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ePhyto supera 100 mil certificados para exportações vegetais do Brasil

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) informou nesta terça-feira (19) que o sistema de Certificado Fitossanitário Eletrônico (ePhyto) ultrapassou a marca de 100 mil documentos emitidos para exportações brasileiras de produtos de origem vegetal. Segundo a pasta, a plataforma contabiliza 100.169 certificados destinados a 130 países. O sistema foi implementado em 2024 em parceria entre a Subsecretaria de Tecnologia da Informação e a Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA).
De acordo com o Mapa, o ePhyto reúne 31.298 empresas exportadoras, 201 recintos habilitados, entre portos e aeroportos, e 311 produtos certificados. O documento eletrônico substitui procedimentos físicos e permite a troca de informações entre autoridades sanitárias dos países envolvidos nas operações de comércio exterior.
O certificado fitossanitário eletrônico atesta que os produtos vegetais exportados atendem às exigências do país importador e estão livres de pragas e doenças que possam representar risco à agricultura e ao meio ambiente. A ferramenta foi desenvolvida pela Convenção Internacional para a Proteção dos Vegetais (CIPV) e é utilizada por mercados compradores de relevância no comércio global.
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Na prática, a digitalização do processo tende a reduzir etapas operacionais e a padronizar a emissão dos documentos exigidos nas vendas externas. Segundo a nota do ministério, o sistema busca agilizar e simplificar os procedimentos relacionados ao comércio internacional de produtos vegetais brasileiros.
Para exportadores, recintos habilitados e órgãos de fiscalização, a adoção do ePhyto amplia a rastreabilidade documental e reduz a dependência de trâmites em papel. O Mapa também afirma que a certificação eletrônica contribui para elevar a segurança das operações. A nota, no entanto, não detalha nesta atualização quanto foi a redução de prazo ou de custo por operação em comparação com o modelo anterior.
O avanço do ePhyto reforça a digitalização dos controles fitossanitários nas exportações brasileiras e amplia a integração com os países importadores. Novos efeitos sobre tempo de liberação, custo operacional e ganho de competitividade dependerão de detalhamento adicional por parte do Ministério da Agricultura e Pecuária e da evolução da adesão dos mercados de destino.
Fonte: Estadão Conteúdo
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Embrapa realiza workshop sobre cadeia produtiva do camu-camu em Roraima

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) promove nesta quinta-feira (21) e sexta-feira (22) o II Workshop Internacional do Camu-camu, em Boa Vista (RR). O encontro será realizado no auditório da Embrapa Roraima, no Distrito Industrial, com foco em agricultores, pequenos e médios produtores, extrativistas, comunidades tradicionais, assistência técnica, estudantes, pesquisadores e empreendedores rurais. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até esta quarta-feira (20), pelo site da unidade.
Segundo a Embrapa, o objetivo do workshop é ampliar o intercâmbio técnico-científico e institucional para fortalecer a cadeia produtiva do camu-camu na Amazônia. A programação aborda manejo, tecnologias de produção, pós-colheita, beneficiamento e inclusão socioprodutiva, com enfoque na economia circular.
De acordo com Edvan Chagas, pesquisador da Embrapa responsável pelo evento, a proposta é integrar conhecimentos sobre cultivo e uso da fruta. O camu-camu é apresentado pela organização como uma espécie silvestre amazônica de interesse econômico e nutricional, com destaque para a alta concentração de vitamina C.
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No primeiro dia, a agenda começa às 7h30, com credenciamento dos participantes. Em seguida, haverá o lançamento do livro “Sabores da Amazônia, receitas de camu-camu, pitadas de vitamina C e antioxidantes”, de Maria Luiza Grigio, pesquisadora do Serviço de Fiscalização da Superintendência do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) em Roraima. A programação inclui ainda exposições sobre cultivo e manejo da fruta, com pesquisadores do Instituto de Investigaciones de la Amazonía Peruana, além de experiências socioprodutivas apresentadas pela Secretaria da Agricultura, Desenvolvimento e Inovação de Roraima.
À tarde, uma mesa-redonda reunirá representantes da Universidade Federal de Roraima (UFRR), do Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Amazônia (Idesam), de empresas privadas e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). No segundo dia, os participantes farão visita técnica ao Banco Ativo de Germoplasma de Camu-camu, no campo experimental Serra da Prata, em Mucajaí, e acompanharão atividades práticas sobre pós-colheita e beneficiamento.
A programação indica foco em pesquisa, transferência de tecnologia e articulação entre instituições e setor produtivo. Mais informações e a agenda completa estão disponíveis no site da Embrapa Roraima, no menu “Cursos e eventos”.
Fonte: embrapa.br
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Embrapa amplia presença em ranking internacional de cientistas mais citados

