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2 de outubro de 2026

Sustentabilidade

Trigo/RS: Avanço da maturação e enchimento de grãos ocorre sob impacto do clima – MAIS SOJA

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As lavouras de trigo apresentam distribuição fenológica heterogênea, com predominância dos estádios reprodutivos: floração (19%) e enchimento de grãos (57%). A maturação fisiológica abrange 21% da área cultivada, e a colheita foi realizada em 1% dos cultivos.

A alternância entre períodos de elevada precipitação, nebulosidade e janelas de maior radiação solar tem condicionado o desenvolvimento e a evolução fenológica. Nas áreas em floração e espigamento, a manutenção de umidade elevada tem favorecido a incidência de doenças de espiga, como giberela, que está expressiva em parte das lavouras.

O desempenho produtivo continua bastante variável em razão da ocorrência de intempéries e do nível tecnológico empregado; há registros iniciais de rendimento inferior ao esperado. As geadas de setembro provocaram a redução do potencial produtivo em áreas atingidas devido a interrupções no enchimento e a problemas de fecundação. Também foram observados danos localizados por granizo e vendavais especialmente no Centro-Oeste e Noroeste do Estado, cuja extensão está sendo quantificada.

A área projetada pela Emater/RS-Ascar para a Safra 2026 é de 814.220 hectares, e a produtividade média de 2.701 kg/ha. Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, na Fronteira Oeste, as lavouras apresentam melhores condições após os períodos de menor precipitação e de maior disponibilidade de radiação solar, como em São Borja, onde a sanidade está satisfatória.

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Na Campanha, dos 9.600 hectares cultivados 57% se encontram em floração, mas há risco de giberela nessas áreas em função dos eventos de chuvas volumosas. A alta umidade do solo tem restringido o acesso de máquinas para as aplicações fitossanitárias. Em Hulha Negra, aproximadamente 40 hectares foram acamados em decorrência de vendaval. Na de Caxias do Sul, nos Campos de Cima da Serra, as lavouras estão em espigamento, fase de elevada sensibilidade às doenças. A frequência e o volume das chuvas têm dificultado a entrada de máquinas nas áreas para a realização das aplicações fungicidas.

Na de Frederico Westphalen, 5% das lavouras estão em desenvolvimento vegetativo, 10% em floração, 60% em enchimento de grãos, 23% em maturação e 2% colhidas. É expressiva a incidência de giberela, o que tem concentrado os trabalhos de campo nas aplicações de fungicidas.

Na de Ijuí, 15% dos cultivos estão em maturação e em início da colheita. As geadas de 07 e 08/09 provocaram interrupção do desenvolvimento dos grãos e falhas de fecundação em parte das áreas, reduzindo o potencial produtivo. Nas lavouras não atingidas, o desenvolvimento e o número de grãos estão satisfatórios, embora tenha aumentado a incidência de doenças de espiga, especialmente giberela e fusarium. Na Região Celeiro, em Tenente Portela, as primeiras áreas colhidas apresentaram rendimento de 2.280 kg/ha, com peso do hectolitro de 74 (abaixo do esperado inicialmente).

Na de Passo Fundo, os cultivos estão integralmente em enchimento de grãos. Os produtores estão atentos às condições meteorológicas em função das implicações sobre o manejo fitossanitário.

Na de Pelotas, 22% da área está em desenvolvimento vegetativo, 60% em florescimento e 18% em enchimento de grãos. A sequência de dias nublados, chuvas frequentes e baixa disponibilidade de radiação solar observada desde agosto provocou atraso no desenvolvimento das plantas.

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Na de Santa Maria, as chuvas intensas afetaram principalmente as lavouras em floração e espigamento. O granizo provocou perdas severas, como em Santiago, de aproximadamente 200 hectares com perda praticamente total e em São Francisco de Assis, de pelo menos 150 hectares. Também foram registradas perdas em Capão do Cipó, Jari e Tupanciretã. Na de Santa Rosa, a distribuição fenológica compreende 1% em desenvolvimento vegetativo, 7% em floração, 63% em enchimento de grãos, 26% em maturação e 3% colhidas.

A elevada umidade de períodos anteriores favoreceu as doenças de espiga. A ocorrência de ventos e granizo causou perdas em parte das lavouras. A extensão dos prejuízos está em levantamento.

