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8 de agosto de 2026

Business

Produtor do Sul conquista destaque nacional na premiação promovida pelo Cesb

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Nesta quinta-feira (26), o Grupo Agro Mallon, da Fazenda Santa Bárbara, em Canoinhas (SC), encerrou a manhã com uma grande conquista: o reconhecimento e premiação da produtividade recorde de 135,49 sacas por hectare, que garantiu o título de campeão nacional do Desafio de Máxima Produtividade de Soja, promovido pelo Comitê Estratégico Soja Brasil (Cesb).

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Representando a Região Sul, o produtor Charles Breda foi consagrado vencedor da premiação ao lado do consultor técnico Leandro Barcellos, responsável pelo manejo da lavoura. A propriedade, de origem familiar alemã e com tradição agrícola desde 1980, está atualmente na segunda geração e dedica 345,2 hectares à cultura da soja, de um total de 468,96 hectares.

Breda agradeceu ao Cesb pelo incentivo à evolução técnica no campo e destacou o papel dos colegas produtores e da equipe envolvida. “O maior ativo do produtor hoje é o solo, nosso bem mais precioso, que devemos cuidar com zelo. Este título é nosso”, afirmou. Ele também elogiou o Canal Rural e ressaltou o comprometimento da equipe técnica em aplicar boas práticas agrícolas.

Durante a cerimônia, o diretor comercial da ICL, José Pavão, reforçou o apoio da empresa ao agronegócio brasileiro e à valorização dos produtores.

O engenheiro-agrônomo Ricardo Balardin, membro efetivo do Cesb, destacou a evolução da produtividade ao longo dos anos. “Há cinco anos, a propriedade colhia 70,56 sacas por hectare. Hoje, atingem 135,49. Isso é resultado de um sistema produtivo robusto, construído com excelência”, afirmou.

Do ponto de vista agronômico, análises apontam excelentes níveis de pH, presença de cálcio em profundidade e ausência de alumínio, condições que favorecem o aprofundamento do sistema radicular. Além disso, o solo apresenta bons teores de boro, ferro e zinco. Segundo o consultor Ednei, as análises de solo são realizadas anualmente, o que garante um acompanhamento contínuo das necessidades da lavoura.

Nada foi por acaso. Pois, dentre os principais fatores que favoreceram o excelente desempenho da lavoura estão o trabalho em equipe aliado à assistência técnica de qualidade, o uso de agricultura de precisão e a proteção eficaz das plantas. Soma-se a isso o capricho na execução dos manejos e a aplicação rigorosa do conhecimento técnico e prático no dia a dia da propriedade.

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Soja: veja como ficaram as cotações no fechamento de hoje

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Foto: Pixabay/montagem

O mercado brasileiro de soja encerrou a semana com pouco reporte de negócios, mantendo o ritmo observado nos últimos dias. De acordo com o analista da Safras & Mercado Rafael Silveira, as cotações oscilaram entre estáveis e mais altas no mercado físico, sustentadas pela demanda local em algumas regiões.

Silveira destaca que o basis favoreceu a alta das cotações em algumas praças, como Minas Gerais, movimento também observado em outras regiões.

Em Chicago, a sessão foi marcada por oscilações contidas, enquanto o dólar recuou e os prêmios permaneceram firmes, praticamente nos mesmos níveis registrados ao longo da semana.

“Sem muitas novidades, com o relatório da próxima semana pela frente, ninguém quis fazer grandes movimentos”, resume o analista.

Preço da saca de soja hoje

  • Passo Fundo (RS): caiu de R$ 139 para R$ 138
  • Santa Rosa (RS): passou de R$ 140 para R$ 139
  • Cascavel (PR): permaneceu em R$ 134,00
  • Rondonópolis (MT): subiu de R$ 127 para R$ 129
  • Dourados (MS): caiu de R$ 129 para R$ 128
  • Rio Verde (GO): subiu de R$ 127 para R$ 129
  • Porto de Paranaguá (PR): permaneceu em R$ 145
  • Porto de Rio Grande (RS): seguiu em R$ 145

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em baixa nesta sexta-feira, na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), ampliando as perdas semanais – a posição novembro teve queda semanal de 0,95%. Em dia volátil, a previsão de clima favorável para o cinturão produtor dos Estados Unidos acabou preponderando e pressionou as cotações.

As perdas foram limitadas pela recuperação do petróleo e pela boa demanda chinesa pela soja americana, o que colocou os contratos boa parte do dia no território positivo.

Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) a venda de 238.000 toneladas de soja à China, que serão entregues na temporada 2026/27.

As importações de soja em grão pela China no mês de julho somaram 11,48 milhões de toneladas, 1,6% inferior ao mesmo mês de 2025. No acumulado de 2026, as importações chinesas somaram 60,51 milhões de toneladas, ante 61,05 milhões em igual momento de 2025, o que representa um aumento de 0,7%.

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 1,50 centavo de dólar, ou 0,12%, a US$ 11,76 1/4 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 11,91 1/4 por bushel, com retração de 1,50 centavo de dólar ou 0,12%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 3,20 ou 1,01% a US$ 313,40 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 67,88 centavos de dólar, com ganho de 0,51 centavo ou 0,75%.

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Chuvas dificultam manejo, mas trigo avança bem no Rio Grande do Sul

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As lavouras de trigo no Rio Grande do Sul apresentam bom desenvolvimento, segundo a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater). Na semana, as chuvas mantiveram o solo úmido e dificultaram o tráfego de máquinas, as adubações nitrogenadas em cobertura e as aplicações fitossanitárias nas áreas cultivadas.

De acordo com a Emater, nas lavouras mais desenvolvidas, o aumento da radiação solar no fim do período favoreceu a retomada do crescimento e o avanço para as fases reprodutivas iniciais, que já representam 3% da área. As áreas implantadas mais tardiamente, que somam 97%, seguem em desenvolvimento vegetativo e perfilhamento.

O quadro indica evolução da cultura em diferentes estágios no Estado, com predominância de lavouras ainda em fase vegetativa. Nas áreas em estágio mais avançado, a melhora das condições de radiação contribuiu para o desenvolvimento das plantas após o período de maior umidade no solo.

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Na região de Santa Rosa, 6% das lavouras de trigo ingressaram na fase de floração. Em Santo Antônio das Missões, um episódio de granizo provocou o acamamento das plantas. Ainda assim, a Emater registra expectativa de recuperação da maior parte do potencial produtivo.

O cenário da semana no Rio Grande do Sul combina bom desenvolvimento das lavouras de trigo com limitações operacionais provocadas pelas chuvas, enquanto parte das áreas mais avançadas já inicia fases reprodutivas e de floração.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Agro Mato Grosso

Recorde na safra de milho e cana reduz valor do biocombustível no varejo de MT

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Safra recorde reduz preço do etanol em Mato Grosso para R$ 3,74 nos postos. Confira os dados de produção e o impacto da nova mistura E32.

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