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5 de novembro de 2026

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Operação ‘Areia Movediça’ mira fraudes em licitação de evento esportivo em Araguaiana

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Polícia Civil cumpre dez mandados em três cidades; investigação aponta sobrepreço em materiais, simulação de orçamentos e irregularidades no pagamento de premiações

A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta quarta-feira (15.4), a Operação Areia Movediça para cumprimento de dez mandados judiciais nas cidades de Araguaiana, Pontal do Araguaia e Água Boa.

A investigação da Delegacia de Polícia de Araguaiana apura possíveis fraudes em procedimento licitatório e na execução de contrato administrativo da administração pública do município.

Os envolvidos são investigados pelos crimes de fraude no caráter competitivo de licitação, falsidade ideológica e uso de documento falso.

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Foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão domiciliar e cinco ordens judiciais de quebra de sigilo telemático, expedidos pelo Juízo das Garantias da Comarca de Barra do Garças. As medidas têm como objetivo a coleta de elementos probatórios para o avanço das investigações.

Investigação

As diligências iniciaram a partir do registro de boletim de ocorrência, relatando apontamentos inconsistências no processo licitatório.


Com base nas informações foi instaurado inquérito policial para apurar os fatos, bem como realizadas diligências técnicas, oitivas e análise documental.

Os indícios colhidos pelos policiais civis identificaram crimes de fraude no caráter competitivo de licitação, falsidade ideológica e uso de documento falso, relacionados ao Pregão Presencial nº 09/2025, que resultou na contratação de empresa para realização de um evento esportivo no município de Araguaiana.


De acordo com as investigações, há elementos que indicam possíveis irregularidades na fase interna do procedimento licitatório, incluindo a simulação de pesquisa de preços, utilização de orçamento sem autorização do suposto emitente e padronização suspeita de documentos apresentados por empresas distintas.

A Delegacia de Araguaiana também identificou condutas de direcionamento do certame, com possível ajuste prévio entre participantes, além de incompatibilidade temporal entre a homologação do processo e a execução contratual, sugerindo que materiais e serviços já estariam previamente disponíveis antes da conclusão formal da licitação.

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Outro ponto apurado refere-se a possível sobrepreço em itens contratados, como materiais esportivos, camisetas e troféus, com valores superiores aos praticados no mercado. Há ainda indícios de inconsistências na execução financeira do contrato, especialmente quanto à destinação de recursos previstos para premiações, com divergências entre valores anunciados e aqueles efetivamente recebidos por participantes do evento.


Andamento 

A Polícia Civil prossegue com as investigações para o completo esclarecimento dos fatos e  com a continuidade das análises periciais e demais medidas necessárias à apuração das condutas e eventual responsabilização criminal dos envolvidos.

Com Assessoria 

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PM apreende pistola e 97 munições com falso CAC na rodovia MT-175 em Mato Grosso

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Policiais militares do 6º Comando Regional prenderam um homem, de 37 anos, por porte ilegal de arma de fogo, na tarde desta terça-feira (3.11), no município de Reserva do Cabaçal. Com o suspeito, a PM apreendeu uma pistola, carregadores da arma e 97 munições.

As equipes da Polícia Ambiental e da Força Tática realizavam patrulhamento na rodovia MT-175, durante a operação Guardiões do Bioma, coordenada pelo Ministério da Justiça, quando abordaram uma Fiat Strada branca ocupada pelo suspeito.

O homem foi questionado se transportava algum material ilícito e respondeu negativamente. Em seguida, os militares solicitaram para realizar vistoria no veículo e encontraram em uma bolsa uma pistola de calibre 22 carregada e municiada, além de dezenas de munições para o objeto.

Questionado pela PM, o suspeito afirmou ser CAC (Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador), mas não apresentou nenhuma documentação que comprovasse a legalidade da afirmação, caracterizando o delito de porte ilegal de arma.

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Diante do flagrante, o homem foi autuado e conduzido para a delegacia da cidade de Araputanga para registro da ocorrência e demais procedimentos pertinentes ao caso.

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CPI da Saúde aprova convocação de secretária adjunta e suspeito por fraudes em MT

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Depoimentos de Ivone Lúcia Rosset Rodrigues e Daoud Mohd Khamis Jaber ocorrem na próxima semana; relator deve receber documentação para votação em dezembro

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Saúde aprovou, nesta quarta-feira (4), dois requerimentos de convocação para a oitiva da secretária adjunta de Finanças da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Ivone Lúcia Rosset Rodrigues, e de Daoud Mohd Khamis Jaber Abdallah, suspeito de cometer fraudes na abertura de empresa para obter contratos milionários em Mato Grosso. Os depoimentos devem ocorrer na próxima semana.

“Essa reunião de hoje foi relâmpago. Aprovamos a convocação dos dois últimos depoentes e espero que sejam os últimos, a não ser que surjam fatos relevantes. Logo, pretendemos entregar toda a documentação ao relator da comissão, o deputado estadual Beto Dois a Um (União), e espero que até o dia 15 de dezembro possamos encerrar a CPI com a aprovação do relatório”, explicou o presidente da CPI da Saúde, deputado estadual Wilson Santos (PSD).

