prêmio Eficiência e Inovação 2025, o foco do Governo de Mato Grosso na eficiência dos serviços públicos, na responsabilidade fiscal e na busca pelo lucro social — que, segundo ele, é alcançado quando o Estado forma pessoas capacitadas, valoriza os servidores e entrega resultados que melhoram a vida da população.
“Desde 2019, temos trabalhado com responsabilidade para fazer o certo: equilibrar as contas, melhorar os serviços e valorizar quem realmente faz o Estado funcionar, os servidores públicos. O servidor é patrimônio público. Quando valorizado, preparado e reconhecido, ele entrega resultado, melhora a vida das pessoas e transforma a administração. Esse é o verdadeiro lucro social que buscamos”, afirmou o vice-governador.
Promovido pela Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), o evento realizado nesta segunda-feira (7) reconheceu os intraempreendedores campeões nas categorias Transformação Digital, Redução de Custos ou Melhoria da Receita (com exceção da subcategoria B1), Pequenas Economias que Fazem a Diferença, Satisfação do Cidadão e Melhoria da Gestão Pública.
Os prêmios foram de R$ 200 mil (1º lugar), R$ 170 mil (2º lugar) e R$ 150 mil (3º lugar), além de passagens aéreas nacionais e internacionais para as categorias principais, e R$ 50 mil, R$ 30 mil e R$ 20 mil para os três primeiros da subcategoria B1.
Otaviano ressaltou a importância do planejamento e da coragem da gestão para garantir resultados efetivos, sempre priorizando o bem-estar da população. O vice-governador também destacou o papel fundamental dos servidores na entrega desses resultados.
“Esse legado de preparar os servidores, de estimular, motivar e formar lideranças, poucos fazem. Tenho certeza de que estamos deixando um Estado muito melhor do que encontramos”, completou.
Ao final do discurso, o vice-governador parabenizou os servidores premiados e incentivou os demais a seguirem contribuindo com a inovação e a melhoria da gestão pública.
“Parabéns a todos os servidores que participaram e aos que foram reconhecidos. Que isso sirva de inspiração para quem ainda não teve seu trabalho premiado. O caminho está aberto. Façam parte dessa transformação”, finalizou Otaviano Pivetta.
Agro Mato Grosso
Max Russi admite apoio da AL para criação de cidade: “Força do agro” MT

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado Max Russi (PSB), avaliou que há ambiente político favorável para a criação de um novo município em Mato Grosso, a partir de uma área localizada entre Diamantino e São José do Rio Claro.
A proposta, que ainda não foi formalizada, tem sido chamada informalmente de “Gilmarlândia”, em referência ao ministro Gilmar Mendes, decano do Supremo Tribunal Federal, cuja família possui propriedades na região apontada para sediar a futura cidade.
Max Russi participou, no último domingo (22), de um encontro promovido pelo produtor rural Eraí Maggi, que reuniu lideranças políticas e representantes do setor produtivo para discutir a viabilidade do projeto. Segundo o parlamentar, caso a proposta chegue oficialmente ao Legislativo, há condições políticas para que avance.
De acordo com o presidente da Assembleia, a história de Mato Grosso mostra que muitos municípios surgiram a partir do fortalecimento do agronegócio e do aumento da população atraída pelo desenvolvimento econômico. Para ele, o movimento articulado em torno do Eraí segue esse mesmo caminho e conta com diálogo junto ao Governo do Estado, à Assembleia e a outros poderes.
A área cogitada para a implantação do município deverá ser desmembrada de Diamantino e São José do Rio Claro e fica a cerca de 150 km ao norte da cidade natal do ministro Gilmar Mendes, em um ponto estratégico no entroncamento das rodovias MT-249 e MT-010, nas proximidades de uma usina e de um rio.
Segundo Eraí Maggi, a proposta tem como foco atender famílias de trabalhadores rurais que vivem nas propriedades do entorno, levando serviços básicos como educação, saúde, infraestrutura, habitação e opções de lazer. Apesar das articulações políticas já existentes, a ideia ainda não foi apresentada formalmente às câmaras municipais nem à Assembleia Legislativa e segue em fase inicial..
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Politica
PL de autoria de Max Russi reconhece Folia de Reis como patrimônio histórico de MT

O texto ainda reconhece a cidade de Dom Aquino como a capital mato-grossense das Folias de Reis
Em sessão ordinária desta quinta-feira (19) foi aprovado em segunda votação o Projeto de Lei 1875/2025, de autoria do deputado Max Russi (PSB), presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), que declara a tradicional Folia de Reis como integrante do patrimônio histórico, artístico e cultural de Mato Grosso. O projeto também reconhece o município de Dom Aquino como a “Capital Mato-grossense das Folias de Reis”.
“Nós precisamos valorizar e incentivar iniciativas que fortaleçam a Folia de Reis, uma tradição cultural presente em diversos municípios de Mato Grosso. É uma manifestação que faz parte da cultura brasileira, e o nosso estado não é diferente. O objetivo é fortalecer, preservar e dar ainda mais reconhecimento a essa festa”, ressaltou Max Russi.
A tradicional festa ocorre em diversos municípios do estado e é uma das mais emblemáticas do país, trazendo à vida a passagem bíblica da visita dos Três Reis Magos ao menino Jesus.
A cidade de Dom Aquino preserva práticas, cantos, trajes, instrumentos e saberes que se mantêm vivos graças à atuação diligente de mestres e brincantes, como são chamados os festeiros.
Com a aprovação da lei, os municípios poderão adotar medidas de incentivo, como a prioridade em programas estaduais de apoio à cultura tradicional e popular, promoção de eventos, festivais e mostras anuais em parceria com o poder executivo municipal, universidades, centros culturais e entidades civis; apoio a ações que incentivem a participação de jovens e a transmissão do saber tradicional.
O projeto segue agora para a sanção do governador Mauro Mendes.
Agro Mato Grosso
Governo de MT nega que liminar isenta empresa de Blairo Maggi de imposto

O governador Mauro Mendes negou que o produtor rural e ex-governador Blairo Maggi tenha privilégio de isenção fiscal por decisão judicial. Segundo ele, nenhuma lei estadual ampara o benefício fiscal a exportadores por meio de liminar.
“Não existe [liminar]. A lei é muito clara com relação a isso [regras para isenção ou redução de imposto]. As pessoas desconhecem a legislação. Mato Grosso tem um regime tributário que para você exportar é preciso pagar ICMS”, disse.
A informação sobre a liminar (decisão judicial provisória) a favor da empresa de Blairo Maggi foi divulgada há alguns dias pelo senador Jayme Campos (União Brasil). Conforme ele, a tal liminar retirava a obrigação da Amaggi de pagar o Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab).
O Fethab é uma taxa cobrada exclusivamente de produtores rurais em Mato Grosso. Nasceu com o objetivo de gerar fonte de investimento para a infraestrutura, mas passou por várias modificações ao longo dos anos.
Conforme o governador, existem as opções para as empresas exportadores em Mato Grosso de pagar ou o Fethab ou o ICMS. Alguns optam pelo fundo, outras criam um conta corrente fiscal para permanecer a contribuir pelo ICMS.
“Não é preciso nenhuma liminar para isso. O ICMS que é pago tem que ser devolvido pela Lei Kandir. Algumas empresas optaram por pagar o ICMS, fazer conta corrente para exportação e se ficar algum saldo, pleitear a exportação”, disse.
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