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8 de maio de 2026

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menor demanda pressiona as cotações

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Levantamentos da equipe Hortifrúti/Cepea mostram que o preço médio da batata tipo ágata especial no atacado de São Paulo foi de R$ 63/sc na última semana. O valor representa queda de 16,3% em relação à anterior.

Nos atacados de Belo Horizonte e do Rio de Janeiro, as médias permaneceram estáveis no período, em R$ 57/sc e R$ 63/sc, nesta ordem. Segundo pesquisadores, chuvas principalmente nas regiões Sul e Sudeste reduziram o ritmo de colheita, resultando em menor oferta. 

A demanda por batatas também diminuiu, devido ao final do mês, quando normalmente o poder aquisitivo da população é menor. Assim as cotações estavam pressionadas limitando as altas de preços do tubérculo. 

Ainda conforme o centro de pesquisas, devido às geadas ocorridas na última semana, pode haver uma desaceleração da oferta, a depender da intensidade dos danos nas lavouras.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo

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Noz-pecã: RS inicia colheita com expectativa de até 8 mil toneladas

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Foto: Public Domain Pictures

A cadeia da noz-pecã no Rio Grande do Sul abriu oficialmente a colheita da safra 2026 nesta sexta-feira (8), em Nova Pádua, na Serra Gaúcha, com expectativa de produção de até 8 mil toneladas no estado. O ato simbólico foi realizado na propriedade do produtor Arlindo Marostica, após uma programação técnica voltada à produtividade, irrigação e mercado da cultura.

O evento reuniu produtores, pesquisadores, técnicos e autoridades ligadas à pecanicultura. Durante a programação, também foi lançado o livro Nogueira-pecã, da Embrapa, com participação de 82 autores. A versão digital já está disponível gratuitamente, enquanto a edição impressa será apresentada durante o Encontro Nacional de Pecanicultura (Enapecan), em novembro, em Bento Gonçalves (RS).

Irrigação ganha espaço nos pomares

Um dos principais temas debatidos foi o impacto da irrigação na estabilidade produtiva e na rentabilidade dos pomares. O professor da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Ezequiel Saretta, destacou que o manejo hídrico deve ser tratado como investimento e apresentou comparativos entre áreas irrigadas e não irrigadas.

O produtor Arlindo Marostica relatou os resultados obtidos em produtividade após a adoção da irrigação no pomar da família. Já o diretor técnico do Instituto Brasileiro de Pecanicultura (IBPecan), Jaceguay Bastos, reforçou que o uso da tecnologia precisa considerar características específicas de cada propriedade, como tipo de solo e condições climáticas.

Segundo Bastos, o planejamento adequado do sistema de irrigação influencia diretamente a qualidade da fruta e o desempenho produtivo em diferentes ciclos da cultura, sejam precoces, médios ou tardios.

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Custos e rentabilidade

O ex-presidente do IBPecan, Eduardo Basso, apresentou números relacionados aos custos de produção, produtividade e preços da noz-pecã. De acordo com ele, o aumento da produtividade, impulsionado por tecnologias como a irrigação, tende a melhorar a margem financeira da atividade.

O presidente do IBPecan, Claiton Wallauer, afirmou que o crescimento do interesse pela cultura demonstra um amadurecimento da cadeia produtiva no estado. Ele destacou ainda o papel da entidade na difusão de informações técnicas e no fortalecimento da pecanicultura no país.

RS concentra 90% da produção nacional

Durante o evento, o secretário da Agricultura do Rio Grande do Sul, Márcio Madalena, ressaltou que o estado responde por cerca de 90% da produção brasileira de noz-pecã e avaliou que a cultura tem potencial para ampliar espaço no mercado internacional.

Segundo ele, a inserção da noz-pecã em acordos comerciais pode fortalecer o setor nos próximos anos. O secretário também destacou o programa Irriga+RS, que oferece subvenção para implantação de sistemas de irrigação nas propriedades rurais.

Os produtores Arlindo e Vânia Marostica, que receberam o ato oficial da colheita, estão entre os beneficiados pelo programa estadual.