O parlamentar justificou a convocação de Ivone Lúcia pelo fato de ela ser a responsável por toda a área de contratação da SES no período investigado entre 2019 a 2025. “É nesta Secretaria que aconteciam os empenhos, as liquidações, os pagamentos e o reconhecimento de dívidas. Então, nesses quase oito anos, ela foi a responsável por contratações e pagamentos na SES e o objeto principal da CPI é averiguar toda a movimentação financeira da pasta”, pontuou.

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Em relação a Daoud Mohd, Wilson Santos explicou que há um conjunto de denúncias anônimas contra ele. “Temos denúncias da atuação dele como sócio de alguns agentes públicos, inclusive de servidora considerada ‘laranja’. Isso será questionado aqui durante a CPI e será averiguado. Vamos dar a oportunidade para ele se explicar diante das denúncias que a CPI recebeu”, comentou o presidente.

Com as convocações aprovadas, o colegiado negociará as datas exatas dos depoimentos para a próxima semana (11) ou para os próximos 14 dias. Assim que houver confirmação, a agenda será divulgada à imprensa e aos interessados.

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Polícia Civil cumpre mandado contra jovem de 23 anos suspeita de roubo de videogames em Cuiabá

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Nova fase da Derf investiga quadrilha que usava falsas negociações no Facebook e falsa identidade policial para atrair vítimas

A Polícia Civil cumpriu, na manhã desta quarta-feira (4.11), um mandado de busca e apreensão em mais uma fase da Operação Armadilha, conduzida pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Cuiabá para investigar a atuação de um grupo suspeito de envolvimento em roubos majorados na Capital.

O mandado de busca e apreensão foi expedido pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias tendo como alvo uma jovem, de 23 anos, investigada pela participação no roubo.

A investigação da Derf Cuiabá busca identificar os envolvidos em roubos praticados por meio de falsas negociações comerciais, utilizadas para atrair as vítimas. Segundo a apuração, os crimes eram cometidos com emprego de armas de fogo, grave ameaça e participação de mais de uma pessoa.

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A ordem judicial foi cumprida em um condomínio residencial localizado no bairro Chácara dos Pinheiros, na Capital. Durante as diligências, os policiais civis apreenderam um veículo automotor utilizado pela investigada, além de aparelhos eletrônicos que poderão contribuir para o avanço das investigações.

A nova fase da operação tem como objetivo aprofundar a apuração sobre a participação dos investigados, identificar possíveis conexões entre os crimes e reunir novos elementos probatórios. O veículo e os aparelhos eletrônicos apreendidos serão submetidos às análises pertinentes, visando ao esclarecimento da dinâmica criminosa e à eventual identificação de outros participantes.

Roubo

O crime ocorreu no dia 6 de agosto de 2026, quando a vítima anunciou a venda de um videogame PlayStation 4 na plataforma Facebook e foi contatada por um suposto comprador interessado na aquisição do equipamento.

Após a negociação, foi combinada a entrega do produto na residência da vítima. Entretanto, dois suspeitos chegaram ao endereço em um veículo Toyota Etios, de cor branca, ocasião em que um dos envolvidos, portando uma arma de fogo, anunciou o roubo.

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Durante a ação, a vítima foi obrigada a entrar na residência, de onde os criminosos subtraíram dois videogames. Os suspeitos também levaram o aparelho celular da vítima, posteriormente recuperado após ter sido arremessado sobre o telhado do imóvel durante a fuga. Um dos criminosos teria se identificado falsamente como policial e agido mediante grave ameaça, afirmando que atiraria na cabeça da vítima.

As diligências investigativas apontaram indícios da possível participação da mulher investigada na ação criminosa, circunstância que fundamentou o pedido de busca e apreensão domiciliar, posteriormente autorizado pelo Poder Judiciário.

Segundo o delegado responsável pelas investigações, Romildo Nogueira, a conduta demonstra a elevada violência empregada na execução do roubo, com utilização da falsa condição de agente de segurança pública para intimidar a vítima e impedir qualquer reação. “O suspeito estava acompanhado de uma mulher que utilizava capuz, responsável pela condução do veículo”, disse o delegado.

Operação Armadilha

Deflagrada em 19 de outubro, a Operação Armadilha apura uma série de roubos envolvendo falsas negociações de compra de mercadorias, principalmente aparelhos eletrônicos, celulares e produtos comercializados por empresas.

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O grupo entrava em contato com vendedores ou representantes comerciais, demonstrava interesse na aquisição dos produtos e combinava locais para a entrega. No encontro, as vítimas eram surpreendidas, geralmente sob ameaça de armas de fogo e pela atuação conjunta dos envolvidos. Em seguida, os suspeitos levavam as mercadorias e fugiam em veículos utilizados nos crimes.

Durante as investigações, a Polícia Civil identificou ocorrências com características semelhantes em diferentes regiões de Cuiabá, o que indicou a possível participação dos mesmos integrantes nos roubos.

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