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3 de maio de 2026

MaisAgro

Chicago opera no vermelho, buscando realizar lucros

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Os contratos da soja em grão registram preços levemente mais baixos nas negociações da sessão eletrônica na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) nesta quarta-feira (18).

Após três pregões consecutivos de alta, o mercado ensaia um movimento de realização de lucros. Porém, limitam a correção à recente valorização do óleo e às incertezas tarifárias dos Estados Unidos.

Investidores monitoram as negociações comerciais entre Washington e Pequim – maior compradora de soja norte-americana. A decisão da China de reduzir o uso de farelo de soja na ração animal pode diminuir as importações de soja em cerca de 10 milhões de toneladas até 2030, reduzindo a dependência externa do país.

Os contratos com vencimento em julho operam cotados a US$ 10,72 3/4 por bushel, baixa de 1,25 centavo de dólar, ou 0,11%, em relação ao fechamento anterior.

Ontem (17), a soja fechou em alta. O mercado foi sustentado pela forte alta do petróleo em Nova York, também seguindo os vizinhos milho e trigo, apesar do clima benéfico às lavouras nos Estados Unidos ter limitado os ganhos. O grão chegou a registrar baixa no início do dia, mas reverteu o cenário ao longo da sessão.

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Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com alta de 4,25 centavos, ou 0,39%, a US$ 10,74 por bushel. A posição novembro teve cotação de US$ 10,67 3/4 por bushel, ganho de 7,25 centavos ou 0,68%.

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Agro Mato Grosso

Valtra aposenta a lendária linha BH e lança Série M5 na Agrishow 2026

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Após 26 anos dominando os canaviais, linha histórica do trator BH dá lugar a tratores mais tecnológicos, confortáveis e preparados para a agricultura digital

A Valtra oficializou, durante a Agrishow 2026, uma virada histórica no mercado de mecanização agrícola: a aposentadoria da consagrada Série BH e o lançamento da nova Série M5, apresentada como a “evolução da lenda”. Mais do que uma troca de portfólio, o movimento simboliza a transição entre gerações de tecnologia no campo brasileiro. Com 26 anos de trajetória, o BH não foi apenas um trator — foi um marco na mecanização do setor sucroenergético. Lançado em 2000, com os modelos BH140, BH160 e BH180, a linha rapidamente se consolidou como sinônimo de robustez e confiabilidade em operações severas. Herdando a tradição dos clássicos Valtra-Valmet 1580, 1780 e 1880S, o BH se tornou o “canavieiro raiz”, dominando os canaviais e sendo peça-chave em atividades como preparo de solo, plantio e transbordo.

Evolucao - trator BH e serie M5 plantando da Valtra

Ao longo dos anos, a linha evoluiu em ciclos consistentes: a Geração 2 (2007) e a Geração 3 (2013) reforçaram sua liderança, enquanto a Geração 4, em 2017, elevou a potência para até 220 cv. Em 2018, a chegada da BH HiTech marcou o salto tecnológico com transmissão automatizada no segmento pesado. Esse histórico rendeu à Valtra, por uma década consecutiva, o reconhecimento do prêmio Master Cana como melhor trator do setor sucroenergético. Agora, esse legado ganha continuidade — e sofisticação — com a Série M5.

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A evolução da lenda

A nova linha chega com os modelos M165 (165 cv) e M185 (185 cv), projetados para ampliar a produtividade em culturas como grãos, arroz e, naturalmente, cana-de-açúcar. Segundo a fabricante, a proposta é clara: preservar o DNA de força do BH, mas incorporar inteligência operacional, eficiência energética e conforto ao operador.

Em entrevista exclusiva a Marcio Peruchi, diretamente da feira, o diretor de marketing da Valtra, Fabio Dotto, destacou que a decisão não representa ruptura, mas evolução. “O BH fez uma história muito bonita no agro. Ele evoluiu desde os anos 2000 até hoje sempre ao lado do produtor. Tudo aquilo que fez o BH ser reconhecido foi mantido.

