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14 de maio de 2026

Sustentabilidade

Com previsão de aumento no volume produzido, colheita da nova safra de algodão começou no Brasil – MAIS SOJA

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Abrapa divulgou na tarde desta segunda-feira, 30/06, o Relatório de Safra de junho de 2025com atualização das previsões e dados sobre início da colheita em todo Brasil.

Volume colhido aumenta enquanto a produtividade por hectare cai

O relatório apresentado demonstrou que aumento previsto da área plantada se dá pela expansão de 10,2% em relação ao ciclo 2023/2024, chegando a 2,143 milhões de hectares. A estimativa da Abrapa é um pouco mais otimista que a divulgada pela Conab em junho/25, que indicou um aumento de área de 7,1%.

Até 26 de junho de 2025, 3,7% da área plantada no país já havia sido colhida. Em decorrência de desafios climáticos específicos de cada região, as lavouras consolidaram uma produtividade inferior ao registrado em 2024, com média de campo estimada em 299,4 arroba de algodão em caroço, queda de 2,0% em relação a 2024, que teve 305,6 toneladas produzidas por hectare.

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Em Mato Grosso, responsável por 70% da produção nacional da pluma, 80% das lavouras estão em processo de maturação. O Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) projeta produtividade média de 297 arrobas por hectare de algodão em capulho.

A Bahia, segundo maior produtor do país, e o Goiás, registraram aproximadamente 10% da safra colhida. Paraná e São Paulo são os estados que mais avançaram com a colheita, apresentando respectivamente, 90% e 76,5% de áreas colhidas.

Para acessar o relatório completo acesse: link

Fonte: Abrapa



 

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Sustentabilidade

Custos elevados e risco climático devem reduzir área de trigo no RS – MAIS SOJA

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A cultura do trigo no Rio Grande do Sul se encontra em período de entressafra. Os produtores estão realizando as operações preparatórias para a implantação das lavouras, incluindo dessecação de plantas daninhas e manejo da cobertura vegetal do solo.

O cenário atual indica tendência de redução da área cultivada na próxima safra, influenciada por fatores econômicos, como a elevação dos custos de produção, principalmente fertilizantes, maior restrição ao crédito rural, cautela na contratação de seguro agrícola e limitação da cobertura dos instrumentos de mitigação de risco, especialmente em relação às perdas qualitativas do grão. Adicionalmente, os prognósticos de possível atuação de El Niño durante o inverno e a primavera ampliam a percepção de risco produtivo e contribuem para desestimular o plantio.

A estimativa de área a ser cultivada na Safra 2026 está em levantamento pela Emater/RS-Ascar. Na safra anterior, o Rio Grande do Sul cultivou 1.166.163 hectares de trigo, com produtividade média de 2.968 kg/ha e produção total de 3.458.083 toneladas, conforme dados do IBGE.

Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Ijuí, iniciou o manejo das áreas para a implantação da cultura, especialmente nas com presença de plantas daninhas resistentes a herbicidas e necessidade de controle mais eficiente de azevém, cuja emergência está baixa até o momento. Em áreas antecedidas por plantas de cobertura, observa-se adequada proteção do solo. Continua a indefinição quanto à área a ser cultivada na próxima safra.

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Na de Santa Rosa, observa-se tendência de redução de área cultivada em função das dificuldades de acesso ao crédito rural, limitações do Proagro e menor expectativa de rentabilidade em comparação a outras atividades produtivas. Em Santo Antônio das Missões, estima-se redução mínima de 30% da área cultivada em relação aos 21.000 hectares implantados na safra anterior. Parte dos produtores deverá optar pela implantação de mix de plantas de cobertura para a manutenção das áreas e supressão de plantas daninhas.

Comercialização (saca de 60 quilos)

O valor médio, de acordo com o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar no Estado, aumentou 1,37%, passando de R$ 62,24 para R$ 63,09.

Fonte: Emater/RS


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Sustentabilidade

Colheita da soja avança para fase final e milho safrinha concentra expectativa de produção no país – MAIS SOJA

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Foto de capa:  Assessoria de imprensa

Com a colheita da soja se aproximando da reta final em diversas regiões do país, o produtor brasileiro volta suas atenções para o milho safrinha — etapa que hoje concentra a maior parte da produção nacional do cereal. Segundo a Conab, a segunda safra já representa cerca de 70% a 75% do milho produzido no Brasil, reforçando sua importância estratégica no calendário agrícola.

Esse período de transição, marcado por janela operacional mais curta e maior exposição a riscos climáticos, exige planejamento e precisão no manejo para preservar o potencial produtivo. Além disso, o cenário atual de margens mais estreitas aumenta a sensibilidade a falhas dentro das propriedades, tornando decisões agronômicas ainda mais críticas.

“A transição entre soja e milho é um dos momentos mais sensíveis da safra. O produtor precisa proteger o potencial produtivo da soja até o final do ciclo e, ao mesmo tempo, garantir uma implantação eficiente do milho. Qualquer falha nesse intervalo impacta diretamente o resultado”, afirma Bárbara Copetti, especialista em desenvolvimento de mercado da Ourofino Agrociência.

No manejo da soja, doenças como ferrugem asiática e manchas foliares seguem como principais ameaças até o encerramento da colheita. O fungicida Dotte® (picoxistrobina + protioconazol) atua no controle dessas doenças, enquanto o Pontual® contribui para o manejo das doenças de final de ciclo, protegendo a produtividade.

