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3 de agosto de 2026

Sustentabilidade

Pesquisa revela regiões ideais do genoma do milho para criação de plantas transgênicas – MAIS SOJA

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Um estudo liderado por pesquisadores da Unidade Mista de Pesquisa em Genômica Aplicada a Mudanças Climáticas – UMiP GenClima/GCCRC apresenta um panorama inédito das tecnologias mais promissoras para inserir genes de forma precisa no genoma de plantas, especialmente no milho. A revisão, realizada em parceria com o Centro de Biologia Molecular e Engenharia Genética (CBMEG) e a Embrapa Agricultura Digital, detalha como novas abordagens de engenharia genética podem tornar o processo mais rápido, preciso e efetivo. O estudo foi publicado na revista Frontiers in Plant Science.

O GCCRC é um centro de pesquisa aplicada sediado na Unicamp, apoiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e pela Embrapa, focado no desenvolvimento de soluções genéticas e biotecnológicas para aumentar a tolerância de culturas agrícolas a estresses ambientais. Combinando a descoberta de genes, genômica, microbiologia, melhoramento e bioinformática, o centro busca desenvolver ferramentas mais eficientes e sustentáveis para a agricultura em um cenário de crise climática.

Uma das frentes de pesquisa do centro é desenvolver plantas de milho transgênicas ou editadas tolerantes à seca. Entretanto, a inserção de genes de interesse na planta ainda depende, majoritariamente, de processos incertos, ou seja, o gene introduzido de forma aleatória pode ocorrer em regiões não seguras ou instáveis do genoma, razão pela qual torna o processo tradicional de produção de plantas geneticamente modificadas lento, oneroso e impreciso.

Somado a isso, as normas de biossegurança exigem que, em uma linhagem de interesse comercial, o transgene esteja em cópia única, íntegra e em uma área segura e estável do genoma, o que é difícil quando tudo acontece ao acaso.

“A estratégia de integração randômica de transgenes gera mais de 90% dos eventos transgênicos com inserção em posições indesejadas e atividade instável, agravada ainda mais pela inserção de múltiplas cópias ou de cópias truncadas”, explica Marcos Basso, biotecnologista do GCCRC e autor do estudo. Dependendo do local, o gene pode ser expresso em excesso ou de menos, comprometendo sua função. Em certos casos, o próprio mecanismo molecular da planta pode silenciar o transgene.

“Portos seguros genômicos”

Para contornar essas limitações, o estudo revisa metodologias de inserção sítio-específica de transgenes e discute um conceito-chave: os “portos seguros genômicos” (do inglês, genomic safe harbors), que são regiões estáveis do genoma nas quais transgenes inseridos tendem a expressar seu máximo potencial, ser previsível e herdável ao longo das gerações.

“Ao colocar o transgene nestas regiões intergênicas seguras, o transgene  será expresso e transmitido para as próximas gerações”, afirma a pesquisadora Juliana Yassitepe, da Embrapa Agricultura Digital e uma das autoras do estudo.

Desta forma, é possível gerar menos plantas para selecionar uma linhagem de elite, reduzir o tempo e o custo de geração e aumentar a previsibilidade.

De acordo com outro estudo realizado pelo GCCRC, o desenvolvimento de uma linhagem comercial de milho transgênico pode levar entre 11 e 13 anos, com investimentos estimados entre US$ 50 milhões e US$ 136 milhões. “Já a geração de uma linha elite usando metodologias de inserção sítio-específica de transgenes prevê desenvolver em até 10% do tempo, custo e esforço”, explica Basso.

A revisão destaca iniciativas pioneiras da Corteva Agriscience, que já identificou quatro desses “portos seguros” no milho. Inspirada por esses resultados, a equipe do GCCRC aplicou um software originalmente desenvolvido para leveduras, adaptando-o ao genoma do milho. O grupo identificou novos candidatos a “portos seguros” por meio de análises bioinformáticas e agora inicia a etapa experimental.

No GCCRC, uma das primeiras aplicações, segundo Yassitepe, será a inserção de genes associados à tolerância à seca, uma das principais ameaças à produção agrícola sob mudanças climáticas.

“Ao entender melhor onde e como inserir transgenes com precisão, damos um passo importante para desenvolver linhas elites mais adaptadas e eficientes”, concluem os autores.

O estudo “Recent advances in site-specific transgene insertion into the maize genome using recombinases and genome editing endonucleases” pode ser lido clicando aqui.

