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Motor do Brasil! Mato Grosso já abriu mais de 37 mil empresas em 2026

Mato Grosso registrou a abertura de 37.138 empresas entre janeiro e março de 2026, crescimento de 20% em comparação com o mesmo período do ano passado, quando 30.970 novos negócios foram formalizados no Estado. Os dados são da Junta Comercial de Mato Grosso (Jucemat).
O avanço na criação de empresas acompanha o desempenho da geração de empregos formais. Segundo o Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), o Estado fechou o primeiro trimestre com saldo positivo de 22.106 vagas com carteira assinada.
Serviços dispararam na frente
O setor de serviços liderou tanto na abertura de empresas quanto na criação de empregos. Entre janeiro e março deste ano, foram formalizados 26.795 novos negócios no segmento, alta de 21,8% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram registradas 21.993 empresas abertas.
Além disso, o setor também foi responsável pelo maior saldo de empregos formais no trimestre, com 9.444 novas vagas criadas.
Já a indústria apresentou o maior crescimento proporcional entre os setores econômicos. O número de empresas abertas saltou de 2.241 no primeiro trimestre de 2025 para 2.918 neste ano, aumento de 30,2%.
O comércio também manteve crescimento positivo, passando de 6.736 para 7.426 empresas abertas, avanço de 10,2%. Na geração de empregos, a indústria criou 2.739 vagas formais, enquanto o comércio registrou saldo de 2.015 postos de trabalho.
Cuiabá e VG na liderança
Cuiabá liderou o ranking estadual de abertura de empresas, com 8.551 novos negócios formalizados no trimestre, crescimento de 22,4% em relação ao mesmo período do ano passado.
Na sequência aparecem Várzea Grande, com 3.118 empresas abertas e alta de 25,4%; Sinop, com 2.816 novos empreendimentos; Rondonópolis, com 2.579; e Sorriso, com 1.529 empresas formalizadas entre janeiro e março.
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Golpista que fingia ter câncer para pedir dinheiro é preso em Cuiabá

Suspeito usava histórias de doenças graves e relacionamentos amorosos para enganar vítimas, segundo a Polícia Civil.
Um homem suspeito de enganar pessoas com histórias falsas de doenças graves, internações familiares e dificuldades financeiras foi preso em flagrante pela Polícia Civil em Cuiabá. A ação ocorreu nesta segunda-feira (8) e foi conduzida pela Delegacia Especializada de Estelionato e Outras Fraudes.
De acordo com a investigação, o suspeito se aproximava das vítimas principalmente por meio das redes sociais, criava vínculos afetivos e, depois de ganhar confiança, começava a pedir ajuda financeira. Em um dos casos, ele teria afirmado estar com câncer em estágio avançado e dito que a própria filha estava internada para tratar uma doença grave.
A estratégia, segundo a polícia, era usar relatos emocionais para sensibilizar familiares, amigos e pessoas próximas das vítimas, que acabavam realizando transferências bancárias para ajudá-lo.
As investigações começaram após o registro de duas ocorrências semelhantes na capital mato-grossense. Em um dos relatos, a vítima afirmou que foi convencida a abrir várias contas bancárias — inclusive empresariais — que passaram a ser controladas pelo investigado. Os valores recebidos eram transferidos rapidamente para terceiros, e parte do dinheiro teria sido usada em plataformas de apostas online.
Ainda conforme os policiais, o suspeito também alegava estar sendo ameaçado por cobradores de dívidas, o que levou uma das vítimas a fazer uma transferência emergencial acreditando que ele corria risco.
Durante a abordagem, os investigadores afirmam que o homem admitiu comprar e vender contas bancárias. A Polícia Civil apura agora se esse esquema era utilizado para dificultar o rastreamento do dinheiro obtido com os golpes.
As apurações apontam ainda que o investigado já teria aplicado golpes semelhantes em outros estados, incluindo São Paulo, Bahia e Espírito Santo, sempre utilizando narrativas ligadas a doenças graves, campanhas de arrecadação e pedidos de ajuda financeira.
O suspeito foi autuado por estelionato. Segundo a delegada Eliane Moraes, responsável pela Delegacia de Estelionato de Cuiabá, a prisão pode levar ao surgimento de novas vítimas.
A investigação continua para identificar a dimensão do esquema e o total de pessoas afetadas.
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Aos 40 anos, a mulher não está envelhecendo. Está se transformando

