Sustentabilidade
Minuta da MP da renegociação de dívidas rurais prevê pontos centrais de projeto de lei – MAIS SOJA

A Medida Provisória (MP) que irá tratar das renegociações das dívidas rurais no Brasil deve ser publicada ainda nesta quarta-feira (15). A iniciativa tem alguns dos pilares baseados no Projeto de Lei 5.122/2023, que aborda o endividamento no campo e uma das prioridades da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA). Após conversas com o presidente da Câmara dos Deputados, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), e com o governo, a MP foi considerada o acordo possível para viabilizar a reabilitação dos produtores rurais.
“Não é o mundo ideal, não é o que nós queríamos. Nós gostaríamos muito de que fosse votado o PL 5.122/23. Trabalhamos muito para isso, mas não foi possível. Buscamos entendimento com o governo”, explicou o presidente da FPA, deputado Pedro Lupion (Republicanos-PR).
A vice-presidente da FPA no Senado, senadora Tereza Cristina (PP-MS), participou da reunião nesta quarta-feira que selou o texto final da MP. O encontro com o ministro da Fazenda, Dario Durigan, ocorreu por intermediação do presidente da Câmara. A parlamentar disse que esse foi o “acordo possível” e lembrou da urgência do tema.
“A medida provisória resolve o problema imediato, porque, com o Plano Safra já vigente, muita gente não conseguiria participar, ter acesso ao crédito”, disse.
No mesmo tom, o vice-presidente da FPA na Câmara, deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), elencou que pontos prioritários estão presentes na MP, como as Cédulas de Produto Rural (CPRs). “Estamos completamente atendidos? Não. Mas nós estamos, seguramente, atendidos de que isso deslanche, de que isso cria uma parada em todo o processo de inadimplência, cria uma expectativa e faz rolar o desenvolvimento do Plano Safra, que é algo que estava nos preocupando muito”, comentou.
O chefe da Câmara dos Deputados destacou o papel da FPA na articulação do texto. Segundo ele, a frente foi importante para lançar luz ao problema no Brasil como um todo. “Quero primeiramente reconhecer o papel que a Frente Parlamentar cumpriu de poder cobrar e tentar ao máximo avançar nessa negociação”, acrescentou.
De acordo com o ministro da Fazenda, a bancada fez um “trabalho de sensibilização” sobre a abrangência dessa medida. “Vocês nos sensibilizaram para que a gente saísse de uma posição, que era mais dura, para que a gente acomodasse, não todo mundo, que é o que eu tenho dito, que não é possível, e isso falo como ministro da Fazenda do país, mas acomodar aqui a situação da grande maioria dos agricultores”, destacou.
Confira pontos do acordo
Um dos aspectos de maior debate nas discussões foi de onde sairiam os recursos. O texto apresentado na reunião garante que recursos utilizados no crédito rural serão uma das fontes. A União também poderá usar o Fundo Social e outros fundos supervisionados pela Fazenda, já que há um dispositivo que permite outras fontes definidas pelo Executivo.
Na parte dos critérios, o requisito base para acessar as condições de repactuação da dívida é ter perdas entre o período de 2019 a 2025 — tanto produtores como cooperativas. Além disso, serão contempladas operações de crédito inadimplentes entre 1º janeiro de 2024 a 31 de maio de 2026, além de operações com pagamentos em dia que foram prorrogadas até 31 de maio de 2026.
A MP divide em duas faixas os produtores rurais beneficiários:
- Condição geral: perdas de duas ou mais safras ou redução na renda bruta de 30% por variação de preço;
- Condição para perdas maiores: prejuízos de três ou mais safras, com redução na renda bruta de 40%.
Quanto ao prazo de pagamento, também há distinção para produtores mais ou menos afetados. Aqueles que estiverem dentro da condição geral terão até oito anos. Já os que estão na condição de maiores perdas terão 10 anos. Para todos, a carência será de até dois anos com pagamento dos juros nesse período. Também não será exigida entrada, o que era uma preocupação do setor.
Há ainda previsão para que bancos prorroguem automaticamente dívidas que estejam adimplentes até o dia 14 de julho de 2026. A prorrogação será de até 30 dias.
As garantias também eram outro ponto sensível para os produtores. Por isso, a MP também permitirá que as instituições financeiras reaproveitem as garantias dadas e possam adequá-las ao valor das operações. Com isso, pode haver redução das garantias em alguns casos.
CPRs terão tratamento específico
As operações que envolveram as Cédulas de Produto Rural (CPRs) entrarão na MP, mas terão tratamento específico. As instituições financeiras estarão aptas a substituir as CPRs inadimplentes com um prazo de pagamento de oito anos. Além disso, está previsto que o governo poderá fazer outras regulamentações sobre as renegociações das CPRs.