Na de Soledade, os cultivos apresentam condição satisfatória, apesar das chuvas intensas, ocorridas nas semanas anteriores. A alternância entre precipitações concentradas e períodos de tempo firme, incluindo cinco dias de elevada radiação solar na última semana, favoreceu a evolução da cultura. Os manejos fitossanitários estão concentrados nas áreas de implantação tardia, onde há incidência de manchas foliares, ferrugem, oídio e, sobretudo, giberela. A distribuição fenológica é de 5% em espigamento/floração, 90% em enchimento de grãos e 5% iniciando a maturação fisiológica. Observam-se lavouras com elevado potencial produtivo, coexistindo com áreas de padrão tecnológico apenas razoável.

Comercialização (saca de 60 quilos)

O valor médio, de acordo com o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar no Estado, aumentou 2,56%, passando de R$ 71,94 para R$ 73,78 com PH padrão 78. Na Bolsa de Cereais de Cruz Alta, é de R$ 82,00 para produto disponível.

Fonte: Emater/RS

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Sustentabilidade

Mercado do Trigo: Recuo em Chicago contrasta com perdas climáticas e preços firmes no Brasil – MAIS SOJA

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A cotação do trigo, para o primeiro mês cotado em Chicago, despencou no final de setembro, atingindo a US$ 6,75/bushel, após o pico de US$ 7,67 atingido no dia 28/08. Já o fechamento do dia 1º de outubro (quinta-feira) atingiu a US$ 6,82/bushel, contra US$ 7,07 uma semana antes. A média de setembro ficou em US$ 7,18/bushel, superando em 6,2% a média de agosto.

Nos últimos três meses (julho, agosto e setembro) o trigo viu seu preço médio subir 21,9% em Chicago. Em setembro/25 a média havia sido de US$ 5,13/bushel. Com isso, em 12 meses a média da cotação do trigo subiu 2,05 dólares naquela Bolsa. Isso ajudou a puxar para cima as cotações do milho e da soja.

Dito isso, os estoques trimestrais de trigo, nos EUA, na posição 1º de setembro, recuaram em 14% em relação ao mesmo período do ano passado. O volume ficou em 50,3 milhões de toneladas. Mas, este recuo, aparentemente não impediu que o bushel recuasse, no mesmo dia, para o seu nível mais baixo desde o dia 18/08.

Por outro lado, o plantio do trigo de inverno, nos EUA, alcançava 27% da área esperada, no dia 27/09, contra 34% na média histórica para a data. Do total semeado, 8% da área havia germinado, contra 11% na média. Ao mesmo tempo, as exportações estadunidenses de trigo, na semana encerrada em 24/09, somaram 311.000 toneladas, ficando dentro das expectativas do mercado. No acumulado do ano, neste caso iniciado em 1º de junho, o volume embarcado de trigo chega a 6,3 milhões de toneladas, 34% abaixo do registrado na mesma época de um ano antes.

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Um dos principais motivos do recuo da cotação em Chicago, nesta semana, veio dos chamados “esforços diplomáticos para amenizar as interrupções nas exportações de grãos do Mar Negro, causadas pela guerra da Rússia contra a Ucrânia, dois importantes fornecedores de grãos. Os preços também sofreram pressão devido às perdas iniciais nos futuros de milho e soja, depois que a reunião entre os presidentes dos EUA e da China não produziu anúncios concretos sobre compras adicionais de soja pela China”.

Sobre o Mar Negro, o presidente ucraniano teria afirmado que Índia, Turquia, Egito e outros países do Oriente Médio estavam participando de negociações para desbloquear o transporte marítimo. Apesar disso, vale alertar que a Turquia apresentou propostas a Moscou sobre a segurança do transporte marítimo, mas não havia negociações substantivas em andamento (cf. Interfax). “A Turquia, a Ucrânia e outros países têm apresentado propostas, mas não há sinais de acordo por parte da Rússia nem de qualquer progresso significativo no sentido de restabelecer o transporte marítimo” (cf. Sovecon).

No Brasil, os preços estacionaram em patamares mais altos depois de longo período em níveis muito baixos. A média gaúcha fechou a semana em R$ 73,78/saco, enquanto no Paraná o produto de qualidade superior gira entre R$ 79,00 e R$ 82,00/saco. Neste momento, a grande preocupação é com as perdas na atual safra devido aos problemas climáticos. Para além da redução de área semeada em mais de 27%, o país vê ocorrer uma queda significativa na qualidade e na produção do trigo nos seus dois principais Estados produtores: Rio Grande do Sul e Paraná. No caso gaúcho, regiões próximas com a divisa de Santa Catarina iniciaram a colheita, porém, a produtividade média fica em 38 sacos/hectare e o PH em apenas 74 (cf. Emater).