Existe um momento na vida da mulher em que o espelho começa a refletir mais do que a aparência. Ele passa a revelar histórias, escolhas, conquistas, cicatrizes e também algumas perguntas que talvez nunca tenham sido feitas antes.
Para muitas mulheres, esse momento chega por volta dos 40 anos.
É uma fase cercada de mudanças silenciosas. Algumas acontecem no corpo. Outras, na mente. Muitas, no coração. E embora a sociedade ainda tente associar essa etapa ao envelhecimento, a verdade é que ela representa algo muito mais profundo: uma transformação.
No consultório, vejo mulheres que construíram carreiras, criaram filhos, sustentaram famílias, enfrentaram desafios e aprenderam a cuidar de todos ao seu redor. Mas que, em algum momento, percebem que deixaram de olhar para si mesmas.
É justamente nessa década que muitas começam a notar alterações no sono, na disposição, no metabolismo, na pele, na libido e até na forma como lidam com as próprias emoções. Algumas sentem uma irritabilidade que não existia antes. Outras relatam cansaço persistente, dificuldade para perder peso ou uma sensação de não reconhecer mais o próprio corpo.
Essas mudanças não são fruto da imaginação. Elas têm explicações biológicas importantes. A partir dos 40 anos, a produção hormonal feminina inicia um processo gradual de transição que pode durar vários anos até a menopausa. O organismo começa a enviar sinais de que uma nova fase está chegando.
O problema é que muitas mulheres foram ensinadas a suportar esses sintomas em silêncio. Como se sentir desconforto fosse uma obrigação natural da idade. Como se perder qualidade de vida fosse inevitável.
Não é.
Hoje a medicina oferece recursos que permitem compreender essas transformações de forma muito mais individualizada. Cada mulher vive essa fase de maneira única. Algumas apresentam sintomas intensos. Outras passam por mudanças mais discretas. Não existe uma regra universal, e é justamente por isso que o acompanhamento médico faz tanta diferença.
Mas existe algo que considero ainda mais importante do que os hormônios, os exames ou os tratamentos.
A forma como a mulher escolhe enxergar esse período da vida.
Aos 40 anos, muitas descobrem uma liberdade que não possuíam aos 20. Já não precisam provar tantas coisas. Aprendem a estabelecer limites. Passam a compreender melhor seus desejos, suas prioridades e aquilo que realmente faz sentido.
É uma fase em que a maturidade encontra a vitalidade. Em que a experiência se soma à autoconfiança. Em que muitas mulheres finalmente se autorizam a ocupar o centro da própria vida.
Por isso, quando uma paciente me pergunta se é normal mudar aos 40, minha resposta é sempre a mesma.
Sim, é normal.
O que não deveria ser normal é atravessar essas mudanças sem informação, sem acolhimento e sem cuidado.
A mulher de 40 anos não está perdendo juventude. Está ganhando consciência. Está descobrindo novas versões de si mesma. Está entendendo que beleza não é ausência de idade, mas presença de saúde, energia, autoestima e propósito.
E talvez essa seja a transformação mais bonita de todas.
Bruna Ghetti é ginecologista, especialista em mulheres 40+.
Agro Mato Grosso
Carreta invade a contramão e mata motorista na BR-163 I Mato Grosso

Segundo motorista da carreta, colisão ocorreu após uma frenagem brusca para impedir outro acidente
O motorista Wilson Honório dos Reis, de 59 anos, morreu após a picape que dirigia ser atingida de frente por um caminhão na noite desta segunda-feira (8), na BR-163, em Sinop (a 478 quilômetros de Cuiabá).
De acordo com o boletim de ocorrência, Wilson conduzia uma Fiat Strada quando foi atingido por um caminhão-trator que seguia no sentido Sinop-Itaúba.
Em depoimento aos policiais, o motorista do caminhão, de 54 anos, relatou que seguia pela rodovia quando, ao subir um viaduto, se deparou com outro caminhão seguindo à sua frente em baixa velocidade e sem sinalização luminosa adequada.
Para evitar uma colisão traseira, ele afirmou que realizou uma frenagem brusca. Durante a manobra perdeu o controle da direção, invadiu a pista contrária e bateu de frente contra a Fiat Strada conduzida por Wilson.
Com a força do impacto, o motorista da picape sofreu ferimentos graves e morreu ainda no local.
O condutor do caminhão realizou o teste do bafômetro, que apontou resultado negativo para consumo de bebida alcoólica.
A área foi isolada para os trabalhos da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), e o caso foi registrado como homicídio culposo na direção de veículo automotor.
A Polícia Civil investiga as circunstâncias do acidente.
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