Outro ponto conquistado foi o indicativo de que a União participará de um fundo para perda com eventos climáticos adversos. O fundo seria uma espécie de garantia adicional para futuras operações de crédito rural e funcionaria como um colchão nos casos de impacto climático na renda por intempéries climáticos.
Nós vamos avançar, do ponto de vista da União, com limite de até R$ 2 bilhões de aporte para esse fundo garantidor, mas também vamos convocar os bancos, os Estados e municípios que queiram contribuir com o fundo garantidor”, afirmou Durigan.
Fonte: FPA

Sustentabilidade
El Niño acende alerta para a cultura do arroz no Brasil – MAIS SOJA

O fenômeno El Niño apresenta probabilidade superior a 90% de permanência até o começo de 2027, provocando fortes contrastes climáticos no Brasil, segundo monitoramento do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA). De acordo com as previsões, enquanto a Região Sul enfrentará chuvas excessivas e baixa luminosidade, o Centro-Norte do país sofrerá com seca e altas temperaturas. Essas condições modificam o ambiente das lavouras, criando um cenário favorável à disseminação de pragas e doenças fúngicas que ameaçam a qualidade das safras.
A cultura do arroz pode enfrentar desafios tanto no cultivo irrigado quanto em terras altas, seja pelo solo encharcado ou pelo estresse hídrico. Outro fator de preocupação para as safras é a ocorrência da brusone, doença causada pelo fungo Pyricularia oryzae, que tem seu desenvolvimento acelerado em condições de umidade relativa acima de 89%, temperaturas entre 20°C e 30°C e longos períodos de molhamento foliar.
“A brusone é a doença mais destrutiva do arroz. Ocorre em todo o território brasileiro e pode comprometer toda a produção”, explica o gerente de Assuntos Regulatórios do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (Sindiveg), Fabio Kagi.
Prevenção e controle
Capaz de se manifestar em toda a parte aérea do arroz e em qualquer estágio de desenvolvimento da planta, ela exige atenção logo aos primeiros sintomas visíveis, como pequenos pontos castanhos que evoluem para manchas arredondadas, com extremidades agudas e centro necrótico, onde o fungo se reproduz. Com o avanço do quadro, essas lesões podem se unir e comprometer extensas áreas da folhagem, prejudicando a saúde de toda a lavoura.
Para reduzir os impactos da doença, é recomendado adotar um manejo integrado. Um dos principais focos desse processo são as sementes contaminadas deixadas sobre o solo, que se tornam fontes de inóculo e podem ser disseminadas pela chuva.
“O tratamento de grãos com fungicidas sistêmicos é uma das medidas mais eficazes atualmente. A prática garante proteção na fase vegetativa contra infecções primárias, normalmente oriundas de lavouras vizinhas ou de restos culturais de safras anteriores”, destaca o profissional.
Nas panículas, a proteção preventiva contra a doença é considerada crítica, por afetar diretamente o enchimento dos grãos. “As primeiras aplicações devem ocorrer entre emborrachamento e o início de emissão das panículas, seguindo a recomendação disposta em bula para o produto”, alerta Kagi.
Conheça essa e outras pragas, doenças e plantas daninhas no site do Sindiveg, clicando aqui.
Sobre o Sindiveg
Há mais de 80 anos, o Sindiveg – Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal atua no Brasil representando o mercado de defensivos agrícolas no País, com suas 22 associadas, e dando voz legalmente à indústria de produtos de defesa vegetal em todo o território nacional. O Sindicato tem como propósito a promoção da produção agrícola de forma consciente, com o uso correto dos defensivos, bem como apoiar o setor no desenvolvimento de pesquisas e estudos científicos, na promoção do uso consciente de defensivos agrícolas, sempre respeitando as leis, a sociedade e o meio ambiente. Mais informações clique aqui.
Fonte: Assessoria de imprensa
Sustentabilidade
Em junho, Valor Bruto da Produção Agropecuária é estimado em R$ 1,4 trilhão – MAIS SOJA

O levantamento mensal do Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) aponta que, em junho, o indicador foi estimado em R$ 1,4 trilhão.
Do total, R$ 893,1 bilhões correspondem ao faturamento da lavoura, segmento responsável por 64% do VBP. A pecuária representa R$ 511,1 bilhões, equivalente a 36% do valor estimado. O VBP mede o faturamento da produção agropecuária dentro dos estabelecimentos rurais.
Entre os produtos e atividades com maior participação no indicador, a soja apresenta valor estimado de R$ 335,8 bilhões. Na sequência, estão bovinos (R$ 249,5 bilhões), milho (R$ 155,3 bilhões), cana-de-açúcar (R$ 108,7 bilhões) e frangos (R$ 107,3 bilhões). Em conjunto, esses itens correspondem a 68,3% do VBP nacional.
A soja representa 23,9% do valor total estimado, enquanto a bovinocultura responde por aproximadamente 17,5% do indicador.