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) passou de 24 para 30 pesquisadores entre os mais citados do mundo no ranking da plataforma Research.com, um avanço de 25% em relação a 2025. O levantamento, divulgado com dados coletados em novembro de 2025, avaliou 175.448 cientistas de mais de 70 países em 26 disciplinas. A maior presença da estatal brasileira aparece em áreas diretamente ligadas ao agro, como Ciência de Plantas e Agronomia e Ciências Animais e Veterinárias.
De acordo com a Research.com, a classificação utiliza o Discipline H-index (D-index), indicador que considera o número de artigos publicados e a quantidade de citações recebidas em cada área específica. A seleção combinou bases bibliométricas como OpenAlex e CrossRef e incluiu apenas pesquisadores ativos, com publicações nos últimos cinco anos.
Na Embrapa, a área com maior participação foi Ciência de Plantas e Agronomia, com 15 nomes listados. Entre eles estão Mariangela Hungria, Robert Boddey, Segundo Urquiaga, Bruno José Rodrigues Alves e José Ivo Baldani. Mariangela Hungria também aparece em Microbiologia, enquanto Valeria Pacheco Batista Euclides é citada em Ciência de Plantas e Agronomia e em Ciências Animais e Veterinárias.
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Em Ciências Animais e Veterinárias, a empresa reúne oito pesquisadores no ranking, entre eles Luciana Regitano, Marcos Tavares Dias, Maurício Alencar e Ana Carolina Chagas. A lista ainda inclui três pesquisadores em Ecologia e Evolução, dois em Ciências Ambientais e um nome em cada uma das áreas de Ciência de Materiais, Biologia e Bioquímica e Engenharia e Tecnologia.
Para o setor agropecuário, o resultado indica presença relevante da pesquisa brasileira em frentes como melhoramento genético, microbiologia do solo, produção animal, sustentabilidade e desenvolvimento tecnológico. Essas áreas formam a base técnica de soluções aplicadas à produtividade, ao manejo e à adaptação dos sistemas de produção. O levantamento, no entanto, não detalha projetos específicos, impactos econômicos mensurados ou desdobramentos operacionais imediatos para produtores.
Segundo a própria Research.com, o objetivo do ranking é identificar especialistas de destaque por área e país, além de indicar temas de maior influência na ciência atual. No caso da Embrapa, a ampliação de presença em disciplinas ligadas ao agro reforça a visibilidade internacional da pesquisa pública brasileira, embora o estudo não apresente projeções sobre efeitos diretos no curto prazo sobre as cadeias produtivas.
Fonte: embrapa.br
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MDA anuncia mais de R$ 22 milhões para agricultura familiar no Rio Grande do Norte

O Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) anunciou, nesta terça-feira (19), em agendas realizadas em Natal e São Paulo do Potengi, no Rio Grande do Norte, um conjunto de ações voltadas à agricultura familiar que somam mais de R$ 22 milhões em investimentos diretos. As medidas incluem inclusão produtiva, regularização fundiária, formação em agroecologia, apoio a mulheres rurais, aquisição de alimentos e assistência técnica.
Segundo o MDA, o principal anúncio foi o lançamento do programa Da Terra à Mesa no estado, com R$ 12,59 milhões para beneficiar 1.259 famílias agricultoras. De acordo com a pasta, 50% do público atendido será composto por mulheres e 20% por jovens. Os recursos são destinados a investimentos não reembolsáveis e assessoramento técnico para estruturação produtiva, com possibilidade de uso em transição agroecológica, adaptação climática, quintais produtivos e redes de cooperativas.
Na agenda, também foram entregues 168 títulos definitivos pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) a famílias assentadas, medida que amplia a segurança jurídica sobre a terra e pode facilitar o acesso a políticas públicas e crédito, embora o material divulgado não detalhe prazos ou desdobramentos operacionais.
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Outra frente anunciada foi o lançamento do Curso Superior de Tecnologia em Agroecologia, em parceria com o Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN), com investimento de R$ 2,7 milhões, além da assinatura de um Termo de Execução Descentralizada (TED) de R$ 7,58 milhões para o Mutirão das Mulheres.
Em Natal, o ministério informou ainda a entrega de três colheitadeiras de arroz por meio do Programa Arroz da Gente e o anúncio de R$ 10 milhões para o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), iniciativa que, segundo o governo, deve beneficiar cerca de 272 mil pessoas. Também foi anunciada parceria de R$ 1 milhão com a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Rio Grande do Norte (Emater-RN) para ações de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) na cadeia do leite.
No território Potengi, a ministra Fernanda Machiaveli participou da inauguração do entreposto de ovos da Cooppotengi, com capacidade para processar até 3 mil ovos por dia, além de um empório da cooperativa. A estrutura reforça a organização da produção e a comercialização da agricultura familiar na região.
Com foco em produção, regularização, comercialização e assistência técnica, o conjunto de medidas amplia instrumentos públicos para a agricultura familiar no estado. O impacto efetivo sobre renda, escala produtiva e acesso a mercado dependerá da execução dos programas e da continuidade do acompanhamento técnico informado pelo governo.
Fonte: gov.br
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