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22 de outubro de 2026

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Prazo para escolas de MT corrigirem dados do Censo Escolar termina nesta sexta-feira

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As escolas das redes pública e privada de Mato Grosso têm até esta sexta-feira (23.10) para conferir e corrigir, se necessário, os dados da Matrícula Inicial do Censo Escolar da Educação Básica 2026. O prazo de retificação está aberto no Sistema Educacenso desde 24 de setembro. A revisão permite ajustar informações referentes às unidades de ensino, gestores, turmas, estudantes, profissionais da educação e infraestrutura. Os dados precisam refletir a realidade das escolas na data de referência do levantamento, estabelecida em 27 de maio de 2026. Segundo a Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT), a conferência é fundamental para identificar inconsistências e assegurar que as informações declaradas correspondam à situação real das instituições. A orientação é do coordenador estadual do Censo Escolar em Mato Grosso, Rodrigo Jacob. Para realizar a verificação, as unidades podem consultar os relatórios disponíveis no Educacenso, o painel de dados preliminares do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), os documentos escolares e os relatórios enviados pelas secretarias de Educação. Mesmo as escolas que utilizam sistemas próprios para importar informações devem conferir os dados diretamente na plataforma. Após realizar as correções, é necessário fechar a declaração e emitir o Recibo de Entrega. Apenas alterar as informações no sistema não conclui o procedimento. Caso a declaração seja reaberta para novos ajustes, a unidade deverá revisar os dados novamente, finalizar o preenchimento e gerar outro recibo. O documento deve ser arquivado junto aos registros que comprovam as informações declaradas. O Censo Escolar é a principal pesquisa estatística da educação básica brasileira e fornece dados utilizados no planejamento de políticas públicas, na distribuição de recursos e no acompanhamento de indicadores educacionais. As informações também contribuem para a elaboração do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) e para a definição de programas destinados às redes de ensino. A próxima etapa do levantamento, denominada Situação do Aluno, está prevista para fevereiro de 2027.

Os ônibus do transporte coletivo rodoviário intermunicipal e metropolitano de Mato Grosso terão passagem gratuita no próximo domingo (25), dia em que os eleitores vão às urnas para o segundo turno das Eleições 2026. A gratuidade das viagens atende a regras específicas que variam de acordo com a modalidade do transporte utilizado.

 

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Para quem utiliza as linhas metropolitanas que conectam Cuiabá, Várzea Grande e Santo Antônio de Leverger, o benefício estará disponível entre 6h e 18h. Com o objetivo de garantir o pleno atendimento do público, as frotas dessas regiões vão operar com a mesma quantidade de ônibus disponibilizada em dias úteis.

 

Leia também – Ônibus de viagem pega fogo na BR-070 em MT; bombeiros usam 6 mil litros de água

 

No transporte intermunicipal, os passageiros precisarão fornecer informações específicas logo no momento do embarque de ida. As empresas operadoras farão o registro do nome completo, número do título de eleitor, domicílio eleitoral e ponto de embarque diretamente no Bilhete de Passagem Eletrônico (BP-e).

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Já para assegurar a gratuidade na viagem de volta, o eleitor terá uma exigência adicional. Além de repassar os dados cadastrais solicitados na ida, será obrigatória a apresentação do comprovante de votação no momento de embarcar no ônibus intermunicipal.

 

A medida foi formalizada pela Agência de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do Estado de Mato Grosso (Ager-MT) no dia 2 de outubro. A iniciativa atende a uma recomendação da Defensoria Pública da União (DPU) e cumpre as normas da Resolução nº 23.751/2026 do TSE e da ADPF nº 1.013/DF.

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Colônia Penal em Santo Antônio de Leverger implanta cultivo de café Robusta Amazônico

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Projeto prevê viveiro de mudas de mil metros quadrados e cafezal irrigado de cinco hectares para qualificar pessoas privadas de liberdade

A Colônia Penal Agrícola de Palmeiras, em Santo Antônio de Leverger, está estruturando uma nova frente de produção rural com o cultivo do café Robusta Amazônico. A iniciativa inclui a implantação de um viveiro de mudas de mil metros quadrados e de um cafezal irrigado de cinco hectares, com o objetivo de ampliar as atividades agrícolas, oferecer qualificação profissional às pessoas privadas de liberdade e fortalecer a reintegração social por meio do trabalho no campo. A proposta integra as ações do programa ‘Semeando um Novo Futuro – Reintegração no Campo’.

O projeto, discutido inicialmente em reunião com o desembargador Orlando Perri, avançou com a visita da secretária de Estado de Agricultura Familiar, Andreia Fujioka, à unidade. Também participaram o secretário adjunto da Seaf, Bruno Casavechia, e representantes da Secretaria de Estado de Justiça (Sejus-MT) e da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer-MT).

A secretária Andreia Fujioka, destacou a importância das atividades produtivas para formação de novas oportunidades. “É muito bom ver as pessoas privadas de liberdade envolvidas em atividades produtivas. O trabalho e o aprendizado podem abrir novas perspectivas para o futuro”, afirmou.

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Da parte técnica a Empaer vai orientar o projeto e a escolha dos clones de café mais adequados às condições de solo. A seleção levará em conta fatores como produtividade, qualidade de bebida e adaptação ao clima e ao solo da região. O planejamento técnico também inclui avaliação da disponibilidade e qualidade água, das condições da área e da estrutura necessária para irrigação.

