Sustentabilidade
Chuvas intensas exigem atenção redobrada do produtor rural para evitar erosão do solo – MAIS SOJA

O período chuvoso no Brasil, especialmente comum em grande parte do território nacional, traz desafios importantes para a produção agrícola. Entre eles, um dos mais preocupantes é a erosão do solo — processo silencioso, mas capaz de causar prejuízos econômicos e ambientais de longo prazo. Segundo especialistas, práticas inadequadas de manejo podem fazer com que anos, ou até séculos, de formação do solo sejam literalmente levados embora com as primeiras chuvas mais intensas.
Para o pesquisador Alexandre Ortega, da Embrapa Solos e Meio Ambiente, a atenção ao solo deve ser permanente, independentemente de o país enfrentar, ao mesmo tempo, episódios de estiagem e de chuvas extremas. “Pode parecer contraditório falar de conservação do solo em um momento de crise hídrica, como a que vivemos em parte do Sudeste, mas justamente após períodos prolongados de seca o risco de erosão aumenta muito”, explica.
De acordo com Ortega, solos que passaram por longos períodos secos ficam mais vulneráveis quando as chuvas retornam. “Se esse solo não estiver bem protegido, sem práticas adequadas de conservação de água e solo, ele simplesmente vai embora com as primeiras chuvas mais fortes”, alerta.
Exemplos recentes reforçam o alerta
Eventos extremos registrados nos últimos anos ajudam a dimensionar o problema. Enchentes e deslizamentos ocorridos no Rio de Janeiro, na região serrana, e mais recentemente no Rio Grande do Sul, evidenciaram como grandes volumes de chuva podem provocar perdas severas de solo, nutrientes e matéria orgânica.
“Não é só a terra que se perde. Vai embora também a biodiversidade do solo, a vida microbiana, os nutrientes e toda uma estrutura que levou centenas ou milhares de anos para se formar”, afirma o pesquisador. Segundo ele, recuperar essas áreas degradadas é um processo lento, caro e que exige grande investimento de recursos e energia, com impactos que recaem sobre toda a sociedade.
Práticas simples ajudam a proteger o solo
Entre as principais medidas preventivas recomendadas estão o plantio em curva de nível, que reduz a velocidade da água da chuva, e a eliminação do chamado “plantio morro abaixo”, prática considerada altamente erosiva. “Em uma chuva mais intensa, o plantio morro abaixo funciona como um canal, acelerando a água e destruindo completamente o solo”, explica Ortega.
Outra estratégia essencial é a manutenção da cobertura vegetal, seja por meio de restos culturais, palhada ou plantas de cobertura. O pesquisador destaca que o sistema de plantio direto só é eficaz quando adotado corretamente. “Não adianta falar em plantio direto se ele se resume apenas à sucessão de culturas como milho e soja. É preciso manter restos culturais, minimizar ao máximo o revolvimento do solo e usar espécies que realmente protejam a superfície”, ressalta.
Em áreas com solos mais frágeis, o cuidado deve ser ainda maior. “Cada solo tem um limite de uso. Não podemos explorá-lo acima da capacidade que ele suporta”, afirma. Nesses casos, o uso de alguns tipos de gramíneas e outras espécies com bom sistema radicular ajuda a manter a estrutura do solo e reduzir significativamente as perdas causadas pela chuva.
Prevenir é mais barato do que recuperar
O pesquisador enfatiza que os custos da prevenção são muito menores do que os da recuperação de áreas degradadas. “Depois que o solo é perdido, recuperar aquilo que foi levado — nutrientes, matéria orgânica e vida biológica — demora muito tempo e custa caro”, diz.
Além do impacto direto na produção agrícola, a degradação do solo afeta ecossistemas inteiros. “Não é só a vida humana que sente. Toda a fauna e a flora são impactadas. O solo é praticamente um organismo vivo, que passa por processos complexos e não se forma da noite para o dia”, reforça.
