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21 de setembro de 2026

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MT tem uma das menores taxas de pobreza no país; mais de 300 mil pessoas deixaram essa condição

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Mato Grosso registrou uma redução expressiva da pobreza desde 2019. Estudo do Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN), elaborado com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apontou que cerca de 309 mil pessoas deixaram a condição de pobreza no Estado ao longo do período.

“Desde o início da nossa gestão, nós colocamos as contas do Estado no azul e passamos a investir de forma firme em áreas que fazem diferença na vida das pessoas como saúde, educação, infraestrutura e assistência social. O resultado está aí, mais de 300 mil mato-grossenses deixaram a condição de pobreza. É isso que buscamos todos os dias, um Estado equilibrado que gere oportunidades e melhore a realidade da população”, afirmou o governador Mauro Mendes.

De acordo com a análise do instituto, em 2019, Mato Grosso contava com cerca de 792 mil pessoas vivendo abaixo da linha da pobreza, o equivalente a 23,1% da população. Em 2024, esse número caiu para cerca de 484 mil pessoas, com taxa de 13,3%, posicionando o Estado entre aqueles com menor proporção de pessoas pobres no país.

Na extrema pobreza, a redução também foi significativa. Em 2019, o Estado registrava cerca de 97 mil pessoas nessa condição, o que representava 2,8% da população. Em 2024, o total caiu para aproximadamente 59 mil pessoas, com taxa de 1,6%, índice inferior à média nacional, que é de 3,5%.

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Atualmente, Mato Grosso está entre os estados com melhor desempenho social do Brasil. A taxa de pobreza estadual está bem abaixo da média nacional, que, em 2024, foi de 23,4%, enquanto a extrema pobreza também apresenta percentual inferior ao registrado no país como um todo.

Para o secretário de Estado de Fazenda, Rogério Gallo, os números demonstram como o ajuste fiscal, controle de gastos e aumento da capacidade de investimento impactam diretamente a vida da população.

“Quando a atual gestão começou, Mato Grosso tinha uma situação fiscal muito delicada. A partir do ajuste das contas, do controle das despesas e da retomada da capacidade de investimento, o Estado conseguiu reduzir a pobreza em cerca de 309 mil pessoas desde 2019. Isso mostra que disciplina fiscal gera impacto social real”, afirmou Gallo.

De acordo com Gallo, a melhoria dos indicadores sociais foi sustentada por um tripé: controle de despesas, redução do endividamento e fortalecimento da arrecadação própria.

“Esses fatores abriram espaço para ampliar os investimentos públicos em áreas essenciais como saúde, educação, segurança, assistência social e infraestrutura. Os investimentos ajudaram a gerar emprego, ampliar a renda e melhorar a qualidade de vida, especialmente nos municípios do interior”, finalizou.

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Com teatro de fantoches, Guarda Municipal conscientiza mais de 8 mil crianças em Várzea Grande

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Projeto “Arte de Proteger” já passou por 66 escolas abordando temas sensíveis que vão desde o combate ao bullying até a prevenção à violência doméstica

O projeto “Arte de Proteger”, desenvolvido pela Guarda Municipal de Várzea Grande, já conscientizou mais de 8 mil crianças no município. A iniciativa já passou por 66 escolas e ações e utiliza atividades educativas e lúdicas, incluindo teatro de fantoches, para levar informação e conscientização à comunidade escolar.

Por meio das ações, a Guarda Municipal aborda temas como preservação ambiental, condutas no trânsito e prevenção à dengue, além de conscientizar sobre a Lei Maria da Penha, o enfrentamento à violência doméstica, a prevenção à violência sexual contra crianças e adolescentes, a erradicação do trabalho infantil, o combate ao preconceito e ao bullying e a promoção da Cultura de Paz.

Além das escolas, o projeto participa de eventos comunitários, instituições sociais, órgãos públicos e ações interinstitucionais, fortalecendo a integração entre a Guarda Municipal, a Secretaria Municipal de Educação, a Assistência Social, instituições religiosas, o Corpo de Bombeiros Militar e demais integrantes da Rede de Proteção.

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Segundo a coordenadora do projeto, inspetora GM Inês Guimarães, as atividades são adaptadas às diferentes faixas etárias e buscam estimular valores como respeito, empatia, responsabilidade, solidariedade e participação cidadã. A proposta também cria espaços de diálogo para que crianças e adolescentes possam conhecer seus direitos e deveres e identificar situações de violência ou vulnerabilidade.