A capacidade de produção do viveiro e a destinação das mudas serão definidas a partir das avaliações. Para o engenheiro agrônomo e pesquisador da Empaer, Wininton Mendes, o acompanhamento técnico é primordial para garantir a qualidade das mudas e orientar a escolha dos materiais mais indicados para o cultivo.

“Vamos dar todo o apoio à implantação e indicar os materiais mais adequados com base nas pesquisas que consolidamos no estado, para que os produtores tenham acesso a mudas de qualidade”, explicou.

Com o projeto do viveiro de cafezal, a expectativa é ampliar as possibilidades de aprendizado e fortalecer o papel do trabalho agrícola no processo de reintegração social. “Na unidade, o trabalho agrícola valoriza as habilidades e oferece oportunidades de aprendizado. Esse projeto vai ampliar as atividades e contribuir para a qualificação e a reintegração social”, ressaltou o diretor da Colônia Penal, Jorge Fontes.

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Polícia Civil mira rede de abuso sexual infantil e cumpre mandados em Comodoro

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Os ônibus do transporte coletivo rodoviário intermunicipal e metropolitano de Mato Grosso circularão gratuitamente neste domingo (25.10), data do segundo turno das Eleições 2026. A medida seguirá regras específicas conforme a modalidade de transporte, com horário definido para as linhas metropolitanas e exigência de identificação e comprovante de votação para viagens intermunicipais.

Nas linhas metropolitanas que atendem Cuiabá, Santo Antônio de Leverger e Várzea Grande, a gratuidade será válida das 6h às 18h. A operação contará com o mesmo número de veículos previsto para os dias úteis.

Já no transporte intermunicipal, o passageiro deverá informar, no embarque de ida, o nome completo, o número do título de eleitor, o domicílio eleitoral e o local de embarque. As informações serão registradas pelas empresas no Bilhete de Passagem Eletrônico (BP-e).

Para realizar a viagem de retorno gratuitamente, além dos dados fornecidos na ida, o passageiro deverá apresentar o comprovante de votação.

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A iniciativa, aprovada pela Agência de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do Estado de Mato Grosso (Ager-MT) em 2 de outubro, atende à recomendação da Defensoria Pública da União (DPU) e observa os parâmetros estabelecidos pela Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) nº 1.013/DF e pela Resolução nº 23.751/2026 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

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Seca histórica castiga Roraima, derruba produtividade da soja em 42% e ameaça encarecer próxima safra

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A seca histórica em Roraima já provoca prejuízos ao agronegócio, com queda de 42% na produtividade da soja e dificuldades para escoar a produção. A redução do nível do Rio Branco comprometeu a logística de transporte no estado, enquanto a irregularidade das chuvas aumenta a preocupação com o abastecimento de combustíveis e o custo dos insumos para a safra 2026/27.

O presidente da Aprosoja Roraima, Murilo Ferrari, afirmou que a estiagem começou de forma precoce, entre o fim de junho e o início de julho, e desde então não houve chuvas expressivas suficientes para reverter o cenário.

Segundo Ferrari, a produção colhida registrou uma queda de 42% na produtividade em relação ao ano passado. Além das perdas nas lavouras, o baixo nível do Rio Branco impediu a operação de escoamento da soja pelo município de Caracaraí, utilizada para a exportação da produção.

A operação havia começado no ano passado, mas não pôde ser realizada neste ano devido às condições de navegação. O problema compromete a logística do setor e gera impactos para a empresa responsável pela exportação.

“É uma seca histórica. Nós nunca vivenciamos essa seca tão precoce, que se configurou já no final de junho, começo de julho, e até o momento não tivemos mais chuvas expressivas”, afirmou o presidente da Aprosoja-RR.

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Transporte de diesel preocupa e pode elevar custos da próxima safra

Os efeitos da estiagem também começam a atingir o transporte de combustíveis. Conforme Ferrari, as dificuldades de navegação na região amazônica já interferem na chegada de embarcações a Manaus, no Amazonas. Parte da logística passou a ser realizada por Itacoatiara, também no estado, o que contribuiu para o aumento dos preços do diesel.

A situação acende um alerta para os produtores rurais, que devem iniciar em maio o planejamento das compras de insumos para o próximo plantio. Fertilizantes, defensivos agrícolas e sementes podem ficar mais caros caso a seca persista e continue pressionando o transporte fluvial e o valor dos fretes.

O período entre dezembro e fevereiro costuma ser marcado pelo retorno das chuvas na região amazônica e pela elevação natural do nível dos rios. No entanto, a irregularidade climática mantém a incerteza sobre a recuperação das condições de navegação.

De acordo com Ferrari, empresários do setor logístico já relatam aumento no frete de contêineres. Se as chuvas não forem suficientes para recuperar os níveis dos rios, os custos adicionais poderão chegar ao produtor rural.

“Se continuar e não chover agora nesses próximos meses, a gente vai, sim, impactar nos preços dos insumos que aqui vêm, fertilizantes, produtos químicos, sementes. E aí a conta vai ser repassada para o produtor”, alertou.

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A previsão de chuvas abaixo da média até dezembro aumenta a preocupação com a continuidade dos impactos da estiagem. Além de prejudicar o escoamento da soja já colhida, a seca pode dificultar o transporte de insumos necessários para a próxima temporada agrícola.

O comportamento das chuvas nos próximos meses será decisivo para a recuperação dos rios e para a redução dos custos logísticos. Até lá, o setor produtivo acompanha as condições climáticas diante do risco de novos prejuízos e de uma safra 2026/27 com custos de produção mais elevados.

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