Fonte: Embrapa



 

FONTE

Autor:Paula Drummond de Castro – Centro de Pesquisa em Genômica para Mudanças Climáticas (GCCRC)

Site: Embrapa

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Sustentabilidade

Mercado brasileiro de soja deve manter lentidão no início da semana – MAIS SOJA

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O mercado brasileiro de soja deve iniciar agosto com a mesma lentidão que encerrou a última semana de julho. Isto porque a Bolsa de Mercadorias de Chicago tem perdas moderadas, pressionada pelo petróleo, que despenca mais de 6% em Nova York. Por aqui, o dólar abriu com volatilidade frente ao real, sem tendência definida. E segue abaixo de R$ 5,10, o que também desestimula a comercialização.

Na sexta-feira, o mercado brasileiro de soja teve uma sessão lenta, sem muitas novidades. Conforme avalia o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, os movimentos registrados na Bolsa de Chicago foram pequenos e não provocaram alterações relevantes no mercado físico. O dólar também exerceu impacto limitado sobre as cotações.

Silveira destaca que, de maneira geral, as variações de preços foram apenas nominais, entre R$ 0,50 e R$ 1,00 por saca. O analista acrescenta que o produtor permaneceu bastante afastado das negociações, assim como os demais players. “As indústrias também mostraram pouco apetite por compras, e nos portos não houve registro de volumes mais expressivos”, resume.

No mercado físico, em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos recuou de R$ 140,00 para R$ 139,00, movimento semelhante ao registrado em Santa Rosa (RS), onde passou de R$ 141,00 para R$ 140,00. Em Cascavel (PR), as cotações caíram de R$ 134,00 para R$ 131,00. Em Rondonópolis (MT), os preços avançaram de R$ 127,00 para R$ 128,00, enquanto em Dourados (MS) a saca recuou de R$ 127,50 para R$ 127,00. Já em Rio Verde (GO), a cotação permaneceu em R$ 128,00.

Nos portos, em Paranaguá (PR), a saca recuou de R$ 145,00 para R$ 143,00. Em Rio Grande (RS), as referências caíram de R$ 146,00 para R$ 145,00.

CHICAGO

* A Bolsa de Mercadorias de Chicago opera com perdas. A posição novembro/26 do grão recuava 0,56%, cotada a US$ 11,80 3/4 por bushel.

* O mercado mantém o recente viés negativo, pressionado pela forte queda do petróleo. O movimento ocorre após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmar que cancelou um ataque iminente ao Irã e que representantes dos dois países iniciarão negociações nesta segunda-feira (3). A valorização do dólar também pesa sobre as cotações, ao reduzir a competitividade da oleaginosa norte-americana no cenário internacional.

* As perdas, no entanto, encontram algum suporte na demanda chinesa. Segundo a Reuters, empresas estatais da China compraram entre 14 e 16 cargas de soja dos Estados Unidos na última sexta-feira, aproveitando a recente queda dos preços e às vésperas da esperada visita do presidente Xi Jinping aos EUA no próximo mês.

CÂMBIO

* O dólar comercial registra baixa de 0,08%, a R$ 5,0641. O Dollar Index registra alta 0,13%, a 99,762 pontos.

INDICADORES FINANCEIROS

* As principais bolsas da Ásia fecharam em baixa. China, -0,59%. Japão, -0,94%.

* As bolsas na Europa operam em alta. Paris, +1,34%. Frankfurt, +1,52%. Londres, +0,25%.

* O petróleo opera em forte baixa. Setembro do WTI em NY: US$ 79,26 o barril (-6,38%).

AGENDA

—–Segunda-feira (03/08)

12:00 – Inspeções de exportação semanal dos EUA – USDA.

16:00 – Esmagamento de soja em julho nos EUA/USDA.

16:00 – Uso de milho para fabricação de etanol em julho nos EUA/USDA.

16:00 – Dados de Oferta e Demanda de soja, milho e algodão no MT/Imea.

17:00 – Relatório de condições das lavouras dos EUA – USDA.

– Resultado financeiro do BB Seguridade.

—-Terça-feira (04/08)

09:30 – EUA: Balança Comercial de Bens e Serviços (junho).

11:30 – Dados sobre as lavouras do Paraná – Deral.

– Resultado financeiro da Gerdau e da Prio.

—–Quarta-feira (05/08)

06:00 – Zona do Euro: Índice de Preços ao Produtor (PPI, junho).

11:30 – EUA: Relatório Semanal de Petróleo da EIA.

18:30 – Definição da taxa Selic pelo Copom/BC.

– Resultado financeiro da Brava Energia.

—–Quinta-feira (06/08)

09:30 – Dados de exportação semanal de grãos dos EUA/USDA.

15:00 – Relatório de condições das lavouras da Argentina – Ministério da Agricultura.

15:00 – Dados de desenvolvimento das lavouras argentinas – Bolsa de Cereais de Buenos Aires.

15:00 – Balança comercial consolidada de julho/MDIC.

16:00 – Dados de desenvolvimento das lavouras no RS – Emater, na parte da tarde.

– Resultado financeiro da Petrorecôncavo e da Petrobras.