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O que estamos fazendo agora é evoluir com tecnologias necessárias para os dias atuais”, afirmou. “Melhoramos a transmissão, trouxemos mais conforto e tecnologia na medida certa. O DNA permanece.” Essa visão é reforçada por Winston Quintas, coordenador de Marketing e Produto Trator da marca: “É uma nova era que começa. A Série M5 marca o próximo passo da evolução histórica da família BH, pensada estrategicamente para entregar máxima performance nas principais culturas do agronegócio brasileiro.”

Evolucao - trator BH e serie M5 subsolando o solo da Valtra

Tecnologia embarcada e foco no operador

A Série M5 materializa esse avanço em uma série de inovações técnicas e operacionais. O conjunto é equipado com motores AGCO Power de 4 cilindros, reconhecidos pela eficiência e economia de combustível. A nova Transmissão Power Shift HiTech 3 sincronizada permite trocas de marcha com o trator em movimento, com maior suavidade e ganho operacional — um ponto crítico em jornadas intensas no campo.

O sistema hidráulico também foi reforçado, com vazão de 205 litros por minuto, garantindo desempenho consistente mesmo com implementos pesados e em condições severas.

No campo do conforto, a evolução é ainda mais evidente. A cabine foi completamente redesenhada, com novos revestimentos, assentos aprimorados e soluções práticas como uma “cooler box” integrada — detalhe que evidencia a preocupação com o bem-estar do operador em longas jornadas.

Visualmente, o trator também marca uma nova fase, com design mais moderno e robusto, destacando o novo capô de 5ª geração.

DNA canavieiro preservado

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Mesmo com a ampliação de atuação para diferentes culturas, a Série M5 mantém uma ligação direta com o setor que consagrou o BH: a cana-de-açúcar. O tradicional kit canavieiro segue presente, incluindo eixo dianteiro com bitola de 3 metros, freio pneumático e barra de tração pino-bola — elementos fundamentais para operações de transbordo com máxima eficiência.

Tradição e futuro no mesmo equipamento

Para a Valtra, o lançamento da Série M5 representa mais do que um avanço tecnológico — é a consolidação de um conceito: unir a força do passado com as demandas do futuro

“O que fizemos foi honrar a herança de força incansável da linha BH, elevando a máquina ao seu ápice tecnológico. Entregamos um trator que respeita sua história, mas que olha para frente com inteligência operacional e conforto. É o encontro entre o trabalho bruto e a agricultura digital”, resume Winston Quintas.

O fim da Série BH encerra um dos capítulos mais emblemáticos da mecanização agrícola brasileira. Já a chegada da Série M5 deixa claro que, no campo, a evolução não apaga a história — ela a transforma em base para o próximo salto.

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Agro Mato Grosso

Agro dobra empregos em 20 anos e sustenta mais de 50% da economia

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O avanço do agronegócio em Mato Grosso redesenhou o mercado de trabalho e consolidou o setor como base da economia estadual. Em duas décadas, o número de trabalhadores ligados ao agro saltou de cerca de 173 mil em 2006 para 449 mil em 2026, segundo o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) — crescimento de quase 160%.

O movimento acompanha a expansão da produção e da área cultivada. Mato Grosso lidera a produção nacional de grãos, com safras que superam 100 milhões de toneladas somando soja, milho e algodão. A área agrícola do Estado ultrapassa 20 milhões de hectares cultivados, dentro de um território de cerca de 90 milhões de hectares, o que evidencia o espaço ainda disponível para intensificação produtiva.

Esse crescimento dentro da porteira puxou a geração de empregos fora dela. A cadeia do agro — que inclui transporte, armazenagem, processamento e serviços — passou a absorver mão de obra em ritmo mais acelerado, especialmente a partir de 2021, com o avanço da agroindustrialização e o aumento do volume produzido.

Leia mais:  Frente fria muda tempo e interfere no ritmo de colheita e plantio no País

O peso econômico é direto. O agronegócio responde por cerca de 50% a 55% do Produto Interno Bruto (PIB) de Mato Grosso, de acordo com estimativas do próprio Imea e de órgãos estaduais. Na prática, isso significa que mais da metade de toda a riqueza gerada no Estado está ligada ao campo.