Desafios climáticos devem se intensificar
Diante de um cenário de mudanças climáticas, com alternância entre secas severas e chuvas intensas, Ortega acredita que os desafios para os produtores rurais tendem a aumentar. “O clima sempre foi um fator determinante na agricultura brasileira e continuará sendo”, afirma.
Embora existam tecnologias como a agricultura irrigada, a maior parte das áreas agrícolas do país ainda depende diretamente das chuvas. “Todo o planejamento agrícola é feito com base em históricos e prognósticos climáticos, mas eventos extremos fogem cada vez mais do padrão”, observa.
Para o pesquisador, a mensagem principal é clara: cuidar do solo é uma estratégia de sobrevivência da produção agrícola. “É muito difícil para o produtor ver tudo o que ele plantou e investiu ser levado pela água. Por isso, fazer tudo da melhor forma possível antes é fundamental. Prevenir sempre será melhor — e mais barato — do que recuperar depois”, conclui.
Fonte: Embrapa
Autor:Cristina Tordin (MTB 28499/SP) Embrapa Meio Ambiente
Site: Embrapa
Sustentabilidade
Recorde nas exportações reforça protagonismo do algodão brasileiro e demanda por eficiência no campo – MAIS SOJA

O Brasil chega à nova temporada da cotonicultura em uma posição inédita no mercado internacional. Entre agosto de 2025 e julho de 2026, o país exportou 3,37 milhões de toneladas de algodão, maior volume já registrado em um único ano comercial e 19% acima do período anterior. Os embarques movimentaram US$5,3 bilhões e consolidaram o Brasil como maior exportador mundial da fibra. Ao mesmo tempo, a produção da safra 2025/26 está estimada em aproximadamente 4,1 milhões de toneladas de pluma.
O avanço reforça o protagonismo conquistado pela cotonicultura nacional, mas também amplia a importância de estratégias capazes de preservar o potencial produtivo e a qualidade das lavouras ao longo de todo o ciclo. É neste cenário que a Ourofino Agrociência participa, pela primeira vez, do 15º Congresso Brasileiro do Algodão (CBA), principal encontro da cadeia produtiva nacional.
No evento, a companhia terá um estande próprio de 60 metros quadrados e levará duas novidades voltadas especificamente aos desafios dos cotonicultores: o herbicida Terrad’or, com novos posicionamentos para a cultura, e o fungicida Vigia.
Com tiafenacil como ingrediente ativo, Terrad’or passa a ampliar as possibilidades de manejo no algodão. Entre seus usos está a desfolha pré-colheita, etapa importante para a uniformização da lavoura e preparação para a colheita, além de possibilidades de posicionamento no manejo de plantas daninhas e na destruição de soqueira. A tecnologia faz parte da estratégia da Ourofino Agrociência de tropicalizar soluções, adequando produtos às particularidades ambientais, climáticas e produtivas encontradas nas lavouras brasileiras.
Já Vigia chega ao portfólio como uma nova alternativa para o controle das principais doenças foliares do algodão. O fungicida reúne dois ingredientes ativos complementares e foi desenvolvido para proporcionar proteção de amplo espectro e flexibilidade de posicionamento de acordo com o desafio predominante em cada área. Entre os alvos de atenção estão doenças como a mancha-alvo e a ramulária. A proposta é permitir que o manejo seja direcionado conforme a realidade da lavoura, inclusive por meio da associação com fungicidas multissítios adequados dentro das estratégias recomendadas de manejo.
“O algodão brasileiro conquistou uma posição de protagonismo mundial e esse avanço aumenta também a responsabilidade de continuarmos evoluindo em produtividade, qualidade e eficiência agronômica. O produtor enfrenta diferentes desafios ao longo do ciclo, desde o manejo de plantas daninhas e a preparação para a colheita até a proteção contra doenças foliares. Nossa estreia no CBA reforça a decisão da Ourofino de estar cada vez mais próxima dessa cadeia, entendendo essas necessidades e trazendo tecnologias adaptadas às condições da agricultura brasileira”, afirma Roberto Rodrigues, gerente de marketing da Ourofino Agrociência.