A subcomandante da Guarda Municipal, Sirlei Piasecki, destaca o papel ativo da escola como espaço seguro de acolhimento, proteção e formação cidadã.

“As crianças absorvem as lições lúdicas e reproduzem o aprendizado em casa com seus familiares. Isso expande a cultura de paz para além dos muros da escola”, pontua.

Para Inês Guimarães, o projeto amplia a presença da Guarda Municipal no ambiente escolar e reforça o papel preventivo e educativo da instituição.

“O projeto amplia a presença da Guarda Municipal no ambiente escolar e reforça o papel da instituição não apenas na segurança, mas também na prevenção e na construção de uma cultura de paz em Várzea Grande. A atuação preventiva também busca fortalecer a relação entre os agentes da Guarda Municipal e a comunidade escolar, levando informação e orientação para dentro das unidades de ensino”, afirma.

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A guarda municipal Silvana Raze, que também integra o projeto, destaca que a iniciativa contribui para aproximar a Guarda Municipal da comunidade escolar e ampliar o alcance das informações compartilhadas durante as atividades.

“Elas, com certeza, levam essas informações aos pais. Então, essa ação não fica somente aqui, inclui toda a sociedade”, disse.

A diretora da EMEB Jaime Veríssimo de Campos Júnior – “Jaiminho”, Marina Bernardo, parabenizou a Guarda Municipal pela iniciativa e destacou a importância da integração entre a instituição e a comunidade escolar.

“Isso é integração social. Essa ação, além de educar, também faz com que as crianças comecem a confiar mais ainda em uma autoridade, como a Guarda Municipal”, disse.

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Agro Mato Grosso

MT responde por 15,6% do Valor Bruto da Produção Agropecuária do país

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Estimativa do Mapa aponta VBP de R$ 218,2 bilhões para Mato Grosso; soja, milho e pecuária estão entre os principais componentes do resultado nacional

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Agro Mato Grosso

Resistência de Diabrotica virgifera reduz eficácia do refúgio no milho Bt

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Estudo aponta herança não recessiva da resistência a Gpp34/Tpp35Ab1 e custos de aptidão na praga

A resistência de Diabrotica virgifera virgifera ao milho Bt que expressa as proteínas Gpp34/Tpp35Ab1 é herdada de forma não recessiva. Segundo os autores, isso provavelmente reduz a capacidade da estratégia de refúgio de retardar a evolução da resistência e aumenta o risco de que ela ocorra. Pesquisadores da Iowa State University e do USDA-ARS avaliaram duas linhagens de laboratório, DBQ e WAT, derivadas de populações de campo com resistência evoluída e comparadas com uma linhagem suscetível de fundo genético semelhante.

Os valores de dominância genética (h) foram de 0,76 na DBQ e de 0,72 na WAT. Em ambas as linhagens, os heterozigotos sobreviveram no milho Bt significativamente mais que os suscetíveis, embora menos que no milho não Bt. A WAT apresentou resistência completa, sem diferença significativa de sobrevivência entre milho Bt e não Bt, enquanto a DBQ apresentou resistência incompleta. As razões de resistência foram de 124 para a WAT e de 38 para a DBQ.

O trabalho também identificou custos de aptidão associados à resistência, medidos em milho não Bt e em indivíduos homozigotos resistentes. Os percentuais abaixo são reduções relativas em comparação com a linhagem suscetível. Na DBQ, as fêmeas produziram 44,4% menos ovos viáveis (efeito significativo, mas de margem estreita: P = 0,044 em teste unicaudal), e nenhum outro custo foi detectado.

Na WAT, a sobrevivência até a fase adulta foi 17,1% menor, o desenvolvimento durou 2,81% mais e a largura da cápsula cefálica (indicador de tamanho corporal) foi 0,81% menor. Esses custos podem contrabalançar em parte o efeito da herança não recessiva, ao selecionar contra os alelos de resistência na ausência de pressão do milho Bt. Os autores ressalvam, porém, que os custos, sozinhos, podem não garantir um atraso duradouro da resistência sem refúgios maiores e manejo integrado.

Para reduzir o risco de evolução da resistência, os autores apontam refúgios maiores e abordagens de manejo mais diversificadas. Em locais onde a resistência a Gpp34/Tpp35Ab1 ainda não está amplamente disseminada, a rotação de culturas e o plantio de milho não Bt também podem aumentar a proporção de insetos suscetíveis na população e retardar a evolução da resistência (doi 10.1002/ps.71301).

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Agro MT