No recorte por unidades da Federação, Mato Grosso apresenta o maior valor estimado, com R$ 213,5 bilhões, o equivalente a 15,2% do total. Em seguida aparecem Minas Gerais, com R$ 167,8 bilhões (12%), e São Paulo, com R$ 158,4 bilhões (11,3%).
CÁLCULO
O Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) é calculado mensalmente com base nas estimativas de produção e nos preços recebidos pelos produtores rurais. Os valores referentes a 2026 são preliminares e consideram as informações disponíveis até maio de 2026.
Fonte: MAPA
Autor:MAPA
Site: MAPA
Sustentabilidade
Desafio CESB: Novos recordes de produtividade de soja – MAIS SOJA

Por Décio Luiz Gazzoni, membro do Conselho Científico Agro Sustentável (CCAS) e membro fundador do CESB e João Vitor Ganem coordenador técnico do CESB
Nos dias 7 e 8 de julho, em Indaiatuba, foi realizado o Fórum Nacional de Máxima Produtividade de Soja, safra 2025/26. A cada ano são anunciados os campeões regionais, sendo um deles o campeão nacional, em cultivo de sequeiro; também é anunciado o campeão nacional de cultivo irrigado. Em ambos os casos, nesta safra, foi estabelecido um novo recorde brasileiro de produtividade de soja. Neste artigo, para cada região será apresentado um resumo, sendo que o cálculo da rentabilidade significa que o agricultor recuperou totalmente o investimento e, além disso, obteve lucro líquido referido para cada um deles.
A seguir apresentamos os principais destaques regionais e consolidados nacionalmente.
Região Norte: O campeão é o produtor Pedro Foresto Crispim, da Fazenda Bela (Goiatins, TO), tendo consultor o Eng. Agr.Luiz Gabriel de Moraes Jr. A produtividade alcançada foi de 136,64 sc/ha, com rentabilidade líquida de R$1,55 por real investido. O consultor destaca que seu diferencial foram as boas condições climáticas, associadas à adequada fertilidade no perfil do solo, à genética utilizada e à qualidade das sementes.
Região Nordeste: Nesta região o destaque vai para o Grupo Gorgen, na Fazenda Barcelona (Riachão das Neves, BA), cujo consultor é o Eng. Agr. Edinei Antônio Fugalli. A produtividade obtida foi de 143,77 sc/ha, a segunda maior desta safra. Nessa área, o produtor obteve rentabilidade líquida de R$1,90 por real investido. O consultor também destaca o clima adequado, juntamente com a cultivar utilizada e a boa qualidade das sementes, aliada à fertilidade no perfil do solo, como os principais fatores para obtenção de alta produtividade. Destaque: o grupo Gorgen já foi campeão de produtividade em 8 diferentes safras!
Região Centro-Oeste: O produtor Rodolfo Paulo Schlatter, da Fazenda Monte Sinai (Confresa, MT), apoiado pelo consultor Eng. Agr. Fabiano Müller, atingiu 118,36 sc/ha. Nesta área, o produtor obteve um rendimento líquido de R$1,24 por real investido. Segundo o consultor, além das boas condições do clima, o uso de plantas de cobertura e os diagnósticos que permitiram o manejo adequado, foram responsáveis pela alta produtividade.
Região Sudeste: A Fazenda Floresta, pertencente à Agropecuária Três Irmãos (Cambuquira, MG) obteve a mais alta produtividade regional, sob a orientação do Eng. Agr. Túlio Madureira da Costa Xavier. A produtividade alcançada foi de 122,66 sc/ha, gerando um retorno líquido de R$1,17 por real investido. Os destaques para a alta produtividade, de acordo com o consultor técnico, foram o uso de produtos biológicos, a genética adequada e a fertilidade no perfil do solo.
Campeão Nacional: O novo recorde brasileiro de produtividade de soja foi alcançado na Região Sul, mais precisamente pelo produtor Lourival Ruthes, juntamente com seu consultor, Eng. Agr. Daicon Godeski Moreira. A produtividade alcançada foi de 156,13 sc/ha, novo recorde brasileiro.. A produtividade da soja no Brasil, levantada pela Conab, foi de 62 sc/ha, ou seja, Lourival obteve produtividade 152% superior à média brasileira. A rentabilidade obtida foi de R$1,29 por real investido. O consultor destaca como fatores de sucesso as decisões baseadas nos resultados das instituições de pesquisa, a proteção de plantas e o investimento contínuo no manejo adequado do solo, juntamente com a dedicação e o comprometimento em fazer tudo bem feito.