Proximidade com a cadeia do algodão
A estreia da Ourofino no Congresso Brasileiro do Algodão ocorre em meio ao movimento da companhia para fortalecer sua presença em uma cultura que vem ganhando representatividade econômica para o agronegócio brasileiro.
Mais do que uma ação comercial, a participação no CBA tem como objetivo ampliar o relacionamento com produtores, consultores, pesquisadores e demais profissionais ligados à cadeia, além de acompanhar as discussões técnicas que devem orientar os próximos ciclos da cultura.
O próprio conceito do projeto desenvolvido para o espaço da companhia, “Raízes no campo. Inovação no futuro”, traduz essa estratégia. Madeira, algodão e elementos verdes foram incorporados ao espaço para reforçar proximidade, conexão com o campo e inovação. O ambiente terá ainda ações de relacionamento, como pintura ao vivo de uma obra inspirada na cultura do algodão, totem interativo para fotos, serviço de engraxate e happy hours.
Promovido pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), o CBA reúne a cada dois anos produtores, pesquisadores, agrônomos, lideranças, empresas e demais profissionais da cadeia. A programação de 2026 inclui plenárias técnicas, debates sobre mercado e estratégia, hubs especializados e minicursos.
Serviço:
- 15º Congresso Brasileiro do Algodão – CBA 2026
- Data: 22 a 24 de setembro de 2026
- Local: Expominas – Belo Horizonte (MG)
Sobre a Ourofino Agrociência
A Ourofino Agrociência é uma empresa de origem brasileira, fabricante de defensivos agrícolas, com 15 anos de atuação. Sua fábrica — considerada uma das mais modernas do mundo no segmento — está localizada em Uberaba, no Triângulo Mineiro, e possui capacidade de produção de 200 milhões de quilos/litros por ano. São mais de 50 mil m² de área construída, com equipamentos de última geração e ambiente automatizado. A empresa desenvolve produtos, serviços e tecnologias com base nas características do clima tropical, seguindo o propósito de reimaginar a agricultura brasileira.
Mais informações,clique aqui.
Fonte: Assessoria de imprensa
Sustentabilidade
SOJA/CEPEA: Participação do farelo na ‘crush margin’ aumenta no BR e nos EUA – MAIS SOJA

A cotação do farelo de soja segue em alta no Brasil e nos Estados Unidos, diante da forte demanda global pelo derivado. Segundo o Cepea, a participação do farelo na margem de processamento das indústrias voltou a aumentar nos últimos dias, atingindo novas máximas.
O Centro de Pesquisas destaca que, entre julho e agosto, a Conab disponibilizou algumas unidades de armazenamento de farelo de soja em certos estados brasileiros, o que pode ter limitado o interesse de venda das indústrias.
Neste cenário, com base nos preços da soja, do farelo e do óleo de soja negociados na região de São Paulo, a participação do farelo de soja na “crush margin” foi o maior desde outubro de 2024, conforme apontamento do Cepea.
Fonte: Cepea
Autor:Cepea
Site: Cepea
Sustentabilidade
El Niño exige atenção redobrada no manejo da soja e decisões mais rápidas na safra 2026/27 – MAIS SOJA

A soja brasileira inicia a safra 2026/27 diante de um cenário climático que pode exigir estratégias fitossanitárias diferentes entre as regiões produtoras. Com previsão de maior intensidade do El Niño entre outubro e dezembro de 2026 e possibilidade de permanência do fenômeno até abril de 2027, o comportamento das chuvas e das temperaturas deve influenciar não apenas o estabelecimento das lavouras, mas também as condições para o manejo de doenças, plantas daninhas e pragas.
No Sul, especialmente no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, a expectativa de precipitações acima da média entre outubro de 2026 e fevereiro de 2027 coloca o excesso de umidade entre os principais pontos de atenção. Já no Centro-Oeste e Norte, há previsão de períodos de menor precipitação e altas temperaturas, exigindo planejamento para enfrentar estes desafios.