Fonte: Informativo CEEMA UNIJUÍ, do prof. Dr. Argemiro Luís Brum¹

1 – Professor Titular do PPGDR da UNIJUÍ, doutor em Economia Internacional pela EHESS de Paris-França, coordenador, pesquisador e analista de mercado da CEEMA (FIDENE/UNIJUÍ).

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FONTE

Autor:Dr. Argemiro Luís Brum/CEEMA-UNIJUÍ

Site: Ceema/Unijuí

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Sustentabilidade

Distância entre compradores e vendedores mantém negócios de soja em ritmo fraco

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O mercado brasileiro de soja teve poucas mudanças nesta sexta-feira (2), com oscilações pontuais entre R$ 0,50 e R$ 1,00 por saca no físico. O analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, destaca que a semana foi fraca para negócios, com o produtor mais voltado ao plantio e compradores sem grande agressividade.

Na Bolsa de Chicago e no dólar, os movimentos foram curtos ao longo da sessão, enquanto os prêmios permaneceram bastante estáveis. Com isso, as cotações apresentaram poucas alterações.

“O mercado está calmo de maneira geral, mantendo um spread alto entre as ideias de compradores e vendedores”, observa Silveira.

No mercado físico, as cotações apresentaram movimentos pontuais entre as principais praças brasileiras.

Preços de soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): recuou de R$ 153,00 para R$ 152,50
  • Santa Rosa (RS): recuou de R$ 154,00 para R$ 153,50
  • Cascavel (PR): manteve em R$ 149,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 147,00
  • Dourados (MS): manteve em R$ 147,00
  • Rio Verde (GO): subiu de R$ 146,00 para R$ 147,00
  • Paranaguá (PR): manteve em R$ 160,00
  • Rio Grande (RS): recuou de R$ 162,00 para R$ 161,50

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em baixa na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O mercado foi pressionado pelo clima benéfico à colheita nos Estados Unidos e pela escassez de notícias positivas, como a falta de novas vendas de soja norte-americana para a China.

Comercialização da soja

A comercialização da safra 2025/26 de soja do Brasil envolve 92,3% da produção projetada, conforme relatório da Safras & Mercado, com dados recolhidos até 2 de outubro. No relatório anterior, com dados de 4 de setembro, o número era de 88,7%.

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Em igual período do ano passado, a negociação envolvia 89,4% e a média de cinco anos para o período é de 90,5%. Levando-se em conta uma safra estimada em 178,341 milhões de toneladas, o total de soja já negociado é de 164,620 milhões de toneladas.

Projetando uma safra de 180,089 milhões de toneladas, a Safras & Mercado indica uma comercialização antecipada de 32,9%, o equivalente a 59,206 milhões de toneladas. Em igual período do ano passado, a comercialização antecipada era de 23,0% e a média para o período é de 25,3%. O relatório anterior, de 4 de setembro, indicava o comprometimento de 29,1%.

Na semana, a posição novembro/26 registrou recuo acumulado de 3,14%.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro de 2026 fecharam com baixa de 5,75 centavos de dólar por bushel ou 0,44%, a US$ 12,78 1/4 por bushel. A posição janeiro de 2027 teve cotação de US$ 12,94 1/2 por bushel, recuo de 6,25 centavos de dólar por bushel ou 0,44%.

Nos subprodutos, a posição dezembro de 2026 do farelo fechou com perda de US$ 5,80 por tonelada ou 1,64%, a US$ 347,50 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro de 2026 fecharam a 68,62 centavos de dólar por libra-peso, retração de 1,24 centavo ou 1,84%.

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Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em baixa de 0,13%, sendo negociado a R$ 5,2166 para venda e a R$ 5,2146 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,1956 e a máxima de R$ 5,2391. Na semana, o dólar acumulou alta de 0,61% ante o real.

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Sustentabilidade

Boro: um importante aliado na busca por altas produtividades de soja – MAIS SOJA

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Embora seja um dos micronutrientes essenciais para a soja, nem sempre o boro (B) é considerado no programa nutricional da cultura. São requeridos aproximadamente 82 g de Boro para a produção de cada tonelada de grãos de soja (Oliveira Junior et al., 2020). Ainda que pareça uma quantidade um tanto quanto pequena, estima-se que na maioria dos solos agricultáveis, a concentração total de boro varie de 1 a 467 mg kg-1 (IPNI), fator que pode assumir um papel limitante para a obtenção de altas produtividade de soja.