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Outro ponto estratégico é a dessecação pré-plantio, fundamental para o bom estabelecimento da cultura seguinte. Nesse cenário, o herbicida Terrad’or® é utilizado no controle de plantas daninhas resistentes, favorecendo uma lavoura mais limpa e uniforme.

Para o milho safrinha, o manejo precisa ser ainda mais assertivo diante da pressão de tempo e clima. O herbicida Brucia®, com molécula inédita para aplicação em pós-emergência, auxilia no controle de plantas daninhas. No manejo de pragas, o inseticida Vivantha® atua sobre insetos sugadores, enquanto o inseticida Looked® contribui para a redução da pressão da cigarrinha-do-milho e do percevejo barriga-verde. Já o fungicida/inseticida Pontual® também integra a estratégia fitossanitária, auxiliando no manejo de doenças e lagartas.

“O produtor brasileiro trabalha em um ambiente altamente desafiador. Por isso, o uso de tecnologias adequadas em cada etapa da safra é essencial para garantir produtividade, reduzir riscos e melhorar a eficiência operacional”, complementa Bárbara.

Sobre a Ourofino Agrociência

A Ourofino Agrociência é uma empresa de origem brasileira, fabricante de defensivos agrícolas, com 15 anos de atuação. Sua fábrica — considerada uma das mais modernas do mundo no segmento — está localizada em Uberaba, no Triângulo Mineiro, e possui capacidade de produção de 200 milhões de quilos/litros por ano. São mais de 50 mil m² de área construída, com equipamentos de última geração e ambiente automatizado. A empresa desenvolve produtos, serviços e tecnologias com base nas características do clima tropical, seguindo o propósito de reimaginar a agricultura brasileira. Mais informações clique aqui.   

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Fonte: Assessoria de imprensa



 

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Sustentabilidade

Seguro rural: produtor enfrenta mais restrições na contratação e custo alto em cenário de riscos maiores – MAIS SOJA

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O agronegócio brasileiro vive um cenário paradoxal: enquanto o setor mantém índices robustos de produção, a contratação do seguro rural apresenta sinais de retração. A combinação entre o aumento de eventos climáticos extremos, a redução de recursos do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) e a elevação dos custos das apólices tem desafiado a previsibilidade financeira dos produtores. Na avaliação do Martinelli Advogados, um dos principais escritórios de advocacia do País, este contexto demanda uma gestão de risco mais sofisticada e atenção redobrada aos aspectos jurídicos das operações.

De acordo com Rodrigo Linhares Orlandini, especialista em Direito Cível do Martinelli Advogados, a percepção de risco no campo nunca foi tão alta, mas o acesso à proteção tornou-se mais restrito. “Vivemos um cenário contraditório. O produtor entende a importância da proteção diante de secas e enchentes cada vez mais frequentes, mas encontra um seguro mais caro e seguradoras mais criteriosas, especialmente em regiões que sofreram perdas severas recentemente, como o Sul e partes do Centro-Oeste”, explica.

Além da falta de recursos do PSR, outros fatores influenciam a queda nas contratações, como juros elevados, margens mais apertadas para o produtor e uma maior rigidez das seguradoras. Para Orlandini, esse gargalo financeiro tem reflexos diretos no âmbito jurídico e estratégico das propriedades e agroindústrias.

“O que percebemos no dia a dia não é apenas uma oscilação de mercado, mas um aumento expressivo nas discussões envolvendo negativas de cobertura securitária e interpretação de cláusulas contratuais. Com o prêmio pesando mais no custo da operação, a análise do custo-benefício tornou-se extremamente seletiva, e qualquer falha na execução das apólices pode comprometer a viabilidade de todo um ciclo agrícola”, destaca o especialista

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.Alternativas e gestão de risco

Embora commodities como soja e milho mantenham um ritmo de contratação mais forte – muitas vezes atrelada a operações estruturadas com tradings, bancos e cooperativas –, os produtores têm buscado alternativas para mitigar perdas. Ferramentas como o hedge, para proteção de preços, e o barter (modalidade de negociação na qual o produtor adquire insumos como sementes, fertilizantes e defensivos e oferece como pagãmente parte da produção futura) vêm sendo utilizadas para trazer previsibilidade ao fluxo financeiro.

Contudo, Orlandini ressalta que nenhuma ferramenta substitui integralmente a função do seguro contra intempéries climáticas. “A competitividade na safra atual depende da capacidade de estruturar operações juridicamente sólidas e resilientes. Isso inclui desde a revisão criteriosa das apólices até a preparação para renegociações de débitos e perdas climáticas, que deixaram de ser eventos excepcionais para se tornarem parte integrante do risco do negócio”, conclui o advogado do Martinelli.

Sobre o Martinelli Advogados

O Martinelli Advogados é um escritório que oferece soluções completas voltado à advocacia empresarial, que também atua com forte viés em Consultoria Jurídica, Tributária, Fiscal e em Finanças Corporativas.

Fundado em 1997 em Joinville, Santa Catarina, o escritório evoluiu rapidamente de uma pequena sala para a lista dos 10 escritórios mais admirados do Brasil. Hoje conta com mais de 900 profissionais atuando com unidades próprias em algumas das principais cidades brasileiras, incluindo São Paulo, Ribeirão Preto e Campinas (SP); Rio de Janeiro (RJ); Brasília (DF); Belo Horizonte (MG); Curitiba, Maringá e Cascavel (PR); Porto Alegre, Caxias do Sul e Passo Fundo (RS); Joinville, Florianópolis, Criciúma e Chapecó (SC); e Sinop (MT).

Fonte: Assessoria de imprensa

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