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5 de outubro de 2026

Sustentabilidade

Brasil atinge 31% de participação no comércio global de algodão em 2024/25, aponta anuário do Cotton Brazil – MAIS SOJA

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Lançado nesta quarta-feira (13/05), o Anuário Cotton Brazil 2025 reúne os principais resultados e números do projeto ao longo de 2025, além de apresentar um panorama da oferta e demanda mundial de algodão no ano comercial 2024/25. A publicação destaca o avanço do Brasil no mercado internacional da fibra, consolidando o país como líder global nas exportações e ampliando sua participação no comércio mundial de algodão, além de trazer números consolidados dos programas SAI, SouABR, SBRHVI e ABR, implementados pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão.

Destaques do Anuário Cotton Brazil 2025

    • O Brasil manteve a liderança no ranking mundial de exportações e alcançou 31% de participação no comércio global de algodão em 2024/25.
    • A produção mundial de algodão somou 25,3 milhões de toneladas no período. A China liderou o ranking, com 6,4 milhões de toneladas e 25% de market share, seguida pela Índia, com 5 milhões de toneladas e 20% de participação.
    • O Brasil consolidou-se como o terceiro maior produtor global, com 3,7 milhões de toneladas — volume equivalente a 15% da safra mundial — superando os Estados Unidos, que registraram 3,1 milhões de toneladas.
    • Entre os principais produtores, o Brasil registrou crescimento de 17% na produção em relação ao ciclo anterior, enquanto os Estados Unidos avançaram 19% e a China, 14%. Já a Índia apresentou retração de 10%.
    • Bangladesh assumiu a liderança mundial nas importações de algodão, com 1,82 milhão de toneladas adquiridas, o equivalente a 21% do volume global negociado.
    • O Vietnã tornou-se o principal destino do algodão brasileiro em 2024/25, importando 531 mil toneladas da pluma nacional, alta de 35% em relação ao ciclo anterior.
    • O relatório também apresenta uma análise do consumo de algodão nos dez países prioritários do projeto: China, Índia, Turquia, Paquistão, Bangladesh, Vietnã, Coreia do Sul, Indonésia, Egito e Tailândia.

Leia o anuário completo em: Anuário Cotton Brazil 2025

Fonte: ABRAPA

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Sustentabilidade

Três estados aceleram plantio de soja 2026/27; excesso de chuvas preocupa no Sul

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O plantio de soja 2026/27 já começou no Brasil e avança em ritmo superior ao registrado nos últimos anos. De acordo com os dados da Pátria AgroNegócios, 9,81% da área total já foi plantada em 2026. No mesmo período de 2025, o percentual era de 9,23%, enquanto em 2024 chegava a 5,28%. A média dos últimos cinco anos para este mesmo período era de 3,61%.

O ritmo de plantio está mais acelerado principalmente no Paraná, Mato Grosso do Sul e Goiás. No Paraná, a preocupação está relacionada ao excesso de chuvas. Já em Mato Grosso, apesar do início bastante precoce, o ritmo perdeu força nesta semana e ficou abaixo do registrado na safra passada.

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Sustentabilidade

Preço da soja cai no Brasil após ficar fora de acordo entre China e EUA

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Os preços da soja recuaram nos mercados brasileiro e internacional nos últimos dias, interrompendo o movimento de valorização observado em setembro. Segundo análise do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), a pressão externa está relacionada principalmente ao avanço da colheita da safra 2026/27 no Hemisfério Norte.

No Brasil, as negociações perderam ritmo no mercado spot. De acordo com pesquisadores do Cepea, agentes reduziram a participação diante da forte desvalorização das cotações internacionais, registrada após a soja ficar de fora das negociações sobre tarifas entre Estados Unidos e China.

A ausência da oleaginosa nas tratativas comerciais entre as duas maiores economias do mundo pressionou as referências externas e trouxe cautela às negociações no mercado brasileiro.

Apesar da queda internacional, o impacto sobre os preços domésticos foi parcialmente limitado pelos prêmios de exportação da soja brasileira.

Segundo o Cepea, a desvalorização no exterior sustentou esses prêmios no Brasil, amortecendo o repasse das perdas internacionais para as cotações domésticas.

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O movimento ocorre depois de setembro ter sido marcado por avanços significativos nos preços do complexo soja, tanto no Brasil quanto no mercado internacional.

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Sustentabilidade

MILHO/CEPEA: Baixo interesse comprador e queda externa pressionam cotações – MAIS SOJA

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Os preços do milho recuaram no mercado brasileiro nos últimos dias, pressionados pelo baixo interesse de compradores e pela retração no mercado internacional. Segundo o Cepea, de modo geral, compradores brasileiros seguem afastados das aquisições de novos lotes, visto que parte deles indica ter estoques para consumo imediato.

De acordo com pesquisadores do Cepea, além disso, como as exportações brasileiras seguem inferiores às do ano passado, esses agentes acreditam que a oferta possa aumentar. Segundo a Conab, a produção da safra 2025/26 deve ser recorde, totalizando 144 milhões de toneladas, apesar da redução na produtividade.

O Centro de Pesquisas destaca que produtores, por sua vez, estão mais flexíveis nas negociações, seja com relação aos valores e/ou às condições de entrega e ao prazo de pagamento.

Fonte: Cepea

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FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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