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A Abertura Oficial da Colheita da Noz-Pecã foi promovida pelo IBPecan, pela Secretaria da Agricultura do Rio Grande do Sul e pelo programa Pró-Pecã, com apoio da Emater e da Embrapa.

*Com informações da assessoria de imprensa

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Escassez de vacina contra clostridioses gera alerta na pecuária de Mato Grosso

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Foto: PEdro Silvestre/Canal Rural Mato Grosso

Pecuaristas de Mato Grosso enfrentam dificuldades para imunizar o rebanho devido ao desabastecimento de vacinas contra clostridioses. A escassez ocorre em um momento crítico para a produção: o período de desmama dos bezerros, o início do primeiro giro do confinamento e a chegada da estiagem. A falta do imunizante eleva o risco sanitário e pode causar prejuízos financeiros diretos às propriedades.

A Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat) tem acompanhado as discussões junto ao Instituto de Defesa Agropecuária (Indea-MT), ao Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e ao Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan). O objetivo é acelerar a normalização do fornecimento, que ainda não tem um prazo definitivo para ser totalmente restabelecido.

O Ministério da Agricultura informou, em nota oficial no dia 7 de maio, que houve a liberação de 14,6 milhões de doses de vacinas entre os meses de março e abril, entre produtos de fabricação nacional e importados. No entanto, o setor produtivo avalia que o montante está longe de suprir a necessidade total do campo, mantendo o estado de alerta entre os criadores.

Risco ao status sanitário

A entidade que representa os produtores mato-grossenses manifestou preocupação com a imagem do setor no mercado externo. A clostridiose é uma doença bacteriana que pode levar a mortes súbitas no rebanho, comprometendo a produtividade de uma das regiões mais importantes para o mercado de proteína animal.

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“É lamentável que o Brasil, maior produtor e exportador de carne bovina do mundo, esteja exposto a uma situação como esta, que compromete a segurança sanitária do rebanho e gera insegurança ao setor”, afirmou a Acrimat em comunicado.

Até o momento, a orientação para os pecuaristas é manter o monitoramento rigoroso dos animais e aguardar a distribuição dos novos lotes liberados pelo governo federal. A associação reforçou que manterá a interlocução com os órgãos competentes para minimizar os impactos e garantir que o abastecimento retorne ao fluxo normal o mais rápido possível.


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Nova geração de cana-de-açúcar do CTC é aprovada pela CTNBio

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Foto: Governo do Estado de São Paulo

A nova geração de cana-de-açúcar geneticamente modificada desenvolvida pelo Centro de Tecnologia Canavieira (CTC), a VerdPRO2, foi aprovada pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio).

A tecnologia foi desenvolvida para enfrentar a broca-da-cana e o manejo de plantas daninhas. A broca, presente em quase todos os canaviais do país, provoca perdas estimadas em cerca de R$ 8 bilhões por ano, afetando produtividade, peso da cana e teor de açúcar.

Já o controle de plantas daninhas demanda mais de R$ 6 bilhões anuais em herbicidas e operações agrícolas. Nesse aspecto, a VerdPRO2 promete simplificar o manejo de invasoras, como grama-seda, capim colonião, capim colchão e braquiária.

Segundo o CTC, a variedade reduz riscos de fitotoxicidade, oferece maior estabilidade ao longo do ciclo da cultura e contará com mais de 14 produtos.

Chegada ao mercado

Após a conclusão dos trâmites legais, a previsão de chegada da nova geração ao mercado é na safra 2026/27. “A introdução da tecnologia será realizada em proximidade com os clientes, com o intuito de demonstrar seus benefícios e valor no canavial”, informa o CTC.

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De acordo com o Centro, essa etapa combina a experimentação com acompanhamento técnico próximo, capturando as necessidades de manejo dos clientes e gerando dados em condições reais de cultivo sobre os benefícios da tecnologia.

A primeira geração da variedade foi lançada pela companhia em 2017 e a atual é considerada fundamental para impulsionar a estratégia do CTC em desenvolver soluções capazes de dobrar a produtividade da cana-de-açúcar até 2040.

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