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27 de setembro de 2026

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Ana Karolina Zamar chega ao Miss Brasil Golden com voz, história e propósito

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Professora de canto e cantoterapeuta, cuiabana representa o Estado na competição nacional e pretende ampliar a visibilidade de seu trabalho com a voz e de projeto voltado a mulheres vítimas de violência

A cuiabana Ana Karolina Zamar representa Mato Grosso no Miss Golden Brasil, competição nacional do segmento de concursos de beleza que reúne candidatas de diferentes partes do país. Além da disputa pela coroa, o concurso também proporciona às participantes a oportunidade de apresentar suas histórias, trajetórias profissionais e projetos.

Ana Karolina chega à competição com uma trajetória construída principalmente na música, na comunicação e no desenvolvimento humano. Professora de canto e cantoterapeuta, ela trabalha com a voz e desenvolve atividades voltadas à expressão, comunicação e desenvolvimento pessoal.

 

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A participação no Miss Golden Brasil ocorre em um momento de expansão de sua carreira. Para a cuiabana, o concurso representa uma oportunidade de levar seu trabalho para além do público que já acompanha sua atuação profissional.

 

“Minha trajetória começou quando decidi abraçar oportunidades que me permitissem amplificar minha voz e minhas causas. Entrar nesse universo não é apenas sobre estética, mas sobre encontrar uma grande vitrine para dar visibilidade a pautas que realmente transformam vidas”, afirma Ana Karolina.

 

A relação com os concursos de beleza não surgiu como um projeto isolado. A decisão de participar foi motivada também pela possibilidade de unir a experiência profissional acumulada ao longo dos anos a uma plataforma de alcance nacional.

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Segundo Ana Karolina, um dos fatores que despertaram seu interesse foi a possibilidade de mulheres com diferentes profissões, histórias e projetos ocuparem esse espaço.

 

“O momento de virada foi perceber que o mundo miss moderno dá espaço a mulheres reais, que têm uma profissão sólida, uma história de impacto e uma missão social clara”, explica.

 

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Mais do que um sonho de infância, a participação em uma competição nacional tornou-se, segundo ela, um objetivo construído na fase adulta. Ana Karolina passou a enxergar a possibilidade de unir sua experiência profissional ao alcance de um concurso de projeção nacional.

 

“Quando compreendi o poder de influência que um título nacional carrega, entendi que essa era a oportunidade perfeita para expandir o meu trabalho e inspirar outras pessoas a encontrarem sua própria voz”, diz.

 

Representar Mato Grosso acrescenta um significado especial à experiência. Nascida em Cuiabá, Ana Karolina vê a participação como uma forma de levar ao restante do país parte da identidade do Estado onde nasceu e construiu sua trajetória.

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“É um orgulho imenso. Mato Grosso é um estado rico em cultura, força e belezas marcantes. Levar o nome do meu Estado para o cenário nacional é honrar as minhas origens e mostrar a garra do nosso povo”, afirma.

 

A preparação para o Miss Golden Brasil tem sido multidisciplinar. Além dos cuidados relacionados à estética e à passarela, Ana Karolina mantém uma rotina de preparação física, trabalha a oratória, investe em autoconhecimento e dedica atenção especial à comunicação.

 

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Para quem trabalha profissionalmente com a voz, esse último aspecto ganha ainda mais importância.

 

“Além do preparo físico e visual, invisto muito no autoconhecimento e na comunicação. Para quem trabalha com a voz e a terapia, saber se expressar com clareza e emoção diante dos jurados e do público é o treino mais valioso”, conta.

 

O desafio está também em conciliar a preparação com uma rotina profissional já estabelecida. Entre atendimentos, aulas, gestão do espaço de desenvolvimento vocal, academia e compromissos relacionados ao concurso, a organização do tempo passou a fazer parte da preparação.

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“O maior desafio é o gerenciamento de tempo. É preciso conciliar a rotina intensa de atendimento aos alunos, a gestão do meu espaço de desenvolvimento vocal, os cuidados com a preparação física e a estratégia para o concurso. É preciso muita disciplina, mas cada etapa fortalece a nossa resiliência”, explica.

 

Na vida pessoal, Ana Karolina encontra motivação na família e nas pessoas que acompanham seu trabalho. Um dos principais apoiadores dessa caminhada é Wesley, seu melhor amigo e assessor, que participa da organização da preparação.

 

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As filhas também ocupam um lugar especial nessa história e são apontadas pela candidata como uma das principais fontes de inspiração.

 

“Minhas filhas são a minha maior inspiração. Quero deixar para elas um legado vivo de superação, coragem e dedicação aos próprios sonhos”, afirma.

 

As alunas também fazem parte desse processo. Para Ana Karolina, a relação construída ao longo dos anos com quem acompanha seu trabalho é uma fonte de inspiração e reforça a responsabilidade de continuar avançando.