Nesse contexto, a adequada disponibilidade de boro no solo torna-se importante para suprir a demanda da planta e evitar limitações nutricionais que possam comprometer o potencial produtivo da soja. Estudos como o realizado por  Saldanha (2024) demonstram que a soja responde positivamente a adubação com boro. O autor observou um incremento de produtividade em relação a testemunha de 10,6% (8,3 sc ha-1) com a adubação de 2 kg ha-1 de boro.

Resultados similares também foram observados por Voroniak et al. (2025), corroborando a importância do boro para a produtividade da soja. Avaliando a dinâmica do B no solo e as respostas da cultura de soja à aplicação superficial de fontes de B na pré-semeadura, os autores observaram um uso potencial da adubação com boro em pré-semeadura para incrementar a produtividade da soja. No estudo, a aplicação superficial de 1 kg ha⁻¹ de B, na pré-semeadura da soja, utilizando as fontes ácido bórico (17% B), ulexita (10% B) e octaborato dissódico (21% B), proporcionou produtividade de grãos superior à testemunha, evidenciando a viabilidade agronômica dessa estratégia nas condições avaliadas.

De acordo com Voroniak et al. (2025), a ulexita e o octaborato dissódico proporcionaram as maiores produtividades de grãos em comparação ao controle (Figura 1c), com incrementos de produtividade de 17,6% e 16,3%, respectivamente. Os autores ainda destacam que a aplicação de B também influenciou o peso de mil grãos (PMG).

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Figura 1. Teor de boro (B) na folha de soja (a) e no grão (b), produtividade de grãos (c) e peso de mil grãos (d). As médias (n = 4) seguidas pela mesma letra não diferem significativamente entre si pelo teste de Tukey (p > 0,05). As barras de erro representam o erro padrão.
Adaptado: Voroniak et al. (2025)

Para efeito de manejo, em aplicações de pós-emergência, pequenas doses utilizadas de B podem permitir sua associação à calda de defensivos agrícolas, desde que sejam previamente avaliadas a compatibilidade físico-química e a solubilidade dos produtos, sendo posicionadas preferencialmente em V2 ou R2 (início do florescimento). Vale lembrar que, embora requerido em pequenas quantidades, o boro desempenha funções importantes no desenvolvimento e na formação dos componentes de rendimento da soja, e sua deficiência pode limitar a produtividade mesmo quando os demais nutrientes estão disponíveis em níveis adequados. Dessa forma, a avaliação da disponibilidade de boro, assim como dos demais micronutrientes, deve fazer parte de um manejo nutricional equilibrado, buscando atender às necessidades da cultura e explorar seu potencial produtivo.



Referências:

IPNI. BORO. IPNI, NUTRI-FATOS: INFORMAÇÃO AGRONÔMICA SOBRE NUTRIENTES PARA AS PLANTAS. Disponível em: < https://www.npct.com.br/publication/nutrifacts-brasil.nsf/book/NUTRIFACTS-BRASIL-7/$FILE/NutriFacts-BRASIL-7.pdf >, acesso em: 02/10/2026.

OLIVEIRA JUNIOR, A. et al. FERTILIDADE DO SOLO E AVALIAÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL DA SOJA. Embrapa, Tecnologias de Produção de Soja, Sistemas de produção, n. 17, cap. 7, 2020. Disponível em: < https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/223209/1/SP-17-2020-online-1.pdf >, acesso em: 02/10/2022.

SALDANHA, E. C. M. FERTILIZAÇÃO BORATADA AUMENTA PRODUTIVIDADE DA SOJAEM SOLO ARGILOSO. Agropecuária Catarinense, Florianópolis, v.37, n.1, 2024. Disponível em: < https://publicacoes.epagri.sc.gov.br/rac/article/view/1798/1657 >, acesso em: 02/10/2022.

VORONIAK, J. M. et al. LEACHING POTENTIAL AND SOYBEAN RESPONSES TO PRE-SOWING APPLICATION OF DIFFERENT SOURCES OF BORON. ev. Ciênc. Agrovet, 2025. Disponível em: < https://revistas.udesc.br/index.php/agroveterinaria/pt_BR/article/view/26711/19480 >, acesso em: 02/10/2026.

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