Segundo o engenheiro agrônomo e gerente de Marketing Regional da IHARA, Gustavo Corsini, as diferenças regionais mostram que o planejamento não pode se limitar à expectativa de chuva. “A escolha de cultivares adaptadas, o preparo do solo, o tratamento de sementes e a disponibilidade de ferramentas na fazenda para o manejo fitossanitário ganham importância diante de uma safra em que as janelas de aplicação podem sofrer alterações em relação ao que vinha sendo adotado”, explica.
Região Sul: excesso de chuva pode ampliar a pressão de doenças
Nas áreas sujeitas a maior umidade, o primeiro desafio está no estabelecimento da lavoura. Solos compactados, com drenagem deficiente ou acúmulo de água, podem favorecer doenças radiculares, como a podridão-radicular de fitoftora, e comprometer a emergência das plantas. Por isso, o tratamento de sementes e a escolha de materiais adaptados às condições locais devem fazer parte das decisões anteriores à semeadura.
Em anos chuvosos, o monitoramento também precisa considerar o período de molhamento foliar prolongado e temperaturas amenas, que favorecem o desenvolvimento de doenças como a ferrugem-asiática, uma das principais preocupações fitossanitárias nas lavouras do Sul. Nesse cenário, o manejo fitossanitário precisa ser ainda mais racional, com atenção ao momento adequado para aplicação dos fungicidas.
“O produtor precisa considerar que, em um cenário de maior umidade, a janela de aplicação pode variar. Se houver uma sequência de dias chuvosos, por exemplo de 5 dias, e o intervalo entre as aplicações estimada é de 12 dias, então pode se estender para 17 dias, comprometendo os tratos fitossanitários. Por isso, ter as tecnologias adequadas e planejar as operações passa a ser uma estratégia eficiente de manejo”, reforça Corsini.
Entre as tecnologias disponíveis para o manejo de doenças está o SUGOY, fungicida desenvolvido para a cultura da soja, com formulação que reúne protetor agregado e três mecanismos de ação. Essa solução contribui para o manejo da ferrugem-asiática e da resistência, além de oferecer praticidade ao produtor por dispensar a necessidade de mistura com outros produtos.
Centro-Oeste e Cerrado: estabelecimento da lavoura é prioridade
No Cerrado, em regiões do Centro-Oeste e Norte, a possibilidade de chuvas mais espaçadas e temperaturas elevadas pode aumentar a preocupação com períodos de menor disponibilidade hídrica. Nesse cenário, a formação de um sistema radicular bem desenvolvido é uma das estratégias para reduzir os impactos de eventuais períodos de estresse.
A presença de nematoides, a compactação do solo e a ocorrência de alumínio em níveis que limitam o desenvolvimento das raízes estão entre os fatores que podem comprometer essa etapa. Por isso, o manejo deve começar antes da semeadura, com avaliação das condições da área e adoção de medidas que favoreçam o desenvolvimento inicial da soja.
Uma das opções para esse planejamento é investir no tratamento de sementes. O CERTEZA N é um fungicida para tratamento de sementes que também possui registro para o manejo de nematoides, além de controlar importantes doenças de solo, como mofo-branco, antracnose e espécies de Fusarium. Sua tecnologia de aderência às sementes contribui para a resistência à lavagem pela chuva e para a manutenção da proteção durante o período inicial de desenvolvimento.
“Quando o produtor escolhe uma tecnologia que também auxilia no manejo de nematoides, ele amplia essa proteção sem acrescentar uma nova operação ao processo. É uma solução que agrega eficiência ao manejo integrado e contribui para preservar o potencial produtivo da cultura desde o início do ciclo”, destaca o gerente de marketing regional da IHARA.