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A experiência profissional também moldou sua maneira de enxergar a competição. Em vez de buscar reproduzir padrões, ela acredita que a autenticidade pode ser um dos elementos mais importantes diante de um ambiente competitivo.

 

“A autenticidade é a nossa maior arma. Em um ambiente de competição, a tendência é buscar padrões, mas o que realmente marca e conecta com as pessoas é a nossa essência, a nossa verdade e o porquê estamos ali”, destaca.

 

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É justamente na própria trajetória que Ana Karolina identifica o que considera seu principal diferencial. Enquanto a faixa e a coroa fazem parte da competição, ela pretende apresentar ao público um trabalho desenvolvido fora das passarelas, especialmente por meio da cantoterapia.

 

“Meu grande diferencial é a minha essência profissional e o meu projeto de cantoterapia. Não estou na passarela apenas exibindo uma faixa; estou levando uma ferramenta real de reabilitação emocional para mulheres silenciadas”, afirma.

 

Entre as causas que pretende levar para a plataforma está o trabalho voltado a mulheres vítimas de violência doméstica. A proposta de Ana Karolina é utilizar a música e o trabalho vocal como instrumentos de expressão e reconstrução emocional, especialmente para mulheres que passaram por experiências que deixaram marcas profundas.

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“Quero representar a coragem de se reerguer. Quero representar a mulher que decide retomar o controle da própria história e da própria voz, independentemente das marcas que o passado tenha deixado”, afirma.

 

A escolha desse tema ganha relevância diante do cenário de violência contra a mulher registrado em Mato Grosso. Dados recentes mostram que o Estado enfrenta números preocupantes relacionados aos feminicídios, reforçando a necessidade de ampliar o debate sobre prevenção, proteção e enfrentamento à violência.

 

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É nesse contexto que Ana Karolina pretende usar a visibilidade do concurso para chamar atenção para uma questão que considera urgente.

 

“Infelizmente, o nosso Estado enfrenta uma realidade muito dura em relação ao feminicídio e nós precisamos fazer algo urgente para ajudar e salvar essas mulheres da violência e da morte. Torcer por mim é dar palanque a essa luta, é fortalecer uma causa que transforma dor em voz e busca salvar vidas de verdade”, declara.

 

Para ela, a beleza não pode ser separada de história, personalidade e capacidade de transformação. A participação no Miss Golden Brasil também exigiu que Ana Karolina enfrentasse suas próprias inseguranças e ressignificasse a relação com os padrões estéticos presentes no universo dos concursos.

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“O desafio de me expor em um padrão competitivo exigiu que eu ressignificasse o autocuidado, entendendo que a minha força reside na minha totalidade profissional e na solidez da minha trajetória, e não em uma perfeição inatingível”, relata.

 

Ao falar sobre a mulher que pretende representar, ela escolhe três palavras: autêntica, resiliente e transformadora. Características que, segundo ela, foram fortalecidas também pela convivência diária com pessoas que enfrentam seus próprios processos de superação.

 

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A experiência no universo dos concursos já provocou mudanças em sua vida. Ana Karolina conta que passou a ocupar espaços públicos de maior visibilidade e encontrou novas possibilidades para apresentar seu trabalho.

 

Agora, a expectativa é que o Miss Golden Brasil amplie ainda mais esse alcance.

 

“Espero conexões verdadeiras com outras profissionais inspiradoras, aprendizado mútuo e, acima de tudo, a oportunidade de ecoar a minha mensagem para um público muito maior”, afirma.

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Caso conquiste a coroa, Ana Karolina pretende enxergá-la como uma ferramenta para ampliar sua atuação.

 

“Será a validação de uma missão. A coroa nas mãos será um megafone ainda mais potente para dar voz às causas em que acredito e expandir o alcance da cantoterapia”, afirma.

 

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Mas o resultado final não é tratado por ela como o único objetivo da experiência. A preparação, os encontros e a possibilidade de representar Mato Grosso já são considerados parte importante da trajetória.

 

“Tudo o que construí até aqui já é uma vitória. Levarei aprendizados valiosos, conexões humanas inesquecíveis e a certeza de que plantei sementes importantes para o meu Estado e para o meu projeto social”, afirma.

 

Com a participação no Miss Golden Brasil, Ana Karolina Zamar pretende mostrar ao público nacional uma mulher que reúne diferentes dimensões em uma mesma trajetória: a artista, a professora, a profissional da voz, a mãe, a mulher que busca novos desafios e a defensora de um trabalho voltado à reconstrução emocional.

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Para definir o momento que vive, ela escolhe uma frase que reúne os elementos que pretende levar para a competição: “O momento em que a arte, a voz e o propósito se alinham para transformar destinos”.