—–Sexta-feira (07/08)

09:30 – EUA: Relatório de Emprego/payroll (julho).

03:00 – Alemanha: Produção Industrial (junho).

08:00 – IGP-DI e os componentes: IPA-DI, IPC-DI e INCC-DI de julho/FGV.

16:00 – Dados de evolução das lavouras do Mato Grosso – IMEA.

– China: Balança Comercial (julho).

Autor/Fonte: Rodrigo Ramos – rodrigo@safras.com.br (Agência Safras)

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Sustentabilidade

Preços da soja sobem aqui e em Chicago e comercialização melhora em julho – MAIS SOJA

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Julho foi positivo para o mercado brasileiro de soja. Os preços subiram nas principais praças do Brasil, acompanhando o comportamento dos contratos futuros na Bolsa de Chicago, e o ritmo dos negócios melhorou, apesar do câmbio desfavorável. Os prêmios seguiram firmes e ajudaram a consolidar o bom momento para os negócios.

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos subiu de R$ 129,00 para R$ 140,00 durante o mês. Em Cascavel (PR), o preço saltou de R$ 124,00 para R$ 134,00. Em Rondonópolis (MT) a cotação avançou de R$ 115,00 para R$ 127,00. No Porto de Paranaguá, a saca aumentou de R$ 135,00 para R$ 145,00.

Em Chicago, os contratos com vencimento em novembro, os mais negociados, apresentaram alta mensal de 4,26%, sendo negociados na manhã do dia 31 a US$ 11,92 por bushel. No melhor momento de julho, a cotação superou a casa de US$ 12,50, se colocando nos melhores patamares em mais de dois anos.

Três fatores contribuíram para os ganhos em Chicago. O petróleo voltou a subir com a tensão no Oriente Médio escalonando. A demanda chinesa pelo produto americano se aqueceu e, completando o cenário positivo, boletins apontando clima seco e altas temperaturas sobre o cinturão produtor americano garantiram picos característicos desse mercado de clima. Agosto promete muita volatilidade, já que é o período crítico para a formação do potencial produtivo da safra americana.

Plantio

A intenção de plantio da nova safra brasileira de soja aponta diversos desafios para 2027, mas ainda mantém uma perspectiva de aumento da produção, desde que não ocorram problemas climáticos relevantes. A constatação é do analista e consultor de Safras & Mercado, Rafael Silveira.

Por um lado, há potencial para novos avanços de área, principalmente nos estados do Centro-Oeste. “É o caso de Mato Grosso, que mantém uma expectativa de expansão de aproximadamente 1,5% na área cultivada”, pontua o consultor.

Segundo ele, mesmo com margens mais apertadas, as elevadas produtividades registradas nas últimas safras melhoraram a relação entre custos e receitas, permitindo que a atividade permaneça economicamente viável, ainda que com rentabilidade mais limitada. “Goiás segue uma dinâmica semelhante, embora a situação dos produtores seja mais fragilizada”, exemplifica.

Por outro lado, o clima é um dos principais fatores de preocupação para a temporada. A expectativa de um evento de El Niño mais intenso levanta riscos importantes para a safra brasileira, especialmente por sua maior influência estar prevista para meses decisivos ao desenvolvimento da cultura e à definição do potencial produtivo. “Caso esse cenário se confirme, poderá haver impacto negativo sobre os níveis de produtividade”, ressalta Silveira.

Ainda assim, Safras & Mercado não trabalha com quebras de safra antecipadamente, adotando essa premissa apenas quando há evidências concretas de perdas no campo. “No entanto, nossa expectativa é de produtividades potenciais inferiores às observadas na última temporada para a maioria das regiões”, afirma. Além do risco climático, os custos de produção seguem elevados, principalmente em função da alta dos fertilizantes ao longo do primeiro semestre. “Esse cenário pode levar parte dos produtores a reduzir o nível de investimento em tecnologia e manejo, fator que tende a limitar o potencial produtivo da safra 2026/27”, explica.

Assim Safras & Mercado projeta um avanço de aproximadamente 1,2% na área plantada, impulsionado principalmente pelos estados do Centro-Oeste, devendo chegar a 49,107 milhões de hectares. A região Sudeste também deve registrar expansão de área, contribuindo para uma expectativa de produção de 180,089 milhões de toneladas, ligeiramente acima dos 178,3 milhões de toneladas estimados para a safra 2025/26.

A produtividade média projetada é de 3.686 quilos por hectare, equivalente a 61,43 sacas por hectare, praticamente estável em relação à safra anterior, que registrou 3.692 quilos por hectare, ou 61,54 sacas por hectare.

Estados Unidos

A área plantada com soja nos Estados Unidos em 2026 deverá totalizar 85,4 milhões de acres, conforme o relatório de área plantada Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Se confirmada, a área ficará 5% acima do total cultivado no ano passado, de 81,215 milhões de acres.