Esse protagonismo se reflete na dinâmica regional. Municípios com forte presença agrícola concentram maior circulação de renda, impulsionando comércio, serviços e construção civil. O efeito multiplicador do agro faz com que cada safra movimente não apenas a produção, mas toda a economia local.

Ao mesmo tempo, o perfil da mão de obra vem mudando. A incorporação de tecnologia no campo e na indústria exige trabalhadores mais qualificados, enquanto a expansão logística amplia a demanda por serviços especializados. O resultado é um mercado de trabalho mais diversificado, que vai além das atividades tradicionais da agricultura.

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Agro Mato Grosso

Trator que fala com operador eleva padrão de conectividade

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Valtra aposta em conectividade e lança plantadeira Momentum mais eficiente na Agrishow 2026

A Valtra colocou a conectividade no centro da estratégia ao apresentar, na Agrishow 2026, em Ribeirão Preto (SP), um trator com interface interativa capaz de “conversar” com o operador e entregar dados em tempo real sobre a operação. A novidade foi acompanhada pelo lançamento da nova geração da plantadeira Momentum, com modelos de 30 e 40 linhas, focada em ampliar a eficiência e reduzir o tempo de plantio. As informações foram detalhadas por Marcelo Traldi, vice-presidente Valtra e Fendt e gerente geral da AGCO América Latina, e Claudio Esteves, diretor comercial da marca.

A combinação entre automação, monitoramento contínuo e redução de intervenções manuais posiciona a fabricante na disputa por produtividade em larga escala. Em um cenário de expansão da área cultivada e pressão por margens, a proposta é clara: fazer mais em menos tempo, com maior precisão.

Plantadeira reduz paradas e amplia janela de plantio

A nova geração da Momentum chega ao mercado com ajustes diretos no rendimento operacional. A eliminação de pontos de lubrificação reduz paradas para manutenção, enquanto a estrutura de transporte otimizada permite ganho de até uma hora diária na operação, variável crítica durante a janela de plantio.

Outro avanço está nas três seções de corte de fertilizante, que diminuem a sobreposição nas cabeceiras, aumentam a uniformidade da aplicação e reduzem desperdícios. A medida impacta diretamente o custo por hectare, ponto sensível para o produtor.

Foto: PH Lopes/ Agro em Campo

VIDEO: 01

O tanque de fertilizante também foi redesenhado. A substituição do inox por polietileno elevou a capacidade em 15%, ao mesmo tempo em que reduziu o peso da máquina e simplificou a manutenção, combinação que melhora a eficiência sem comprometer a robustez.

No controle de plantio, o sistema atua linha a linha e em tempo real. O monitor 20|20 Seed Sense oferece leitura completa da operação, enquanto o dosador vSet2 garante precisão na deposição das sementes. Já o vDrive ajusta automaticamente a dosagem, assegurando independência e uniformidade entre as linhas.

Trator interativo reforça digitalização no campo

O conceito do trator que “fala com o produtor” sintetiza o avanço da conectividade nas máquinas agrícolas. A tecnologia permite comunicação direta com o operador, geração de alertas operacionais e acompanhamento contínuo do desempenho.

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Na prática, o equipamento deixa de ser apenas executador e passa a atuar como ferramenta de gestão, apoiando decisões em tempo real e reduzindo falhas durante a operação. A tendência acompanha o movimento mais amplo de digitalização do campo, com integração crescente entre máquinas, dados e planejamento agrícola.

Safra positiva pressiona por eficiência

Os lançamentos ocorrem em um ambiente de expectativa positiva para o agronegócio. Mesmo com impactos climáticos recentes, a produção brasileira deve alcançar 353,4 milhões de toneladas, segundo a Conab — alta de 0,3% frente ao ciclo anterior.

Foto: PH Lopes/Agro em Campo

O cenário reforça a necessidade de ganho operacional dentro da porteira. Com custos elevados e margens pressionadas, a adoção de tecnologias que aumentem precisão, reduzam desperdícios e ampliem a capacidade de trabalho tende a se intensificar.

Ao concentrar os anúncios na Agrishow, a Valtra reforça o posicionamento em inovação aplicada ao campo e sinaliza uma disputa cada vez mais centrada em eficiência operacional e inteligência embarcada.

VIDEO 02:

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Agro MT