 

É com essa proposta que Ana Karolina Zamar chega ao Miss Golden Brasil. Mais do que disputar uma coroa, ela pretende aproveitar o espaço nacional para apresentar sua trajetória, representar Mato Grosso e ampliar a visibilidade de um trabalho que, segundo ela, tem na voz sua principal ferramenta de transformação.

 

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“Não estou representando apenas a mim mesma, mas a força e a garra de todas as mulheres mato-grossenses. Vamos juntos nessa!”, finaliza.

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Faltam sete dias para a eleição: você sabe o que faz cada cargo?

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O LIVRE mostra quais são as responsabilidades dos cinco cargos em disputa.

Falta uma semana para o primeiro turno das eleições de 2026. Antes de votar, vale entender a função de cada cargo em disputa. Neste ano, serão seis escolhas na urna, porque cada eleitor votará em dois candidatos ao Senado. O Livre preparou um resumo com a função de cada um daqueles que ocuparão os cargos mais importantes do país; Confira!

Deputado estadual

É ele atua na Assembleia Legislativa. Participa da criação e votação de leis estaduais, analisa o orçamento do estado e fiscaliza as ações do governo estadual.

(Foto: Fablício Rodrigues / ALMT)

Deputado federal

Esse cargo atua na Câmara dos Deputados. Propõe e vota leis nacionais, fiscaliza o governo federal e participa das decisões sobre o Orçamento da União.

 

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Senadores

O mais alto posto do legislativo. Ele representa seu estado no Senado Federal. Vota leis nacionais, fiscaliza o governo, analisa indicações para cargos como ministro do STF e participa do julgamento de processos de impeachment.

(Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado)

Governador

Maior posto do executivo em nível estadual. Ele administra o estado. Cabe a ele conduzir o governo estadual, executar o orçamento e coordenar serviços sob responsabilidade do estado.

(Foto:Ednilson Aguiar/ O Livre)

Presidente da República

Esse representa o país inteiro… Também chefia o governo federal. Dirige a administração federal, nomeia ministros, sanciona ou veta projetos de lei e exerce as demais atribuições previstas na Constituição.

Foto: depositphotos
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Virginia defende debate sobre prisão perpétua para crimes graves

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Proposta da candidata a deputada federal dependeria de uma alteração constitucional

A candidata a deputada federal Virginia Mendes afirma que, se eleita, pretende levar ao Congresso a discussão sobre prisão perpétua para crimes de extrema gravidade. Ela defende a medida especialmente para casos de violência contra mulheres, crianças, adolescentes e idosos.

A proposta encontra um obstáculo na Constituição, que proíbe penas de caráter perpétuo no Brasil. Para que pudesse ser adotada, seria necessária uma alteração constitucional. Iniciativas com esse objetivo já foram apresentadas no Senado, mas acabaram arquivadas.

Virginia relaciona a defesa de penas mais duras à experiência com o SER Família Mulher, programa estadual que idealizou para atender mulheres vítimas de violência doméstica com medida protetiva. A iniciativa oferece auxílio-moradia de R$ 600 por mês, acompanhamento pela rede de proteção e ações de qualificação profissional.

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“Nem todas as mulheres têm autonomia financeira para deixar os agressores”, afirmou. Uma beneficiária identificada pelas iniciais D.R., de 43 anos, contou que conseguiu sair de casa com os filhos após receber apoio do programa. Seu nome foi preservado.

A candidata também cita a implantação do atendimento especializado 24 horas para mulheres vítimas de violência em Cuiabá e a capacitação de profissionais da rede de proteção. Segundo ela, acolher quem sofre violência e discutir a punição dos autores de crimes graves são frentes que devem avançar juntas.

“É preciso discutir a efetividade das penas e garantir que crimes gravíssimos tenham uma resposta proporcional. Esse debate precisa chegar ao Congresso”, declarou.

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Baile da Primavera elege rei, rainha e princesa entre idosos de Cuiabá

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Mais de 150 pessoas participaram da celebração no CCI Maria Ignês.

Mais de 150 idosos participaram do Baile da Primavera 2026 no Centro de Convivência para Idosos (CCI) Maria Ignês, em Cuiabá. A festa teve desfile, eleição do rei e da rainha, música e almoço de confraternização.

Alaide Raquel, de 72 anos, recebeu a faixa de rainha após ficar em segundo lugar nas duas edições anteriores. “Agora eu sou rainha!”, comemorou. Paulo Arantes, de 79 anos, foi eleito rei, e Areli Ramos da Paixão, de 62, princesa.

Frequentador do CCI há 14 anos, Paulo destacou as amizades construídas no espaço. Areli contou que começou a participar das atividades em um período de tristeza e encontrou ali companhia e alegria. Atualmente, o centro atende 310 idosos em 12 turmas, com atividades como crochê, hidroginástica e ginástica.

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O baile terminou ao som de rasqueado, com apresentação da dupla Eduardo Braga e Ketylen Reis.

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