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8 de agosto de 2026

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Pivetta nega reunião com presidente do PL e diz que é cedo para discutir eleições

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Governador disse que não houve nenhuma negociação para encaminhar aliança paras eleições de 2026

O governador Otaviano Pivetta negou nesta segunda-feira (4) que tenha havido uma reunião entre ele, o ex-governador Mauro Mendes (União Brasil) e o presidente nacional do PL, Valdemar da Costa Neto. 

“Não ocorreu nenhuma reunião, ocasionalmente não falei com o Mauro na semana passada. Está muito cedo para falar sobre isso [aliança para a campanha eleitoral]”, disse. 

Foi divulgada na semana passada a informação de que teria havido a reunião em Brasília, fora da agenda, entre os três políticos, dias após a vinda do senador e candidato a presidente Flávio Bolsonaro a Mato Grosso. 

O assunto teria sido a campanha eleitoral, com projeção de desistência de pré-candidatos da eleição deste ano e de apoio em 2030, costurada em aliança entre os três partidos – Republicanos, PL e União Brasil. 

O apoio de Flávio Bolsonaro continua em disputa pelos pré-candidatos ao governo em Mato Grosso. Ela tem acontecido à revelia do nome próprio do PL (Partido Liberal) ao cargo, senador Wellington Fagundes. 

Apesar dizer que seu partido tem um candidato, Flávio também tem dito que não dispensará o apoio de partidos, o que deixa em aberto espaço para as especulações. 

A concorrência específica entre Pivetta e Wellington se desde a divulgação da informação de que o ex-presidente Jair Bolsonaro apoiaria o atual governador na eleição 2026. A posição do PL não conseguiu esmorecer o efeito da declaração. 

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Moraes barra visita de filhos a Bolsonaro no Dia dos Pais após violação de regras

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Defesa do ex-presidente pediu autorização “excepcional”, mas ministro manteve suspensão após Flávio Bolsonaro publicar carta do pai nas redes sociais

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou neste sábado (8) um pedido para que o ex-presidente Jair Bolsonaro receba os filhos no Dia dos Pais em sua casa, onde ele cumpre a pena de 27 anos e três de reclusão a qual foi condenado por liderar uma tentativa de golpe de Estado.

O ministro citou decisão anterior, em que suspendeu todas as visitas a Bolsonaro, com a exceção da equipe médica e de advogados. A medida foi tomada diante do descumprimento das condições para a prisão domiciliar, afirmou ministro.

A proibição das visitas ocorreu após o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência nas eleições deste ano, ter publicado nas redes sociais uma carta manuscrita assinada pelo pai.

Moraes entendeu o ato como uma violação da proibição de acesso às redes sociais por Bolsonaro, seja diretamente ou por meio de terceiros, uma das condições para a concessão da prisão domiciliar ao ex-presidente.

Moraes declarou “prejudicado” o pedido para que os filhos visitassem Bolsonaro no Dia dos Pais, já que qualquer visita se encontra suspensa.

Os advogados de Bolsonaro haviam pedido autorização “em caráter excepcional” para que ele recebesse seus filhos Carlos, Flávio e Jair Renan no período da tarde do próximo domingo (9). A defesa afirmou que a medida permitiria “preservar os vínculos familiares e importante dimensão da convivência entre pai e filhos”.

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Cirurgias plásticas de mama no SUS crescem 54% com foco em reparação e saúde

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Levantamento aponta mais de 90 mil procedimentos em 10 anos. Mais de 80% das internações não têm fins estéticos, priorizando reconstruções e alívio de dores

O volume de cirurgias plásticas mamárias feitas no Sistema Único de Saúde (SUS) cresceu 54,3% entre 2016 e 2025, passando de 9 mil para 14.213.

Em 2020, ápice da crise sanitária causada pela covid-19, foram contabilizadas apenas 4.547 operações de mama, a metade do que vinha sendo praticado rotineiramente.

Os números fazem parte de um levantamento divulgado pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica – Regional Rio de Janeiro (SBCP-RJ), durante a 45ª Jornada Carioca de Cirurgia Plástica. O cálculo inclui procedimentos indicados para reconstrução da mama e o tratamento de diferentes alterações na estrutura da mama.

O levantamento mostra que, em dez anos, o SUS aprovou 90.648 cirurgias plásticas mamárias. Os estados com maior registro desse tipo de intervenção foram:

  1. São Paulo – 30.265 operações;
  2. Minas Gerais – 9.836;
  3. Rio de Janeiro – 9.115;
  4. Rio Grande do Sul – 6 mil;
  5. Bahia – 5.731.

Do total de registros analisados, 74.619 correspondem à plástica mamária feminina não estética, responsável por 82,3% das internações.

O grupo inclui cirurgias com indicação médica para corrigir deformidades congênitas, assimetrias importantes, hipertrofia mamária associada a dores e limitações físicas e sequelas provocadas por doenças ou tratamentos.

Os dados mostram ainda 12.600 internações para reconstrução mamária pós-mastectomia, com implante de prótese, além de 3.429 internações relacionadas à reconstrução mamária pós-mastectomia total.

Concentração no Sudeste

Estados do Sudeste responderam por 50.848 internações, o equivalente a 56,1% de todos os procedimentos mamários não estéticos e reconstrutivos feitos pelo SUS entre 2016 e 2025.

Sozinho, o estado de São Paulo concentrou um terço dos registros nacionais. Minas Gerais e Rio de Janeiro aparecem na sequência. Entre as demais regiões, o Sul somou 9.098 internações; o Nordeste, 15.985; o Centro-Oeste, 5.695; e o Norte, 3.022.

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O que vem depois das convenções partidárias?

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Terminou o prazo para os partidos políticos decidirem em convenção quais serão seus representantes na campanha de 2026. Mas os escolhidos ainda não são considerados oficialmente como candidatos pela Justiça Eleitoral. 

Agora se inicia o processo de registro de candidaturas. Partidos e os filiados que pretendem concorrer devem apresentar documentos que comprovem algumas condições exigidas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), como ter nacionalidade brasileira, ser alfabetizado e domicílio eleitoral no local em que pretende concorrer há pelo menos seis meses. 

Também não pode estar enquadrado em nenhuma hipótese de inelegibilidade, como as previstas na Lei Complementar nº 64/90. O prazo para essa etapa vai até o dia 15 de agosto. No dia seguinte, eles podem começar a pedir votos e aparecer na propaganda eleitoral gratuita. 

Os pretensos candidatos não precisarão aguardar a aprovação do registro da Justiça Eleitoral para iniciar a campanha. Normalmente, a maioria é aprovada, mas pode haver reprovação ou registro sub judice, quando há algum impedimento legal, porém o pretenso candidato pode recorrer de decisão desfavorável. 

Após os pedidos de registro de candidatura e a análise pela Justiça Eleitoral, deve ser decidido o tempo de partidos e candidatos no horário eleitoral gratuito, programado para iniciar no dia 28 de agosto.

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