O número ficou dentro da expectativa do mercado, que era de 85,4 milhões de acres. O número veio acima da área indicada no relatório de intenção de plantio, divulgado em março, que era de 84,7 milhões de acres. Na comparação com o ano passado, a área aumentou ou ficou inalterada em 23 dos 29 estados produtores.

Autor/Fonte: Dylan Della Pasqua e Rodrigo Ramos / Agência Safras

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Sustentabilidade

Ceema: cotações da soja, em Chicago, recuaram bastante nesta última semana de julho. – MAIS SOJA

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As cotações da soja, em Chicago, recuaram bastante nesta última semana de julho.

Após o primeiro mês cotado ter atingido a US$ 12,48/bushel no dia 24/07, o mercado iniciou um recuo importante, atingindo a US$ 11,77 no fechamento da quinta-feira (30), contra US$ 12,37 uma semana antes. Por sua vez, o farelo de soja despencou 5,3% nos últimos seis dias úteis, até o dia 30/07, ao fechar neste dia em US$ 314,10/tonelada curta, a mais baixa cotação em Chicago desde o dia 02/07. Já o óleo de soja perdeu 9,6% nos últimos cinco dias até o dia 30/07, fechando este dia em 68,35 centavos de dólar por libra-peso, sendo esta a mais baixa cotação desde o dia 06/07.

O motivo principal foi o retorno das chuvas nas regiões produtoras de soja dos EUA, arrefecendo a especulação iniciada em princípios de julho. Além disso, uma nova tentativa de acordo de paz entre EUA e Irã esfriou os preços do petróleo, puxando o óleo de soja e influenciando a cotação do grão. Também, neste final de mês, houve forte realização de lucros por parte dos Fundos na Bolsa, ajudando a derrubar as cotações. Assim, se o clima nos EUA continuar no caminho positivo, a pressão baixista sobre os preços da soja tende a continuar. Caso contrário, haverá novas altas. Ou seja, o mercado continua sob forte influência do clima naquele país e, portanto, muito volátil.

Por enquanto, no dia 26/07, apenas 9% das lavouras estadunidenses de soja se apresentavam entre ruins a muito ruins, outras 28% estavam regulares e 63% entre boas a muito boas.

E no Brasil, os preços recuaram um pouco diante deste movimento baixista de Chicago, porém, o câmbio, que se manteve ao redor de R$ 5,10 por dólar, segurou o recuo, assim como os prêmios ao redor de US$ 1,50/bushel nos portos brasileiros.

Desta forma, nos portos o produto se manteve ao redor de R$ 140,00 a R$ 150,00/saco, enquanto nas principais praças nacionais, no balcão, os valores oscilaram entre R$ 119,00 e R$ 127,50/saco. No Rio Grande do Sul, a média esteve em R$ 127,60.

Vale destacar que, diante das preocupações e primeiras evidências do fenômeno El Niño, aumenta a inquietude quanto ao impacto disso sobre a produção de soja global.

Com isso, parte dos compradores estão antecipando suas aquisições visando diminuir riscos, o que ajuda os preços a subirem.

Enfim, novas estimativas dão conta de que o Brasil deverá exportar 115,4 mihões de toneladas de soja em 2026, o que seria 6,7% acima do exportado no ano passado. Já o esmagamento local da oleaginosa atingiria o recorde de 63,3 milhões de toneladas, com aumento de 7,8% sobre o ano de 2025. Com isso, a estimativa de estoques finais para o atual ano comercial foi reduzida, ficando em 6,58 milhões de toneladas. Mesmo assim, o maior volume desde 2019. Já a produção de farelo de soja, pelo Brasil, chegará a 48,7 milhões de toneladas enquanto a de óleo atingirá 12,75 milhões, ambos recordes igualmente. A exportação de farelo pode chegar a 24,9 milhões de toneladas e o consumo interno do subproduto em 21,4 milhões. No óleo de soja, a exportação poderá chegar a 1,7 milhão de toneladas. A receita com a exportação do complexo soja atingiria US$ 60,6 bilhões, contra US$ 52,9 bilhões no ano anterior. A soja em grão participa com US$ 49 bilhões do total esperado, contra US$ 43,5 bilhões em 2025 (cf. Abiove)

 

Fonte: Informativo CEEMA UNIJUÍ, do prof. Dr. Argemiro Luís Brum¹

1 – Professor Titular do PPGDR da UNIJUÍ, doutor em Economia Internacional pela EHESS de Paris-França, coordenador, pesquisador e analista de mercado da CEEMA (FIDENE/UNIJUÍ).

FONTE

Autor:Prof. Dr. Argemiro Luís Brum

Site: CEEMA

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