Campeão Irrigado: A maior produtividade em áreas irrigadas foi obtida pelo produtor Luis Fernando Benaglia de Oliveira, da Fazenda Lago Bonito (Mundo Novo, GO), tendo como consultor o Eng. Agr. Dheividy Borges Fernandes, que atingiu 138,97 sc/ha, novo recorde brasileiro para soja cultivada sob irrigação. Essa produtividade foi a maior já obtida em área irrigada, nos Desafios CESB. Nesta área, o retorno sobre o investimento foi de R$1,62 por real investido. Para o consultor o diferencial para o sucesso foi o capricho no manejo da cultura do solo, incluindo o manejo biológico e fisiológico e o timing das aplicações de insumos.
Destaques
O Desafio de Máxima Produtividade de Soja do CESB contou com 5.300 participantes, que obtiveram a maior média história dos Desafios do CESB, alcançando 96,82 sc/ha, um rendimento 56% superior à média nacional (Conab). Como nas edições anteriores, verifica-se uma correlação positiva entre alta produtividade e rentabilidade líquida. Nesse mister, é interessante comparar cada produtor consigo próprio, verificando a rentabilidade (reais retornados sobre reais investidos, após a recuperação dos custos) da área auditada para efeito do desafio, em relação ao talhão no qual esta área se insere. Verifica-se que, ao elevar sua produtividade, usando tecnologias adequadas, a rentabilidade por real investido cresce entre R$0,56 e R$0,86.
Rentabilidade na área específica auditada pelo CESB e no talhão na qual se insere (R$/R$ investido, após ressarcimento do custo).
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Do ponto de vista regional, considerando apenas as áreas auditadas pelo CESB, verifica-se as seguintes produtividades (sc/ha) obtidas pelos participantes: 1. Nordeste = 104,66, com pico de 143,77; 2. Sul = 98,33, com pico de 156,13 (campeão nacional); 3. Sudeste = 95,61, com pico de 123,03; 4. Centro-Oeste = 92,74, com pico de 138,97; e 5. Norte = 92,63, com pico de 136,64. O estado com a maior produtividade média entre os produtores auditados foi a Bahia (107,47 scs/ha), com a menor produtividade média sendo registrada no Pará (90,21).
Um destaque que ser renova a cada edição do Desafio é o nível tecnológico das propriedades participantes, sempre inovadoras e com crescente uso de agricultura de precisão, especialmente taxa variável de aplicação de insumos, otimizando o seu uso. Por exemplo, chama a atenção uma comparação entre as áreas que utilizam produtos biológicos, cuja produtividade foi superior em 5 sc/ha, cotejadas com aquelas onde os biológicos não foram utilizados, no presente Desafio.
O presente Desafio do CESB reforça dois aspectos fundamentais, que se repetem a cada edição. O primeiro é que não existe uma “bala de prata”, uma tecnologia isolada que faça a diferença. O sucesso vem do capricho e do comprometimento em fazer bem feito, aquilo que é recomendado pelos técnicos. Mas, o manejo adequado do perfil do solo tem se mostrado um fator importante para a produtividade, bem como para a resiliência das lavouras, auxiliando na mitigação dos efeitos das mudanças climáticas. O segundo, é que existe uma relação positiva entre a rentabilidade da lavoura e a produtividade, ou seja, quanto maior a produtividade, maior a renda líquida do produtor.
Para maiores detalhes sobre o Desafio 2025/26, os Desafios anteriores, e outras informações úteis, visite o nosso site em: Link.
Sobre o CCAS
O Conselho Científico Agro Sustentável (CCAS) é uma organização da Sociedade Civil, criada em 15 de abril de 2011, com domicilio, sede e foro no município de São Paulo (SP), com o objetivo precípuo de discutir temas relacionados à sustentabilidade da agricultura e se posicionar, de maneira clara, sobre o assunto.
O CCAS é uma entidade privada, de natureza associativa, sem fins econômicos, pautando suas ações na imparcialidade, ética e transparência, sempre valorizando o conhecimento científico.
Os associados do CCAS são profissionais de diferentes formações e áreas de atuação, tanto na área pública quanto privada, que comungam o objetivo comum de pugnar pela sustentabilidade da agricultura brasileira. São profissionais que se destacam por suas atividades técnico-científicas e que se dispõem a apresentar fatos, lastreados em verdades científicas, para comprovar a sustentabilidade das atividades agrícolas.
A agricultura, por sua importância fundamental para o país e para cada cidadão, tem sua reputação e imagem em construção, alternando percepções positivas e negativas. É preciso que professores, pesquisadores e especialistas no tema apresentem e discutam suas teses, estudos e opiniões, para melhor informação da sociedade. Não podemos deixar de lembrar que a evolução da civilização só foi possível devido à agricultura. É importante que todo o conhecimento acumulado nas Universidades e Instituições de Pesquisa, assim como a larga experiência dos agricultores, seja colocado à disposição da população, para que a realidade da agricultura, em especial seu caráter de sustentabilidade, transpareça. Mais informações no website: Link.
Fonte: Assessoria de imprensa
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