Plantas daninhas e pragas também exigem atenção
Além dos desafios relacionados às doenças, o cenário climático pode favorecer a ocorrência de plantas daninhas. No Centro-Oeste, a possibilidade de períodos de menor umidade reforça a importância do controle das invasoras desde o início do ciclo, já que o inverno foi chuvoso, o que favoreceu apresentação de plantas daninhas agora no início de setembro. É importante evitar a competição por água e nutrientes na fase em que a soja ainda está em desenvolvimento.
Entre as espécies que exigem atenção estão o capim-pé-de-galinha e o caruru, cuja presença tem aumentado em áreas produtoras. Para contribuir com esse manejo, o produtor pode utilizar herbicidas seletivos de pré-emergência, como o YAMATO SC, que possui longo efeito residual. A tecnologia atua antes da emergência das plantas daninhas, ajudando a manter a lavoura protegida durante uma fase importante do desenvolvimento da soja.
Ensaios conduzidos por instituições de ensino e pesquisa registraram índices superiores a 90% de controle sobre caruru e capim-pé-de-galinha, em comparação aos tratamentos padrão de pré-emergência. O produto também apresenta seletividade para a cultura, com resultados que não observaram sintomas de fitotoxicidade ou impactos sobre a produtividade da safra ou da sucessão.
O manejo de pragas também deve ser considerado. Em condições de menor umidade e temperaturas mais elevadas, a redução da atuação de fungos entomopatogênicos e a aceleração do ciclo de desenvolvimento dos insetos podem favorecer o aumento da pressão de pragas.
“No ano passado, em condições climáticas consideradas normais, houve um incremento de 50% a mais no manejo de mosca-branca. Para o atual cenário, os agricultores devem ficar cientes de que não apenas a mosca-branca, mas outras pragas, podem aumentar consideravelmente nesse ciclo, como percevejos e lagartas”, enfatiza Gustavo.
Por isso, o monitoramento frequente e a adoção de estratégias de manejo integrado são fundamentais para identificar a necessidade de controle e evitar que as infestações avancem.
Planejamento deve considerar clima, operação e mercado
Diante de um cenário climático que pode ampliar a diferença entre as regiões produtoras, o planejamento da safra 2026/27 deve considerar não apenas o potencial produtivo, mas também a capacidade de realizar as operações no momento adequado. No Sul, isso significa estar preparado para períodos de chuva que podem dificultar a entrada de máquinas e o cumprimento das aplicações. No Centro-Oeste e Norte, o foco está na formação da lavoura e na redução dos estresses iniciais que podem comprometer o desenvolvimento das plantas.
Para Corsini, a adaptação às condições de cada região será determinante. “O agricultor brasileiro é resiliente e consegue se planejar de forma eficaz. Mas, diante de um cenário de maior variabilidade climática, é importante que ele tenha as ferramentas corretas disponíveis no momento certo, porque a janela de aplicação pode ser diferente da habitual e a tomada de decisão precisa ser mais rápida”, comenta.
A expectativa de diferenças regionais também reforça a importância de acompanhar o mercado. Eventuais perdas provocadas por excesso ou falta de chuva podem ser parcialmente compensadas por um cenário de preços mais favorável. Por isso, além do monitoramento das lavouras e das condições climáticas, o acompanhamento das cotações e o planejamento comercial devem fazer parte das decisões do produtor ao longo da safra.
SOBRE A IHARA
A IHARA é uma empresa de pesquisa e desenvolvimento que há 60 anos leva soluções para a agricultura brasileira, setor no qual é reconhecida como fonte de inovação e tecnologia japonesa como uma marca que tem a credibilidade e a confiança dos seus clientes. A empresa conta com um portfólio completo de fungicidas, herbicidas, inseticidas, biológicos, acaricidas e produtos especiais somando mais de 60 soluções que contribuem para a proteção de mais de 100 diferentes tipos de cultivos, colaborando para que os agricultores possam produzir cada vez mais alimentos, com mais qualidade e de forma sustentável. Em 2022, a IHARA ingressou no segmento de pastagem, oferecendo soluções inovadoras para o pecuarista brasileiro. Para mais informações, acesse o site da IHARA.
Fonte: Assessoria de imprensa
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